Ozempic · NOVO NORDISK FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA
Bula do profissional: 08/05/2024 → 16/08/2024
expediente 0614325242 → 1124315241 ·PDFs no Bulário da ANVISA
4 = declarada pela empresa. 2 apresentações no mesmo PDF, comparadas uma a uma.
Alterações
removidoadicionado
Apresentação 1: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
Apresentação 1 · I – Identificação do medicamento 30 palavras
semaglutida APRESENTAÇÕES Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável). ou Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 6 agulhas descartáveis. Cada sistema de aplicação contém 1,5 mL e libera doses de 0,25 mg e 0,5 mg. Embalagens contendo 1 sistema de aplicação preenchido e 6 agulhas descartáveis NovoFine®. VIA SUBCUTÂNEA preenchido. USO SUBCUTÂNEO USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada mL de solução injetável contém 1,34 mg de semaglutida. Excipientes: fosfato de sódio dibásico di-hidratado, propilenoglicol, fenol, ácido clorídrico (ajuste de pH), hidróxido de sódio (ajuste [… 12 palavras iguais …] receptor de GLP-1 (peptídeo símile ao glucagon 1 humano) produzido em Saccharomyces cerevisiae por tecnologia de DNA recombinante. Um sistema de aplicação preenchido contém 2 mg de semaglutida em 1,5mL.
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semaglutida APRESENTAÇÕES Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável). ou Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 6 agulhas descartáveis. Cada sistema de aplicação contém 1,5 mL e libera doses de 0,25 mg e 0,5 mg. Embalagens contendo 1 sistema de aplicação preenchido e 6 agulhas descartáveis NovoFine®. VIA SUBCUTÂNEA preenchido. USO SUBCUTÂNEO USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada mL de solução injetável contém 1,34 mg de semaglutida. Excipientes: fosfato de sódio dibásico di-hidratado, propilenoglicol, fenol, ácido clorídrico (ajuste de pH), hidróxido de sódio (ajuste de pH) e água para injetáveis. A semaglutida é um agonista do receptor de GLP-1 (peptídeo símile ao glucagon 1 humano) produzido em Saccharomyces cerevisiae por tecnologia de DNA recombinante. Um sistema de aplicação preenchido contém 2 mg de semaglutida em 1,5mL.
Apresentação 1 · 2. Resultados de eficácia 56 palavras
Tanto a melhora do controle glicêmico como a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® [… 510 palavras iguais …] <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 Diferença de sitagliptina -2,3 -4,2 - [95% IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 . . . . . . . Alteração a partir do basal Alteração a partir do basal . . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . [… 474 palavras iguais …] partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) semana 30 Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um [… 162 palavras iguais …] HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% IC] [-0,6; -0,2] a -0,2]a [-0,6; -0,3]a Pacientes (%) 68 79 52 67 atingindo HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,8 (176,3 mg/dL) 9,8 (177,1 mg/dL) 9,7 (173,9 mg/dL) 9,6 (172,5 mg/dL) Alteração a [… 22 palavras iguais …] Peso corporal (kg) Basal (média) 96,4 95,5 95,6 93,4 Alteração a partir do -4,6 -6,5 -2,3 -3,0 basal na semana 40 Diferença de -2,3b -3,6c - - dulaglutida[95% IC] [-3,0; 1,5]a 1,5] a [-4,3; -2,8]a a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade b: Ozempic® 0,5 mg vs dulaglutida 0,75 mg c: Ozempic® 1 mg vs dulaglutida 1,5 mg Figura 2 – Alteração média na HbA1c [… 1025 palavras iguais …] (0.38-0.99) (1.6) (2.7) 0.74 47 64 Infarto do miocárdio não fatal (0.51-1.08) (2.9) (3.9) Outros desfechos 1.05 62 60 Todas as causas de morte (0.74-1.50) (3.8) (3.6) 0.2 1 5 ® Favorece Ozempic® Ozempic Favorece placebo Houve 158 eventos de nefropatia novos ou agravados. A razão de risco para o tempo até a nefropatia (início de macroalbuminúria persistente, duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade [… 415 palavras iguais …] in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):e20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):e22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7.
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Tanto a melhora do controle glicêmico como a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, foram avaliadas em seis estudos de fase 3a, randomizados e controlados, que incluíram 7.215 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (4.107 pacientes foram tratados com Ozempic®). Desses, cinco estudos (SUSTAIN 1-5) tiveram a avaliação de eficácia glicêmica como desfecho primário, enquanto um estudo (SUSTAIN 6) teve o resultado cardiovascular como o desfecho primário. Adicionalmente, um estudo de fase 3b (SUSTAIN 7), incluindo 1.201 pacientes, foi realizado para comparar a eficácia e a segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, em relação a dulaglutida 0,75 mg e 1,5 mg uma vez por semana, respectivamente. Um estudo fase 3b (SUSTAIN 9), incluindo 302 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, foi realizado para investigar a eficácia e a segurança da semaglutida em adição ao tratamento com inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2) (com ou sem metformina ou sulfonilureia). O tratamento com Ozempic® demonstrou reduções sustentadas, clinicamente significativas e estatisticamente superiores na HbA1c e no peso corporal por até 2 anos em comparação ao tratamento com placebo e controle ativo (sitagliptina, insulina glargina, exenatida e dulaglutida). A eficácia de Ozempic® não foi impactada por idade, sexo, raça, etnia, IMC basal, peso corporal basal (kg), duração do diabetes e nível de comprometimento da função renal. SUSTAIN 1 - Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou Ozempic® 1,0 mg, uma vez por semana, ou placebo. Tabela 1 – SUSTAIN 1: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg Placebo População intenção de tratar - 128 130 129 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,1 8,0 Alteração a partir do basal na -1,5 -1,6 0 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,5 - IC] [-1,7; -1,1]a [-1,8; -1,2]a Pacientes (%) atingindo 74 72 25 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,7 (174,8 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,5 (-45,0 mg/dL) -2,3 (-41,4 mg/dL) -0,6 (-10,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,8 96,9 89,1 Alteração a partir do basal na -3,7 -4,5 -1,0 semana 30 Diferença de placebo [95% -2,7 -3,6 - IC] [-3,9;-1,6]a [-4,7;-2,4]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 2 – Ozempic® versus sitagliptina, ambos em combinação com 1-2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina e/ou tiazolidinedionas) Em um estudo duplo-cego ativo-controlado de 56 semanas, 1.231 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 uma vez por semana, Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou 100 mg de sitagliptina uma vez ao dia, todos em associação com metformina (94%) e /ou tiazolidinedionas (6%). Tabela 2 – SUSTAIN 2: Resultados na semana 56 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg sitagliptina 100 mg População intenção de tratar - 409 409 407 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,0 8,2 Alteração a partir do basal na -1,3 -1,6 -0,5 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -0,8 -1,1 - IC] [-0,9;-0,6]a [-1,2;-0,9]a Pacientes (%) atingindo 69 78 36 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 Diferença de sitagliptina -2,3 -4,2 - [95% IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 . . . . . . . Alteração a partir do basal Alteração a partir do basal . . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg semaglutida 1 mg semaglutida 0,5 mg semaglutida 1 mg sitagliptina sitagliptina SUSTAIN 3 – Ozempic® versus exenatida liberação prolongada, ambos em combinação com metformina ou metformina com sulfonilureia Em um estudo aberto de 56 semanas, 813 pacientes recebendo somente metformina (49%), metformina com sulfonilureia (45%) ou outro (6%) foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou exenatida de liberação prolongada 2,0 mg uma vez por semana. Tabela 3 - SUSTAIN 3: Resultados na semana 56 Ozempic® 1,0 mg Exenatida de liberação prolongada 2,0 mg População intenção de tratar - ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 67 40 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 10,6 (191,0 mg/dL) 10,4 (187,4 mg/dL) Alteração a partir do basal na semana -2,8 (-50,5 mg/dL) -2,0 (-36,0 mg/dL) Peso corporal (kg) Basal (média) 96,2 95,4 Alteração a partir do basal na semana -5,6 -1,9 Diferença de exenatida [95% IC] -3,8 - [-4,6;-3,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 4 – Ozempic® versus insulina glargina, ambos em combinação com 1–2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina ou metformina e sulfonilureia) Em um estudo aberto de 30 semanas, 1.089 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou insulina glargina, uma vez ao dia, como adjuvante à metformina (48%) ou metformina e sulfonilureia (51%). Tabela 4 – SUSTAIN 4: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg insulina glargina População intenção de tratar 362 360 360 - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,2 8,1 Alteração a partir do basal na -1,2 -1,6 -0,8 semana 30 Diferença de insulina -0,4 -0,8 - glargina [95% IC] [-0,5;-0,2]a [-1,0; -0,7]a Pacientes (%) atingindo 57 73 38 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,6 (173,0 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,0 (- 36 mg/dL) -2,7 (- 48,6 mg/dL) -2,1 (- 37,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 93,7 94,0 92,6 Alteração a partir do basal na -3,5 -5,2 +1,2 semana 30 Diferença de insulina -4,6 -6,34 - glargina [95% IC] [-5,3;-4,0]a [-7,0;-5,7]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 5 – Ozempic® versus placebo, ambos em combinação com insulina basal Em um estudo duplo cego placebo-controlado de 30 semanas, 397 pacientes inadequadamente controlados com insulina basal, com ou sem metformina, foram randomizados para Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana ou placebo. Tabela 5 – SUSTAIN 5: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg placebo População intenção de tratar 132 131 133 - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 8,4 Alteração a partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) semana 30 Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um estudo aberto de 40 semanas, 1.201 pacientes tratados com metformina foram randomizados 1:1:1:1 para uma dose semanal de Ozempic® 0,5 mg, dulaglutida 0,75 mg, Ozempic® 1 mg ou dulaglutida 1,5 mg, respectivamente. O estudo comparou Ozempic® 0,5 mg versus dulaglutida 0,75 mg, e Ozempic® 1 mg versus dulaglutida 1,5 mg. Os distúrbios gastrointestinais foram os eventos adversos mais frequentes e ocorreram em proporções semelhantes entre os pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg (129 pacientes [43%]), Ozempic® 1 mg (133 [44%]) e dulaglutida 1,5 mg (143 [48%]); menos pacientes apresentaram distúrbios gastrointestinais com dulaglutida 0,75 mg (100 [33%]). Na semana 40, o aumento da frequência de pulso para o Ozempic® (0,5 mg e 1 mg) e dulaglutida (0,75 mg e 1,5 mg) foi de 2,4; 4,0 e 1,6; 2,1, batimentos/min, respectivamente. Tabela 6 – SUSTAIN 7: Resultados na semana 40 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg dulaglutida 0,75 mg dulaglutida 1,5 mg População intenção de 301 300 299 299 tratar - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% IC] [-0,6; -0,2] a -0,2]a [-0,6; -0,3]a Pacientes (%) 68 79 52 67 atingindo HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,8 (176,3 mg/dL) 9,8 (177,1 mg/dL) 9,7 (173,9 mg/dL) 9,6 (172,5 mg/dL) Alteração a partir do -2,2 (- 39,6 mg/dL) -2,8 (- 50,4 mg/dL) -1,9 (- 34,2 mg/dL) -2,2 (- 39,6 mg/dL) basal na semana 40 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,4 95,5 95,6 93,4 Alteração a partir do -4,6 -6,5 -2,3 -3,0 basal na semana 40 Diferença de -2,3b -3,6c - - dulaglutida[95% IC] [-3,0; 1,5]a 1,5] a [-4,3; -2,8]a a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade b: Ozempic® 0,5 mg vs dulaglutida 0,75 mg c: Ozempic® 1 mg vs dulaglutida 1,5 mg Figura 2 – Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) a partir do basal até a semana 40 . . . . Alteração a partir do basal . . Alteração a partir do basal . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Tempo desde a randomização (semanas) ® ® Ozempic® 0.5 mg Ozempic® 1 mg Ozempic 0.5 mg Ozempic 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg SUSTAIN 9 – Ozempic® versus placebo em adição ao inibidor de SGLT2 ± metformina ou sulfonilureia Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado de 30 semanas, 302 pacientes inadequadamente controlados com inibidor de SGLT2 com ou sem metformina ou sulfonilureia foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou placebo. Tabela 7 SUSTAIN 9: Resultados na semana 30 Ozempic® Placebo 1,0 mg População Intenção de Tratar – ITT (N) 151 151 HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,1 Alteração a partir do basal na semana 30 -1,5 -0,1 Diferença do placebo [95% IC] -1,4 [-1,6; -1,2]a - Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 78,7 18,7 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,1 (164,2) 8,9 (161,2) Alteração a partir do basal na semana 30 -2,2 (-39,4) 0,0 (0,3) Peso Corporal (kg) Basal (média) 89,6 93,8 Alteração a partir do basal na semana 30 -4,7 -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, 8,4% e 8,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,6%, -1,5% e 0,1% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Associação com pré-mistura de insulina ± 1–2 ADOs (medicamento antidiabético oral) No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 867 pacientes receberam pré-mistura de insulina (com ou sem antidiabéticos orais) no basal. A HbA1c no período basal era 8,8%, 8,9% e 8,9% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg de e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,3%, -1,8% e -0,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Peso Corporal Após um ano de tratamento, uma perda de peso de ≥5% e ≥10% foi atingida em mais indivíduos recebendo Ozempic® 0,5 mg (46% e 13%) e 1,0 mg (de 52 - 62% e de 21 - 24%) em comparação com os comparadores ativos sitagliptina (18% e 3%) e exenatida de liberação prolongada (até 17% e 4%). No estudo de 40 semanas versus dulaglutida, uma perda de peso ≥ 5% e ≥10% foi alcançada para mais pacientes com Ozempic® 0,5 mg (44% e 14%) em comparação com a dulaglutida 0,75 mg (23% e 3%), e Ozempic® 1 mg (até 63% e 27%) em comparação com dulaglutida 1,5 mg (30% e 8%). Observou-se uma redução significativa e sustentada do peso corporal desde o início até a semana 104 com Ozempic® 0,5 mg e 1 mg versus placebo 0,5 mg e 1 mg, além do tratamento padrão (-3,6 kg e -4,9 kg vs -0,7 kg e -0,5 kg, respectivamente) em SUSTAIN 6. Doença cardiovascular Em um estudo duplo-cego de 104 semanas (SUSTAIN 6), 3.297 pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou o placebo correspondente, em adição ao tratamento padrão. Em seguida, os pacientes foram acompanhados por 2 anos. No total, 98,0% dos pacientes concluíram o estudo e o estado vital foi conhecido ao final do estudo para 99,6% dos pacientes. A população do estudo foi distribuída por idade da seguinte forma: 1.598 pacientes (48,5 %) ≥65 anos, 321 (9,7%) ≥75 anos e 20 (0,6 %) ≥85 anos. Havia 2.358 pacientes com função renal normal ou insuficiência renal leve, 832 com insuficiência renal moderada e 107 com insuficiência renal grave ou em estágio terminal. Havia 61% de homens, com idade média de 65 anos e IMC médio de 33 kg/m2. A duração média do diabetes era de 13,9 anos. O desfecho primário foi o tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de um evento adverso cardiovascular maior (MACE): morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de componentes de desfechos primários MACE foi 254, incluindo 108 (6,6%) com Ozempic® e 146 (8,9%) para placebo. Veja Figura 4 para resultados dos desfechos primários e secundários dos eventos cardiovasculares. O tratamento com Ozempic® resultou em uma redução de risco de 26% no resultado do componente primário composto por causas cardiovasculares, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de mortes por doenças cardiovasculares, infartos do miocárdio não fatais e acidentes vasculares cerebrais não fatais foram 90, 111 e 71, respectivamente, incluindo 44 (2,7%), 47 (2,9%) e 27 (1,6%), respectivamente, com Ozempic® (Figura 4). A redução do risco no desfecho primário foi impulsionada principalmente pela diminuição da taxa de acidente vascular cerebral não fatal (39%) e infarto do miocárdio não fatal (26%) (Figura 3). Figura 3. Gráfico de Kaplan-Meier do tempo até a primeira ocorrência do resultado composto: morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal (SUSTAIN 6). Pacientes com evento (%) HR: 0.74 95% IC 0.58: 0.95 Número de indivíduos sob risco Semaglutida Placebo Tempo desde a randomização semaglutida Placebo Figura 4. Gráfico Forest: análise do tempo até a primeira ocorrência do desfecho composto, seus componentes e todas as causas de morte (SUSTAIN 6) Razão do Risco Ozempic® Placebo (95% CI) N (%) N (%) 1648 1649 FAS (100) (100) 0.74 108 146 Desfecho primário – MACE (0.58- 0.95) (6.6) (8.9) Componentes de MACE 0.98 44 46 Morte Cardiovascular (0.65-1.48) (2.7) (2.8) Acidente vascular cerebral não 0.61 27 44 fatal (0.38-0.99) (1.6) (2.7) 0.74 47 64 Infarto do miocárdio não fatal (0.51-1.08) (2.9) (3.9) Outros desfechos 1.05 62 60 Todas as causas de morte (0.74-1.50) (3.8) (3.6) 0.2 1 5 ® Favorece Ozempic® Ozempic Favorece placebo Houve 158 eventos de nefropatia novos ou agravados. A razão de risco para o tempo até a nefropatia (início de macroalbuminúria persistente, duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Pressão arterial Reduções significativas na pressão arterial sistólica média foram observadas quando Ozempic® 0,5 mg (3,5–5,1 mmHg) e Ozempic® 1 mg (5,4–7,3 mmHg) foram utilizados em associação com medicamentos antidiabéticos orais ou insulina basal. Para pressão arterial diastólica, não houve diferenças significativas entre Ozempic® e comparadores. Referências 1. Sorli C et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide monotherapy versus placebo in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 1): a double-blind, randomised, placebo-controlled, parallel-group, multinational, multicentre phase 3a trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(4):251-60. 2. Ahrén B, Masmiquel L, Kumar H, Sargin M, Karsbøl JD, Jacobsen SH, et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily sitagliptin as an add-on to metformin, thiazolidinediones, or both, in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 2): a 56-week, double-blind, phase 3a, randomised trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(5):341-54. 3. Ahmann AJ et al. Efficacy and Safety of Once-Weekly Semaglutide Versus Exenatide ER in Subjects With Type 2 Diabetes (SUSTAIN 3): A 56-Week, Open-Label, Randomized Clinical Trial. Diabetes Care 2017;DOI: 10.2337/dc17-0417. 4. Aroda V et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily insulin glargine as add-on to metformin (with or without sulfonylureas) in insulin-naive patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 4): a randomised, open-label, parallel-group, multicentre, multinational, phase 3a trial. Lancet Diabetes Endocrinol 2017;5:355–366. 5. Rodbard H et al. Semaglutide Added to Basal Insulin in Type 2 Diabetes (SUSTAIN 5): A Randomized, Controlled Trial. J Clin Endocrinol Metab, June 2018, 103(6):2291–2301. 6. Marso SP et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Patients with Type 2 DiabetesN Engl J Med 2016;375: 1834–1844. 7. Seino Y et al. Safety and efficacy of semaglutide once weekly vs sitagliptin once daily, both as monotherapy in Japanese people with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab 2018;20:378–388. 8. Kaku K et al. Safety and efficacy of once-weekly semaglutide vs additional oral antidiabetic drugs in Japanese people with inadequately controlled type 2 diabetes: A randomized trial. Diabetes Obes Metab. 2018;20:1202–1212. 9. Pratley R.E. et al. Semaglutide versus dulaglutide once weekly in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 7): a randomised, open- label, phase 3b trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2018 Apr;6(4):275-286. 10. Zinman B. et al. Semaglutide once weekly as add-on to SGLT-2 inhibitor therapy in type 2 diabetes (SUSTAIN 9): a randomised, placebo-controlled trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):356-367. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30066-X. Epub 2019 Mar 1. Erratum in: Erratum in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):e20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):e22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7.
Apresentação 1 · 7. Cuidados de armazenamento do medicamento7 4 palavras
Prazo de validade: 36 meses. Prazo de validade para o sistema de aplicação em uso: 6 semanas. Antes de abrir (antes de iniciar o uso): • Armazene Armazenar em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Mantenha o sistema de aplicação tampado para protegê-lo da luz. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. Durante o uso: • Armazene Armazenar abaixo de 30 °C ou em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Não congele Ozempic® e não use se ele [… 126 palavras iguais …] de bagagem dos aviões atinge temperaturas muito baixas, podendo congelar o medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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Prazo de validade: 36 meses. Prazo de validade para o sistema de aplicação em uso: 6 semanas. Antes de abrir (antes de iniciar o uso): • Armazene Armazenar em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Mantenha o sistema de aplicação tampado para protegê-lo da luz. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. Durante o uso: • Armazene Armazenar abaixo de 30 °C ou em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. • Mantenha o sistema de aplicação tampado quando Ozempic® não estiver em uso para protegê-lo da luz. Após aberto, válido por 6 semanas. Após este período, Ozempic® deve ser descartado mesmo que ainda tenha produto na embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Ozempic® é uma solução isotônica límpida e incolor (pH=7,4). Ozempic® deve ser protegido da luz e calor excessivos. Transporte: O transporte do medicamento deverá ser realizado através de uma embalagem que proporcione proteção térmica e evite alteração brusca de temperatura, incidência de luz direta e vibração excessiva. No caso de viagens aéreas, não despachar o produto dentro das malas. O compartimento de bagagem dos aviões atinge temperaturas muito baixas, podendo congelar o medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Apresentação 1 · 8. Posologia e modo de usar8 18 palavras
Método de administração Ozempic® deve ser administrado uma vez por semana, a qualquer momento do dia, acompanhado ou não de refeição. Ozempic® deve ser injetado por via subcutânea no abdome, [… 660 palavras iguais …] utilizado se tiver sido congelado. Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8mm de comprimento. O sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado com as agulhas descartáveis NovoFine®. As agulhas NovoFine® são incluídas na embalagem. AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. Isso depende da apresentação adquirida.
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Método de administração Ozempic® deve ser administrado uma vez por semana, a qualquer momento do dia, acompanhado ou não de refeição. Ozempic® deve ser injetado por via subcutânea no abdome, na coxa ou na parte superior do braço. O local da injeção pode ser alterado sem ajuste de dose. Ozempic® não deve ser administrado por via intravenosa ou intramuscular. O dia da administração semanal pode ser alterado, se necessário, contanto que o intervalo entre as duas doses seja de pelo menos 3 dias (> 72 horas). Após selecionar um novo dia para a aplicação, a administração semanal deve ser continuada. Posologia A dose inicial de Ozempic® é 0,25 mg, uma vez por semana. Após 4 semanas, a dose deve ser aumentada para 0,5 mg, uma vez por semana. Após pelo menos 4 semanas com uma dose de 0,5 mg, uma vez por semana, a dose pode ser aumentada para 1,0 mg, uma vez por semana, se um controle glicêmico adicional for necessário. Ozempic® 0,25 mg não é uma dose de manutenção. Doses semanais maiores que 1,0 mg não são recomendadas. Quando Ozempic® é adicionado à terapia existente de metformina e/ou tiazolidinediona ou a um inibidor de SGLT2, a dose de metformina e/ou tiazolidinediona ou do inibidor de SGLT2 pode continuar sem alterações. Quando Ozempic® é adicionado à terapia existente de uma sulfonilureia ou insulina, a redução na dose de sulfonilureia ou insulina deve ser considerada para reduzir o risco de hipoglicemia (vide item “5. Advertências e Precauções”). A automonitorização da glicemia não é necessária para ajustar a dose de Ozempic®. A automonitorização da glicemia é necessária para ajustar a dose de sulfonilureia e insulina, particularmente quando Ozempic® é iniciado e a insulina é reduzida. Recomenda-se uma abordagem gradual para a redução da insulina. Populações Especiais • Pacientes idosos: Nenhum ajuste de dose é necessário com base na idade. A experiência terapêutica em pacientes ≥ 75 anos é limitada (vide item “3. Características farmacológicas”). • Pacientes com comprometimento hepático: Nenhum ajuste é necessário para pacientes com comprometimento hepático (vide item “3. Características farmacológicas”). A experiência com o uso de semaglutida em pacientes com insuficiência hepática grave é limitada. Deve-se ter cautela ao tratar estes pacientes com semaglutida. • Pacientes com comprometimento renal: Nenhum ajuste é necessário para pacientes com comprometimento renal leve, moderado ou grave. A experiência com o uso de semaglutida em pacientes com doença renal grave é limitada. Semaglutida não é recomendada em pacientes com doença renal em estado terminal (vide item “3. Características farmacológicas”). • População pediátrica: A segurança e a eficácia de Ozempic® em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade não foram estudadas. Não há dados disponíveis. Dose esquecida Se esquecer de tomar uma dose, ela deverá ser administrada logo que possível e no prazo de 5 dias após a dose esquecida. Se mais de 5 dias tiverem passado, a dose esquecida deverá ser pulada e a dose seguinte administrada no dia anteriormente programado. Em todos os casos, os pacientes podem retomar o cronograma de administração regular de uma vez por semana. Incompatibilidades Na ausência de estudos de compatibilidade, Ozempic® não deve ser misturado com outros medicamentos. Precauções para descarte O paciente deve ser advertido a descartar a agulha da injeção após cada aplicação, e armazenar o sistema de aplicação sem a agulha acoplada. Isso previne: agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e dosagem imprecisa. O descarte de agulhas deve ser realizado através de embalagens coletoras resistentes, como latas e plásticos, para eliminar o risco de acidentes e contaminação. Os medicamentos usados, vencidos ou fora de uso, assim como seu sistema de aplicação e as embalagens coletoras contendo agulhas, devem ser descartados em Postos de Coleta localizados em Farmácias, Drogarias, Postos de Saúde ou Hospitais, que possuem coletores apropriados. O cartucho e a bula, que não possuem contato direto com o medicamento, podem ser descartados no lixo reciclável. Não tente repor o conteúdo do sistema de aplicação ou reutilizá-lo. Uma vez vazio, ele deve ser descartado. O sistema de aplicação Ozempic® é destinado somente ao uso individual. Ozempic® não deve ser utilizado se não estiver límpido e incolor. Ozempic® não deve ser utilizado se tiver sido congelado. Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8mm de comprimento. O sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado com as agulhas descartáveis NovoFine®. As agulhas NovoFine® são incluídas na embalagem. AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. Isso depende da apresentação adquirida.
Apresentação 1 · 9. Reações adversas9 38 palavras
Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, [… 980 palavras iguais …] reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer Em casos de eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, adversos, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 8 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 8 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥1/10); comum: (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); rara: (≥1/10.000 a <1/1.000); muito rara: (<1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 8. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Desconhecida Orgânico do MedDRA Distúrbios do Hipersensibilidadec Reação sistema imunitário anafilática Distúrbios Hipoglicemiaa Hipoglicemiaa quando metabólicos e quando utilizado utilizado com outros nutricionais com insulina ou antidiabéticos orais (ADO) sulfonilureia Redução do apetite Distúrbios do Tontura Disgeusia sistema nervoso Distúrbios Complicações de retinopatia oculares diabéticab Distúrbios Aumento da cardíacos frequência cardíaca Distúrbios Náusea Vômito Pancreatite aguda Obstrução gastrointestinais Diarreia Dor abdominal Atraso no intestinald Distensão abdominal esvaziamento Constipação gástrico Dispepsia Gastrite Doença do refluxo gastroesofágico Eructação Flatulência Distúrbios Colelitíase hepatobiliares Distúrbios dos Angioedemad tecidos cutâneos e subcutâneos Distúrbios gerais e Fadiga Reações no local da quadros clínicos injeção no local de administração Investigações Lipase aumentada Amilase aumentada Perda de peso a) Hipoglicemia definida como grave (necessita de assistência de outra pessoa) ou sintomática em associação com a glicemia < (55,8 mg/dL). b) Complicações de retinopatia diabética é um composto de: necessidade de fotocoagulação da retina, tratamento com agentes intravítreos, hemorragia vítrea, início de cegueira relacionada ao diabetes (incomum). Frequência baseada no estudo de desfechos cardiovasculares. c) Termo agrupado que abrange também eventos adversos relacionados à hipersensibilidade, como erupção cutânea e urticária. d) A partir de relatos pós-comercialização. Estudo de segurança e desfechos cardiovasculares de 2 anos Em uma população com alto risco cardiovascular, o perfil de reação adversa foi similar ao observado em outros estudos de fase 3a (descrito no item “2. Resultados de Eficácia”). Hipoglicemia Não foram observados episódios de hipoglicemia grave quando Ozempic® foi utilizado como monoterapia. Hipoglicemia grave foi principalmente observada quando Ozempic® foi utilizado com uma sulfonilureia (1,2% dos pacientes, 0,03 eventos/paciente-ano) ou insulina (1,5% dos pacientes, 0,02 eventos/paciente-ano). Poucos episódios (0,1% dos pacientes, 0,001 eventos/paciente-ano) foram observados com Ozempic® em associação com medicamentos antidiabéticos orais, exceto sulfonilureia. Reações adversas gastrointestinais Náusea ocorreu em 17% e 19,9% dos pacientes quando tratados com Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, respectivamente, diarreia em 12,2% e 13,3% e vômito em 6,4% e 8,4%. A maioria dos eventos foi de gravidade leve a moderada e de curta duração. Os eventos levaram à descontinuação do tratamento em 3,9% e 5% dos sujeitos. Os eventos foram relatados com maior frequência durante os primeiros meses do tratamento. Pacientes com baixo peso corporal podem ter mais efeitos colaterais gastrointestinais quando tratados com semaglutida. Pancreatite aguda A frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação relatada nos estudos clínicos de fase 3a foi de 0,3% para Ozempic® e de 0,2% para o comparador, respectivamente. No estudo de desfechos cardiovasculares de 2 anos, a frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação foi de 0,5% para Ozempic® e 0,6% para o placebo (vide item “5. Advertências e Precauções”). Complicações da retinopatia diabética Em um estudo clínico de 2 anos envolvendo 3.297 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e alto risco cardiovascular, longa duração de diabetes e glicemia mal controlada, eventos adjudicados de complicações da retinopatia diabética ocorreram em mais pacientes tratados com Ozempic® (3%) em comparação ao placebo (1,8%). Isto foi observado em pacientes tratados com insulina com conhecida retinopatia diabética. A diferença de tratamento apareceu cedo e persistiu durante todo o estudo. Uma avaliação sistemática da complicação da retinopatia diabética somente foi realizada nos desfechos cardiovasculares do estudo. Em outros estudos clínicos de até 1 ano envolvendo 4.807 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, eventos adversos relacionados à retinopatia diabética foram relatados em proporções similares de indivíduos tratados com Ozempic® (1,7%) e comparadores (2,0%). Descontinuação em razão de evento adverso A incidência de descontinuação do tratamento em razão de eventos adversos foi de 6,1% e 8,7% para pacientes tratados com Ozempic® 0,5 e 1,0 mg, respectivamente, versus 1,5% para placebo. Os eventos adversos mais frequentes levando à descontinuação foram gastrointestinais. Reações no local de injeção Reações no local de injeção (por exemplo erupção no local da injeção, eritema) foram reportadas por 0,6% e 0,5% de pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg e 1 mg, respectivamente. Essas reações geralmente foram leves. Imunogenicidade Consistente com as propriedades potencialmente imunogênicas dos medicamentos contendo proteínas ou peptídeos, os pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com semaglutida. A proporção de indivíduos com resultado positivo para anticorpos anti-semaglutida a qualquer momento após o período basal foi baixa (1−2%) e nenhum indivíduo possuía anticorpos neutralizantes anti-semaglutida ou anticorpos anti-semaglutida com efeito neutralizante de GLP-1 endógeno ao final do estudo. Aumento da frequência cardíaca Um aumento na frequência cardíaca foi observado com os agonistas do receptor do GLP-1. Nos estudos clínicos de fase 3a, foram observados aumentos médios de 1 a 6 batimentos por minuto (bpm) a partir do basal de 72 a 76 bpm em pacientes tratados com Ozempic®. Em um estudo clínico a longo prazo com pacientes com fatores de risco cardiovasculares, 16% dos pacientes tratados com Ozempic® tiveram um aumento na frequência cardíaca de > 10 bpm em comparação a 11% dos pacientes que receberam placebo após 2 anos de tratamento. Resultado relatado por paciente A notificação de suspeita de reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer Em casos de eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, adversos, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Apresentação 1 · III – Dizeres legaisIII 148 palavras
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Apresentação 2: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
Apresentação 2 · I – Identificação do medicamento 32 palavras
semaglutida APRESENTAÇÕES Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável). descartável) ou Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 4 agulhas descartáveis. Cada sistema de aplicação contém 3 mL e libera doses de 1 mg. Embalagens contendo 1 sistema de aplicação preenchido e 4 agulhas descartáveis NovoFine®. VIA SUBCUTÂNEA preenchido. USO SUBCUTÂNEOA USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada mL de solução injetável contém 1,34 mg de semaglutida. Excipientes: fosfato de sódio dibásico di-hidratado, propilenoglicol, fenol, ácido clorídrico (ajuste de pH), hidróxido de sódio (ajuste [… 13 palavras iguais …] de GLP-1 (peptídeo símile ao glucagon 1 humano) produzido em Saccharomyces cerevisiae por tecnologia de DNA recombinante. Um sistema de aplicação preenchido contém 4 mg de semaglutida em 3 mL.
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semaglutida APRESENTAÇÕES Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável). descartável) ou Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 4 agulhas descartáveis. Cada sistema de aplicação contém 3 mL e libera doses de 1 mg. Embalagens contendo 1 sistema de aplicação preenchido e 4 agulhas descartáveis NovoFine®. VIA SUBCUTÂNEA preenchido. USO SUBCUTÂNEOA USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada mL de solução injetável contém 1,34 mg de semaglutida. Excipientes: fosfato de sódio dibásico di-hidratado, propilenoglicol, fenol, ácido clorídrico (ajuste de pH), hidróxido de sódio (ajuste de pH) e água para injetáveis. A semaglutida é um agonista do receptor de GLP-1 (peptídeo símile ao glucagon 1 humano) produzido em Saccharomyces cerevisiae por tecnologia de DNA recombinante. Um sistema de aplicação preenchido contém 4 mg de semaglutida em 3 mL.
Apresentação 2 · 2. Resultados de eficácia 86 palavras
Tanto a melhora do controle glicêmico como a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, foram avaliadas em seis estudos de fase 3a, 3ª, randomizados e controlados, que incluíram 7.215 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (4.107 pacientes foram tratados com Ozempic®). Desses, cinco estudos (SUSTAIN 1-5) tiveram a avaliação de eficácia glicêmica como [… 139 palavras iguais …] A eficácia de Ozempic® não foi impactada por idade, sexo, raça, etnia, IMC basal, peso corporal basal (kg), duração do diabetes e nível de comprometimento da função renal. SUSTAIN 1 - – Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou Ozempic® 1,0 mg, uma vez por semana, ou placebo. Tabela 1 – SUSTAIN 1: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg Placebo População intenção de tratar - – 128 130 129 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,1 8,0 Alteração a partir do basal na -1,5 -1,6 0 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,5 - [… 135 palavras iguais …] associação com metformina (94%) e /ou tiazolidinedionas (6%). Tabela 2 – SUSTAIN 2: Resultados na semana 56 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg sitagliptina 100 mg População intenção de tratar - – 409 409 407 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,0 8,2 Alteração a partir do basal na -1,3 -1,6 -0,5 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -0,8 -1,1 - IC] [-0,9;-0,6]a [-1,2;-0,9]a Pacientes (%) atingindo 69 78 36 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 Diferença de sitagliptina -2,3 -4,2 - [95% IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 . . . . . . . Alteração a partir do basal Alteração a partir do basal . . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . [… 56 palavras iguais …] metformina com sulfonilureia (45%) ou outro (6%) foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou exenatida de liberação prolongada 2,0 mg uma vez por semana. Tabela 3 - – SUSTAIN 3: Resultados na semana 56 Ozempic® 1,0 mg exenatida de liberação prolongada 2,0 mg População intenção de tratar - – ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo [… 113 palavras iguais …] (48%) ou metformina e sulfonilureia (51%). Tabela 4 – SUSTAIN 4: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg insulina glargina População intenção de tratar 362 360 360 - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,2 8,1 Alteração a partir do basal na -1,2 -1,6 -0,8 semana 30 Diferença de insulina -0,4 -0,8 - glargina [95% IC] [-0,5;-0,2]a [… 121 palavras iguais …] mg, uma vez por semana ou placebo. Tabela 5 – SUSTAIN 5: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg placebo População intenção de tratar 132 131 133 - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 8,4 Alteração a partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 semana 30 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um [… 129 palavras iguais …] respectivamente. Tabela 6 – SUSTAIN 7: Resultados na semana 40 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg dulaglutida 0,75 mg dulaglutida 1,5 mg População intenção de 301 300 299 299 tratar - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% [… 349 palavras iguais …] Corporal (kg) Basal (média) 89,6 93,8 Alteração a partir do basal na semana 30 -4,7 -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. ajustado Ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 [… 126 palavras iguais …] Após um ano de tratamento, uma perda de peso de ≥5% e ≥10% foi atingida em mais indivíduos recebendo Ozempic® 0,5 mg (46% e 13%) e 1,0 mg (de 52 - – 62% e de 21 - – 24%) em comparação com os comparadores ativos sitagliptina (18% e 3%) e exenatida de liberação prolongada (até 17% e 4%). No estudo de 40 semanas versus dulaglutida, uma perda de [… 784 palavras iguais …] Clinical Trial. Diabetes Care 2017;DOI: 10.2337/dc17-0417. 4. Aroda V et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily insulin glargine as add-on to metformin (with or without sulfonylureas) in insulin-naive insulin-naïve patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 4): a randomised, open-label, parallel-group, multicentre, multinational, phase 3a trial. Lancet Diabetes Endocrinol 2017;5:355–366. 5. Rodbard H et al. Semaglutide Added to Basal Insulin [… 153 palavras iguais …] Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):356-367. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30066-X. Epub 2019 Mar 1. Erratum in: Erratum in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):e20. Aug;7(8):E20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):e22. Nov;7(11):E22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7.
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Tanto a melhora do controle glicêmico como a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, foram avaliadas em seis estudos de fase 3a, 3ª, randomizados e controlados, que incluíram 7.215 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (4.107 pacientes foram tratados com Ozempic®). Desses, cinco estudos (SUSTAIN 1-5) tiveram a avaliação de eficácia glicêmica como desfecho primário, enquanto um estudo (SUSTAIN 6) teve o resultado cardiovascular como o desfecho primário. Adicionalmente, um estudo de fase 3b (SUSTAIN 7), incluindo 1.201 pacientes, foi realizado para comparar a eficácia e a segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, em relação a dulaglutida 0,75 mg e 1,5 mg uma vez por semana, respectivamente. Um estudo fase 3b (SUSTAIN 9), incluindo 302 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, foi realizado para investigar a eficácia e a segurança da semaglutida em adição ao tratamento com inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2) (com ou sem metformina ou sulfonilureia). O tratamento com Ozempic® demonstrou reduções sustentadas, clinicamente significativas e estatisticamente superiores na HbA1c e no peso corporal por até 2 anos em comparação ao tratamento com placebo e controle ativo (sitagliptina, insulina glargina, exenatida e dulaglutida). A eficácia de Ozempic® não foi impactada por idade, sexo, raça, etnia, IMC basal, peso corporal basal (kg), duração do diabetes e nível de comprometimento da função renal. SUSTAIN 1 - – Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou Ozempic® 1,0 mg, uma vez por semana, ou placebo. Tabela 1 – SUSTAIN 1: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg Placebo População intenção de tratar - – 128 130 129 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,1 8,0 Alteração a partir do basal na -1,5 -1,6 0 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,5 - IC] [-1,7; -1,1]a [-1,8; -1,2]a Pacientes (%) atingindo 74 72 25 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,7 (174,8 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,5 (-45,0 mg/dL) -2,3 (-41,4 mg/dL) -0,6 (-10,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,8 96,9 89,1 Alteração a partir do basal na -3,7 -4,5 -1,0 semana 30 Diferença de placebo [95% -2,7 -3,6 - IC] [-3,9;-1,6]a [-4,7;-2,4]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 2 – Ozempic® versus sitagliptina, ambos em combinação com 1-2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina e/ou tiazolidinedionas) Em um estudo duplo-cego ativo-controlado de 56 semanas, 1.231 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 uma vez por semana, Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou 100 mg de sitagliptina uma vez ao dia, todos em associação com metformina (94%) e /ou tiazolidinedionas (6%). Tabela 2 – SUSTAIN 2: Resultados na semana 56 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg sitagliptina 100 mg População intenção de tratar - – 409 409 407 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,0 8,2 Alteração a partir do basal na -1,3 -1,6 -0,5 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -0,8 -1,1 - IC] [-0,9;-0,6]a [-1,2;-0,9]a Pacientes (%) atingindo 69 78 36 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 Diferença de sitagliptina -2,3 -4,2 - [95% IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 . . . . . . . Alteração a partir do basal Alteração a partir do basal . . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg semaglutida 1 mg semaglutida 0,5 mg semaglutida 1 mg sitagliptina sitagliptina SUSTAIN 3 – Ozempic® versus exenatida liberação prolongada, ambos em combinação com metformina ou metformina com sulfonilureia Em um estudo aberto de 56 semanas, 813 pacientes recebendo somente metformina (49%), metformina com sulfonilureia (45%) ou outro (6%) foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou exenatida de liberação prolongada 2,0 mg uma vez por semana. Tabela 3 - – SUSTAIN 3: Resultados na semana 56 Ozempic® 1,0 mg exenatida de liberação prolongada 2,0 mg População intenção de tratar - – ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 67 40 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 10,6 (191,0 mg/dL) 10,4 (187,4 mg/dL) Alteração a partir do basal na semana -2,8 (-50,5 mg/dL) -2,0 (-36,0 mg/dL) Peso corporal (kg) Basal (média) 96,2 95,4 Alteração a partir do basal na semana -5,6 -1,9 Diferença de exenatida [95% IC] -3,8 - [-4,6;-3,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 4 – Ozempic® versus insulina glargina, ambos em combinação com 1–2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina ou metformina e sulfonilureia) Em um estudo aberto de 30 semanas, 1.089 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou insulina glargina, uma vez ao dia, como adjuvante à metformina (48%) ou metformina e sulfonilureia (51%). Tabela 4 – SUSTAIN 4: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg insulina glargina População intenção de tratar 362 360 360 - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,2 8,1 Alteração a partir do basal na -1,2 -1,6 -0,8 semana 30 Diferença de insulina -0,4 -0,8 - glargina [95% IC] [-0,5;-0,2]a [-1,0; -0,7]a Pacientes (%) atingindo 57 73 38 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,6 (173,0 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,0 (- 36 mg/dL) -2,7 (- 48,6 mg/dL) -2,1 (- 37,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 93,7 94,0 92,6 Alteração a partir do basal na -3,5 -5,2 +1,2 semana 30 Diferença de insulina -4,6 -6,34 - glargina [95% IC] [-5,3;-4,0]a [-7,0;-5,7]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 5 – Ozempic® versus placebo, ambos em combinação com insulina basal Em um estudo duplo cego placebo-controlado de 30 semanas, 397 pacientes inadequadamente controlados com insulina basal, com ou sem metformina, foram randomizados para Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana ou placebo. Tabela 5 – SUSTAIN 5: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg placebo População intenção de tratar 132 131 133 - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 8,4 Alteração a partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 semana 30 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um estudo aberto de 40 semanas, 1.201 pacientes tratados com metformina foram randomizados 1:1:1:1 para uma dose semanal de Ozempic® 0,5 mg, dulaglutida 0,75 mg, Ozempic® 1 mg ou dulaglutida 1,5 mg, respectivamente. O estudo comparou Ozempic® 0,5 mg versus dulaglutida 0,75 mg, e Ozempic® 1 mg versus dulaglutida 1,5 mg. Os distúrbios gastrointestinais foram os eventos adversos mais frequentes e ocorreram em proporções semelhantes entre os pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg (129 pacientes [43%]), Ozempic® 1 mg (133 [44%]) e dulaglutida 1,5 mg (143 [48%]); menos pacientes apresentaram distúrbios gastrointestinais com dulaglutida 0,75 mg (100 [33%]). Na semana 40, o aumento da frequência de pulso para o Ozempic® (0,5 mg e 1 mg) e dulaglutida (0,75 mg e 1,5 mg) foi de 2,4; 4,0 e 1,6; 2,1, batimentos/min, respectivamente. Tabela 6 – SUSTAIN 7: Resultados na semana 40 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg dulaglutida 0,75 mg dulaglutida 1,5 mg População intenção de 301 300 299 299 tratar - – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% IC] [-0,6; -0,2] a [-0,6; -0,3]a Pacientes (%) 68 79 52 67 atingindo HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,8 (176,3 mg/dL) 9,8 (177,1 mg/dL) 9,7 (173,9 mg/dL) 9,6 (172,5mg/dL) Alteração a partir do -2,2 (-39,6 mg/dL) -2,8 (-50,4 mg/dL) -1,9 (-34,2 mg/dL) -2,2 (-39,6 mg/dL) basal na semana 40 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,4 95,5 95,6 93,4 Alteração a partir do -4,6 -6,5 -2,3 -3,0 basal na semana 40 Diferença de -2,3b -3,6c - - dulaglutida [95% IC] [-3,0; 1,5] a [-4,3; -2,8]a a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade b: Ozempic® 0,5 mg vs dulaglutida 0,75 mg c: Ozempic® 1 mg vs dulaglutida 1,5 mg Figura 2 – Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) a partir do basal até a semana 40 . . . . Alteração a partir do basal . . Alteração a partir do basal . . . . Peso corporal (kg) . . . . . . . . HbA1c (%) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg Ozempic® 1 mg Ozempic® 0.5 mg Ozempic® 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg SUSTAIN 9 – Ozempic® versus placebo em adição ao inibidor de SGLT2 ± metformina ou sulfonilureia Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado de 30 semanas, 302 pacientes inadequadamente controlados com inibidor de SGLT2 com ou sem metformina ou sulfonilureia foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou placebo. Tabela 7 SUSTAIN 9: Resultados na semana 30 Ozempic® Placebo 1,0 mg População Intenção de Tratar – ITT (N) 151 151 HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,1 Alteração a partir do basal na semana 30 -1,5 -0,1 Diferença do placebo [95% IC] -1,4 [-1,6; -1,2]a - Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 78,7 18,7 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,1 (164,2) 8,9 (161,2) Alteração a partir do basal na semana 30 -2,2 (-39,4) 0,0 (0,3) Peso Corporal (kg) Basal (média) 89,6 93,8 Alteração a partir do basal na semana 30 -4,7 -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. ajustado Ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, 8,4% e 8,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,6%, -1,5% e 0,1% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Associação com pré-mistura de insulina ± 1–2 ADOs (medicamento antidiabético oral) No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 867 pacientes receberam pré-mistura de insulina (com ou sem antidiabéticos orais) no basal. A HbA1c no período basal era 8,8%, 8,9% e 8,9% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg de e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,3%, -1,8% e -0,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Peso Corporal Após um ano de tratamento, uma perda de peso de ≥5% e ≥10% foi atingida em mais indivíduos recebendo Ozempic® 0,5 mg (46% e 13%) e 1,0 mg (de 52 - – 62% e de 21 - – 24%) em comparação com os comparadores ativos sitagliptina (18% e 3%) e exenatida de liberação prolongada (até 17% e 4%). No estudo de 40 semanas versus dulaglutida, uma perda de peso ≥ 5% e ≥10% foi alcançada para mais pacientes com Ozempic® 0,5 mg (44% e 14%) em comparação com a dulaglutida 0,75 mg (23% e 3%), e Ozempic® 1 mg (até 63% e 27%) em comparação com dulaglutida 1,5 mg (30% e 8%). Observou-se uma redução significativa e sustentada do peso corporal desde o início até a semana 104 com Ozempic® 0,5 mg e 1 mg versus placebo 0,5 mg e 1 mg, além do tratamento padrão (-3,6 kg e -4,9 kg vs -0,7 kg e -0,5 kg, respectivamente) em SUSTAIN 6. Doença cardiovascular Em um estudo duplo-cego de 104 semanas (SUSTAIN 6), 3.297 pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou o placebo correspondente, em adição ao tratamento padrão. Em seguida, os pacientes foram acompanhados por 2 anos. No total, 98,0% dos pacientes concluíram o estudo e o estado vital foi conhecido ao final do estudo para 99,6% dos pacientes. A população do estudo foi distribuída por idade da seguinte forma: 1.598 pacientes (48,5 %) ≥65 anos, 321 (9,7%) ≥75 anos e 20 (0,6 %) ≥85 anos. Havia 2.358 pacientes com função renal normal ou insuficiência renal leve, 832 com insuficiência renal moderada e 107 com insuficiência renal grave ou em estágio terminal. Havia 61% de homens, com idade média de 65 anos e IMC médio de 33 kg/m2. A duração média do diabetes era de 13,9 anos. O desfecho primário foi o tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de um evento adverso cardiovascular maior (MACE): morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de componentes de desfechos primários MACE foi 254, incluindo 108 (6,6%) com Ozempic® e 146 (8,9%) para placebo. Veja Figura 4 para resultados dos desfechos primários e secundários dos eventos cardiovasculares. O tratamento com Ozempic® resultou em uma redução de risco de 26% no resultado do componente primário composto por causas cardiovasculares, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de mortes por doenças cardiovasculares, infartos do miocárdio não fatais e acidentes vasculares cerebrais não fatais foram 90, 111 e 71, respectivamente, incluindo 44 (2,7%), 47 (2,9%) e 27 (1,6%), respectivamente, com Ozempic® (Figura 4). A redução do risco no desfecho primário foi impulsionada principalmente pela diminuição da taxa de acidente vascular cerebral não fatal (39%) e infarto do miocárdio não fatal (26%) (Figura 3). Figura 3. Gráfico de Kaplan-Meier do tempo até a primeira ocorrência do resultado composto: morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal (SUSTAIN 6). Pacientes com evento (%) HR: 0.74 95% IC 0.58: 0.95 Número de indivíduos sob risco Semaglutida Placebo Tempo desde a randomização semaglutida Placebo Figura 4. Gráfico Forest: análise do tempo até a primeira ocorrência do desfecho composto, seus componentes e todas as causas de morte (SUSTAIN 6) Razão do Risco Ozempic® Placebo (95% CI) N (%) N (%) 1648 1649 FAS (100) (100) 0.74 108 146 Desfecho primário – MACE (0.58- 0.95) (6.6) (8.9) Componentes de MACE 0.98 44 46 Morte Cardiovascular (0.65-1.48) (2.7) (2.8) Acidente vascular cerebral não 0.61 27 44 fatal (0.38-0.99) (1.6) (2.7) 0.74 47 64 Infarto do miocárdio não fatal (0.51-1.08) (2.9) (3.9) Outros desfechos 1.05 62 60 Todas as causas de morte (0.74-1.50) (3.8) (3.6) 0.2 1 5 Favorece Ozempic® Favorece placebo Houve 158 eventos de nefropatia novos ou agravados. A razão de risco para o tempo até a nefropatia (início de macroalbuminúria persistente, duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Pressão arterial Reduções significativas na pressão arterial sistólica média foram observadas quando Ozempic® 0,5 mg (3,5–5,1 mmHg) e Ozempic® 1 mg (5,4–7,3 mmHg) foram utilizados em associação com medicamentos antidiabéticos orais ou insulina basal. Para pressão arterial diastólica, não houve diferenças significativas entre Ozempic® e comparadores. Referências 1. Sorli C et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide monotherapy versus placebo in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 1): a double-blind, randomised, placebo-controlled, parallel-group, multinational, multicentre phase 3a trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(4):251-60. 2. Ahrén B, Masmiquel L, Kumar H, Sargin M, Karsbøl JD, Jacobsen SH, et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily sitagliptin as an add-on to metformin, thiazolidinediones, or both, in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 2): a 56-week, double-blind, phase 3a, randomised trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(5):341-54. 3. Ahmann AJ et al. Efficacy and Safety of Once-Weekly Semaglutide Versus Exenatide ER in Subjects With Type 2 Diabetes (SUSTAIN 3): A 56-Week, Open-Label, Randomized Clinical Trial. Diabetes Care 2017;DOI: 10.2337/dc17-0417. 4. Aroda V et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily insulin glargine as add-on to metformin (with or without sulfonylureas) in insulin-naive insulin-naïve patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 4): a randomised, open-label, parallel-group, multicentre, multinational, phase 3a trial. Lancet Diabetes Endocrinol 2017;5:355–366. 5. Rodbard H et al. Semaglutide Added to Basal Insulin in Type 2 Diabetes (SUSTAIN 5): A Randomized, Controlled Trial. J Clin Endocrinol Metab, June 2018, 103(6):2291–2301. 6. Marso SP et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Patients with Type 2 DiabetesN Engl J Med 2016;375: 1834–1844. 7. Seino Y et al. Safety and efficacy of semaglutide once weekly vs sitagliptin once daily, both as monotherapy in Japanese people with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab 2018;20:378–388. 8. Kaku K et al. Safety and efficacy of once-weekly semaglutide vs additional oral antidiabetic drugs in Japanese people with inadequately controlled type 2 diabetes: A randomized trial. Diabetes Obes Metab. 2018;20:1202–1212. 9. Pratley R.E. et al. Semaglutide versus dulaglutide once weekly in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 7): a randomised, open- label, phase 3b trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2018 Apr;6(4):275-286. 10. Zinman B. et al. Semaglutide once weekly as add-on to SGLT-2 inhibitor therapy in type 2 diabetes (SUSTAIN 9): a randomised, placebo-controlled trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):356-367. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30066-X. Epub 2019 Mar 1. Erratum in: Erratum in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):e20. Aug;7(8):E20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):e22. Nov;7(11):E22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7.
Apresentação 2 · 7. Cuidados de armazenamento do medicamento7 4 palavras
Prazo de validade: 36 meses. Prazo de validade para o sistema de aplicação em uso: 6 semanas. Antes de abrir (antes de iniciar o uso): • Armazene Armazenar em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Mantenha o sistema de aplicação tampado para protegê-lo da luz. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. Durante o uso: • Armazene Armazenar abaixo de 30 °C ou em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Não congele Ozempic® e não use se ele [… 126 palavras iguais …] de bagagem dos aviões atinge temperaturas muito baixas, podendo congelar o medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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Prazo de validade: 36 meses. Prazo de validade para o sistema de aplicação em uso: 6 semanas. Antes de abrir (antes de iniciar o uso): • Armazene Armazenar em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Mantenha o sistema de aplicação tampado para protegê-lo da luz. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. Durante o uso: • Armazene Armazenar abaixo de 30 °C ou em geladeira (de 2 °C a 8 °C). • Mantenha longe dos compartimentos próximos ao congelador. • Não congele Ozempic® e não use se ele tiver sido congelado. • Mantenha o sistema de aplicação tampado quando Ozempic® não estiver em uso para protegê-lo da luz. Após aberto, válido por 6 semanas. Após este período, Ozempic® deve ser descartado mesmo que ainda tenha produto na embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Ozempic® é uma solução isotônica límpida e incolor (pH=7,4). Ozempic® deve ser protegido da luz e calor excessivos. Transporte: O transporte do medicamento deverá ser realizado através de uma embalagem que proporcione proteção térmica e evite alteração brusca de temperatura, incidência de luz direta e vibração excessiva. No caso de viagens aéreas, não despachar o produto dentro das malas. O compartimento de bagagem dos aviões atinge temperaturas muito baixas, podendo congelar o medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Apresentação 2 · 8. Posologia e modo de usar8 19 palavras
Método de administração Ozempic® deve ser administrado uma vez por semana, a qualquer momento do dia, acompanhado ou não de refeição. Ozempic® deve ser injetado por via subcutânea no abdome, [… 660 palavras iguais …] utilizado se tiver sido congelado. Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8mm de comprimento. O sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado com as agulhas descartáveis NovoFine®. As agulhas NovoFine® são incluídas na embalagem. AS AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. Isso depende da apresentação adquirida.
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Método de administração Ozempic® deve ser administrado uma vez por semana, a qualquer momento do dia, acompanhado ou não de refeição. Ozempic® deve ser injetado por via subcutânea no abdome, na coxa ou na parte superior do braço. O local da injeção pode ser alterado sem ajuste de dose. Ozempic® não deve ser administrado por via intravenosa ou intramuscular. O dia da administração semanal pode ser alterado, se necessário, contanto que o intervalo entre as duas doses seja de pelo menos 3 dias (> 72 horas). Após selecionar um novo dia para a aplicação, a administração semanal deve ser continuada. Posologia A dose inicial de Ozempic® é 0,25 mg, uma vez por semana. Após 4 semanas, a dose deve ser aumentada para 0,5 mg, uma vez por semana. Após pelo menos 4 semanas com uma dose de 0,5 mg, uma vez por semana, a dose pode ser aumentada para 1,0 mg, uma vez por semana, se um controle glicêmico adicional for necessário. Ozempic® 0,25 mg não é uma dose de manutenção. Doses semanais maiores que 1,0 mg não são recomendadas. Quando Ozempic® é adicionado à terapia existente de metformina e/ou tiazolidinediona ou a um inibidor de SGLT2, a dose de metformina e/ou tiazolidinediona ou do inibidor de SGLT2 pode continuar sem alterações. Quando Ozempic® é adicionado à terapia existente de uma sulfonilureia ou insulina, a redução na dose de sulfonilureia ou insulina deve ser considerada para reduzir o risco de hipoglicemia (vide item “5. Advertências e Precauções”). A automonitorização da glicemia não é necessária para ajustar a dose de Ozempic®. A automonitorização da glicemia é necessária para ajustar a dose de sulfonilureia e insulina, particularmente quando Ozempic® é iniciado e a insulina é reduzida. Recomenda-se uma abordagem gradual para a redução da insulina. Populações Especiais • Pacientes idosos: Nenhum ajuste de dose é necessário com base na idade. A experiência terapêutica em pacientes ≥ 75 anos é limitada (vide item “3. Características farmacológicas”). • Pacientes com comprometimento hepático: Nenhum ajuste é necessário para pacientes com comprometimento hepático (vide item “3. Características farmacológicas”). A experiência com o uso de semaglutida em pacientes com insuficiência hepática grave é limitada. Deve-se ter cautela ao tratar estes pacientes com semaglutida. • Pacientes com comprometimento renal: Nenhum ajuste é necessário para pacientes com comprometimento renal leve, moderado ou grave. A experiência com o uso de semaglutida em pacientes com doença renal grave é limitada. Semaglutida não é recomendada em pacientes com doença renal em estado terminal (vide item “3. Características farmacológicas”). • População pediátrica: A segurança e a eficácia de Ozempic® em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade não foram estudadas. Não há dados disponíveis. Dose esquecida Se esquecer de tomar uma dose, ela deverá ser administrada logo que possível e no prazo de 5 dias após a dose esquecida. Se mais de 5 dias tiverem passado, a dose esquecida deverá ser pulada e a dose seguinte administrada no dia anteriormente programado. Em todos os casos, os pacientes podem retomar o cronograma de administração regular de uma vez por semana. Incompatibilidades Na ausência de estudos de compatibilidade, Ozempic® não deve ser misturado com outros medicamentos. Precauções para descarte O paciente deve ser advertido a descartar a agulha da injeção após cada aplicação, e armazenar o sistema de aplicação sem a agulha acoplada. Isso previne: agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e dosagem imprecisa. O descarte de agulhas deve ser realizado através de embalagens coletoras resistentes, como latas e plásticos, para eliminar o risco de acidentes e contaminação. Os medicamentos usados, vencidos ou fora de uso, assim como seu sistema de aplicação e as embalagens coletoras contendo agulhas, devem ser descartados em Postos de Coleta localizados em Farmácias, Drogarias, Postos de Saúde ou Hospitais, que possuem coletores apropriados. O cartucho e a bula, que não possuem contato direto com o medicamento, podem ser descartados no lixo reciclável. Não tente repor o conteúdo do sistema de aplicação ou reutilizá-lo. Uma vez vazio, ele deve ser descartado. O sistema de aplicação Ozempic® é destinado somente ao uso individual. Ozempic® não deve ser utilizado se não estiver límpido e incolor. Ozempic® não deve ser utilizado se tiver sido congelado. Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8mm de comprimento. O sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado com as agulhas descartáveis NovoFine®. As agulhas NovoFine® são incluídas na embalagem. AS AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. Isso depende da apresentação adquirida.
Apresentação 2 · 9. Reações adversas9 38 palavras
Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, [… 979 palavras iguais …] reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer Em casos de eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, adversos, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 8 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 8 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥1/10); comum: (≥1/100 a <1/10); incomum (≥1/1.000 a <1/100); rara: (≥1/10.000 a <1/1.000); muito rara: (<1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 8. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Desconhecida Orgânico do MedDRA Distúrbios do Hipersensibilidadec Reação sistema imunitário anafilática Distúrbios Hipoglicemiaa Hipoglicemiaa quando metabólicos e quando utilizado utilizado com outros nutricionais com insulina ou antidiabéticos orais (ADO) sulfonilureia Redução do apetite Distúrbios do Tontura Disgeusia sistema nervoso Distúrbios Complicações de retinopatia oculares diabéticab Distúrbios Aumento da cardíacos frequência cardíaca Distúrbios Náusea Vômito Pancreatite aguda Obstrução gastrointestinais Diarreia Dor abdominal Atraso no intestinald Distensão abdominal esvaziamento Constipação gástrico Dispepsia Gastrite Doença do refluxo gastroesofágico Eructação Flatulência Distúrbios Colelitíase hepatobiliares Distúrbios dos Angioedemad tecidos cutâneos e subcutâneos Distúrbios gerais Fadiga Reações no local da e quadros clínicos injeção no local de administração Investigações Lipase aumentada Amilase aumentada Perda de peso a) Hipoglicemia definida como grave (necessita de assistência de outra pessoa) ou sintomática em associação com a glicemia < (55,8 mg/dL). b) Complicações de retinopatia diabética é um composto de: necessidade de fotocoagulação da retina, tratamento com agentes intravítreos, hemorragia vítrea, início de cegueira relacionada ao diabetes (incomum). Frequência baseada no estudo de desfechos cardiovasculares. c) Termo agrupado que abrange também eventos adversos relacionados à hipersensibilidade, como erupção cutânea e urticária. d) A partir de relatos pós-comercialização. Estudo de segurança e desfechos cardiovasculares de 2 anos Em uma população com alto risco cardiovascular, o perfil de reação adversa foi similar ao observado em outros estudos de fase 3a (descrito no item “2. Resultados de Eficácia”). Hipoglicemia Não foram observados episódios de hipoglicemia grave quando Ozempic® foi utilizado como monoterapia. Hipoglicemia grave foi principalmente observada quando Ozempic® foi utilizado com uma sulfonilureia (1,2% dos pacientes, 0,03 eventos/paciente-ano) ou insulina (1,5% dos pacientes, 0,02 eventos/paciente-ano). Poucos episódios (0,1% dos pacientes, 0,001 eventos/paciente-ano) foram observados com Ozempic® em associação com medicamentos antidiabéticos orais, exceto sulfonilureia. Reações adversas gastrointestinais Náusea ocorreu em 17% e 19,9% dos pacientes quando tratados com Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, respectivamente, diarreia em 12,2% e 13,3% e vômito em 6,4% e 8,4%. A maioria dos eventos foi de gravidade leve a moderada e de curta duração. Os eventos levaram à descontinuação do tratamento em 3,9% e 5% dos sujeitos. Os eventos foram relatados com maior frequência durante os primeiros meses do tratamento. Pacientes com baixo peso corporal podem ter mais efeitos colaterais gastrointestinais quando tratados com semaglutida. Pancreatite aguda A frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação relatada nos estudos clínicos de fase 3a foi de 0,3% para Ozempic® e de 0,2% para o comparador, respectivamente. No estudo de desfechos cardiovasculares de 2 anos, a frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação foi de 0,5% para Ozempic® e 0,6% para o placebo (vide item “5. Advertências e Precauções”). Complicações da retinopatia diabética Em um estudo clínico de 2 anos envolvendo 3.297 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e alto risco cardiovascular, longa duração de diabetes e glicemia mal controlada, eventos adjudicados de complicações da retinopatia diabética ocorreram em mais pacientes tratados com Ozempic® (3%) em comparação ao placebo (1,8%). Isto foi observado em pacientes tratados com insulina com conhecida retinopatia diabética. A diferença de tratamento apareceu cedo e persistiu durante todo o estudo. Uma avaliação sistemática da complicação da retinopatia diabética somente foi realizada nos desfechos cardiovasculares do estudo. Em outros estudos clínicos de até 1 ano envolvendo 4.807 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, eventos adversos relacionados à retinopatia diabética foram relatados em proporções similares de indivíduos tratados com Ozempic® (1,7%) e comparadores (2,0%). Descontinuação em razão de evento adverso A incidência de descontinuação do tratamento em razão de eventos adversos foi de 6,1% e 8,7% para pacientes tratados com Ozempic® 0,5 e 1,0 mg, versus 1,5% para placebo. Os eventos adversos mais frequentes levando à descontinuação foram gastrointestinais. Reações no local de injeção Reações no local de injeção (por exemplo erupção no local da injeção, eritema) foram reportadas por 0,6% e 0,5% de pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg e 1 mg, respectivamente. Essas reações geralmente foram leves. Imunogenicidade Consistente com as propriedades potencialmente imunogênicas dos medicamentos contendo proteínas ou peptídeos, os pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com semaglutida. A proporção de indivíduos com resultado positivo para anticorpos anti-semaglutida a qualquer momento após o período basal foi baixa (1−2%) e nenhum indivíduo possuía anticorpos neutralizantes anti-semaglutida ou anticorpos anti-semaglutida com efeito neutralizante de GLP-1 endógeno ao final do estudo. Aumento da frequência cardíaca Um aumento na frequência cardíaca foi observado com os agonistas do receptor do GLP-1. Nos estudos clínicos de fase 3a, foram observados aumentos médios de 1 a 6 batimentos por minuto (bpm) a partir do basal de 72 a 76 bpm em pacientes tratados com Ozempic®. Em um estudo clínico a longo prazo com pacientes com fatores de risco cardiovasculares, 16% dos pacientes tratados com Ozempic® tiveram um aumento na frequência cardíaca de > 10 bpm em comparação a 11% dos pacientes que receberam placebo após 2 anos de tratamento. Resultado relatado por paciente A notificação de suspeita de reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer Em casos de eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, adversos, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Apresentação 2 · III – Dizeres legaisIII 84 palavras
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Apresentação 1: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | 30 |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 56 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | 4 |
| 8. Posologia e modo de usar | 18 |
| 9. Reações adversas | 38 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais | 148 |
Apresentação 2: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | 32 |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 86 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | 4 |
| 8. Posologia e modo de usar | 19 |
| 9. Reações adversas | 38 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais | 84 |
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