NEOSALDINA · COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.
Bula do profissional: 14/06/2021 → 16/02/2023
expediente 2292819210 → 0163914231 ·PDFs no Bulário da ANVISA
Alterações
removidoadicionado
I – Identificação do medicamentoI 176 palavras
1. Indicações 2 palavras
Como analgésico e antiespasmódico, indicado indicada para o tratamento de diversos tipos de cefaleias ou de dor abdominal tipo cólica.
2. Resultados de eficácia 71 palavras
O uso combinado de analgésicos e adjuvantes, como a cafeína e o isometepteno que também possuem atividades antinociceptivas próprias, vem sendo cada vez mais considerado na terapia da dor, principalmente porque alguns tipos de dor não são fáceis de aliviar com os analgésicos convencionais.1 convencionais. 1 A atividade analgésica da dipirona está incontestavelmente comprovada através atrav és de vários estudos clínicos e das evidências proporcionadas pelo intenso uso em várias décadas, e uma revisão do seu uso em cefaleias primárias agudas permitiu a conclusão que a dipirona é efetiva no tratamento das crises de cefaleia tensionais e de enxaquecas, sem que se observe uma incidência importante de eventos adversos sérios nem de agranulocitose.2 agranulocitose. 2 O sinergismo da cafeína sobre os efeitos antinociceptivos da dipirona foram confirmados em um estudo com animais1 animais 1 e em humanos3 humanos 3 tendo sido observado um início de ação mais rápido com a associação do que com a dipirona isolada3. isolada 3. A associação do isometepteno com analgésicos foi considerada melhor alternativa à ergotamina no tratamento de cefaleias vasculares.4 vasculares. 4 A eficácia da associação dipirona, isometepteno e cafeína (NEOSALDINA® (Neosaldina ® – 2 drágeas comprimido revestido em dose única) foi avaliada por Klapetek5 Klapetek 5 em comparação com a combinação tartarato de ergotamina e cafeína (TEGK) e com placebo (doses únicas) em dois estudos clínicos duplo-cegos duplo- cegos em 172 crises de enxaqueca. A intensidade Intensidade da dor Dor (ID), avaliada por uma escala de quatro pontos (3=muito forte; 0=ausente), apresentou redução no período de avaliação de duas horas com o uso das medicações ativas (NEOSALDINA® (Neosaldina ® - ID0=1,86→ID120=0,78; TEGK - ID0=1,93→ID120=0,87; NS). A ação analgésica foi mais consistente e constante durante todo o período de avaliação com a NEOSALDINA® Neosaldina ® do que com o comparador ou com o placebo. Esse mesmo autor complementou o primeiro estudo em mais 40 pacientes confirmando um efeito analgésico da associação maior em relação ao tempo, quando comparado com o placebo.6 placebo. 6 Um estudo randomizado comparou a eficácia da NEOSALDINA® Neosaldina ® com a da combinação di- hidroergotamina, cafeína, butalbital e aminofenazona e a do placebo em pacientes com enxaquecas e cefaleias. Os resultados mostraram eficácia similar com o uso das medicações ativas e superioridade significante em relação ao placebo.7 placebo. 7 A eficácia, a tolerabilidade e a consistência da NEOSALDINA® Neosaldina® na terapia de crises de cefaleia primária leve a moderada foram comparadas com as do paracetamol e as do placebo em um estudo, duplo-cego, randomizado e duplocruzado.8 duplocruzado. 8 Foram avaliadas 243 crises em 81 pacientes, havendo redução da dor em 72,5% com a NEOSALDINA® (duas drágeas), Neosaldina® (dois comprimidos revestidos ), 54,5% com o paracetamol (1.000mg) e 49,2% com o placebo. A redução média da intensidade da dor foi maior com a NEOSALDINA® N eosaldina ® do que com o placebo e com o paracetamol (P<0,001; aos 90min/120 min). Menos pacientes necessitaram medicação de resgate com o uso da NEOSALDINA® Neosaldina® (18,4%) do que com o paracetamol (37,7%; P=0,008) e o placebo (43,8%; P=0,0007). Não ocorreram eventos adversos graves. Referências bibliográficas: 1. Diaz-Reval MI et al. Cir Ciruj 2008; 76:241-6. 2. [… 31 palavras iguais …] 5. Klapetek J. Med Welt 1973;24(18):745-7. 6. Klapetek J. Acta Universitatis Palackiananae Olomucensis 1974;74:249-57. 7. Forti F, Tannous P. Folha Med 1981;82(1):61-2. 8. Carvalho DS. Migrâneas e cefaléias 2009;12(2):78; T055.
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O uso combinado de analgésicos e adjuvantes, como a cafeína e o isometepteno que também possuem atividades antinociceptivas próprias, vem sendo cada vez mais considerado na terapia da dor, principalmente porque alguns tipos de dor não são fáceis de aliviar com os analgésicos convencionais.1 convencionais. 1 A atividade analgésica da dipirona está incontestavelmente comprovada através atrav és de vários estudos clínicos e das evidências proporcionadas pelo intenso uso em várias décadas, e uma revisão do seu uso em cefaleias primárias agudas permitiu a conclusão que a dipirona é efetiva no tratamento das crises de cefaleia tensionais e de enxaquecas, sem que se observe uma incidência importante de eventos adversos sérios nem de agranulocitose.2 agranulocitose. 2 O sinergismo da cafeína sobre os efeitos antinociceptivos da dipirona foram confirmados em um estudo com animais1 animais 1 e em humanos3 humanos 3 tendo sido observado um início de ação mais rápido com a associação do que com a dipirona isolada3. isolada 3. A associação do isometepteno com analgésicos foi considerada melhor alternativa à ergotamina no tratamento de cefaleias vasculares.4 vasculares. 4 A eficácia da associação dipirona, isometepteno e cafeína (NEOSALDINA® (Neosaldina ® – 2 drágeas comprimido revestido em dose única) foi avaliada por Klapetek5 Klapetek 5 em comparação com a combinação tartarato de ergotamina e cafeína (TEGK) e com placebo (doses únicas) em dois estudos clínicos duplo-cegos duplo- cegos em 172 crises de enxaqueca. A intensidade Intensidade da dor Dor (ID), avaliada por uma escala de quatro pontos (3=muito forte; 0=ausente), apresentou redução no período de avaliação de duas horas com o uso das medicações ativas (NEOSALDINA® (Neosaldina ® - ID0=1,86→ID120=0,78; TEGK - ID0=1,93→ID120=0,87; NS). A ação analgésica foi mais consistente e constante durante todo o período de avaliação com a NEOSALDINA® Neosaldina ® do que com o comparador ou com o placebo. Esse mesmo autor complementou o primeiro estudo em mais 40 pacientes confirmando um efeito analgésico da associação maior em relação ao tempo, quando comparado com o placebo.6 placebo. 6 Um estudo randomizado comparou a eficácia da NEOSALDINA® Neosaldina ® com a da combinação di- hidroergotamina, cafeína, butalbital e aminofenazona e a do placebo em pacientes com enxaquecas e cefaleias. Os resultados mostraram eficácia similar com o uso das medicações ativas e superioridade significante em relação ao placebo.7 placebo. 7 A eficácia, a tolerabilidade e a consistência da NEOSALDINA® Neosaldina® na terapia de crises de cefaleia primária leve a moderada foram comparadas com as do paracetamol e as do placebo em um estudo, duplo-cego, randomizado e duplocruzado.8 duplocruzado. 8 Foram avaliadas 243 crises em 81 pacientes, havendo redução da dor em 72,5% com a NEOSALDINA® (duas drágeas), Neosaldina® (dois comprimidos revestidos ), 54,5% com o paracetamol (1.000mg) e 49,2% com o placebo. A redução média da intensidade da dor foi maior com a NEOSALDINA® N eosaldina ® do que com o placebo e com o paracetamol (P<0,001; aos 90min/120 min). Menos pacientes necessitaram medicação de resgate com o uso da NEOSALDINA® Neosaldina® (18,4%) do que com o paracetamol (37,7%; P=0,008) e o placebo (43,8%; P=0,0007). Não ocorreram eventos adversos graves. Referências bibliográficas: 1. Diaz-Reval MI et al. Cir Ciruj 2008; 76:241-6. 2. Ramacciotti AS, Soares BG, Atallah AN. Cochrane Database Syst Rev 2007;18(2):CD004842. 3. Carvalho DS, Rabello GD, Figueiró JAB. RBM – Rev Bras Med 2007;64(6):273-8. 4. Johnson DE. Clin Med 1970; 77:33-36. 5. Klapetek J. Med Welt 1973;24(18):745-7. 6. Klapetek J. Acta Universitatis Palackiananae Olomucensis 1974;74:249-57. 7. Forti F, Tannous P. Folha Med 1981;82(1):61-2. 8. Carvalho DS. Migrâneas e cefaléias 2009;12(2):78; T055.
3. Características farmacológicas 37 palavras
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4. Contraindicações 17 palavras
Estados de hipersensibilidade e intolerância à dipirona (ou a derivados pirazolônicos) pirazolônico s) ou aos demais componentes da fórmula do produto. NEOSALDINA® Neosaldina® está contraindicada nas crises de hipertensão arterial, na presença presen ça de discrasias sanguíneas, de transtornos do sistema hematopoiético, de insuficiente função da medula óssea ou de determinadas doenças metabólicas, como porfiria hepática ou deficiência congênita da glicose-6- fosfato-desidrogenase. O uso de NEOSALDINA® Neosaldina ® é contraindicado em dosagem elevada por período prolongado sem supervisão médica. NEOSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido - Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos de idade. NEOSALDINA® solução oral - Este medicamento é contraindicado para menores de 1 ano de idade.
5. Advertências e precauções 53 palavras
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6. Interações medicamentosas 13 palavras
7. Cuidados de armazenamento do medicamento7 54 palavras
Conservar o produto à em temperatura ambiente (15°C a (entre 15 e 30°C). NEOSALDINA® drágeas Neosaldina ® comprimido revestido tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. NEOSALDINA® Neosaldina ® solução oral tem validade de 18 meses a partir da data de sua fabricação. fabricação . Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. As drágeas Neosaldina® apresenta-se como comprimido revestido de NEOSALDINA® têm cor marrom e superfície face biconvexa lisa. A Neosaldina® apresenta-se como solução oral de NEOSALDINA® é um líquido límpido, amarelo, amarela límpida, com sabor e odor característicos de hortelã. característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
8. Posologia e modo de usar 42 palavras
Posologia: NEOLSALDINA® drágeas Neosaldina® comprimido revestido Crianças maiores de 12 anos e adultos: 1 a 2 drágeas comprimidos revestidos (em dose única) a cada 6 horas ou 4 vezes ao dia. A dose diária máxima de 8 drágeas comprimidos revestidos (4 x 2 drágeas) comprimidos revestidos ) não deve ser excedida. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. NEOSALDINA® gotas Neosaldina® solução Se necessário, as gotas podem ser misturadas com um pouco de água. As recomendações posológicas com relação ao peso (idade) são: Peso (idade) Dose Única Dose Diária Máxima crianças 9 - 15 kg 15kg (1 - 3 anos) 8 a 14 gotas 56 gotas (4 x 14 gotas) crianças 16 - 21 kg 21kg (4 - 6 anos) 15 a 18 gotas 72 gotas (4 x 18 gotas) crianças 22 - 28 kg 28kg (7 - 9 anos) 20 a 27 gotas 108 gotas (4 x 27 gotas) crianças 29 - 40 kg 40kg (10 - 12 anos) 29 a 36 gotas 144 gotas (4 x 36 gotas) crianças 40 - 50 kg 50kg (13 - 14 anos) 38 a 45 gotas 180 gotas (4 x 45 gotas) a partir de 15 anos e adultos 30 a 60 gotas 240 gotas (4 x 60 gotas) *1 mL *1mL é equivalente a 30 gotas. Modo de usar: NEOSALDINA® gotas Neosaldina ® solução não deve ser administrado diretamente na boca das crianças; recomenda-se utilizar uma colher para pingar as gotas.
9. Reações adversas 17 palavras
As principais reações adversas a NEOSALDINA® Neosaldina® são as reações cutâneas. As reações mais graves são choque anafilático e discrasias sanguíneas, que raramente ocorrem com o uso da medicação. As A s frequências de ocorrência das reações são apresentadas abaixo: Reação comum (> 1/100 e < 1/10): reações cutâneas (exantema). Reação rara (< 1/10.000): choque anafilático, discrasias sanguíneas (tais como: co mo: agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia), aumento da frequência cardíaca e irritabilidade. Apesar de serem se rem ocorrências raras, o choque anafilático e as discrasias sanguíneas podem envolver ameaça à vida e podem ocorrer mesmo se a dipirona tiver sido administrada previamente, sem qualquer efeito adverso. Os sintomas de agranulocitose são: febre alta, sensação de frio, garganta inflamada, dificuldade em engolir, lesões inflamatórias na boca, nariz e garganta, assim como nas regiões genital e anal. Imediata Imedia ta interrupção da medicação é a indicação para a completa recuperação. Portanto, se uma inesperada piora for observada, se a febre não ceder ou se reincidir, ou se lesões dolorosas ocorrerem [… 29 palavras iguais …] mucosas. Já o aumento da frequência cardíaca e a irritabilidade são sintomas breves e podem ser evitados com a redução da dose. Reações de frequência desconhecida: hipotermia e reações de hipersensibilidade hipersensibilidad e afetando a pele (exantema), a conjuntiva e as mucosas da cavidade naso-faríngea. Também podem ocorrer efeitos colaterais simpaticotônicos como náusea, rubor, suor ou dor de cabeça. Esses sintomas desaparecem em [… 73 palavras iguais …] para a dipirona, podendo levar, em alguns casos, a quadros de insuficiência hepática, em diferentes graus. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no portal da Anvisa.
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As principais reações adversas a NEOSALDINA® Neosaldina® são as reações cutâneas. As reações mais graves são choque anafilático e discrasias sanguíneas, que raramente ocorrem com o uso da medicação. As A s frequências de ocorrência das reações são apresentadas abaixo: Reação comum (> 1/100 e < 1/10): reações cutâneas (exantema). Reação rara (< 1/10.000): choque anafilático, discrasias sanguíneas (tais como: co mo: agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia), aumento da frequência cardíaca e irritabilidade. Apesar de serem se rem ocorrências raras, o choque anafilático e as discrasias sanguíneas podem envolver ameaça à vida e podem ocorrer mesmo se a dipirona tiver sido administrada previamente, sem qualquer efeito adverso. Os sintomas de agranulocitose são: febre alta, sensação de frio, garganta inflamada, dificuldade em engolir, lesões inflamatórias na boca, nariz e garganta, assim como nas regiões genital e anal. Imediata Imedia ta interrupção da medicação é a indicação para a completa recuperação. Portanto, se uma inesperada piora for observada, se a febre não ceder ou se reincidir, ou se lesões dolorosas ocorrerem nas mucosas, principalmente da boca, nariz ou garganta, o tratamento deve ser imediatamente interrompido. A trombocitopenia pode levar à tendência de sangramentos, podendo ocorrer pequenas hemorragias na pele e mucosas. Já o aumento da frequência cardíaca e a irritabilidade são sintomas breves e podem ser evitados com a redução da dose. Reações de frequência desconhecida: hipotermia e reações de hipersensibilidade hipersensibilidad e afetando a pele (exantema), a conjuntiva e as mucosas da cavidade naso-faríngea. Também podem ocorrer efeitos colaterais simpaticotônicos como náusea, rubor, suor ou dor de cabeça. Esses sintomas desaparecem em geral com a redução de dose. Reações em grupos especiais de pacientes (frequência desconhecida): em alguns pacientes, especialmente aqueles com história de doença renal, ou em casos de superdose, insuficiência renal transitória, como oligúria e anúria acompanhadas de proteinúria e inflamação do tecido renal (nefrite intersticial) podem ser observadas. Crises de asma podem ser observadas em pacientes predispostos. A análise e avaliação dos dados disponíveis de várias fontes sugerem que há potencial hepatotoxicidade para a dipirona, podendo levar, em alguns casos, a quadros de insuficiência hepática, em diferentes graus. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no portal da Anvisa.
Todas as seções
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | 176 |
| 1. Indicações | 2 |
| 2. Resultados de eficácia | 71 |
| 3. Características farmacológicas | 37 |
| 4. Contraindicações | 17 |
| 5. Advertências e precauções | 53 |
| 6. Interações medicamentosas | 13 |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | 54 |
| 8. Posologia e modo de usar | 42 |
| 9. Reações adversas | 17 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais |
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