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NEOSALDINA · COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.

Bula do profissional: 14/06/2021 → 16/02/2023

expediente 2292819210 → 0163914231 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: I123456789

4 = declarada pela empresa.

Alterações

removidoadicionado

I – Identificação do medicamentoI 176 palavras

NEOSALDINA® DRÁGEAS dipirona, mucato Neosaldina® comprimido revestido dipirona +mucato de isometepteno, isometepteno + cafeína NEOSALDINA® SOLUÇÃO ORAL - GOTAS dipirona, Neosaldina® solução dipirona + cloridrato de isometepteno, isometepteno + cafeína APRESENTAÇÕES Drágea de 300mg (dipirona) + 30mg (mucato de isometepteno) + 30mg (cafeína). Comprimido revestido. Embalagens com contendo 20, 30, 100, 200 e ou 240 unidades. Solução oral (gotas) de 300mg/mL (dipirona) + 50mg/mL (cloridrato de isometepteno) + 30mg/mL (cafeína). Frasco comprimidos revestidos. Solução. Embalagem contendo 01 frasco gotejador com autogotejador de 15mL. 15mL . USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS - NEOSALDINA® DRÁGEAS Neosaldina® comprimido revestido USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO - NEOSALDINA® GOTAS Neosaldina® solução COMPOSIÇÕES Cada drágea contém 300mg de dipirona, 30mg de comprimido revestido contém: dipirona------------------------------------------------------------------------------------------------------------300mg mucato de isometepteno e 30mg de isometepteno------------------------------------------------------------------------------------------30mg cafeína anidra. Excipientes: amido, anidra------------------------------------------------------------------------------------------------------30mg excipientes q.s.p. ----------------------------------------------------------------------------- comprimido revestido (amido, carbonato de cálcio, carmelose sódica, celulose microcristalina, cera branca de abelha, cera de carnaúba, dióxido de silício, estearato de magnésio, goma arábica, lactose, metilparabeno, povidona, propilparabeno, sacarose, talco, dióxido de titânio, laca vermelha e pigmento marrom. marrom). Cada mL (30 gotas) de da solução oral contém contém: dipirona------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 300mg de dipirona, 50mg de cloridrato de isometepteno e 30 mg de isometepteno---------------------------------------------------------------------------------------- 50mg cafeína anidra. Excipientes: água purificada, anidra------------------------------------------------------------------------------------------------------- 30mg veículo q.s.p ----------------------------------------------------------------------------------------------------------1mL (água, aroma idêntico ao natural de hortelã, benzoato de sódio, metabissulfito de sódio, sacarina sódica e sorbitol. Pode conter ácido clorídrico para ajuste sorbitol). *Cada mL da solução é equivalente a 30 gotas. Cada gota contém 10mg de pH. dipirona, 1,66mg de cloridrato de isometepteno e 1mg de cafeína anidra. II - INFORMAÇÕES TÉCNICA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: SAÚDE

1. Indicações 2 palavras

Como analgésico e antiespasmódico, indicado indicada para o tratamento de diversos tipos de cefaleias ou de dor abdominal tipo cólica.

2. Resultados de eficácia 71 palavras

O uso combinado de analgésicos e adjuvantes, como a cafeína e o isometepteno que também possuem atividades antinociceptivas próprias, vem sendo cada vez mais considerado na terapia da dor, principalmente porque alguns tipos de dor não são fáceis de aliviar com os analgésicos convencionais.1 convencionais. 1 A atividade analgésica da dipirona está incontestavelmente comprovada através atrav és de vários estudos clínicos e das evidências proporcionadas pelo intenso uso em várias décadas, e uma revisão do seu uso em cefaleias primárias agudas permitiu a conclusão que a dipirona é efetiva no tratamento das crises de cefaleia tensionais e de enxaquecas, sem que se observe uma incidência importante de eventos adversos sérios nem de agranulocitose.2 agranulocitose. 2 O sinergismo da cafeína sobre os efeitos antinociceptivos da dipirona foram confirmados em um estudo com animais1 animais 1 e em humanos3 humanos 3 tendo sido observado um início de ação mais rápido com a associação do que com a dipirona isolada3. isolada 3. A associação do isometepteno com analgésicos foi considerada melhor alternativa à ergotamina no tratamento de cefaleias vasculares.4 vasculares. 4 A eficácia da associação dipirona, isometepteno e cafeína (NEOSALDINA® (Neosaldina ® – 2 drágeas comprimido revestido em dose única) foi avaliada por Klapetek5 Klapetek 5 em comparação com a combinação tartarato de ergotamina e cafeína (TEGK) e com placebo (doses únicas) em dois estudos clínicos duplo-cegos duplo- cegos em 172 crises de enxaqueca. A intensidade Intensidade da dor Dor (ID), avaliada por uma escala de quatro pontos (3=muito forte; 0=ausente), apresentou redução no período de avaliação de duas horas com o uso das medicações ativas (NEOSALDINA® (Neosaldina ® - ID0=1,86→ID120=0,78; TEGK - ID0=1,93→ID120=0,87; NS). A ação analgésica foi mais consistente e constante durante todo o período de avaliação com a NEOSALDINA® Neosaldina ® do que com o comparador ou com o placebo. Esse mesmo autor complementou o primeiro estudo em mais 40 pacientes confirmando um efeito analgésico da associação maior em relação ao tempo, quando comparado com o placebo.6 placebo. 6 Um estudo randomizado comparou a eficácia da NEOSALDINA® Neosaldina ® com a da combinação di- hidroergotamina, cafeína, butalbital e aminofenazona e a do placebo em pacientes com enxaquecas e cefaleias. Os resultados mostraram eficácia similar com o uso das medicações ativas e superioridade significante em relação ao placebo.7 placebo. 7 A eficácia, a tolerabilidade e a consistência da NEOSALDINA® Neosaldina® na terapia de crises de cefaleia primária leve a moderada foram comparadas com as do paracetamol e as do placebo em um estudo, duplo-cego, randomizado e duplocruzado.8 duplocruzado. 8 Foram avaliadas 243 crises em 81 pacientes, havendo redução da dor em 72,5% com a NEOSALDINA® (duas drágeas), Neosaldina® (dois comprimidos revestidos ), 54,5% com o paracetamol (1.000mg) e 49,2% com o placebo. A redução média da intensidade da dor foi maior com a NEOSALDINA® N eosaldina ® do que com o placebo e com o paracetamol (P<0,001; aos 90min/120 min). Menos pacientes necessitaram medicação de resgate com o uso da NEOSALDINA® Neosaldina® (18,4%) do que com o paracetamol (37,7%; P=0,008) e o placebo (43,8%; P=0,0007). Não ocorreram eventos adversos graves. Referências bibliográficas: 1. Diaz-Reval MI et al. Cir Ciruj 2008; 76:241-6. 2. [… 31 palavras iguais …] 5. Klapetek J. Med Welt 1973;24(18):745-7. 6. Klapetek J. Acta Universitatis Palackiananae Olomucensis 1974;74:249-57. 7. Forti F, Tannous P. Folha Med 1981;82(1):61-2. 8. Carvalho DS. Migrâneas e cefaléias 2009;12(2):78; T055.
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O uso combinado de analgésicos e adjuvantes, como a cafeína e o isometepteno que também possuem atividades antinociceptivas próprias, vem sendo cada vez mais considerado na terapia da dor, principalmente porque alguns tipos de dor não são fáceis de aliviar com os analgésicos convencionais.1 convencionais. 1 A atividade analgésica da dipirona está incontestavelmente comprovada através atrav és de vários estudos clínicos e das evidências proporcionadas pelo intenso uso em várias décadas, e uma revisão do seu uso em cefaleias primárias agudas permitiu a conclusão que a dipirona é efetiva no tratamento das crises de cefaleia tensionais e de enxaquecas, sem que se observe uma incidência importante de eventos adversos sérios nem de agranulocitose.2 agranulocitose. 2 O sinergismo da cafeína sobre os efeitos antinociceptivos da dipirona foram confirmados em um estudo com animais1 animais 1 e em humanos3 humanos 3 tendo sido observado um início de ação mais rápido com a associação do que com a dipirona isolada3. isolada 3. A associação do isometepteno com analgésicos foi considerada melhor alternativa à ergotamina no tratamento de cefaleias vasculares.4 vasculares. 4 A eficácia da associação dipirona, isometepteno e cafeína (NEOSALDINA® (Neosaldina ® – 2 drágeas comprimido revestido em dose única) foi avaliada por Klapetek5 Klapetek 5 em comparação com a combinação tartarato de ergotamina e cafeína (TEGK) e com placebo (doses únicas) em dois estudos clínicos duplo-cegos duplo- cegos em 172 crises de enxaqueca. A intensidade Intensidade da dor Dor (ID), avaliada por uma escala de quatro pontos (3=muito forte; 0=ausente), apresentou redução no período de avaliação de duas horas com o uso das medicações ativas (NEOSALDINA® (Neosaldina ® - ID0=1,86→ID120=0,78; TEGK - ID0=1,93→ID120=0,87; NS). A ação analgésica foi mais consistente e constante durante todo o período de avaliação com a NEOSALDINA® Neosaldina ® do que com o comparador ou com o placebo. Esse mesmo autor complementou o primeiro estudo em mais 40 pacientes confirmando um efeito analgésico da associação maior em relação ao tempo, quando comparado com o placebo.6 placebo. 6 Um estudo randomizado comparou a eficácia da NEOSALDINA® Neosaldina ® com a da combinação di- hidroergotamina, cafeína, butalbital e aminofenazona e a do placebo em pacientes com enxaquecas e cefaleias. Os resultados mostraram eficácia similar com o uso das medicações ativas e superioridade significante em relação ao placebo.7 placebo. 7 A eficácia, a tolerabilidade e a consistência da NEOSALDINA® Neosaldina® na terapia de crises de cefaleia primária leve a moderada foram comparadas com as do paracetamol e as do placebo em um estudo, duplo-cego, randomizado e duplocruzado.8 duplocruzado. 8 Foram avaliadas 243 crises em 81 pacientes, havendo redução da dor em 72,5% com a NEOSALDINA® (duas drágeas), Neosaldina® (dois comprimidos revestidos ), 54,5% com o paracetamol (1.000mg) e 49,2% com o placebo. A redução média da intensidade da dor foi maior com a NEOSALDINA® N eosaldina ® do que com o placebo e com o paracetamol (P<0,001; aos 90min/120 min). Menos pacientes necessitaram medicação de resgate com o uso da NEOSALDINA® Neosaldina® (18,4%) do que com o paracetamol (37,7%; P=0,008) e o placebo (43,8%; P=0,0007). Não ocorreram eventos adversos graves. Referências bibliográficas: 1. Diaz-Reval MI et al. Cir Ciruj 2008; 76:241-6. 2. Ramacciotti AS, Soares BG, Atallah AN. Cochrane Database Syst Rev 2007;18(2):CD004842. 3. Carvalho DS, Rabello GD, Figueiró JAB. RBM – Rev Bras Med 2007;64(6):273-8. 4. Johnson DE. Clin Med 1970; 77:33-36. 5. Klapetek J. Med Welt 1973;24(18):745-7. 6. Klapetek J. Acta Universitatis Palackiananae Olomucensis 1974;74:249-57. 7. Forti F, Tannous P. Folha Med 1981;82(1):61-2. 8. Carvalho DS. Migrâneas e cefaléias 2009;12(2):78; T055.

3. Características farmacológicas 37 palavras

NEOSALDINA® Neosaldina ® contém como princípios ativos dipirona, mucato de isometepteno e cafeína. A dipirona, um eficaz analgésico não-opioide, é uma pró-droga que possui, ainda, atividade antipirética e antitérmica intensamente investigada. É amplamente [… 113 palavras iguais …] que após administração oral é rapidamente metabolizada, principalmente nos metabólitos ativos MAA (4- metilaminoantipirina) e 4-AA (4-amino-antipirina). Seu mecanismo de ação é multifatorial, incluindo ações sobre sistema nervoso periférico (prostaglandinas E1 E 1 e E2 e óxido nítrico) e central (por seu sinergismo peptidérgico [k], serotoninérgico [5HT1] e antagonismo glutaminérgico [NMDA]), como também em diferentes níveis de processamento da informação dolorosa. O efeito efei to antinociceptivo periférico ocorre tanto por ativação dos canais de K+ sensíveis ao ATP e por inibição da ativação da d a adenilciclase por substâncias hiperalgésicas como por bloqueio direto do influxo de cálcio no nociceptor. A ação analgésica central é exercida pelos metabólitos ativos 4-MAA e 4-AA que são capazes de [… 11 palavras iguais …] níveis sinergicamente com o sistema peptidérgico (endorfina e encefalinas) e serotonina, além de atuar sobre áreas talâmicas. Sua potência como inibidor da síntese de prostaglandinas é similar à do ácido acetilsalicílico. acetilsalic ílico. A dipirona parece atuar, ainda, sobre os centros hipotalâmicos reguladores da temperatura para a redução da febre. O isometepteno é um espasmolítico simpaticomimético de ação indireta com atividade vasoconstritora. A [… 45 palavras iguais …] das enxaquecas. A ação simpaticomimética efetua-se somente sobre a musculatura lisa, sendo raríssimos, portanto, os efeitos cardíacos e sobre o Sistema Nervoso Central. A cafeína possui discreta ação sobre o sistema nervoso central Sistema Nervoso Central estimulando os processos cerebrais, inclusive a capacidade de concentração e raciocínio. Paralelamente, apresenta uma ação vasoconstritora sobre as artérias cranianas. Postula-se que possui, ainda, atividade analgésica pelo bloqueio das ações periféricas pró-nociceptivas da adenosina, ativação da via central de noradenosina e estimulação do sistema nervoso central Sistema Nervoso Central com ações subsequentes sobre a percepção da dor. A cafeína ativa, também, os neurônios noradrenérgicos e parece afetar a liberação de dopamina local. Em alguns tipos de cefaleia e estados dolorosos a cafeína produz efeito analgésico. A cafeína aumenta a atividade antinociceptiva dos analgésicos e dos anti-inflamatórios não-esteroides Anti-Inflamatórios Não-Esteroides por mecanismos farmacodinâmicos. Propriedades farmacocinéticas - a dipirona é rapidamente absorvida após administração oral e é hidrolisada no suco gástrico para o metabólito ativo 4-metilaminoantipirina (4-MAA), mais potente do que [… 255 palavras iguais …] (0,53 a 0,56L/kg); em pacientes com cirrose em média 0,38L/kg (0,19 a 0,49L/kg). O metabolismo é essencialmente hepático, ocorrendo os metabólitos ativos paraxantina, teobromina e teofilina. A excreção no leite materno mate rno é considerada segura, sendo compatível com o aleitamento. A cafeína e seu metabólito teofilina são eliminados e liminados na urina. Em adultos, aproximadamente 1% da dose de cafeína é excretada de forma inalterada na urina; a meia-vida de eliminação é de 4 a 5 horas.
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NEOSALDINA® Neosaldina ® contém como princípios ativos dipirona, mucato de isometepteno e cafeína. A dipirona, um eficaz analgésico não-opioide, é uma pró-droga que possui, ainda, atividade antipirética e antitérmica intensamente investigada. É amplamente utilizado na clínica, tanto em uso isolado como combinado a outros medicamentos. O isometepteno é um simpaticomimético de ação indireta com atividade vasoconstritora, que apresenta ação analgésica própria e potencializadora de analgésicos. A cafeína é um derivado xantínico que possui discreta ação sobre o Sistema Nervoso Central e apresenta efeito vasoconstritor sobre as artérias cranianas, diminuindo o fluxo sanguíneo e a tensão do oxigênio no cérebro, podendo contribuir diretamente para o alívio de vários tipos de cefaleias, especialmente das enxaquecas, além de aumentar a potência dos analgésicos. Propriedades farmacodinâmicas - a dipirona ou metamizol, é um agente analgésico e antitérmico sintético extraído do alcatrão (anilina), pertencente ao grupo das pirazolonas. É uma pró-droga que após administração oral é rapidamente metabolizada, principalmente nos metabólitos ativos MAA (4- metilaminoantipirina) e 4-AA (4-amino-antipirina). Seu mecanismo de ação é multifatorial, incluindo ações sobre sistema nervoso periférico (prostaglandinas E1 E 1 e E2 e óxido nítrico) e central (por seu sinergismo peptidérgico [k], serotoninérgico [5HT1] e antagonismo glutaminérgico [NMDA]), como também em diferentes níveis de processamento da informação dolorosa. O efeito efei to antinociceptivo periférico ocorre tanto por ativação dos canais de K+ sensíveis ao ATP e por inibição da ativação da d a adenilciclase por substâncias hiperalgésicas como por bloqueio direto do influxo de cálcio no nociceptor. A ação analgésica central é exercida pelos metabólitos ativos 4-MAA e 4-AA que são capazes de inibir as cicloxigenases (COX -1,2 e 3) e atuar em vários níveis sinergicamente com o sistema peptidérgico (endorfina e encefalinas) e serotonina, além de atuar sobre áreas talâmicas. Sua potência como inibidor da síntese de prostaglandinas é similar à do ácido acetilsalicílico. acetilsalic ílico. A dipirona parece atuar, ainda, sobre os centros hipotalâmicos reguladores da temperatura para a redução da febre. O isometepteno é um espasmolítico simpaticomimético de ação indireta com atividade vasoconstritora. A vasoconstrição é mediada tanto por mecanismos indiretos (uma ação tiramina-símile) como diretos, que envolvem, principalmente um agonismo com os adrenoceptores αA e α2C, enquanto que os adrenoceptores a1 parecem ter ação limitada. A ação vasoconstritora sobre os vasos sanguíneos cranianos é especialmente útil no tratamento das enxaquecas. A ação simpaticomimética efetua-se somente sobre a musculatura lisa, sendo raríssimos, portanto, os efeitos cardíacos e sobre o Sistema Nervoso Central. A cafeína possui discreta ação sobre o sistema nervoso central Sistema Nervoso Central estimulando os processos cerebrais, inclusive a capacidade de concentração e raciocínio. Paralelamente, apresenta uma ação vasoconstritora sobre as artérias cranianas. Postula-se que possui, ainda, atividade analgésica pelo bloqueio das ações periféricas pró-nociceptivas da adenosina, ativação da via central de noradenosina e estimulação do sistema nervoso central Sistema Nervoso Central com ações subsequentes sobre a percepção da dor. A cafeína ativa, também, os neurônios noradrenérgicos e parece afetar a liberação de dopamina local. Em alguns tipos de cefaleia e estados dolorosos a cafeína produz efeito analgésico. A cafeína aumenta a atividade antinociceptiva dos analgésicos e dos anti-inflamatórios não-esteroides Anti-Inflamatórios Não-Esteroides por mecanismos farmacodinâmicos. Propriedades farmacocinéticas - a dipirona é rapidamente absorvida após administração oral e é hidrolisada no suco gástrico para o metabólito ativo 4-metilaminoantipirina (4-MAA), mais potente do que a dipirona; o 4-MAA é metabolizado no fígado em um segundo metabólito ativo, o 4- aminoantipirina (4-AA) e em outros metabólitos. Níveis plasmáticos são obtidos rapidamente, pois 58% do fármaco se fixam às proteínas plasmáticas, mas nenhum metabólito se liga extensivamente às proteínas do plasma. Foram detectados os metabólitos da dipirona no líquido cerebrospinal. A excreção é predominantemente renal; a meia-vida de eliminação do 4-MAA é de 2-3 horas e a do 4- AA, de 4-5 horas. Os efeitos analgésicos correlacionam-se com as concentrações dos metabólitos ativos (4-MAA e 4- AA) e alcançam seu máximo em 40-60 minutos após a ingestão, sendo efetivos por 6-8 horas. Os metabólitos da dipirona se distribuem no leite materno. O isometepteno pertence à série de aminas alifáticas dos agentes adrenérgicos. É bem absorvida depois da administração oral, sendo completamente metabolizada preferentemente por oxidação do grupo dimetilalil em dois isômeros (trans e cis) que são excretados totalmente em até 35 horas. O perfil de excreção urinária mostra um pico máximo às 5 horas, com a maior parte excretada em menos de 24 horas. Um metabólito secundário pode ser convertido em haptaminol. A cafeína, uma metil xantina estruturalmente relacionada à teofilina, é bem absorvida após a administração oral. A capacidade total de ligação proteica é de 36%. Após a administração oral se distribui amplamente nos tecidos e, devido à sua lipofilia e ligação proteica limitada, rapidamente atravessa a barreira hematoencefálica distribuindo-se no fluido cerebrospinal de forma semelhante ao plasma. Em adultos, o volume de distribuição é de 35 a 40 l (0,53 a 0,56L/kg); em pacientes com cirrose em média 0,38L/kg (0,19 a 0,49L/kg). O metabolismo é essencialmente hepático, ocorrendo os metabólitos ativos paraxantina, teobromina e teofilina. A excreção no leite materno mate rno é considerada segura, sendo compatível com o aleitamento. A cafeína e seu metabólito teofilina são eliminados e liminados na urina. Em adultos, aproximadamente 1% da dose de cafeína é excretada de forma inalterada na urina; a meia-vida de eliminação é de 4 a 5 horas.

4. Contraindicações 17 palavras

Estados de hipersensibilidade e intolerância à dipirona (ou a derivados pirazolônicos) pirazolônico s) ou aos demais componentes da fórmula do produto. NEOSALDINA® Neosaldina® está contraindicada nas crises de hipertensão arterial, na presença presen ça de discrasias sanguíneas, de transtornos do sistema hematopoiético, de insuficiente função da medula óssea ou de determinadas doenças metabólicas, como porfiria hepática ou deficiência congênita da glicose-6- fosfato-desidrogenase. O uso de NEOSALDINA® Neosaldina ® é contraindicado em dosagem elevada por período prolongado sem supervisão médica. NEOSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido - Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos de idade. NEOSALDINA® solução oral - Este medicamento é contraindicado para menores de 1 ano de idade.

5. Advertências e precauções 53 palavras

NEOSALDINA® Neosaldina ® deve ser administrada com cuidado a pacientes hipertensos e a pacientes cuja cu ja pressão arterial sistólica esteja abaixo de 100mmHg ou cuja função circulatória seja inconstante (ex.: circulação debilitada associada a infarto do miocárdio, lesões múltiplas ou choque circulatório recente). Caso ocorra leve agitação e/ou aumento dos batimentos cardíacos, a dose diária de NEOSALDINA® Neosaldina ® deve ser reduzida, o que deverá determinar o desaparecimento imediato dos sintomas, não havendo necessidade de tratamento especial. Recomenda-se cautela em pacientes com asma brônquica ou infecções respiratórias crônicas crôn icas e em pacientes sensíveis a analgésicos e anti-inflamatórios (asma causada por analgésicos, intolerância a analgésicos) e que são, portanto, suscetíveis a crises de asma induzidas por medicamentos ou choque anafilático [… 26 palavras iguais …] ou retal. Pacientes com o sistema hematopoiético debilitado (ex.: pacientes citoestáticos) só deverão utilizar dipirona sob supervisão médica e atento monitoramento laboratorial. Caso ocorram sinais sugestivos de agranulocitose ou trombocitopenia, recomenda-se recomenda -se a interrupção do tratamento com o produto. A administração de NEOSALDINA® Neosaldina® a pacientes com amigdalite ou qualquer outra condição que afete a boca e garganta, deve ser exercida com especial cuidado, uma vez que, a condição existente poderá mascarar um sintoma prévio de agranulocitose (angina agranulocítica). Indivíduos que reajam a bebidas alcoólicas (mesmo em pequenas quantidades), espirrando, espirra ndo, lacrimejando, apresentando acentuado rubor, como também indivíduos com alergia a alimentos, pelo animal, tinturas de cabelo e agentes preservativos devem utilizar o produto com muito cuidado. Pacientes extremamente sensíveis à cafeína, não devem tomar NEOSALDINA® Neosaldina ® à noite para evitar dificuldades de conciliar o sono. O aparecimento de coloração avermelhada espontânea na urina significa eliminação do ácido rubazônico, um metabólito inócuo da dipirona. NEOSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido - Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Portanto, NEOSALDINA® drágeas Neosaldina ® comprimido revestido pode ser substituído por NEOSALDINA® gotas, Neosaldina ® solução, que não contém açúcar. Este medicamento pode causar doping. Gravidez e lactação: categoria C de risco na gravidez - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. NEOSALDINA® Neosaldina ® não deve ser administrada durante o período de lactação, pois metabólitos metab ólitos da dipirona podem passar para o leite materno. Se necessário o seu uso, a amamentação deve ser interrompida. Pacientes idosos: aconselha-se o uso de doses menores para pessoas idosas e/ou debilitadas. A fim de prevenir distúrbios do sono em pessoas idosas e sensíveis, NEOSALDINA® Neosaldina ® não deve ser administrada à noite. Insuficiência renal: não existe experiência com o uso de NEOSALDINA® Neosaldina ® por pacientes com transtornos renais, porém não é recomendado o uso de altas doses ou por longos períodos nestes pacientes. Insuficiência hepática: não existe experiência com o uso de NEOSALDINA® Neosaldina® por pacientes com disfunção hepática, porém não é recomendado o uso de altas doses ou por longos períodos nestes pacientes.
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NEOSALDINA® Neosaldina ® deve ser administrada com cuidado a pacientes hipertensos e a pacientes cuja cu ja pressão arterial sistólica esteja abaixo de 100mmHg ou cuja função circulatória seja inconstante (ex.: circulação debilitada associada a infarto do miocárdio, lesões múltiplas ou choque circulatório recente). Caso ocorra leve agitação e/ou aumento dos batimentos cardíacos, a dose diária de NEOSALDINA® Neosaldina ® deve ser reduzida, o que deverá determinar o desaparecimento imediato dos sintomas, não havendo necessidade de tratamento especial. Recomenda-se cautela em pacientes com asma brônquica ou infecções respiratórias crônicas crôn icas e em pacientes sensíveis a analgésicos e anti-inflamatórios (asma causada por analgésicos, intolerância a analgésicos) e que são, portanto, suscetíveis a crises de asma induzidas por medicamentos ou choque anafilático ocasionado por dipirona. Embora a intolerância a analgésicos seja extremamente rara, o risco de choque é maior após a administração parenteral do que por via oral ou retal. Pacientes com o sistema hematopoiético debilitado (ex.: pacientes citoestáticos) só deverão utilizar dipirona sob supervisão médica e atento monitoramento laboratorial. Caso ocorram sinais sugestivos de agranulocitose ou trombocitopenia, recomenda-se recomenda -se a interrupção do tratamento com o produto. A administração de NEOSALDINA® Neosaldina® a pacientes com amigdalite ou qualquer outra condição que afete a boca e garganta, deve ser exercida com especial cuidado, uma vez que, a condição existente poderá mascarar um sintoma prévio de agranulocitose (angina agranulocítica). Indivíduos que reajam a bebidas alcoólicas (mesmo em pequenas quantidades), espirrando, espirra ndo, lacrimejando, apresentando acentuado rubor, como também indivíduos com alergia a alimentos, pelo animal, tinturas de cabelo e agentes preservativos devem utilizar o produto com muito cuidado. Pacientes extremamente sensíveis à cafeína, não devem tomar NEOSALDINA® Neosaldina ® à noite para evitar dificuldades de conciliar o sono. O aparecimento de coloração avermelhada espontânea na urina significa eliminação do ácido rubazônico, um metabólito inócuo da dipirona. NEOSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido - Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Portanto, NEOSALDINA® drágeas Neosaldina ® comprimido revestido pode ser substituído por NEOSALDINA® gotas, Neosaldina ® solução, que não contém açúcar. Este medicamento pode causar doping. Gravidez e lactação: categoria C de risco na gravidez - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. NEOSALDINA® Neosaldina ® não deve ser administrada durante o período de lactação, pois metabólitos metab ólitos da dipirona podem passar para o leite materno. Se necessário o seu uso, a amamentação deve ser interrompida. Pacientes idosos: aconselha-se o uso de doses menores para pessoas idosas e/ou debilitadas. A fim de prevenir distúrbios do sono em pessoas idosas e sensíveis, NEOSALDINA® Neosaldina ® não deve ser administrada à noite. Insuficiência renal: não existe experiência com o uso de NEOSALDINA® Neosaldina ® por pacientes com transtornos renais, porém não é recomendado o uso de altas doses ou por longos períodos nestes pacientes. Insuficiência hepática: não existe experiência com o uso de NEOSALDINA® Neosaldina® por pacientes com disfunção hepática, porém não é recomendado o uso de altas doses ou por longos períodos nestes pacientes.

6. Interações medicamentosas 13 palavras

NEOSALDINA® Neosaldina ® não deve ser tomada concomitante a bebidas alcoólicas, pois pode ocorrer potencialização dos efeitos do álcool pela presença da dipirona. Em pacientes recebendo concomitante tratamento com ciclosporina, os níveis de ciclosporina c iclosporina no plasma podem ser reduzidos, sendo recomendadas dosagens da concentração plasmática de ciclosporina a intervalos regulares. Pode ocorrer hipotermia grave quando NEOSALDINA® Neosaldina ® for associada à clorpromazina. Podem ocorrer reações hipertensivas graves com o uso concomitante com inibidores Inibidores da monoaminoxidase Monoaminoxidase (IMAOs). A cafeína pode reduzir a ação sedativa dos ansiolíticos (benzodiazepínicos).

7. Cuidados de armazenamento do medicamento7 54 palavras

Conservar o produto à em temperatura ambiente (15°C a (entre 15 e 30°C). NEOSALDINA® drágeas Neosaldina ® comprimido revestido tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. NEOSALDINA® Neosaldina ® solução oral tem validade de 18 meses a partir da data de sua fabricação. fabricação . Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. As drágeas Neosaldina® apresenta-se como comprimido revestido de NEOSALDINA® têm cor marrom e superfície face biconvexa lisa. A Neosaldina® apresenta-se como solução oral de NEOSALDINA® é um líquido límpido, amarelo, amarela límpida, com sabor e odor característicos de hortelã. característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

8. Posologia e modo de usar 42 palavras

Posologia: NEOLSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido Crianças maiores de 12 anos e adultos: 1 a 2 drágeas comprimidos revestidos (em dose única) a cada 6 horas ou 4 vezes ao dia. A dose diária máxima de 8 drágeas comprimidos revestidos (4 x 2 drágeas) comprimidos revestidos ) não deve ser excedida. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. NEOSALDINA® gotas Neosaldina® solução Se necessário, as gotas podem ser misturadas com um pouco de água. As recomendações posológicas com relação ao peso (idade) são: Peso (idade) Dose Única Dose Diária Máxima crianças 9 - 15 kg 15kg (1 - 3 anos) 8 a 14 gotas 56 gotas (4 x 14 gotas) crianças 16 - 21 kg 21kg (4 - 6 anos) 15 a 18 gotas 72 gotas (4 x 18 gotas) crianças 22 - 28 kg 28kg (7 - 9 anos) 20 a 27 gotas 108 gotas (4 x 27 gotas) crianças 29 - 40 kg 40kg (10 - 12 anos) 29 a 36 gotas 144 gotas (4 x 36 gotas) crianças 40 - 50 kg 50kg (13 - 14 anos) 38 a 45 gotas 180 gotas (4 x 45 gotas) a partir de 15 anos e adultos 30 a 60 gotas 240 gotas (4 x 60 gotas) *1 mL *1mL é equivalente a 30 gotas. Modo de usar: NEOSALDINA® gotas Neosaldina ® solução não deve ser administrado diretamente na boca das crianças; recomenda-se utilizar uma colher para pingar as gotas.

9. Reações adversas 17 palavras

As principais reações adversas a NEOSALDINA® Neosaldina® são as reações cutâneas. As reações mais graves são choque anafilático e discrasias sanguíneas, que raramente ocorrem com o uso da medicação. As A s frequências de ocorrência das reações são apresentadas abaixo: Reação comum (> 1/100 e < 1/10): reações cutâneas (exantema). Reação rara (< 1/10.000): choque anafilático, discrasias sanguíneas (tais como: co mo: agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia), aumento da frequência cardíaca e irritabilidade. Apesar de serem se rem ocorrências raras, o choque anafilático e as discrasias sanguíneas podem envolver ameaça à vida e podem ocorrer mesmo se a dipirona tiver sido administrada previamente, sem qualquer efeito adverso. Os sintomas de agranulocitose são: febre alta, sensação de frio, garganta inflamada, dificuldade em engolir, lesões inflamatórias na boca, nariz e garganta, assim como nas regiões genital e anal. Imediata Imedia ta interrupção da medicação é a indicação para a completa recuperação. Portanto, se uma inesperada piora for observada, se a febre não ceder ou se reincidir, ou se lesões dolorosas ocorrerem [… 29 palavras iguais …] mucosas. Já o aumento da frequência cardíaca e a irritabilidade são sintomas breves e podem ser evitados com a redução da dose. Reações de frequência desconhecida: hipotermia e reações de hipersensibilidade hipersensibilidad e afetando a pele (exantema), a conjuntiva e as mucosas da cavidade naso-faríngea. Também podem ocorrer efeitos colaterais simpaticotônicos como náusea, rubor, suor ou dor de cabeça. Esses sintomas desaparecem em [… 73 palavras iguais …] para a dipirona, podendo levar, em alguns casos, a quadros de insuficiência hepática, em diferentes graus. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no portal da Anvisa.
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As principais reações adversas a NEOSALDINA® Neosaldina® são as reações cutâneas. As reações mais graves são choque anafilático e discrasias sanguíneas, que raramente ocorrem com o uso da medicação. As A s frequências de ocorrência das reações são apresentadas abaixo: Reação comum (> 1/100 e < 1/10): reações cutâneas (exantema). Reação rara (< 1/10.000): choque anafilático, discrasias sanguíneas (tais como: co mo: agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia), aumento da frequência cardíaca e irritabilidade. Apesar de serem se rem ocorrências raras, o choque anafilático e as discrasias sanguíneas podem envolver ameaça à vida e podem ocorrer mesmo se a dipirona tiver sido administrada previamente, sem qualquer efeito adverso. Os sintomas de agranulocitose são: febre alta, sensação de frio, garganta inflamada, dificuldade em engolir, lesões inflamatórias na boca, nariz e garganta, assim como nas regiões genital e anal. Imediata Imedia ta interrupção da medicação é a indicação para a completa recuperação. Portanto, se uma inesperada piora for observada, se a febre não ceder ou se reincidir, ou se lesões dolorosas ocorrerem nas mucosas, principalmente da boca, nariz ou garganta, o tratamento deve ser imediatamente interrompido. A trombocitopenia pode levar à tendência de sangramentos, podendo ocorrer pequenas hemorragias na pele e mucosas. Já o aumento da frequência cardíaca e a irritabilidade são sintomas breves e podem ser evitados com a redução da dose. Reações de frequência desconhecida: hipotermia e reações de hipersensibilidade hipersensibilidad e afetando a pele (exantema), a conjuntiva e as mucosas da cavidade naso-faríngea. Também podem ocorrer efeitos colaterais simpaticotônicos como náusea, rubor, suor ou dor de cabeça. Esses sintomas desaparecem em geral com a redução de dose. Reações em grupos especiais de pacientes (frequência desconhecida): em alguns pacientes, especialmente aqueles com história de doença renal, ou em casos de superdose, insuficiência renal transitória, como oligúria e anúria acompanhadas de proteinúria e inflamação do tecido renal (nefrite intersticial) podem ser observadas. Crises de asma podem ser observadas em pacientes predispostos. A análise e avaliação dos dados disponíveis de várias fontes sugerem que há potencial hepatotoxicidade para a dipirona, podendo levar, em alguns casos, a quadros de insuficiência hepática, em diferentes graus. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no portal da Anvisa.

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SeçãoPalavras alteradasSemelhança
I – Identificação do medicamento17653%
1. Indicações295%
2. Resultados de eficácia7194%
3. Características farmacológicas3798%
4. Contraindicações1792%
5. Advertências e precauções5394%
6. Interações medicamentosas1392%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento5475%
8. Posologia e modo de usar4290%
9. Reações adversas1798%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais100%

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