Ozempic · NOVO NORDISK FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA
Bula do profissional: 26/02/2026 → 17/04/2026
expediente 0192755269 → 0377481262 ·PDFs no Bulário da ANVISA
4 = declarada pela empresa. 2 apresentações no mesmo PDF, comparadas uma a uma.
Alterações
removidoadicionado
Apresentação 1: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
Apresentação 1 · 2. Resultados de eficácia2 698 palavras
A melhora do controle glicêmico, a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular, a perda de peso e a redução do risco de progressão da doença renal crônica são partes integrantes [… 241 palavras iguais …] conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana versus placebo na progressão do comprometimento renal em pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica. Um estudo de fase 3b sobre capacidade funcional (STRIDE), incluindo 792 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, em comparação com placebo, em pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica. SUSTAIN 1 - Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 [… 393 palavras iguais …] a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t [… 114 palavras iguais …] População intenção de tratar - ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 56 [-0,8;-0,4]a Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 67 40 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 10,6 (191,0 mg/dL) 10,4 (187,4 mg/dL) Alteração a partir do basal na semana -2,8 [… 791 palavras iguais …] dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a [… 186 palavras iguais …] -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c HbA 1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, [… 830 palavras iguais …] duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Em um estudo de 52 semanas, duplo-cego (STRIDE), 792 pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica com claudicação intermitente no estágio IIa de Fontaine, foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo, além do tratamento padrão. O desfecho primário foi a mudança na distância máxima percorrida em um teste de esteira com carga constante do início ao final da semana 52. Os desfechos secundários confirmatórios foram a mudança na pontuação do Questionário de Qualidade de Vida Vascular-6 (VascuQoL-6) do início ao final da semana 52 e a mudança na distância percorrida sem dor do início ao final da semana 52. O VascuQoL-6 é um questionário que inclui os domínios dor, impacto social e emocional, e limitações de atividade. A pontuação varia de 6 a 24, com pontuações mais altas indicando melhor estado de saúde. A média de idade da população do estudo foi de 67 anos, e 75,4% dos pacientes eram do sexo masculino. O IMC médio foi de 29,6 kg/m² e a duração média do diabetes foi de 13,3 anos. No estudo STRIDE, o tratamento com Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, resultou em uma melhoria estatisticamente significativa nos resultados de capacidade funcional (distância máxima percorrida, distância percorrida sem dor) e nos sintomas relatados pelos pacientes e impactos de claudicação intermitente (pontuação total do VascuQoL-6) na semana 52 em comparação com o placebo. A melhoria relativa de 13% representa uma mudança mediana na distância máxima percorrida de 26 metros na esteira com carga constante [12 – 41] no Intervalo de Confiança de 95% (IC 95%) (Tabela 8). Tabela 8: Resultados de Capacidade Funcional e Pontuação Total do VascuQoL-6 do estudo STRIDE Intenção de Tratara Ozempic® Placebo N = 396 N = 396 Distância máxima percorrida (metros) Semana 52 Mediana basalb 184,50 185,75 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,08 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,13 [1,056, 1,211]* Pacientes (%) que apresentaram mudanças significativas em 49,1 35,1 relação à sua distância basald Distância percorrida sem dor (metros), semana 52 Mediana basalb 119,00 109,00 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,10 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,11 [1,033, 1,197]* Pontuação total do VascuQoL-6, semana 52 Mediana basal 15,0 15,0 Mudança em relação à mediana basal 2,0 1,0 Diferença de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,00 [0,478, 1,518]* HL = Estimativa de mudança de localização de Hodges-Lehmann (mediana de todas as diferenças emparelhadas entre Ozempic® e o placebo); IC = intervalo de confiança. a: A população com Intenção de Tratar inclui todos os pacientes randomizados. Dados ausentes na semana 52 devido a morte ou incapacidade física para realizar avaliações na esteira foram tratados usando uma estratégia composta. Dados ausentes em visitas pós-basal por outros motivos foram imputados usando imputação múltipla dentro de grupos definidos pelo tratamento randomizado e status de conclusão na semana 52. b: O basal foi definido como a média das medições de distância percorrida realizadas na visita inicial (semana 0). c: Os intervalos de confiança de 95% foram estimados com o método de Hodges-Lehmann. * p <0,05 (bilateral) para a superioridade de Ozempic® em relação ao placebo, obtido a partir do teste de soma de posto de Wilcoxon, ajustado para multiplicidade. d: A mudança significativa do paciente em relação à sua distância basal para a distância máxima percorrida na semana 52 é definida como uma melhoria de pelo menos 1,2 (20%) em relação à distância percorrida no período basal. Essas estimativas foram obtidas a partir da análise baseada em âncoras, com base na melhora de 1 categoria na escala PGI-S (Impressão Global do Paciente sobre a Gravidade). O desfecho binário foi analisado usando um modelo de regressão logística com o tratamento randomizado como um fator fixo. FLOW: Estudo dos desfechos renais de Ozempic® em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica O estudo FLOW foi um estudo clínico randomizado, duplo-cego, controlado por [… 353 palavras iguais …] desfecho cardiovascular composto, que consiste em infarto do miocárdio (IM) não fatal, acidente vascular cerebral não fatal e morte cardiovascular, além da incidência de morte por todas as causas (Tabela 8 9 e Figura 6). O efeito do tratamento sobre o desfecho primário composto foi geralmente consistente entre os subgrupos pré-especificados analisados, incluindo idade, sexo biológico, TFGe e UACR. O benefício do tratamento sobre o desfecho primário composto não foi evidente em pacientes que estavam usando inibidores de SGLT2 no início do estudo, mas houve poucos eventos nesses pacientes. Tabela 8. 9. Análises dos desfechos primários e secundários e seus componentes individuais no estudo FLOW Razão de Risco Placebo Ozempic® 1 mg vs valor-p2 N = 1766 (%) [… 850 palavras iguais …] 10.1016/S2213-8587(19)30323-7. 11. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of Semaglutide on Chronic Kidney Disease in Patients with Type 2 Diabetes. N Engl J Med. DOI: 10.1056/NEJMoa2403347. 12. Bonaca MP, et al. Semaglutide and walking capacity in people with symptomatic peripheral artery disease and type 2 diabetes. The Lancet. 2025 Mar; S0140673625005094.
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A melhora do controle glicêmico, a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular, a perda de peso e a redução do risco de progressão da doença renal crônica são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, foram avaliadas em seis estudos de fase 3a, randomizados e controlados, que incluíram 7.215 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (4.107 pacientes foram tratados com Ozempic®). Desses, cinco estudos (SUSTAIN 1-5) tiveram a avaliação de eficácia glicêmica como desfecho primário, enquanto um estudo (SUSTAIN 6) teve o resultado cardiovascular como o desfecho primário. Adicionalmente, um estudo de fase 3b (SUSTAIN 7), incluindo 1.201 pacientes, foi realizado para comparar a eficácia e a segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, em relação a dulaglutida 0,75 mg e 1,5 mg uma vez por semana, respectivamente. Um estudo fase 3b (SUSTAIN 9), incluindo 302 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, foi realizado para investigar a eficácia e a segurança da semaglutida em adição ao tratamento com inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2) (com ou sem metformina ou sulfonilureia). O tratamento com Ozempic® demonstrou reduções sustentadas, clinicamente significativas e estatisticamente superiores na HbA1c e no peso corporal por até 2 anos em comparação ao tratamento com placebo e controle ativo (sitagliptina, insulina glargina, exenatida e dulaglutida). A eficácia de Ozempic® não foi impactada por idade, sexo, raça, etnia, IMC basal, peso corporal basal (kg), duração do diabetes e nível de comprometimento da função renal. Um estudo de desfechos renais de fase 3b (FLOW), que incluiu 3.533 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana versus placebo na progressão do comprometimento renal em pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica. Um estudo de fase 3b sobre capacidade funcional (STRIDE), incluindo 792 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, em comparação com placebo, em pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica. SUSTAIN 1 - Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou Ozempic® 1,0 mg, uma vez por semana, ou placebo. Tabela 1 – SUSTAIN 1: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg Placebo População intenção de tratar - 128 130 129 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,1 8,0 Alteração a partir do basal na -1,5 -1,6 0 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,5 - IC] [-1,7; -1,1]a [-1,8; -1,2]a Pacientes (%) atingindo 74 72 25 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,7 (174,8 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,5 (-45,0 mg/dL) -2,3 (-41,4 mg/dL) -0,6 (-10,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,8 96,9 89,1 Alteração a partir do basal na -3,7 -4,5 -1,0 semana 30 Diferença de placebo [95% -2,7 -3,6 - IC] [-3,9;-1,6]a [-4,7;-2,4]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 2 – Ozempic® versus sitagliptina, ambos em combinação com 1-2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina e/ou tiazolidinedionas) Em um estudo duplo-cego ativo-controlado de 56 semanas, 1.231 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 uma vez por semana, Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou 100 mg de sitagliptina uma vez ao dia, todos em associação com metformina (94%) e /ou tiazolidinedionas (6%). Tabela 2 – SUSTAIN 2: Resultados na semana 56 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg sitagliptina 100 mg População intenção de tratar - 409 409 407 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,0 8,2 Alteração a partir do basal na -1,3 -1,6 -0,5 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -0,8 -1,1 - IC] [-0,9;-0,6]a [-1,2;-0,9]a Pacientes (%) atingindo 69 78 36 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -2,3 -4,2 - IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg H b A 1 c ( % ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUSTAIN 3 – Ozempic® versus exenatida liberação prolongada, ambos em combinação com metformina ou metformina com sulfonilureia Em um estudo aberto de 56 semanas, 813 pacientes recebendo somente metformina (49%), metformina com sulfonilureia (45%) ou outro (6%) foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou exenatida de liberação prolongada 2,0 mg uma vez por semana. Tabela 3 - SUSTAIN 3: Resultados na semana 56 Ozempic® 1,0 mg Exenatida de liberação prolongada 2,0 mg População intenção de tratar - ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 56 [-0,8;-0,4]a Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 67 40 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 10,6 (191,0 mg/dL) 10,4 (187,4 mg/dL) Alteração a partir do basal na semana -2,8 (-50,5 mg/dL) -2,0 (-36,0 mg/dL) 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,2 95,4 Alteração a partir do basal na semana -5,6 -1,9 56 Diferença de exenatida [95% IC] -3,8 - [-4,6;-3,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 4 – Ozempic® versus insulina glargina, ambos em combinação com 1–2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina ou metformina e sulfonilureia) Em um estudo aberto de 30 semanas, 1.089 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou insulina glargina, uma vez ao dia, como adjuvante à metformina (48%) ou metformina e sulfonilureia (51%). Tabela 4 – SUSTAIN 4: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg insulina glargina População intenção de tratar 362 360 360 - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,2 8,1 Alteração a partir do basal na -1,2 -1,6 -0,8 semana 30 Diferença de insulina -0,4 -0,8 - glargina [95% IC] [-0,5;-0,2]a [-1,0; -0,7]a Pacientes (%) atingindo 57 73 38 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,6 (173,0 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,0 (- 36 mg/dL) -2,7 (- 48,6 mg/dL) -2,1 (- 37,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 93,7 94,0 92,6 Alteração a partir do basal na -3,5 -5,2 +1,2 semana 30 Diferença de insulina -4,6 -6,34 - glargina [95% IC] [-5,3;-4,0]a [-7,0;-5,7]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 5 – Ozempic® versus placebo, ambos em combinação com insulina basal Em um estudo duplo cego placebo-controlado de 30 semanas, 397 pacientes inadequadamente controlados com insulina basal, com ou sem metformina, foram randomizados para Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana ou placebo. Tabela 5 – SUSTAIN 5: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg placebo População intenção de tratar 132 131 133 - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 8,4 Alteração a partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 semana 30 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um estudo aberto de 40 semanas, 1.201 pacientes tratados com metformina foram randomizados 1:1:1:1 para uma dose semanal de Ozempic® 0,5 mg, dulaglutida 0,75 mg, Ozempic® 1 mg ou dulaglutida 1,5 mg, respectivamente. O estudo comparou Ozempic® 0,5 mg versus dulaglutida 0,75 mg, e Ozempic® 1 mg versus dulaglutida 1,5 mg. Os distúrbios gastrointestinais foram os eventos adversos mais frequentes e ocorreram em proporções semelhantes entre os pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg (129 pacientes [43%]), Ozempic® 1 mg (133 [44%]) e dulaglutida 1,5 mg (143 [48%]); menos pacientes apresentaram distúrbios gastrointestinais com dulaglutida 0,75 mg (100 [33%]). Na semana 40, o aumento da frequência de pulso para o Ozempic® (0,5 mg e 1 mg) e dulaglutida (0,75 mg e 1,5 mg) foi de 2,4; 4,0 e 1,6; 2,1, batimentos/min, respectivamente. Tabela 6 – SUSTAIN 7: Resultados na semana 40 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg dulaglutida 0,75 mg dulaglutida 1,5 mg População intenção de 301 300 299 299 tratar - ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% IC] [-0,6; -0,2]a [-0,6; -0,3]a Pacientes (%) 68 79 52 67 atingindo HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,8 (176,3 mg/dL) 9,8 (177,1 mg/dL) 9,7 (173,9 mg/dL) 9,6 (172,5 mg/dL) Alteração a partir do -2,2 (- 39,6 mg/dL) -2,8 (- 50,4 mg/dL) -1,9 (- 34,2 mg/dL) -2,2 (- 39,6 mg/dL) basal na semana 40 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,4 95,5 95,6 93,4 Alteração a partir do -4,6 -6,5 -2,3 -3,0 basal na semana 40 Diferença de -2,3b -3,6c - - dulaglutida[95% IC] [-3,0; 1,5]a [-4,3; -2,8]a a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade b: Ozempic® 0,5 mg vs dulaglutida 0,75 mg c: Ozempic® 1 mg vs dulaglutida 1,5 mg Figura 2 – Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) a partir do basal até a semana 40 Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg H b A 1 c ( % ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l Ozempic® 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l Ozempic® 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUSTAIN 9 – Ozempic® versus placebo em adição ao inibidor de SGLT2 ± metformina ou sulfonilureia Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado de 30 semanas, 302 pacientes inadequadamente controlados com inibidor de SGLT2 com ou sem metformina ou sulfonilureia foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou placebo. Tabela 7 SUSTAIN 9: Resultados na semana 30 Ozempic® Placebo 1,0 mg População Intenção de Tratar – ITT (N) 151 151 HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,1 Alteração a partir do basal na semana 30 -1,5 -0,1 Diferença do placebo [95% IC] -1,4 [-1,6; -1,2]a - Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 78,7 18,7 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,1 (164,2) 8,9 (161,2) Alteração a partir do basal na semana 30 -2,2 (-39,4) 0,0 (0,3) Peso Corporal (kg) Basal (média) 89,6 93,8 Alteração a partir do basal na semana 30 -4,7 -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c HbA 1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, 8,4% e 8,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,6%, -1,5% e 0,1% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Associação com pré-mistura de insulina ± 1–2 ADOs (medicamento antidiabético oral) No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 867 pacientes receberam pré-mistura de insulina (com ou sem antidiabéticos orais) no basal. A HbA1c no período basal era 8,8%, 8,9% e 8,9% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg de e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,3%, -1,8% e -0,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Peso Corporal Após um ano de tratamento, uma perda de peso de ≥5% e ≥10% foi atingida em mais indivíduos recebendo Ozempic® 0,5 mg (46% e 13%) e 1,0 mg (de 52 - 62% e de 21 - 24%) em comparação com os comparadores ativos sitagliptina (18% e 3%) e exenatida de liberação prolongada (até 17% e 4%). No estudo de 40 semanas versus dulaglutida, uma perda de peso ≥ 5% e ≥10% foi alcançada para mais pacientes com Ozempic® 0,5 mg (44% e 14%) em comparação com a dulaglutida 0,75 mg (23% e 3%), e Ozempic® 1 mg (até 63% e 27%) em comparação com dulaglutida 1,5 mg (30% e 8%). Observou-se uma redução significativa e sustentada do peso corporal desde o início até a semana 104 com Ozempic® 0,5 mg e 1 mg versus placebo 0,5 mg e 1 mg, além do tratamento padrão (-3,6 kg e -4,9 kg vs -0,7 kg e -0,5 kg, respectivamente) em SUSTAIN 6. No estudo de desfechos renais (FLOW), o tratamento com Ozempic® 1,0 mg resultou em uma redução sustentada no peso corporal na semana 104 em comparação com o placebo, além do tratamento padrão (-5,6 kg para Ozempic® e -1,4 kg para o placebo). Doença cardiovascular Em um estudo duplo-cego de 104 semanas (SUSTAIN 6), 3.297 pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou o placebo correspondente, em adição ao tratamento padrão. Em seguida, os pacientes foram acompanhados por 2 anos. No total, 98,0% dos pacientes concluíram o estudo e o estado vital foi conhecido ao final do estudo para 99,6% dos pacientes. A população do estudo foi distribuída por idade da seguinte forma: 1.598 pacientes (48,5 %) ≥65 anos, 321 (9,7%) ≥75 anos e 20 (0,6 %) ≥85 anos. Havia 2.358 pacientes com função renal normal ou insuficiência renal leve, 832 com insuficiência renal moderada e 107 com insuficiência renal grave ou em estágio terminal. Havia 61% de homens, com idade média de 65 anos e IMC médio de 33 kg/m2. A duração média do diabetes era de 13,9 anos. O desfecho primário foi o tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de um evento adverso cardiovascular maior (MACE): morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de componentes de desfechos primários MACE foi 254, incluindo 108 (6,6%) com Ozempic® e 146 (8,9%) para placebo. Veja Figura 4 para resultados dos desfechos primários e secundários dos eventos cardiovasculares. O tratamento com Ozempic® resultou em uma redução de risco de 26% no resultado do componente primário composto por causas cardiovasculares, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de mortes por doenças cardiovasculares, infartos do miocárdio não fatais e acidentes vasculares cerebrais não fatais foram 90, 111 e 71, respectivamente, incluindo 44 (2,7%), 47 (2,9%) e 27 (1,6%), respectivamente, com Ozempic® (Figura 4). A redução do risco no desfecho primário foi impulsionada principalmente pela diminuição da taxa de acidente vascular cerebral não fatal (39%) e infarto do miocárdio não fatal (26%) (Figura 3). Figura 3. Gráfico de Kaplan-Meier do tempo até a primeira ocorrência do resultado composto: morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal (SUSTAIN 6). Tempo desde a randomização semaglutida P a c i e n t e s c o m e v e n t o ( % ) Placebo Semaglutida Placebo HR: 0.74 95% IC 0.58: 0.95 Número de indivíduos sob risco Figura 4. Gráfico Forest: análise do tempo até a primeira ocorrência do desfecho composto, seus componentes e todas as causas de morte (SUSTAIN 6) Desfecho primário – MACE Componentes de MACE FAS Morte Cardiovascular Acidente vascular cerebral não fatal Infarto do miocárdio não fatal Razão do Risco (95% CI) 0.74 (0.58- 0.95) 0.98 (0.65-1.48) 0.61 (0.38-0.99) 0.74 (0.51-1.08) Ozempic® N (%) 108 (6.6) 44 (2.7) 27 (1.6) 47 (2.9) 1648 (100) Placebo N (%) 146 (8.9) 46 (2.8) 44 (2.7) 64 (3.9) 1649 (100) Favorece Ozempic® Favorece placebo 0.2 1 5 Outros desfechos Todas as causas de morte 1.05 (0.74-1.50) 62 (3.8) 60 (3.6) Houve 158 eventos de nefropatia novos ou agravados. A razão de risco para o tempo até a nefropatia (início de macroalbuminúria persistente, duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Em um estudo de 52 semanas, duplo-cego (STRIDE), 792 pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica com claudicação intermitente no estágio IIa de Fontaine, foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo, além do tratamento padrão. O desfecho primário foi a mudança na distância máxima percorrida em um teste de esteira com carga constante do início ao final da semana 52. Os desfechos secundários confirmatórios foram a mudança na pontuação do Questionário de Qualidade de Vida Vascular-6 (VascuQoL-6) do início ao final da semana 52 e a mudança na distância percorrida sem dor do início ao final da semana 52. O VascuQoL-6 é um questionário que inclui os domínios dor, impacto social e emocional, e limitações de atividade. A pontuação varia de 6 a 24, com pontuações mais altas indicando melhor estado de saúde. A média de idade da população do estudo foi de 67 anos, e 75,4% dos pacientes eram do sexo masculino. O IMC médio foi de 29,6 kg/m² e a duração média do diabetes foi de 13,3 anos. No estudo STRIDE, o tratamento com Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, resultou em uma melhoria estatisticamente significativa nos resultados de capacidade funcional (distância máxima percorrida, distância percorrida sem dor) e nos sintomas relatados pelos pacientes e impactos de claudicação intermitente (pontuação total do VascuQoL-6) na semana 52 em comparação com o placebo. A melhoria relativa de 13% representa uma mudança mediana na distância máxima percorrida de 26 metros na esteira com carga constante [12 – 41] no Intervalo de Confiança de 95% (IC 95%) (Tabela 8). Tabela 8: Resultados de Capacidade Funcional e Pontuação Total do VascuQoL-6 do estudo STRIDE Intenção de Tratara Ozempic® Placebo N = 396 N = 396 Distância máxima percorrida (metros) Semana 52 Mediana basalb 184,50 185,75 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,08 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,13 [1,056, 1,211]* Pacientes (%) que apresentaram mudanças significativas em 49,1 35,1 relação à sua distância basald Distância percorrida sem dor (metros), semana 52 Mediana basalb 119,00 109,00 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,10 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,11 [1,033, 1,197]* Pontuação total do VascuQoL-6, semana 52 Mediana basal 15,0 15,0 Mudança em relação à mediana basal 2,0 1,0 Diferença de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,00 [0,478, 1,518]* HL = Estimativa de mudança de localização de Hodges-Lehmann (mediana de todas as diferenças emparelhadas entre Ozempic® e o placebo); IC = intervalo de confiança. a: A população com Intenção de Tratar inclui todos os pacientes randomizados. Dados ausentes na semana 52 devido a morte ou incapacidade física para realizar avaliações na esteira foram tratados usando uma estratégia composta. Dados ausentes em visitas pós-basal por outros motivos foram imputados usando imputação múltipla dentro de grupos definidos pelo tratamento randomizado e status de conclusão na semana 52. b: O basal foi definido como a média das medições de distância percorrida realizadas na visita inicial (semana 0). c: Os intervalos de confiança de 95% foram estimados com o método de Hodges-Lehmann. * p <0,05 (bilateral) para a superioridade de Ozempic® em relação ao placebo, obtido a partir do teste de soma de posto de Wilcoxon, ajustado para multiplicidade. d: A mudança significativa do paciente em relação à sua distância basal para a distância máxima percorrida na semana 52 é definida como uma melhoria de pelo menos 1,2 (20%) em relação à distância percorrida no período basal. Essas estimativas foram obtidas a partir da análise baseada em âncoras, com base na melhora de 1 categoria na escala PGI-S (Impressão Global do Paciente sobre a Gravidade). O desfecho binário foi analisado usando um modelo de regressão logística com o tratamento randomizado como um fator fixo. FLOW: Estudo dos desfechos renais de Ozempic® em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica O estudo FLOW foi um estudo clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e orientado por eventos em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFGe de 25 a 75 mL/min/1,73 m² com razão albumina/creatinina urinária [UACR] >100 mg/g e <5000 mg/g). Todos os pacientes precisavam ter HbA1c ≤10% na triagem e estar recebendo tratamento padrão de cuidados, incluindo uma dose máxima tolerada de um agente bloqueador do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), incluindo um inibidor da enzima conversora da angiotensina (iECA) ou um bloqueador do receptor da angiotensina II (BRA), a menos que esse tratamento fosse contraindicado ou não tolerado. O estudo excluiu pacientes com doenças renais congênitas ou hereditárias, incluindo a doença renal policística, doenças renais autoimunes (como glomerulonefrite), ou malformações congênitas do trato urinário. Um total de 3.533 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo e foram acompanhados por uma mediana de 41 meses. A idade média da população do estudo era de 67 anos, e 70% dos pacientes eram do sexo masculino. Aproximadamente 66% da população do estudo era branca, 24% asiática e 5% negra ou afro-americana. No início do estudo, a TFGe média foi de 47 mL/min/1,73m², com 11% dos pacientes apresentando TFGe <30 mL/min/1,73m². A mediana do UACR no período basal foi de 568 mg/g, com 69% dos pacientes apresentando UACR >300 mg/g. No início do estudo, 95% dos pacientes estavam em tratamento com um inibidor da ECA ou BRA, 16% estavam com inibidores do cotransportador sódio- glicose tipo 2 (iSGLT-2), 76% estavam usando estatina e 50% estavam em uso de um agente antiplaquetário. Ozempic® demonstrou ser superior ao placebo na redução da incidência do desfecho primário composto de um declínio sustentado na TFGe de ≥50%, TFGe sustentada <15 mL/min/1,73 m², terapia renal substitutiva crônica, morte renal e morte cardiovascular (HR 0,76 [IC 95% 0,66, 0,88], p=0,0003), conforme mostrado na Tabela 8 e na Figura 5. O efeito do tratamento refletiu em uma redução no declínio sustentado da TFGe de ≥50%, progressão para falência renal e morte cardiovascular. Durante o estudo, houve poucas mortes renais. Ozempic® também reduziu a taxa anual de mudança na TFGe (Figura 7), a incidência de um desfecho cardiovascular composto, que consiste em infarto do miocárdio (IM) não fatal, acidente vascular cerebral não fatal e morte cardiovascular, além da incidência de morte por todas as causas (Tabela 8 9 e Figura 6). O efeito do tratamento sobre o desfecho primário composto foi geralmente consistente entre os subgrupos pré-especificados analisados, incluindo idade, sexo biológico, TFGe e UACR. O benefício do tratamento sobre o desfecho primário composto não foi evidente em pacientes que estavam usando inibidores de SGLT2 no início do estudo, mas houve poucos eventos nesses pacientes. Tabela 8. 9. Análises dos desfechos primários e secundários e seus componentes individuais no estudo FLOW Razão de Risco Placebo Ozempic® 1 mg vs valor-p2 N = 1766 (%) N=1767 (%) Placebo (IC 95%)1 Número de pacientes (%) Desfecho Composto (declínio sustentado na TFGe ≥ 50%, TFGe sustentada < 15 mL/min/1,73 m², terapia renal substitutiva 410 (23,2) 331 (18,7) 0,76 (0,66; 0,88) 0,0003 crônica ou morte renal ou morte cardiovascular (tempo até a primeira ocorrência))3 Declínio sustentado na TFGe ≥ 50%3 213 (12,1) 165 (9,3) 0,73 (0,59; 0,89) TFGe sustentada < 15 mL/min/1,73 m²,3 110 (6,2) 92 (5,2) 0,80 (0,61; 1,06) Terapia renal substitutiva crônica 100 (5,7) 87 (4,9) 0,84 (0,63; 1,12) Morte renal 5 (0,3) 5 (0,3) 0,97 (0,27; 3,49) Morte cardiovascular 169 (9,6) 123 (7,0) 0,71 (0,56; 0,89) Desfecho Composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio não 254 (14,4) 212 (12,0) 0,82 (0,68; 0,98) 0,0289 fatal e acidente vascular cerebral não fatal (tempo até a primeira ocorrência) Morte por todas as causas 279 (15,8) 227 (12,8) 0,80 (0,67; 0,95) 0,0104 1Modelo de riscos proporcionais de Cox com o tratamento como fator e estratificado pelo uso de inibidor de SGLT2 no início do estudo (sim ou não). 2Valor-p bicaudal para o teste de ausência de diferença. O nível de significância foi de 0,03224. 3Sustentado foi definido como ter 2 medições consecutivas com intervalo ≥ 28 dias que atendessem aos critérios. Figura 5. Incidência cumulativa: tempo até a primeira ocorrência do desfecho primário composto - declínio sustentado na TGFe ≥50%, TGFe sustentada <15 mL/min/1,73 m², terapia de substituição renal crônica, morte renal ou morte cardiovascular As estimativas de incidência cumulativa são baseadas no tempo desde a randomização até o primeiro evento renal composto, com morte não cardiovascular e não renal modelada como risco concorrente. O eixo x é truncado em 52 meses, onde aproximadamente 5% da população estava no estudo. Sustentado foi definido como ter 2 medições consecutivas com intervalo ≥28 dias que atendessem aos critérios. Figura 6. Incidência cumulativa: tempo até a primeira ocorrência de MACE no estudo FLOW As estimativas de incidência cumulativa são baseadas no tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de MACE (Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores, na sigla em inglês) confirmada por EAC (comitê de adjudicação de evento), com a morte não cardiovascular modelada como risco concorrente. O eixo x é truncado em 52 meses, onde aproximadamente 5% da população estava no estudo. Figura 7. Gráfico de Média Observada: TFGe (mL/min/1,73m²) por semana no estudo FLOW Dados observados do período do estudo até a semana 104. As barras de erro são de +/- 1,96 * erro padrão da média de TFGe, o qual foi calculado utilizando a fórmula CKD-EPI 2009. CKD-EPI: Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration, TGFe: taxa de filtração glomerular estimada. Pressão arterial Reduções significativas na pressão arterial sistólica média foram observadas quando Ozempic® 0,5 mg (3,5–5,1 mmHg) e Ozempic® 1 mg (5,4–7,3 mmHg) foram utilizados em associação com medicamentos antidiabéticos orais ou insulina basal. Para pressão arterial diastólica, não houve diferenças significativas entre Ozempic® e comparadores. Referências 1. Sorli C et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide monotherapy versus placebo in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 1): a double-blind, randomised, placebo-controlled, parallel-group, multinational, multicentre phase 3a trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(4):251-60. 2. Ahrén B, Masmiquel L, Kumar H, Sargin M, Karsbøl JD, Jacobsen SH, et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily sitagliptin as an add-on to metformin, thiazolidinediones, or both, in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 2): a 56-week, double-blind, phase 3a, randomised trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(5):341-54. 3. Ahmann AJ et al. Efficacy and Safety of Once-Weekly Semaglutide Versus Exenatide ER in Subjects With Type 2 Diabetes (SUSTAIN 3): A 56-Week, Open-Label, Randomized Clinical Trial. Diabetes Care 2017;DOI: 10.2337/dc17-0417. 4. Aroda V et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily insulin glargine as add-on to metformin (with or without sulfonylureas) in insulin-naive patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 4): a randomised, open-label, parallel-group, multicentre, multinational, phase 3a trial. Lancet Diabetes Endocrinol 2017;5:355–366. 5. Rodbard H et al. Semaglutide Added to Basal Insulin in Type 2 Diabetes (SUSTAIN 5): A Randomized, Controlled Trial. J Clin Endocrinol Metab, June 2018, 103(6):2291–2301. 6. Marso SP et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Patients with Type 2 DiabetesN Engl J Med 2016;375: 1834–1844. 7. Seino Y et al. Safety and efficacy of semaglutide once weekly vs sitagliptin once daily, both as monotherapy in Japanese people with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab 2018;20:378–388. 8. Kaku K et al. Safety and efficacy of once-weekly semaglutide vs additional oral antidiabetic drugs in Japanese people with inadequately controlled type 2 diabetes: A randomized trial. Diabetes Obes Metab. 2018;20:1202–1212. 9. Pratley R.E. et al. Semaglutide versus dulaglutide once weekly in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 7): a randomised, open- label, phase 3b trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2018 Apr;6(4):275-286. 10. Zinman B. et al. Semaglutide once weekly as add-on to SGLT-2 inhibitor therapy in type 2 diabetes (SUSTAIN 9): a randomised, placebo-controlled trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):356-367. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30066-X. Epub 2019 Mar 1. Erratum in: Erratum in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):e20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):e22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7. 11. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of Semaglutide on Chronic Kidney Disease in Patients with Type 2 Diabetes. N Engl J Med. DOI: 10.1056/NEJMoa2403347. 12. Bonaca MP, et al. Semaglutide and walking capacity in people with symptomatic peripheral artery disease and type 2 diabetes. The Lancet. 2025 Mar; S0140673625005094.
Apresentação 1 · 9. Reações adversas 6 palavras
Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 9 10 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 9 10 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥ 1/10); comum: (≥ 1/100 [… 18 palavras iguais …] 1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 9. 10. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Muito rara Desconhecida Orgânico [… 943 palavras iguais …] aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 9 10 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 9 10 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥ 1/10); comum: (≥ 1/100 a < 1/10); incomum (≥ 1/1.000 a < 1/100); rara: (≥ 1/10.000 a < 1/1.000); muito rara: (< 1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 9. 10. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Muito rara Desconhecida Orgânico do MedDRA Distúrbios do Hipersensibilida Reação sistema dec anafilática imunitário Distúrbios Hipoglicemiaa Hipoglicemiaa metabólicos e quando utilizado quando utilizado nutricionais com insulina ou com outros sulfonilureia antidiabéticos orais (ADO) Redução do apetite Distúrbios do Tontura Disgeusia Disestesiad sistema nervoso Cefaleia Distúrbios Complicações de Neuropatia oculares retinopatia Óptica diabéticab Isquêmica Anterior não Arterítica (NOIA não arterítica) Distúrbios Aumento da cardíacos frequência cardíaca Distúrbios Náusea Vômito Pancreatite Obstrução gastrointestinais Diarreia Dor abdominal aguda intestinald Distensão Atraso no abdominal esvaziamento Constipação gástrico Dispepsia Gastrite Doença do refluxo gastroesofágico Eructação Flatulência Distúrbios Colelitíase hepatobiliares Distúrbios dos Angioedemad tecidos cutâneos e subcutâneos Distúrbios gerais Fadiga Reações no local e quadros da injeção clínicos no local de administração Investigações Lipase aumentada Amilase aumentada Perda de peso a) Hipoglicemia definida como grave (necessita de assistência de outra pessoa) ou sintomática em associação com a glicemia < (55,8 mg/dL). b) Complicações de retinopatia diabética é um composto de: necessidade de fotocoagulação da retina, tratamento com agentes intravítreos, hemorragia vítrea, início de cegueira relacionada ao diabetes (incomum). Frequência baseada no estudo de desfechos cardiovasculares. c) Termo agrupado que abrange também eventos adversos relacionados à hipersensibilidade, como erupção cutânea e urticária. d) A partir de relatos pós-comercialização. Estudo de segurança e desfechos cardiovasculares de 2 anos Em uma população com alto risco cardiovascular, o perfil de reação adversa foi similar ao observado em outros estudos de fase 3a (descrito no item “2. Resultados de Eficácia”). Hipoglicemia Não foram observados episódios de hipoglicemia grave quando Ozempic® foi utilizado como monoterapia. Hipoglicemia grave foi principalmente observada quando Ozempic® foi utilizado com uma sulfonilureia (1,2% dos pacientes, 0,03 eventos/paciente-ano) ou insulina (1,5% dos pacientes, 0,02 eventos/paciente-ano). Poucos episódios (0,1% dos pacientes, 0,001 eventos/paciente-ano) foram observados com Ozempic® em associação com medicamentos antidiabéticos orais, exceto sulfonilureia. Reações adversas gastrointestinais Náusea ocorreu em 17% e 19,9% dos pacientes quando tratados com Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, respectivamente, diarreia em 12,2% e 13,3% e vômito em 6,4% e 8,4%. A maioria dos eventos foi de gravidade leve a moderada e de curta duração. Os eventos levaram à descontinuação do tratamento em 3,9% e 5% dos sujeitos. Os eventos foram relatados com maior frequência durante os primeiros meses do tratamento. Pacientes com baixo peso corporal podem ter mais efeitos colaterais gastrointestinais quando tratados com semaglutida. Pacientes com gastroparesia podem apresentar efeitos gastrointestinais mais graves ou severos ao serem tratados com Ozempic®. Pancreatite aguda A frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação relatada nos estudos clínicos de fase 3a foi de 0,3% para Ozempic® e de 0,2% para o comparador, respectivamente. No estudo de desfechos cardiovasculares de 2 anos, a frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação foi de 0,5% para Ozempic® e 0,6% para o placebo (vide item “5. Advertências e Precauções”). Complicações da retinopatia diabética Em um estudo clínico de 2 anos envolvendo 3.297 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e alto risco cardiovascular, longa duração de diabetes e glicemia mal controlada, eventos adjudicados de complicações da retinopatia diabética ocorreram em mais pacientes tratados com Ozempic® (3%) em comparação ao placebo (1,8%). Isto foi observado em pacientes tratados com insulina com conhecida retinopatia diabética. A diferença de tratamento apareceu cedo e persistiu durante todo o estudo. Uma avaliação sistemática da complicação da retinopatia diabética somente foi realizada nos desfechos cardiovasculares do estudo. Em outros estudos clínicos de até 1 ano envolvendo 4.807 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, eventos adversos relacionados à retinopatia diabética foram relatados em proporções similares de indivíduos tratados com Ozempic® (1,7%) e comparadores (2,0%). Neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIA não arterítica) Resultados de diversos estudos epidemiológicos de grande porte sugerem que a exposição à semaglutida em adultos com diabetes tipo 2 está associada a um risco relativo de aproximadamente duas vezes maior de desenvolver NOIA não arterítica, correspondendo a aproximadamente um caso adicional em 10.000 pessoas-ano de tratamento. Descontinuação em razão de evento adverso A incidência de descontinuação do tratamento em razão de eventos adversos foi de 6,1% e 8,7% para pacientes tratados com Ozempic® 0,5 e 1,0 mg, respectivamente, versus 1,5% para placebo. Os eventos adversos mais frequentes levando à descontinuação foram gastrointestinais. Reações no local de injeção Reações no local de injeção (por exemplo erupção no local da injeção, eritema) foram reportadas por 0,6% e 0,5% de pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg e 1 mg, respectivamente. Essas reações geralmente foram leves. Imunogenicidade Consistente com as propriedades potencialmente imunogênicas dos medicamentos contendo proteínas ou peptídeos, os pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com semaglutida. A proporção de indivíduos com resultado positivo para anticorpos anti-semaglutida a qualquer momento após o período basal foi baixa (1−2%) e nenhum indivíduo possuía anticorpos neutralizantes anti-semaglutida ou anticorpos anti-semaglutida com efeito neutralizante de GLP-1 endógeno ao final do estudo. Aumento da frequência cardíaca Um aumento na frequência cardíaca foi observado com os agonistas do receptor do GLP-1. Nos estudos clínicos de fase 3a, foram observados aumentos médios de 1 a 6 batimentos por minuto (bpm) a partir do basal de 72 a 76 bpm em pacientes tratados com Ozempic®. Em um estudo clínico a longo prazo com pacientes com fatores de risco cardiovasculares, 16% dos pacientes tratados com Ozempic® tiveram um aumento na frequência cardíaca de > 10 bpm em comparação a 11% dos pacientes que receberam placebo após 2 anos de tratamento. Resultado relatado por paciente A notificação de suspeita de reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Apresentação 1 · III – Dizeres legaisIII 30 palavras
Registro: 1.1766.0036 Produzido por: Novo Nordisk A/S Bagsværd, Dinamarca ou Novo Nordisk A/S Hillerød, Dinamarca Importado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. São José dos Pinhais/PR Registrado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. Avenida Francisco Matarazzo, 1350 Rua Fidalga, 360 São Paulo/SP CNPJ: 82.277.955/0001-55 SAC: 0800 0144488 VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/02/2026. 17/04/2026. Ozempic® e NovoFine® são marcas registradas de propriedade da Novo Nordisk A/S, Dinamarca. © 2026 Novo Nordisk A/S Instruções sobre como usar Ozempic® 0,25 mg e 0,5 mg/dose de solução para injeção em sistema de aplicação preenchido Para vídeos e esclarecimentos quanto ao uso correto, como complementação às instruções descritas abaixo, utilize o QR code disponibilizado no cartucho Ozempic® ® Ozempic sistema de do medicamento. aplicação e agulha (exemplo) Atenção: a versão de bula disponibilizada pelo QR code pode não ser a mesma Tampa versão desta [… 270 palavras iguais …] seguro do sistema de aplicação. 1. Prepare seu sistema de aplicação com uma agulha nova • Verifique o nome e o rótulo colorido de seu sistema de aplicação A para se certificar de que ele contém Ozempic® 0,25 mg e 0,5 mg/dose. Isso é especialmente importante se você tomar mais de um tipo de medicamento injetável. Usar o medicamento errado pode ser prejudicial à sua saúde. • Tire a tampa do sistema de aplicação. A • Verifique se a solução no sistema de aplicação está límpida e B incolor. Olhe pela janela do sistema de aplicação. Se a solução parecer turva ou não for incolor, não use o sistema de aplicação. B • Pegue uma nova agulha. C Verifique se o selo protetor e a tampa externa da agulha possuem danos que possam afetar a esterilidade. Se houver qualquer dano visível, use uma nova agulha. • Retire o selo protetor. C Certifique-se de colocar a agulha corretamente. D • Rosqueie a agulha no sistema de aplicação. • Gire até que esteja firme. D A agulha é coberta por duas tampas. Você deve remover ambas E as tampas. Se você esquecer de remover ambas as tampas, você não injetará nenhuma solução. • Retire a tampa externa da agulha e guarde-a. Você precisará dela após a injeção para remover a agulha do sistema de aplicação de forma segura. E para a injeção. • Retire a tampa interna da agulha e descarte-a. Se tentar recolocá- F la, você poderá se ferir acidentalmente com a agulha. Uma gota da solução pode aparecer na ponta da agulha. Isso é normal, mas você deve verificar o fluxo se você estiver usando um sistema de aplicação novo pela primeira vez. Veja a etapa 2. “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo”. Não rosqueie uma nova agulha no sistema de aplicação até que esteja pronto F para a injeção. Sempre use uma nova agulha para cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção e administração imprecisa. Nunca use uma agulha danificada ou torta. 2. [… 656 palavras iguais …] um clique. • Continue pressionando o botão de aplicação enquanto mantém a agulha na sua pele. • Conte lentamente até 6 enquanto mantém o botão de aplicação C Conte lentamente: pressionado. 1-2-3-4-5-6 • Se a agulha for removida antes, você poderá ver um fluxo de solução vindo da ponta da agulha. Se isso ocorrer, [… 611 palavras iguais …] desmontá-lo. Ozempic® NOVO NORDISK FARM. DO BRASIL LTDA. 1,0 mg - Sistema de Aplicação 3,0 mL SOLUÇÃO INJETÁVEL de semaglutida 1,34 mg/mL Ozempic® semaglutida
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Registro: 1.1766.0036 Produzido por: Novo Nordisk A/S Bagsværd, Dinamarca ou Novo Nordisk A/S Hillerød, Dinamarca Importado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. São José dos Pinhais/PR Registrado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. Avenida Francisco Matarazzo, 1350 Rua Fidalga, 360 São Paulo/SP CNPJ: 82.277.955/0001-55 SAC: 0800 0144488 VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/02/2026. 17/04/2026. Ozempic® e NovoFine® são marcas registradas de propriedade da Novo Nordisk A/S, Dinamarca. © 2026 Novo Nordisk A/S Instruções sobre como usar Ozempic® 0,25 mg e 0,5 mg/dose de solução para injeção em sistema de aplicação preenchido Para vídeos e esclarecimentos quanto ao uso correto, como complementação às instruções descritas abaixo, utilize o QR code disponibilizado no cartucho Ozempic® ® Ozempic sistema de do medicamento. aplicação e agulha (exemplo) Atenção: a versão de bula disponibilizada pelo QR code pode não ser a mesma Tampa versão desta bula, em razão de atualizações mais recentes. A bula disponível externa da Tampa através do QR code corresponde à versão mais atual. agulha Leia essas instruções cuidadosamente antes de usar seu sistema de aplicação Tampa preenchido Ozempic®. interna da agulha Converse com seu médico, enfermeiro ou farmacêutico sobre como aplicar Agulha Ozempic® corretamente. Somente use Ozempic® conforme prescrito. Inicie verificando seu sistema de aplicação para se certificar de que ele Selo protetor contém Ozempic® 0,25 mg ou 0,5 mg/dose. Em seguida, olhe as ilustrações a Janela seguir para conhecer as diferentes partes de seu sistema de aplicação e agulha. Se você possui deficiência visual total ou parcial e não puder ler o contador de dose de seu sistema de aplicação, não utilize este sistema de Rótulo aplicação sem ajuda. Peça ajuda de uma pessoa com boa visão e que saiba como utilizar o sistema de aplicação Ozempic®. Contador de dose Indicador de Ozempic® é um sistema de aplicação preenchido de controle de dose. Ele dose contém 2 mg de semaglutida e você pode selecionar doses de 0,25 mg e 0,5 Seletor de dose mg. Símbolo de verificação Botão de Um sistema de aplicação não utilizado contém: do fluxo aplicação • 4 doses de 0,25 mg (dose inicial) e 2 doses de 0,5 mg • ou 4 doses de 0,5 mg Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8 mm de comprimento. Seu sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado com agulhas descartáveis NovoFine®. AS AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. Isso depende da apresentação adquirida. Informações importantes Atente-se especialmente a estas observações, pois são importantes para o uso seguro do sistema de aplicação. 1. Prepare seu sistema de aplicação com uma agulha nova • Verifique o nome e o rótulo colorido de seu sistema de aplicação A para se certificar de que ele contém Ozempic® 0,25 mg e 0,5 mg/dose. Isso é especialmente importante se você tomar mais de um tipo de medicamento injetável. Usar o medicamento errado pode ser prejudicial à sua saúde. • Tire a tampa do sistema de aplicação. A • Verifique se a solução no sistema de aplicação está límpida e B incolor. Olhe pela janela do sistema de aplicação. Se a solução parecer turva ou não for incolor, não use o sistema de aplicação. B • Pegue uma nova agulha. C Verifique se o selo protetor e a tampa externa da agulha possuem danos que possam afetar a esterilidade. Se houver qualquer dano visível, use uma nova agulha. • Retire o selo protetor. C Certifique-se de colocar a agulha corretamente. D • Rosqueie a agulha no sistema de aplicação. • Gire até que esteja firme. D A agulha é coberta por duas tampas. Você deve remover ambas E as tampas. Se você esquecer de remover ambas as tampas, você não injetará nenhuma solução. • Retire a tampa externa da agulha e guarde-a. Você precisará dela após a injeção para remover a agulha do sistema de aplicação de forma segura. E para a injeção. • Retire a tampa interna da agulha e descarte-a. Se tentar recolocá- F la, você poderá se ferir acidentalmente com a agulha. Uma gota da solução pode aparecer na ponta da agulha. Isso é normal, mas você deve verificar o fluxo se você estiver usando um sistema de aplicação novo pela primeira vez. Veja a etapa 2. “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo”. Não rosqueie uma nova agulha no sistema de aplicação até que esteja pronto F para a injeção. Sempre use uma nova agulha para cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção e administração imprecisa. Nunca use uma agulha danificada ou torta. 2. Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo • Se o seu sistema de aplicação Ozempic® já estiver em uso, vá para a A etapa 3 “Selecione sua dose”. Somente verifique o fluxo de Ozempic® antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo. • Gire o seletor de dose para o símbolo de verificação de fluxo ( ) logo após o “0” (zero). Certifique-se de que o símbolo de verificação Símbolo de de fluxo esteja alinhado com o indicador de dose. verificação do fluxo • Segure o sistema de aplicação com a agulha apontando para cima. B Pressione e segure o botão de aplicação até que o contador de dose retorne para “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Uma gota da solução deve aparecer na ponta da agulha. Uma pequena gota pode permanecer na ponta da agulha, mas ela não será injetada. Se nenhuma gota aparecer, repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” até 6 vezes. Se a gota ainda não aparecer, troque a agulha e repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” novamente. Descarte o sistema de aplicação e use um novo se uma gota de solução ainda não aparecer. Certifique-se sempre de que uma gota apareça na ponta da agulha antes de usar um novo sistema de aplicação pela primeira vez. Isso garante o fluxo da solução. Se nenhuma gota aparecer, você não injetará o medicamento mesmo que o contador de dose se mova. Isso pode indicar uma agulha entupida ou danificada. Se você não verificar o fluxo antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo, você pode não receber a dose prescrita e o efeito pretendido de Ozempic®. 3. Selecione sua dose • Gire o seletor de dose até que o contador de dose mostre sua A dose (0,25 mg ou 0,5 mg). Se você selecionar a dose errada, você poderá girar o seletor de dose para frente ou para trás para corrigir a dose. O sistema de aplicação pode marcar até 0,5 mg. Exemplo 0,25 mg selecionado O seletor de dose altera a dose. Somente o contador de dose e o indicador de dose mostrarão quanto mg você seleciona por dose. Você pode selecionar até 0,5 mg por dose. Quando o sistema de aplicação contém menos de 0,5 mg, o contador de dose para antes de mostrar 0,5. O seletor de dose clica de modo diferente quando é girado para frente, para trás ou quando passa o número de mg restante. Sempre utilize o contador de dose e o indicador de dose para ver quanto mg você selecionou antes de injetar este medicamento. Somente doses de 0,25 mg ou 0,5 mg devem ser selecionadas com o seletor de dose. A dose selecionada deve se alinhar precisamente com o indicador de dose para garantir que está recebendo a dose correta. Quanto de solução resta • Para ver quanto de solução resta, use o contador de dose: Gire o seletor de dose até que o contador de dose pare. A Se ele mostrar 0,5, pelo menos 0,5 mg resta no sistema de aplicação. Se o contador de dose parar antes de 0,5 mg, não há solução Exemplo suficiente para uma dose completa de 0,5 mg. Contador de dose parou: 0,25 mg restante Se não houver solução suficiente no sistema de aplicação para uma dose completa, não o utilize. Use um novo sistema de aplicação Ozempic®. 4. Injete sua dose • Insira a agulha na sua pele como seu médico ou enfermeiro A mostrou. • Certifique-se de que possa ver o contador de dose. Não cubra o contador com seus dedos. Isso pode interromper a injeção. • Pressione e segure o botão de aplicação. Observe o contador de B dose retornar para o “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Você pode ouvir ou sentir um clique. • Continue pressionando o botão de aplicação enquanto mantém a agulha na sua pele. • Conte lentamente até 6 enquanto mantém o botão de aplicação C Conte lentamente: pressionado. 1-2-3-4-5-6 • Se a agulha for removida antes, você poderá ver um fluxo de solução vindo da ponta da agulha. Se isso ocorrer, a dose completa não foi liberada. • Retire a agulha da sua pele. Você pode então soltar o botão de D aplicação. Se aparecer sangue no local da injeção, pressione levemente. Você pode ver uma gota de solução na ponta da agulha após a aplicação. Isso é normal e não afeta sua dose. Sempre observe o contador de dose para saber quanto mg você injeta. Pressione o botão de aplicação até que o contador de dose retorne para o “0”. Como identificar uma agulha danificada ou entupida – Se “0” não aparece no contador de dose após pressionar continuamente o botão de aplicação, você pode ter utilizado uma agulha entupida ou danificada. – Nesse caso, você pode não ter recebido a medicação – mesmo que o contador de dose tenha movido da dose original que você ajustou. Como manusear uma agulha entupida Troque a agulha, conforme descrito na etapa 5 “Após sua injeção” e repita todas as etapas iniciando na etapa 1 “Prepare seu sistema de aplicação com uma nova agulha”. Certifique-se de que você selecionou a dose total que precisa. Nunca toque no contador de dose ao injetar. Isso pode interromper a injeção. 5. Após sua injeção Sempre descarte a agulha após cada injeção para garantir injeções A seguras e evitar o entupimento da agulha. Se a agulha estiver entupida, você não injetará nenhum medicamento. • Leve a ponta da agulha para a tampa externa da agulha em uma superfície plana sem tocar na agulha ou na tampa externa da agulha. • Após cobrir a agulha, empurre cuidadosa e completamente a B tampa externa da agulha. • Desrosque a agulha e descarte-a cuidadosamente, conforme descrito no item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR” desta bula, na seção “Precauções para descarte”. • Coloque a tampa do sistema de aplicação após cada uso para C proteger a solução da luz. Quando o sistema de aplicação estiver vazio, descarte-o sem a agulha, conforme descrito no item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR” desta bula, na seção “Precauções para descarte”. Nunca tente recolocar a agulha na tampa interna da agulha. Você pode se machucar com a agulha. Sempre retire a agulha do sistema de aplicação imediatamente após cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e administração incorreta. Outras informações importantes Sempre mantenha o sistema de aplicação e agulhas fora do alcance de terceiros, especialmente de crianças. • Nunca compartilhe o sistema de aplicação ou agulhas com outras pessoas. • Cuidadores devem ter cautela ao manusear as agulhas usadas para evitar lesão e infecção cruzada. Cuidados com o sistema de aplicação Cuide de seu sistema de aplicação. O manuseio descuidado ou errado pode resultar na administração de dose imprecisa. Se isso acontecer, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não deixe o sistema de aplicação no carro ou em outro local onde possa ficar muito quente ou muito frio. • Não injete Ozempic® que foi congelado. Se injetar, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não injete Ozempic® que foi exposto à luz solar direta. Se injetar, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não exponha o sistema de aplicação à poeira, sujeira ou líquidos. • Não lave, mergulhe ou lubrifique o sistema de aplicação. Ele pode ser limpo com um pano úmido e detergente neutro. • Não derrube o sistema de aplicação ou o bata contra superfícies duras. Se derrubar ou suspeitar de um problema, encaixe uma agulha nova e verifique o fluxo antes de injetar. • Não tente reutilizar o sistema de aplicação. Depois de vazio, ele deve ser descartado. • Não tente reparar o sistema de aplicação ou desmontá-lo. Ozempic® NOVO NORDISK FARM. DO BRASIL LTDA. 1,0 mg - Sistema de Aplicação 3,0 mL SOLUÇÃO INJETÁVEL de semaglutida 1,34 mg/mL Ozempic® semaglutida
Apresentação 2: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
Apresentação 2 · 2. Resultados de eficácia2 696 palavras
A melhora do controle glicêmico, a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular, a perda de peso e a redução do risco de progressão da doença renal crônica são partes integrantes [… 241 palavras iguais …] conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana versus placebo na progressão do comprometimento renal em pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica. Um estudo de fase 3b sobre capacidade funcional (STRIDE), incluindo 792 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, em comparação com placebo em pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica. SUSTAIN 1 – Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 [… 393 palavras iguais …] a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t [… 960 palavras iguais …] dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a [… 186 palavras iguais …] -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. Ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c HbA 1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, [… 830 palavras iguais …] duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Em um estudo de 52 semanas, duplo-cego (STRIDE), 792 pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica com claudicação intermitente no estágio IIa de Fontaine, foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo, além do tratamento padrão. O desfecho primário foi a mudança na distância máxima percorrida em um teste de esteira com carga constante do início ao final da semana 52. Os desfechos secundários confirmatórios foram a mudança na pontuação do Questionário de Qualidade de Vida Vascular-6 (VascuQoL-6) do início ao final da semana 52 e a mudança na distância percorrida sem dor do início ao final da semana 52. O VascuQoL-6 é um questionário que inclui os domínios dor, impacto social e emocional, e limitações de atividade. A pontuação varia de 6 a 24, com pontuações mais altas indicando melhor estado de saúde. A média de idade da população do estudo foi de 67 anos, e 75,4% dos pacientes eram do sexo masculino. O IMC médio foi de 29,6 kg/m² e a duração média do diabetes foi de 13,3 anos. No estudo STRIDE, o tratamento com Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, resultou em uma melhoria estatisticamente significativa nos resultados de capacidade funcional (distância máxima percorrida, distância percorrida sem dor) e nos sintomas relatados pelos pacientes e impactos de claudicação intermitente (pontuação total do VascuQoL-6) na semana 52 em comparação com o placebo. A melhoria relativa de 13% representa uma mudança mediana na distância máxima percorrida de 26 metros na esteira com carga constante [12 – 41] no Intervalo de Confiança de 95% (IC 95%) (Tabela 8). Tabela 8: Resultados de Capacidade Funcional e Pontuação Total do VascuQoL-6 do estudo STRIDE Intenção de Tratara Ozempic® Placebo N = 396 N = 396 Distância máxima percorrida (metros) Semana 52 Mediana basalb 184,50 185,75 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,08 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,13 [1,056, 1,211]* Pacientes (%) que apresentaram mudanças significativas em 49,1 35,1 relação à sua distância basald Distância percorrida sem dor (metros), semana 52 Mediana basalb 119,00 109,00 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,10 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,11 [1,033, 1,197]* Pontuação total do VascuQoL-6, semana 52 Mediana basal 15,0 15,0 Mudança em relação à mediana basal 2,0 1,0 Diferença de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,00 [0,478, 1,518]* HL = Estimativa de mudança de localização de Hodges-Lehmann (mediana de todas as diferenças emparelhadas entre Ozempic® e o placebo); IC = intervalo de confiança. a: A população com Intenção de Tratar inclui todos os pacientes randomizados. Dados ausentes na semana 52 devido a morte ou incapacidade física para realizar avaliações na esteira foram tratados usando uma estratégia composta. Dados ausentes em visitas pós-basal por outros motivos foram imputados usando imputação múltipla dentro de grupos definidos pelo tratamento randomizado e status de conclusão na semana 52. b: O basal foi definido como a média das medições de distância percorrida realizadas na visita inicial (semana 0). c: Os intervalos de confiança de 95% foram estimados com o método de Hodges-Lehmann. * p <0,05 (bilateral) para a superioridade de Ozempic® em relação ao placebo, obtido a partir do teste de soma de posto de Wilcoxon, ajustado para multiplicidade. d: A mudança significativa do paciente em relação à sua distância basal para a distância máxima percorrida na semana 52 é definida como uma melhoria de pelo menos 1,2 (20%) em relação à distância percorrida no período basal. Essas estimativas foram obtidas a partir da análise baseada em âncoras, com base na melhora de 1 categoria na escala PGI-S (Impressão Global do Paciente sobre a Gravidade). O desfecho binário foi analisado usando um modelo de regressão logística com o tratamento randomizado como um fator fixo. FLOW: Estudo dos desfechos renais de Ozempic® em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica O estudo FLOW foi um estudo clínico randomizado, duplo-cego, controlado por [… 353 palavras iguais …] desfecho cardiovascular composto, que consiste em infarto do miocárdio (IM) não fatal, acidente vascular cerebral não fatal e morte cardiovascular, além da incidência de morte por todas as causas (Tabela 8 9 e Figura 6). O efeito do tratamento sobre o desfecho primário composto foi geralmente consistente entre os subgrupos pré-especificados analisados, incluindo idade, sexo biológico, TFGe e UACR. O benefício do tratamento sobre o desfecho primário composto não foi evidente em pacientes que estavam usando inibidores de SGLT2 no início do estudo, mas houve poucos eventos nesses pacientes. Tabela 8. 9. Análises dos desfechos primários e secundários e seus componentes individuais no estudo FLOW Razão de Risco Placebo Ozempic® 1 mg vs valor-p2 N = 1766 (%) [… 850 palavras iguais …] 10.1016/S2213-8587(19)30323-7. 11. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of Semaglutide on Chronic Kidney Disease in Patients with Type 2 Diabetes. N Engl J Med. DOI: 10.1056/NEJMoa2403347. 12. Bonaca MP, et al. Semaglutide and walking capacity in people with symptomatic peripheral artery disease and type 2 diabetes. The Lancet. 2025 Mar; S0140673625005094.
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A melhora do controle glicêmico, a redução da morbidade e mortalidade cardiovascular, a perda de peso e a redução do risco de progressão da doença renal crônica são partes integrantes do tratamento do diabetes mellitus tipo 2. A eficácia e segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, foram avaliadas em seis estudos de fase 3a, randomizados e controlados, que incluíram 7.215 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (4.107 pacientes foram tratados com Ozempic®). Desses, cinco estudos (SUSTAIN 1-5) tiveram a avaliação de eficácia glicêmica como desfecho primário, enquanto um estudo (SUSTAIN 6) teve o resultado cardiovascular como o desfecho primário. Adicionalmente, um estudo de fase 3b (SUSTAIN 7), incluindo 1.201 pacientes, foi realizado para comparar a eficácia e a segurança de Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, uma vez por semana, em relação a dulaglutida 0,75 mg e 1,5 mg uma vez por semana, respectivamente. Um estudo fase 3b (SUSTAIN 9), incluindo 302 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, foi realizado para investigar a eficácia e a segurança da semaglutida em adição ao tratamento com inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2) (com ou sem metformina ou sulfonilureia). O tratamento com Ozempic® demonstrou reduções sustentadas, clinicamente significativas e estatisticamente superiores na HbA1c e no peso corporal por até 2 anos em comparação ao tratamento com placebo e controle ativo (sitagliptina, insulina glargina, exenatida e dulaglutida). A eficácia de Ozempic® não foi impactada por idade, sexo, raça, etnia, IMC basal, peso corporal basal (kg), duração do diabetes e nível de comprometimento da função renal. Um estudo de desfechos renais de fase 3b (FLOW), que incluiu 3.533 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana versus placebo na progressão do comprometimento renal em pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica. Um estudo de fase 3b sobre capacidade funcional (STRIDE), incluindo 792 pacientes, foi conduzido para investigar os efeitos de Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, em comparação com placebo em pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica. SUSTAIN 1 – Monoterapia Em um estudo duplo cego placebo controlado de 30 semanas, 388 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercícios foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou Ozempic® 1,0 mg, uma vez por semana, ou placebo. Tabela 1 – SUSTAIN 1: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg Placebo População intenção de tratar – 128 130 129 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,1 8,0 Alteração a partir do basal na -1,5 -1,6 0 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,5 - IC] [-1,7; -1,1]a [-1,8; -1,2]a Pacientes (%) atingindo 74 72 25 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,7 (174,8 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,5 (-45,0 mg/dL) -2,3 (-41,4 mg/dL) -0,6 (-10,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,8 96,9 89,1 Alteração a partir do basal na -3,7 -4,5 -1,0 semana 30 Diferença de placebo [95% -2,7 -3,6 - IC] [-3,9;-1,6]a [-4,7;-2,4]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 2 – Ozempic® versus sitagliptina, ambos em combinação com 1-2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina e/ou tiazolidinedionas) Em um estudo duplo-cego ativo-controlado de 56 semanas, 1.231 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 uma vez por semana, Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou 100 mg de sitagliptina uma vez ao dia, todos em associação com metformina (94%) e /ou tiazolidinedionas (6%). Tabela 2 – SUSTAIN 2: Resultados na semana 56 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg sitagliptina 100 mg População intenção de tratar – 409 409 407 ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,0 8,2 Alteração a partir do basal na -1,3 -1,6 -0,5 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -0,8 -1,1 - IC] [-0,9;-0,6]a [-1,2;-0,9]a Pacientes (%) atingindo 69 78 36 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,3 (167,6 mg/dL) 9,6 (173,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,1 (-37,8 mg/dL) -2,6 (-46,8 mg/dL) -1,1 (-19,8 mg/dL) semana 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 89,9 89,2 89,3 Alteração a partir do basal na -4,3 -6,1 -1,9 semana 56 Diferença de sitagliptina [95% -2,3 -4,2 - IC] [-3,1;-1,6]a [-4,9;-3,5]a a valor p <0,001 (bilateral) para superioridade Figura 1. Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) desde o basal até a semana 56 Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg H b A 1 c ( % ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo para randomização (semanas) semaglutida 0,5 mg sitagliptina semaglutida 1 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUSTAIN 3 – Ozempic® versus exenatida liberação prolongada, ambos em combinação com metformina ou metformina com sulfonilureia Em um estudo aberto de 56 semanas, 813 pacientes recebendo somente metformina (49%), metformina com sulfonilureia (45%) ou outro (6%) foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou exenatida de liberação prolongada 2,0 mg uma vez por semana. Tabela 3 – SUSTAIN 3: Resultados na semana 56 Ozempic® 1,0 mg exenatida de liberação prolongada 2,0 mg População intenção de tratar – ITT (N) 404 405 HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 Alteração a partir do basal na semana -1,5 -0,9 56 Diferença de exenatida [95% IC] -0,6 - [-0,8;-0,4]a Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 67 40 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 10,6 (191,0 mg/dL) 10,4 (187,4 mg/dL) Alteração a partir do basal na semana -2,8 (-50,5 mg/dL) -2,0 (-36,0 mg/dL) 56 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,2 95,4 Alteração a partir do basal na semana -5,6 -1,9 56 Diferença de exenatida [95% IC] -3,8 - [-4,6;-3,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 4 – Ozempic® versus insulina glargina, ambos em combinação com 1–2 medicamentos antidiabéticos orais (metformina ou metformina e sulfonilureia) Em um estudo aberto de 30 semanas, 1.089 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou insulina glargina, uma vez ao dia, como adjuvante à metformina (48%) ou metformina e sulfonilureia (51%). Tabela 4 – SUSTAIN 4: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg insulina glargina População intenção de tratar 362 360 360 – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,1 8,2 8,1 Alteração a partir do basal na -1,2 -1,6 -0,8 semana 30 Diferença de insulina -0,4 -0,8 - glargina [95% IC] [-0,5;-0,2]a [-1,0; -0,7]a Pacientes (%) atingindo 57 73 38 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,6 (173,0 mg/dL) 9,9 (178,4 mg/dL) 9,7 (174,8 mg/dL) Alteração a partir do basal na -2,0 (- 36 mg/dL) -2,7 (- 48,6 mg/dL) -2,1 (- 37,8 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 93,7 94,0 92,6 Alteração a partir do basal na -3,5 -5,2 +1,2 semana 30 Diferença de insulina -4,6 -6,34 - glargina [95% IC] [-5,3;-4,0]a [-7,0;-5,7]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 5 – Ozempic® versus placebo, ambos em combinação com insulina basal Em um estudo duplo cego placebo-controlado de 30 semanas, 397 pacientes inadequadamente controlados com insulina basal, com ou sem metformina, foram randomizados para Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana ou placebo. Tabela 5 – SUSTAIN 5: Resultados na semana 30 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg placebo População intenção de tratar 132 131 133 – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,4 8,3 8,4 Alteração a partir do basal na -1,4 -1,8 -0,1 semana 30 Diferença do placebo [95% -1,4 -1,8 - IC] [-1,6;-1,1]a [-2,0;-1,5]a Pacientes (%) atingindo 61 79 11 HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 8,9 (160,4 mg/dL) 8,5 (153,2 mg/dL) 8,6 (155,0 mg/dL) Alteração a partir do basal na -1,6 (- 28,8 mg/dL) -2,4 (- 43,2 mg/dL) -0,5 (- 9,0 mg/dL) semana 30 Peso corporal (kg) Basal (média) 92,7 92,5 89,9 Alteração a partir do basal na -3,7 -6,4 -1,4 semana 30 Diferença do placebo [95% -2,3 -5,1 - IC] [-3,3;-1,3]a [-6,1;-4,0]a a valor p <0,0001 (bilateral) para superioridade SUSTAIN 7 – Ozempic® versus dulaglutida, ambos em combinação com metformina Em um estudo aberto de 40 semanas, 1.201 pacientes tratados com metformina foram randomizados 1:1:1:1 para uma dose semanal de Ozempic® 0,5 mg, dulaglutida 0,75 mg, Ozempic® 1 mg ou dulaglutida 1,5 mg, respectivamente. O estudo comparou Ozempic® 0,5 mg versus dulaglutida 0,75 mg, e Ozempic® 1 mg versus dulaglutida 1,5 mg. Os distúrbios gastrointestinais foram os eventos adversos mais frequentes e ocorreram em proporções semelhantes entre os pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg (129 pacientes [43%]), Ozempic® 1 mg (133 [44%]) e dulaglutida 1,5 mg (143 [48%]); menos pacientes apresentaram distúrbios gastrointestinais com dulaglutida 0,75 mg (100 [33%]). Na semana 40, o aumento da frequência de pulso para o Ozempic® (0,5 mg e 1 mg) e dulaglutida (0,75 mg e 1,5 mg) foi de 2,4; 4,0 e 1,6; 2,1, batimentos/min, respectivamente. Tabela 6 – SUSTAIN 7: Resultados na semana 40 Ozempic® 0,5 mg Ozempic® 1,0 mg dulaglutida 0,75 mg dulaglutida 1,5 mg População intenção de 301 300 299 299 tratar – ITT (N) HbA1c (%) Basal (média) 8,3 8,2 8,2 8,2 Alteração a partir do -1,5 -1,8 -1,1 -1,4 basal na semana 40 Diferença de -0,4b -0,4c - - dulaglutida [95% IC] [-0,6; -0,2]a [-0,6; -0,3]a Pacientes (%) 68 79 52 67 atingindo HbA1c <7% GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,8 (176,3 mg/dL) 9,8 (177,1 mg/dL) 9,7 (173,9 mg/dL) 9,6 (172,5mg/dL) Alteração a partir do -2,2 (-39,6 mg/dL) -2,8 (-50,4 mg/dL) -1,9 (-34,2 mg/dL) -2,2 (-39,6 mg/dL) basal na semana 40 Peso corporal (kg) Basal (média) 96,4 95,5 95,6 93,4 Alteração a partir do -4,6 -6,5 -2,3 -3,0 basal na semana 40 Diferença de -2,3b -3,6c - - dulaglutida [95% IC] [-3,0; 1,5]a [-4,3; -2,8]a a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade b: Ozempic® 0,5 mg vs dulaglutida 0,75 mg c: Ozempic® 1 mg vs dulaglutida 1,5 mg Figura 2 – Alteração média na HbA1c (%) e no peso corporal (kg) a partir do basal até a semana 40 Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg H b A 1 c ( % ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l Ozempic® 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tempo desde a randomização (semanas) Ozempic® 0.5 mg P e s o c o r p o r a l ( k g ) A l t e r a ç ã o a p a r t i r d o b a s a l Ozempic® 1 mg dulaglutida 0.75 mg dulaglutida 1.5 mg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUSTAIN 9 – Ozempic® versus placebo em adição ao inibidor de SGLT2 ± metformina ou sulfonilureia Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado de 30 semanas, 302 pacientes inadequadamente controlados com inibidor de SGLT2 com ou sem metformina ou sulfonilureia foram randomizados para Ozempic® 1,0 mg uma vez por semana ou placebo. Tabela 7 SUSTAIN 9: Resultados na semana 30 Ozempic® Placebo 1,0 mg População Intenção de Tratar – ITT (N) 151 151 HbA1c (%) Basal (média) 8,0 8,1 Alteração a partir do basal na semana 30 -1,5 -0,1 Diferença do placebo [95% IC] -1,4 [-1,6; -1,2]a - Pacientes (%) atingindo HbA1c <7% 78,7 18,7 GPJ (mmol/L) (mg/dL) Basal (média) 9,1 (164,2) 8,9 (161,2) Alteração a partir do basal na semana 30 -2,2 (-39,4) 0,0 (0,3) Peso Corporal (kg) Basal (média) 89,6 93,8 Alteração a partir do basal na semana 30 -4,7 -0,9 Diferença do placebo [95% IC] -3,8 [-4,7; -2,9]ª - a: p<0,0001 (bilateral) para superioridade. Ajustado em relação à multiplicidade com base em testes hierárquicos do valor de HbA1c HbA 1c e peso corporal Associação com monoterapia de sulfonilureia No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 123 pacientes receberam monoterapia de sulfonilureia no basal. A HbA1c basal era 8,2%, 8,4% e 8,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,6%, -1,5% e 0,1% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Associação com pré-mistura de insulina ± 1–2 ADOs (medicamento antidiabético oral) No estudo SUSTAIN 6 (vide item “Doença cardiovascular”), 867 pacientes receberam pré-mistura de insulina (com ou sem antidiabéticos orais) no basal. A HbA1c no período basal era 8,8%, 8,9% e 8,9% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg de e placebo, respectivamente. Na semana 30, a alteração na HbA1c foi de -1,3%, -1,8% e -0,4% para Ozempic® 0,5 mg, Ozempic® 1,0 mg e placebo, respectivamente. Peso Corporal Após um ano de tratamento, uma perda de peso de ≥5% e ≥10% foi atingida em mais indivíduos recebendo Ozempic® 0,5 mg (46% e 13%) e 1,0 mg (de 52 – 62% e de 21 – 24%) em comparação com os comparadores ativos sitagliptina (18% e 3%) e exenatida de liberação prolongada (até 17% e 4%). No estudo de 40 semanas versus dulaglutida, uma perda de peso ≥ 5% e ≥10% foi alcançada para mais pacientes com Ozempic® 0,5 mg (44% e 14%) em comparação com a dulaglutida 0,75 mg (23% e 3%), e Ozempic® 1 mg (até 63% e 27%) em comparação com dulaglutida 1,5 mg (30% e 8%). Observou-se uma redução significativa e sustentada do peso corporal desde o início até a semana 104 com Ozempic® 0,5 mg e 1 mg versus placebo 0,5 mg e 1 mg, além do tratamento padrão (-3,6 kg e -4,9 kg vs -0,7 kg e -0,5 kg, respectivamente) em SUSTAIN 6. No estudo de desfechos renais (FLOW), o tratamento com Ozempic® 1,0 mg resultou em uma redução sustentada no peso corporal na semana 104 em comparação com o placebo, além do tratamento padrão (-5,6 kg para Ozempic® e -1,4 kg para o placebo). Doença cardiovascular Em um estudo duplo-cego de 104 semanas (SUSTAIN 6), 3.297 pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular foram randomizados para receber Ozempic® 0,5 mg ou 1,0 mg, uma vez por semana, ou o placebo correspondente, em adição ao tratamento padrão. Em seguida, os pacientes foram acompanhados por 2 anos. No total, 98,0% dos pacientes concluíram o estudo e o estado vital foi conhecido ao final do estudo para 99,6% dos pacientes. A população do estudo foi distribuída por idade da seguinte forma: 1.598 pacientes (48,5 %) ≥65 anos, 321 (9,7%) ≥75 anos e 20 (0,6 %) ≥85 anos. Havia 2.358 pacientes com função renal normal ou insuficiência renal leve, 832 com insuficiência renal moderada e 107 com insuficiência renal grave ou em estágio terminal. Havia 61% de homens, com idade média de 65 anos e IMC médio de 33 kg/m2. A duração média do diabetes era de 13,9 anos. O desfecho primário foi o tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de um evento adverso cardiovascular maior (MACE): morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de componentes de desfechos primários MACE foi 254, incluindo 108 (6,6%) com Ozempic® e 146 (8,9%) para placebo. Veja Figura 4 para resultados dos desfechos primários e secundários dos eventos cardiovasculares. O tratamento com Ozempic® resultou em uma redução de risco de 26% no resultado do componente primário composto por causas cardiovasculares, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal. O número total de mortes por doenças cardiovasculares, infartos do miocárdio não fatais e acidentes vasculares cerebrais não fatais foram 90, 111 e 71, respectivamente, incluindo 44 (2,7%), 47 (2,9%) e 27 (1,6%), respectivamente, com Ozempic® (Figura 4). A redução do risco no desfecho primário foi impulsionada principalmente pela diminuição da taxa de acidente vascular cerebral não fatal (39%) e infarto do miocárdio não fatal (26%) (Figura 3). Figura 3. Gráfico de Kaplan-Meier do tempo até a primeira ocorrência do resultado composto: morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral não fatal (SUSTAIN 6). Tempo desde a randomização semaglutida P a c i e n t e s c o m e v e n t o ( % ) Placebo Semaglutida Placebo HR: 0.74 95% IC 0.58: 0.95 Número de indivíduos sob risco Figura 4. Gráfico Forest: análise do tempo até a primeira ocorrência do desfecho composto, seus componentes e todas as causas de morte (SUSTAIN 6) Desfecho primário – MACE Componentes de MACE FAS Morte Cardiovascular Acidente vascular cerebral não fatal Infarto do miocárdio não fatal Razão do Risco (95% CI) 0.74 (0.58- 0.95) 0.98 (0.65-1.48) 0.61 (0.38-0.99) 0.74 (0.51-1.08) Ozempic® N (%) 108 (6.6) 44 (2.7) 27 (1.6) 47 (2.9) 1648 (100) Placebo N (%) 146 (8.9) 46 (2.8) 44 (2.7) 64 (3.9) 1649 (100) Favorece Ozempic® Favorece placebo 0.2 1 5 Outros desfechos Todas as causas de morte 1.05 (0.74-1.50) 62 (3.8) 60 (3.6) Houve 158 eventos de nefropatia novos ou agravados. A razão de risco para o tempo até a nefropatia (início de macroalbuminúria persistente, duplicação de creatinina sérica persistente, necessidade de terapia de reposição renal contínua e óbito por doença renal) foi de 0,64 [0,46; 0,88] dirigido por novo início de macroalbuminúria persistente. Em um estudo de 52 semanas, duplo-cego (STRIDE), 792 pacientes com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica com claudicação intermitente no estágio IIa de Fontaine, foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo, além do tratamento padrão. O desfecho primário foi a mudança na distância máxima percorrida em um teste de esteira com carga constante do início ao final da semana 52. Os desfechos secundários confirmatórios foram a mudança na pontuação do Questionário de Qualidade de Vida Vascular-6 (VascuQoL-6) do início ao final da semana 52 e a mudança na distância percorrida sem dor do início ao final da semana 52. O VascuQoL-6 é um questionário que inclui os domínios dor, impacto social e emocional, e limitações de atividade. A pontuação varia de 6 a 24, com pontuações mais altas indicando melhor estado de saúde. A média de idade da população do estudo foi de 67 anos, e 75,4% dos pacientes eram do sexo masculino. O IMC médio foi de 29,6 kg/m² e a duração média do diabetes foi de 13,3 anos. No estudo STRIDE, o tratamento com Ozempic® 1 mg, uma vez por semana, resultou em uma melhoria estatisticamente significativa nos resultados de capacidade funcional (distância máxima percorrida, distância percorrida sem dor) e nos sintomas relatados pelos pacientes e impactos de claudicação intermitente (pontuação total do VascuQoL-6) na semana 52 em comparação com o placebo. A melhoria relativa de 13% representa uma mudança mediana na distância máxima percorrida de 26 metros na esteira com carga constante [12 – 41] no Intervalo de Confiança de 95% (IC 95%) (Tabela 8). Tabela 8: Resultados de Capacidade Funcional e Pontuação Total do VascuQoL-6 do estudo STRIDE Intenção de Tratara Ozempic® Placebo N = 396 N = 396 Distância máxima percorrida (metros) Semana 52 Mediana basalb 184,50 185,75 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,08 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,13 [1,056, 1,211]* Pacientes (%) que apresentaram mudanças significativas em 49,1 35,1 relação à sua distância basald Distância percorrida sem dor (metros), semana 52 Mediana basalb 119,00 109,00 Razão em relação à mediana basal 1,21 1,10 Razão de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,11 [1,033, 1,197]* Pontuação total do VascuQoL-6, semana 52 Mediana basal 15,0 15,0 Mudança em relação à mediana basal 2,0 1,0 Diferença de tratamento (Estimativa de HL) [IC 95%]c 1,00 [0,478, 1,518]* HL = Estimativa de mudança de localização de Hodges-Lehmann (mediana de todas as diferenças emparelhadas entre Ozempic® e o placebo); IC = intervalo de confiança. a: A população com Intenção de Tratar inclui todos os pacientes randomizados. Dados ausentes na semana 52 devido a morte ou incapacidade física para realizar avaliações na esteira foram tratados usando uma estratégia composta. Dados ausentes em visitas pós-basal por outros motivos foram imputados usando imputação múltipla dentro de grupos definidos pelo tratamento randomizado e status de conclusão na semana 52. b: O basal foi definido como a média das medições de distância percorrida realizadas na visita inicial (semana 0). c: Os intervalos de confiança de 95% foram estimados com o método de Hodges-Lehmann. * p <0,05 (bilateral) para a superioridade de Ozempic® em relação ao placebo, obtido a partir do teste de soma de posto de Wilcoxon, ajustado para multiplicidade. d: A mudança significativa do paciente em relação à sua distância basal para a distância máxima percorrida na semana 52 é definida como uma melhoria de pelo menos 1,2 (20%) em relação à distância percorrida no período basal. Essas estimativas foram obtidas a partir da análise baseada em âncoras, com base na melhora de 1 categoria na escala PGI-S (Impressão Global do Paciente sobre a Gravidade). O desfecho binário foi analisado usando um modelo de regressão logística com o tratamento randomizado como um fator fixo. FLOW: Estudo dos desfechos renais de Ozempic® em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica O estudo FLOW foi um estudo clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e orientado por eventos em adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFGe de 25 a 75 mL/min/1,73 m² com razão albumina/creatinina urinária [UACR] >100 mg/g e <5000 mg/g). Todos os pacientes precisavam ter HbA1c ≤10% na triagem e estar recebendo tratamento padrão de cuidados, incluindo uma dose máxima tolerada de um agente bloqueador do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), incluindo um inibidor da enzima conversora da angiotensina (iECA) ou um bloqueador do receptor da angiotensina II (BRA), a menos que esse tratamento fosse contraindicado ou não tolerado. O estudo excluiu pacientes com doenças renais congênitas ou hereditárias, incluindo a doença renal policística, doenças renais autoimunes (como glomerulonefrite), ou malformações congênitas do trato urinário. Um total de 3.533 pacientes foram randomizados para receber Ozempic® 1 mg uma vez por semana ou placebo e foram acompanhados por uma mediana de 41 meses. A idade média da população do estudo era de 67 anos, e 70% dos pacientes eram do sexo masculino. Aproximadamente 66% da população do estudo era branca, 24% asiática e 5% negra ou afro-americana. No início do estudo, a TFGe média foi de 47 mL/min/1,73m², com 11% dos pacientes apresentando TFGe <30 mL/min/1,73m². A mediana do UACR no período basal foi de 568 mg/g, com 69% dos pacientes apresentando UACR >300 mg/g. No início do estudo, 95% dos pacientes estavam em tratamento com um inibidor da ECA ou BRA, 16% estavam com inibidores do cotransportador sódio- glicose tipo 2 (iSGLT-2), 76% estavam usando estatina e 50% estavam em uso de um agente antiplaquetário. Ozempic® demonstrou ser superior ao placebo na redução da incidência do desfecho primário composto de um declínio sustentado na TFGe de ≥50%, TFGe sustentada <15 mL/min/1,73 m², terapia renal substitutiva crônica, morte renal e morte cardiovascular (HR 0,76 [IC 95% 0,66, 0,88], p=0,0003), conforme mostrado na Tabela 8 e na Figura 5. O efeito do tratamento refletiu em uma redução no declínio sustentado da TFGe de ≥50%, progressão para falência renal e morte cardiovascular. Durante o estudo, houve poucas mortes renais. Ozempic® também reduziu a taxa anual de mudança na TFGe (Figura 7), a incidência de um desfecho cardiovascular composto, que consiste em infarto do miocárdio (IM) não fatal, acidente vascular cerebral não fatal e morte cardiovascular, além da incidência de morte por todas as causas (Tabela 8 9 e Figura 6). O efeito do tratamento sobre o desfecho primário composto foi geralmente consistente entre os subgrupos pré-especificados analisados, incluindo idade, sexo biológico, TFGe e UACR. O benefício do tratamento sobre o desfecho primário composto não foi evidente em pacientes que estavam usando inibidores de SGLT2 no início do estudo, mas houve poucos eventos nesses pacientes. Tabela 8. 9. Análises dos desfechos primários e secundários e seus componentes individuais no estudo FLOW Razão de Risco Placebo Ozempic® 1 mg vs valor-p2 N = 1766 (%) N=1767 (%) Placebo (IC 95%)1 Número de pacientes (%) Desfecho Composto (declínio sustentado na TFGe ≥ 50%, TFGe sustentada < 15 mL/min/1,73 m², terapia renal substitutiva 410 (23,2) 331 (18,7) 0,76 (0,66; 0,88) 0,0003 crônica ou morte renal ou morte cardiovascular (tempo até a primeira ocorrência))3 Declínio sustentado na TFGe ≥ 50%3 213 (12,1) 165 (9,3) 0,73 (0,59; 0,89) TFGe sustentada < 15 mL/min/1,73 m²,3 110 (6,2) 92 (5,2) 0,80 (0,61; 1,06) Terapia renal substitutiva crônica 100 (5,7) 87 (4,9) 0,84 (0,63; 1,12) Morte renal 5 (0,3) 5 (0,3) 0,97 (0,27; 3,49) Morte cardiovascular 169 (9,6) 123 (7,0) 0,71 (0,56; 0,89) Desfecho Composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio não 254 (14,4) 212 (12,0) 0,82 (0,68; 0,98) 0,0289 fatal e acidente vascular cerebral não fatal (tempo até a primeira ocorrência) Morte por todas as causas 279 (15,8) 227 (12,8) 0,80 (0,67; 0,95) 0,0104 1Modelo de riscos proporcionais de Cox com o tratamento como fator e estratificado pelo uso de inibidor de SGLT2 no início do estudo (sim ou não). 2Valor-p bicaudal para o teste de ausência de diferença. O nível de significância foi de 0,03224. 3Sustentado foi definido como ter 2 medições consecutivas com intervalo ≥ 28 dias que atendessem aos critérios. Figura 5. Incidência cumulativa: tempo até a primeira ocorrência do desfecho primário composto - declínio sustentado na TGFe ≥50%, TGFe sustentada <15 mL/min/1,73 m², terapia de substituição renal crônica, morte renal ou morte cardiovascular As estimativas de incidência cumulativa são baseadas no tempo desde a randomização até o primeiro evento renal composto, com morte não cardiovascular e não renal modelada como risco concorrente. O eixo x é truncado em 52 meses, onde aproximadamente 5% da população estava no estudo. Sustentado foi definido como ter 2 medições consecutivas com intervalo ≥28 dias que atendessem aos critérios. Figura 6. Incidência cumulativa: tempo até a primeira ocorrência de MACE no estudo FLOW As estimativas de incidência cumulativa são baseadas no tempo desde a randomização até a primeira ocorrência de MACE (Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores, na sigla em inglês) confirmada por EAC (comitê de adjudicação de evento), com a morte não cardiovascular modelada como risco concorrente. O eixo x é truncado em 52 meses, onde aproximadamente 5% da população estava no estudo. Figura 7. Gráfico de Média Observada: TFGe (mL/min/1,73m²) por semana no estudo FLOW Dados observados do período do estudo até a semana 104. As barras de erro são de +/- 1,96 * erro padrão da média de TFGe, o qual foi calculado utilizando a fórmula CKD-EPI 2009. CKD-EPI: Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration, TGFe: taxa de filtração glomerular estimada. Pressão arterial Reduções significativas na pressão arterial sistólica média foram observadas quando Ozempic® 0,5 mg (3,5–5,1 mmHg) e Ozempic® 1 mg (5,4–7,3 mmHg) foram utilizados em associação com medicamentos antidiabéticos orais ou insulina basal. Para pressão arterial diastólica, não houve diferenças significativas entre Ozempic® e comparadores. Referências 1. Sorli C et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide monotherapy versus placebo in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 1): a double-blind, randomised, placebo-controlled, parallel-group, multinational, multicentre phase 3a trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(4):251-60. 2. Ahrén B, Masmiquel L, Kumar H, Sargin M, Karsbøl JD, Jacobsen SH, et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily sitagliptin as an add-on to metformin, thiazolidinediones, or both, in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 2): a 56-week, double-blind, phase 3a, randomised trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2017;5(5):341-54. 3. Ahmann AJ et al. Efficacy and Safety of Once-Weekly Semaglutide Versus Exenatide ER in Subjects With Type 2 Diabetes (SUSTAIN 3): A 56-Week, Open-Label, Randomized Clinical Trial. Diabetes Care 2017;DOI: 10.2337/dc17-0417. 4. Aroda V et al. Efficacy and safety of once-weekly semaglutide versus once-daily insulin glargine as add-on to metformin (with or without sulfonylureas) in insulin-naïve patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 4): a randomised, open-label, parallel-group, multicentre, multinational, phase 3a trial. Lancet Diabetes Endocrinol 2017;5:355–366. 5. Rodbard H et al. Semaglutide Added to Basal Insulin in Type 2 Diabetes (SUSTAIN 5): A Randomized, Controlled Trial. J Clin Endocrinol Metab, June 2018, 103(6):2291–2301. 6. Marso SP et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Patients with Type 2 DiabetesN Engl J Med 2016;375: 1834–1844. 7. Seino Y et al. Safety and efficacy of semaglutide once weekly vs sitagliptin once daily, both as monotherapy in Japanese people with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab 2018;20:378–388. 8. Kaku K et al. Safety and efficacy of once-weekly semaglutide vs additional oral antidiabetic drugs in Japanese people with inadequately controlled type 2 diabetes: A randomized trial. Diabetes Obes Metab. 2018;20:1202–1212. 9. Pratley R.E. et al. Semaglutide versus dulaglutide once weekly in patients with type 2 diabetes (SUSTAIN 7): a randomised, open- label, phase 3b trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2018 Apr;6(4):275-286. 10. Zinman B. et al. Semaglutide once weekly as add-on to SGLT-2 inhibitor therapy in type 2 diabetes (SUSTAIN 9): a randomised, placebo-controlled trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):356-367. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30066-X. Epub 2019 Mar 1. Erratum in: Erratum in: Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 May;7(5):e5. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30109-3. Epub 2019 Mar 11. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Aug;7(8):E20. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30220-7. Epub 2019 Jul 1. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019 Nov;7(11):E22. doi: 10.1016/S2213-8587(19)30323-7. 11. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of Semaglutide on Chronic Kidney Disease in Patients with Type 2 Diabetes. N Engl J Med. DOI: 10.1056/NEJMoa2403347. 12. Bonaca MP, et al. Semaglutide and walking capacity in people with symptomatic peripheral artery disease and type 2 diabetes. The Lancet. 2025 Mar; S0140673625005094.
Apresentação 2 · 9. Reações adversas 8 palavras
Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 9 10 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 9 10 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥ 1/10); comum: (≥ 1/100 [… 18 palavras iguais …] 1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 9. 10. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Muito rara Desconhecida Orgânico [… 16 palavras iguais …] utilizado quando utilizado com nutricionais com insulina ou outros antidiabéticos sulfonilureia orais (ADO) Redução do apetite Distúrbios do Tontura Disgeusia Disestesiad sistema nervoso Cefaleia arterítica) Distúrbios Complicações de Neuropatia oculares retinopatia diabéticab Óptica Isquêmica Anterior não Arterítica (NOIA não arterítica) Distúrbios Aumento da cardíacos frequência cardíaca Distúrbios Náusea Vômito Pancreatite Obstrução gastrointestinais Diarreia Dor abdominal aguda intestinald Distensão abdominal Atraso no Constipação esvaziamento [… 864 palavras iguais …] aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Resumo do perfil de segurança Nos 8 estudos de fase 3a, 4.792 pacientes foram expostos ao Ozempic®. As reações adversas mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram os distúrbios gastrointestinais, incluindo náusea (muito comum), diarreia (muito comum) e vômito (comum). Em geral, essas reações foram de gravidade leve a moderada e de curta duração. Reações adversas tabuladas A Tabela 9 10 lista as reações adversas identificadas nos estudos de fase 3a em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (para maiores informações, vide item “2. Resultados de Eficácia”). As frequências de reações adversas são baseadas em um agrupamento dos estudos de fase 3a, exceto o estudo de desfechos cardiovasculares (vide Tabela 9 10 abaixo para detalhes adicionais). As reações são listadas abaixo pela classe de sistema orgânico e frequência absoluta. As frequências são definidas como: muito comum: (≥ 1/10); comum: (≥ 1/100 a < 1/10); incomum (≥ 1/1.000 a < 1/100); rara: (≥ 1/10.000 a < 1/1.000); muito rara: (< 1/10.000) e desconhecida: (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 9. 10. Reações adversas dos estudos de fase 3a controlados incluindo o estudo de desfecho cardiovascular Classe de Sistema Muito comum Comum Incomum Rara Muito rara Desconhecida Orgânico do MedDRA Distúrbios do Hipersensibili Reação sistema dadec anafilática imunitário Distúrbios Hipoglicemiaa Hipoglicemiaa metabólicos e quando utilizado quando utilizado com nutricionais com insulina ou outros antidiabéticos sulfonilureia orais (ADO) Redução do apetite Distúrbios do Tontura Disgeusia Disestesiad sistema nervoso Cefaleia arterítica) Distúrbios Complicações de Neuropatia oculares retinopatia diabéticab Óptica Isquêmica Anterior não Arterítica (NOIA não arterítica) Distúrbios Aumento da cardíacos frequência cardíaca Distúrbios Náusea Vômito Pancreatite Obstrução gastrointestinais Diarreia Dor abdominal aguda intestinald Distensão abdominal Atraso no Constipação esvaziamento Dispepsia gástrico Gastrite Doença do refluxo gastroesofágico Eructação Flatulência Distúrbios Colelitíase hepatobiliares Distúrbios dos Angioedemad tecidos cutâneos e subcutâneos Distúrbios gerais Fadiga Reações no e quadros local da clínicos no local injeção de administração Investigações Lipase aumentada Amilase aumentada Perda de peso a) Hipoglicemia definida como grave (necessita de assistência de outra pessoa) ou sintomática em associação com a glicemia < (55,8 mg/dL). b) Complicações de retinopatia diabética é um composto de: necessidade de fotocoagulação da retina, tratamento com agentes intravítreos, hemorragia vítrea, início de cegueira relacionada ao diabetes (incomum). Frequência baseada no estudo de desfechos cardiovasculares. c) Termo agrupado que abrange também eventos adversos relacionados à hipersensibilidade, como erupção cutânea e urticária. d) A partir de relatos pós-comercialização. Estudo de segurança e desfechos cardiovasculares de 2 anos Em uma população com alto risco cardiovascular, o perfil de reação adversa foi similar ao observado em outros estudos de fase 3a (descrito no item “2. Resultados de Eficácia”). Hipoglicemia Não foram observados episódios de hipoglicemia grave quando Ozempic® foi utilizado como monoterapia. Hipoglicemia grave foi principalmente observada quando Ozempic® foi utilizado com uma sulfonilureia (1,2% dos pacientes, 0,03 eventos/paciente-ano) ou insulina (1,5% dos pacientes, 0,02 eventos/paciente-ano). Poucos episódios (0,1% dos pacientes, 0,001 eventos/paciente-ano) foram observados com Ozempic® em associação com medicamentos antidiabéticos orais, exceto sulfonilureia. Reações adversas gastrointestinais Náusea ocorreu em 17% e 19,9% dos pacientes quando tratados com Ozempic® 0,5 mg e 1,0 mg, respectivamente, diarreia em 12,2% e 13,3% e vômito em 6,4% e 8,4%. A maioria dos eventos foi de gravidade leve a moderada e de curta duração. Os eventos levaram à descontinuação do tratamento em 3,9% e 5% dos sujeitos. Os eventos foram relatados com maior frequência durante os primeiros meses do tratamento. Pacientes com baixo peso corporal podem ter mais efeitos colaterais gastrointestinais quando tratados com semaglutida. Pacientes com gastroparesia podem apresentar efeitos gastrointestinais mais graves ou severos ao serem tratados com Ozempic®. Pancreatite aguda A frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação relatada nos estudos clínicos de fase 3a foi de 0,3% para Ozempic® e de 0,2% para o comparador, respectivamente. No estudo de desfechos cardiovasculares de 2 anos, a frequência de pancreatite aguda confirmada por adjudicação foi de 0,5% para Ozempic® e 0,6% para o placebo (vide item “5. Advertências e Precauções”). Complicações da retinopatia diabética Em um estudo clínico de 2 anos envolvendo 3.297 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e alto risco cardiovascular, longa duração de diabetes e glicemia mal controlada, eventos adjudicados de complicações da retinopatia diabética ocorreram em mais pacientes tratados com Ozempic® (3%) em comparação ao placebo (1,8%). Isto foi observado em pacientes tratados com insulina com conhecida retinopatia diabética. A diferença de tratamento apareceu cedo e persistiu durante todo o estudo. Uma avaliação sistemática da complicação da retinopatia diabética somente foi realizada nos desfechos cardiovasculares do estudo. Em outros estudos clínicos de até 1 ano envolvendo 4.807 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, eventos adversos relacionados à retinopatia diabética foram relatados em proporções similares de indivíduos tratados com Ozempic® (1,7%) e comparadores (2,0%). Neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIA não arterítica) Resultados de diversos estudos epidemiológicos de grande porte sugerem que a exposição à semaglutida em adultos com diabetes tipo 2 está associada a um risco relativo de aproximadamente duas vezes maior de desenvolver NOIA não arterítica, correspondendo a aproximadamente um caso adicional em 10.000 pessoas-ano de tratamento. Descontinuação em razão de evento adverso A incidência de descontinuação do tratamento em razão de eventos adversos foi de 6,1% e 8,7% para pacientes tratados com Ozempic® 0,5 e 1,0 mg, versus 1,5% para placebo. Os eventos adversos mais frequentes levando à descontinuação foram gastrointestinais. Reações no local de injeção Reações no local de injeção (por exemplo erupção no local da injeção, eritema) foram reportadas por 0,6% e 0,5% de pacientes que receberam Ozempic® 0,5 mg e 1 mg, respectivamente. Essas reações geralmente foram leves. Imunogenicidade Consistente com as propriedades potencialmente imunogênicas dos medicamentos contendo proteínas ou peptídeos, os pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com semaglutida. A proporção de indivíduos com resultado positivo para anticorpos anti-semaglutida a qualquer momento após o período basal foi baixa (1−2%) e nenhum indivíduo possuía anticorpos neutralizantes anti-semaglutida ou anticorpos anti-semaglutida com efeito neutralizante de GLP-1 endógeno ao final do estudo. Aumento da frequência cardíaca Um aumento na frequência cardíaca foi observado com os agonistas do receptor do GLP-1. Nos estudos clínicos de fase 3a, foram observados aumentos médios de 1 a 6 batimentos por minuto (bpm) a partir do basal de 72 a 76 bpm em pacientes tratados com Ozempic®. Em um estudo clínico a longo prazo com pacientes com fatores de risco cardiovasculares, 16% dos pacientes tratados com Ozempic® tiveram um aumento na frequência cardíaca de > 10 bpm em comparação a 11% dos pacientes que receberam placebo após 2 anos de tratamento. Resultado relatado por paciente A notificação de suspeita de reações adversas do medicamento é importante. Isto permite uma monitorização contínua da relação benefício / risco do medicamento. Profissionais de saúde são alertados a relatarem qualquer suspeita de reação adversa. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Apresentação 2 · III – Dizeres legaisIII 100 palavras
Registro: 1.1766.0036 Produzido por: Novo Nordisk A/S Bagsværd, Dinamarca ou Novo Nordisk A/S Hillerød, Dinamarca ou Novo Nordisk Pharmaceutical Industries LP Clayton, Estados Unidos da América Importado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. São José dos Pinhais/PR Registrado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. Avenida Francisco Matarazzo, 1350 Rua Fidalga, 360 São Paulo/SP CNPJ: 82.277.955/0001-55 SAC: 0800 0144488 VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/02/2026. 17/04/2026. Ozempic® e NovoFine® são marcas registradas de propriedade da Novo Nordisk A/S, Dinamarca. © 2026 Novo Nordisk A/S Instruções sobre como usar Ozempic® 1 mg/dose de solução para injeção em sistema de aplicação preenchido Para vídeos e esclarecimentos quanto ao uso correto, como complementação às instruções descritas abaixo, utilize o QR code disponibilizado no ® Ozempic Ozempic® sistema de cartucho do medicamento. aplicação e agulhas (exemplo) Atenção: a versão de bula disponibilizada pelo QR code pode não ser a Tampa mesma versão [… 161 palavras iguais …] semaglutida e você pode selecionar doses de 1 mg. Um sistema de aplicação não utilizado contém 4 doses de 1 mg. Contador de dose Indicador de dose Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8 mm de dose comprimento. Seu sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado Seletor de dose Símbolo de com agulhas descartáveis NovoFine®. verificação Botão de do fluxo [… 347 palavras iguais …] agulha danificada ou torta. 2. Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo • Se o seu sistema de aplicação Ozempic® já estiver em uso, vá para A a etapa 3 “Selecione sua dose”. Somente verifique o fluxo de Ozempic® antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo. • Gire o seletor de dose para o símbolo de verificação de fluxo ( ) logo após o “0” (zero). Certifique-se de que o símbolo de Símbolo de verificação de fluxo esteja alinhado com o indicador de dose. A Símbolo de verificação do fluxo • Segure o sistema de aplicação com a agulha apontando para cima. B Pressione e segure o botão de aplicação até que o contador de dose retorne para “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Uma gota da solução deve aparecer na ponta da agulha. B Uma pequena gota pode permanecer na ponta da agulha, mas ela não será injetada. Se nenhuma gota aparecer, repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” até 6 vezes. Se a gota ainda não aparecer, troque a agulha e repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” novamente. Descarte o sistema de aplicação e use um novo se uma gota de solução ainda não aparecer. Certifique-se sempre de que uma gota apareça na ponta da agulha antes de usar um novo sistema de aplicação pela primeira vez. Isso garante o fluxo da solução. Se nenhuma gota aparecer, você não injetará o medicamento mesmo que o contador de dose se mova. Isso pode indicar uma agulha entupida ou danificada. Se você não verificar o fluxo antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo, você pode não receber a dose prescrita e o efeito pretendido de Ozempic®. 3. Selecione sua dose • Gire o seletor de dose para selecionar 1 mg. A Continue girando até o contador de dose parar e mostrar 1 mg. 1 mg selecionado A selecionado Somente o contador de dose e o indicador de dose mostrarão que 1 mg foi selecionado. Você só pode selecionar 1 mg por dose. Quando o sistema de aplicação contém menos de 1 mg, o contador de dose para antes de mostrar 1. O seletor de dose clica de modo diferente quando é girado para frente, para trás ou quando passa o número de 1 mg. Somente o contador de dose e o indicador de dose mostrarão que 1 mg foi selecionado. Sempre utilize o contador de dose e o indicador de dose para ver que 1 mg foi selecionado antes de injetar este medicamento. Somente doses de 1 mg devem ser selecionadas com o seletor de dose. A dose de 1 mg deve se alinhar precisamente com o indicador de dose para garantir que está recebendo a dose correta. Quanto de solução resta • Para ver quanto de solução resta, use o contador de dose: Gire o A seletor de dose até que o contador de dose pare. Se ele mostrar 1, pelo menos 1 mg resta no sistema de aplicação. Se o contador de dose parar antes de 1 mg, não há solução suficiente para uma dose completa de 1 mg. A Contador de dose parou: 1 mg restante Se não houver solução suficiente no sistema de aplicação para uma dose completa, não o utilize. Use um novo sistema de aplicação Ozempic®. 4. Injete sua dose • Insira a agulha na sua pele como seu médico ou enfermeiro A mostrou. • Certifique-se de que possa ver o contador de dose. Não cubra o contador com seus dedos. Isso pode interromper a injeção. A • Pressione e segure o botão de aplicação. Observe o contador B de dose retornar para o “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Você pode ouvir ou sentir um clique. • Continue pressionando o botão de aplicação enquanto mantém a agulha na sua pele. B • Conte lentamente até 6 enquanto mantém o botão de C Conte lentamente: aplicação pressionado. 1-2-3-4-5-6 • Se a agulha for removida antes, você poderá ver um fluxo de solução vindo da ponta da agulha. Se isso ocorrer, a dose completa não foi liberada. liberada. C 1-2-3-4-5-6 Conte lentamente: • Retire a agulha da sua pele. Você pode então soltar o botão de D aplicação. Se aparecer sangue no local da injeção, pressione levemente. Você [… 278 palavras iguais …] Quando o sistema de aplicação estiver vazio, descarte-o sem a agulha, conforme descrito no item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR” desta bula, na seção “Precauções para descarte”. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e administração incorreta. Nunca tente recolocar a agulha na tampa interna da agulha. Você pode se machucar com a agulha. Sempre retire a agulha do sistema de aplicação imediatamente após cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e administração incorreta. Outras informações importantes Sempre mantenha o sistema de aplicação e agulhas fora do alcance de terceiros, especialmente de crianças. • Nunca compartilhe o sistema de aplicação ou [… 18 palavras iguais …] infecção cruzada. Cuidados com o sistema de aplicação Cuide de seu sistema de aplicação. O manuseio descuidado ou errado pode resultar na administração de dose imprecisa. Se isso acontecer, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não deixe o sistema de aplicação no carro ou em outro local onde possa ficar muito quente ou [… 12 palavras iguais …] pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não injete Ozempic® que foi exposto à luz solar direta. Se injetar, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não exponha o sistema de aplicação à poeira, sujeira ou líquidos. • Não lave, mergulhe ou lubrifique o sistema de aplicação. Ele pode ser limpo com um pano úmido e detergente neutro. • Não derrube o sistema de aplicação ou o bata contra superfícies duras. Se derrubar ou suspeitar de um problema, encaixe uma agulha nova e verifique o fluxo antes de injetar. • Não tente reutilizar o sistema de aplicação. Depois de vazio, ele deve ser descartado. • Não tente reparar o sistema de aplicação ou desmontá-lo. ANEXO B
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Registro: 1.1766.0036 Produzido por: Novo Nordisk A/S Bagsværd, Dinamarca ou Novo Nordisk A/S Hillerød, Dinamarca ou Novo Nordisk Pharmaceutical Industries LP Clayton, Estados Unidos da América Importado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. São José dos Pinhais/PR Registrado por: Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. Avenida Francisco Matarazzo, 1350 Rua Fidalga, 360 São Paulo/SP CNPJ: 82.277.955/0001-55 SAC: 0800 0144488 VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/02/2026. 17/04/2026. Ozempic® e NovoFine® são marcas registradas de propriedade da Novo Nordisk A/S, Dinamarca. © 2026 Novo Nordisk A/S Instruções sobre como usar Ozempic® 1 mg/dose de solução para injeção em sistema de aplicação preenchido Para vídeos e esclarecimentos quanto ao uso correto, como complementação às instruções descritas abaixo, utilize o QR code disponibilizado no ® Ozempic Ozempic® sistema de cartucho do medicamento. aplicação e agulhas (exemplo) Atenção: a versão de bula disponibilizada pelo QR code pode não ser a Tampa mesma versão desta bula, em razão de atualizações mais recentes. A bula externa da Tampa agulha disponível através do QR code corresponde à versão mais atual. Leia essas instruções cuidadosamente antes de usar seu sistema de Tampa interna da aplicação preenchido Ozempic®. agulha Converse com seu médico, enfermeiro ou farmacêutico sobre como aplicar Agulha Ozempic® corretamente. Somente use Ozempic® conforme prescrito. Selo Inicie verificando seu sistema de aplicação para se certificar de que ele protetor contém Ozempic® 1 mg/dose. Em seguida olhe as ilustrações a seguir para conhecer as diferentes partes de seu sistema de aplicação e agulha. Janela Se você possui deficiência visual total ou parcial e não puder ler o contador de dose de seu sistema de aplicação, não utilize este sistema de aplicação sem ajuda. Peça ajuda de uma pessoa com boa visão e que saiba como utilizar o sistema de aplicação Ozempic®. Rótulo Ozempic® é um sistema de aplicação preenchido de controle de dose. Ele contém 4 mg de semaglutida e você pode selecionar doses de 1 mg. Um sistema de aplicação não utilizado contém 4 doses de 1 mg. Contador de dose Indicador de dose Ozempic® pode ser administrado com agulhas de até 8 mm de dose comprimento. Seu sistema de aplicação foi desenvolvido para ser utilizado Seletor de dose Símbolo de com agulhas descartáveis NovoFine®. verificação Botão de do fluxo AS AGULHAS PODEM OU NÃO ESTAR INCLUÍDAS. aplicação Isso depende da apresentação adquirida. Informações importantes Atente-se especialmente a estas observações, pois são importantes para o uso seguro do sistema de aplicação. 1. Prepare seu sistema de aplicação com uma agulha nova • Verifique o nome e o rótulo colorido de seu sistema de aplicação A para se certificar de que ele contém Ozempic® 1 mg/dose. Isso é especialmente importante se você tomar mais de um tipo de medicamento injetável. Usar o medicamento errado pode ser prejudicial à sua saúde. • Tire a tampa do sistema de aplicação. • Verifique se a solução no sistema de aplicação está límpida e B incolor. Olhe pela janela do sistema de aplicação. Se a solução parecer turva ou não for incolor, não use o sistema de aplicação. • Pegue uma nova agulha. C Verifique se o selo protetor e a tampa externa da agulha possuem danos que possam afetar a esterilidade. Se houver qualquer dano visível, use uma nova agulha. • Retire o selo protetor. Certifique-se de colocar a agulha corretamente. D • Rosqueie a agulha no sistema de aplicação. • Gire até que esteja firme. A agulha é coberta por duas tampas. Você deve remover E ambas as tampas. Se você esquecer de remover ambas as tampas, você não injetará nenhuma solução. • Retire a tampa externa da agulha e guarde-a. Você precisará dela após a injeção para remover a agulha do sistema de aplicação de forma segura. • Retire a tampa interna da agulha e descarte-a. Se tentar F recolocá-la, você poderá se ferir acidentalmente com a agulha. Uma gota da solução pode aparecer na ponta da agulha. Isso é normal, mas você deve verificar o fluxo se você estiver usando um sistema de aplicação novo pela primeira vez. Veja a etapa 2. “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo”. Não rosqueie uma nova agulha no sistema de aplicação até que esteja pronto para a injeção. Sempre use uma nova agulha para cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção e administração imprecisa. Nunca use uma agulha danificada ou torta. 2. Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo • Se o seu sistema de aplicação Ozempic® já estiver em uso, vá para A a etapa 3 “Selecione sua dose”. Somente verifique o fluxo de Ozempic® antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo. • Gire o seletor de dose para o símbolo de verificação de fluxo ( ) logo após o “0” (zero). Certifique-se de que o símbolo de Símbolo de verificação de fluxo esteja alinhado com o indicador de dose. A Símbolo de verificação do fluxo • Segure o sistema de aplicação com a agulha apontando para cima. B Pressione e segure o botão de aplicação até que o contador de dose retorne para “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Uma gota da solução deve aparecer na ponta da agulha. B Uma pequena gota pode permanecer na ponta da agulha, mas ela não será injetada. Se nenhuma gota aparecer, repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” até 6 vezes. Se a gota ainda não aparecer, troque a agulha e repita a etapa 2 “Verifique o fluxo com cada sistema de aplicação novo” novamente. Descarte o sistema de aplicação e use um novo se uma gota de solução ainda não aparecer. Certifique-se sempre de que uma gota apareça na ponta da agulha antes de usar um novo sistema de aplicação pela primeira vez. Isso garante o fluxo da solução. Se nenhuma gota aparecer, você não injetará o medicamento mesmo que o contador de dose se mova. Isso pode indicar uma agulha entupida ou danificada. Se você não verificar o fluxo antes da sua primeira injeção com cada sistema de aplicação novo, você pode não receber a dose prescrita e o efeito pretendido de Ozempic®. 3. Selecione sua dose • Gire o seletor de dose para selecionar 1 mg. A Continue girando até o contador de dose parar e mostrar 1 mg. 1 mg selecionado A selecionado Somente o contador de dose e o indicador de dose mostrarão que 1 mg foi selecionado. Você só pode selecionar 1 mg por dose. Quando o sistema de aplicação contém menos de 1 mg, o contador de dose para antes de mostrar 1. O seletor de dose clica de modo diferente quando é girado para frente, para trás ou quando passa o número de 1 mg. Somente o contador de dose e o indicador de dose mostrarão que 1 mg foi selecionado. Sempre utilize o contador de dose e o indicador de dose para ver que 1 mg foi selecionado antes de injetar este medicamento. Somente doses de 1 mg devem ser selecionadas com o seletor de dose. A dose de 1 mg deve se alinhar precisamente com o indicador de dose para garantir que está recebendo a dose correta. Quanto de solução resta • Para ver quanto de solução resta, use o contador de dose: Gire o A seletor de dose até que o contador de dose pare. Se ele mostrar 1, pelo menos 1 mg resta no sistema de aplicação. Se o contador de dose parar antes de 1 mg, não há solução suficiente para uma dose completa de 1 mg. A Contador de dose parou: 1 mg restante Se não houver solução suficiente no sistema de aplicação para uma dose completa, não o utilize. Use um novo sistema de aplicação Ozempic®. 4. Injete sua dose • Insira a agulha na sua pele como seu médico ou enfermeiro A mostrou. • Certifique-se de que possa ver o contador de dose. Não cubra o contador com seus dedos. Isso pode interromper a injeção. A • Pressione e segure o botão de aplicação. Observe o contador B de dose retornar para o “0” (zero). O “0” deve se alinhar com o indicador de dose. Você pode ouvir ou sentir um clique. • Continue pressionando o botão de aplicação enquanto mantém a agulha na sua pele. B • Conte lentamente até 6 enquanto mantém o botão de C Conte lentamente: aplicação pressionado. 1-2-3-4-5-6 • Se a agulha for removida antes, você poderá ver um fluxo de solução vindo da ponta da agulha. Se isso ocorrer, a dose completa não foi liberada. liberada. C 1-2-3-4-5-6 Conte lentamente: • Retire a agulha da sua pele. Você pode então soltar o botão de D aplicação. Se aparecer sangue no local da injeção, pressione levemente. Você pode ver uma gota de solução na ponta da agulha após a aplicação. Isso é normal e não afeta sua dose. Sempre observe o contador de dose para saber quanto mg você injeta. Pressione o botão de aplicação até que o contador de dose retorne para o “0”. Como identificar uma agulha danificada ou entupida – Se “0” não aparece no contador de dose após pressionar continuamente o botão de aplicação, você pode ter utilizado uma agulha entupida ou danificada. – Nesse caso, você pode não ter recebido a medicação – mesmo que o contador de dose tenha movido da dose original que você ajustou. Como manusear uma agulha entupida Troque a agulha, conforme descrito na etapa 5 “Após sua injeção” e repita todas as etapas iniciando na etapa 1 “Prepare seu sistema de aplicação com uma nova agulha”. Certifique-se de que você selecionou a dose total que precisa. Nunca toque no contador de dose ao injetar. Isso pode interromper a injeção. 5. Após sua injeção • Sempre descarte a agulha após cada injeção para garantir A injeções seguras e evitar o entupimento da agulha. Se a agulha estiver entupida, você não injetará nenhum medicamento. • Leve a ponta da agulha para a tampa externa da agulha em uma superfície plana sem tocar na agulha ou na tampa externa da agulha. • Após cobrir a agulha, empurre cuidadosa e completamente a B tampa externa da agulha. • Desrosque a agulha e descarte-a cuidadosamente, conforme descrito no item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR” desta bula, na seção “Precauções para descarte”. • Coloque a tampa do sistema de aplicação após cada uso para C proteger a solução da luz. Quando o sistema de aplicação estiver vazio, descarte-o sem a agulha, conforme descrito no item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR” desta bula, na seção “Precauções para descarte”. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e administração incorreta. Nunca tente recolocar a agulha na tampa interna da agulha. Você pode se machucar com a agulha. Sempre retire a agulha do sistema de aplicação imediatamente após cada injeção. Isso pode evitar agulhas entupidas, contaminação, infecção, vazamento de solução e administração incorreta. Outras informações importantes Sempre mantenha o sistema de aplicação e agulhas fora do alcance de terceiros, especialmente de crianças. • Nunca compartilhe o sistema de aplicação ou agulhas com outras pessoas. • Cuidadores devem ter cautela ao manusear as agulhas usadas para evitar lesão e infecção cruzada. Cuidados com o sistema de aplicação Cuide de seu sistema de aplicação. O manuseio descuidado ou errado pode resultar na administração de dose imprecisa. Se isso acontecer, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não deixe o sistema de aplicação no carro ou em outro local onde possa ficar muito quente ou muito frio. • Não injete Ozempic® que foi congelado. Se injetar, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não injete Ozempic® que foi exposto à luz solar direta. Se injetar, você pode não obter o efeito pretendido de Ozempic®. • Não exponha o sistema de aplicação à poeira, sujeira ou líquidos. • Não lave, mergulhe ou lubrifique o sistema de aplicação. Ele pode ser limpo com um pano úmido e detergente neutro. • Não derrube o sistema de aplicação ou o bata contra superfícies duras. Se derrubar ou suspeitar de um problema, encaixe uma agulha nova e verifique o fluxo antes de injetar. • Não tente reutilizar o sistema de aplicação. Depois de vazio, ele deve ser descartado. • Não tente reparar o sistema de aplicação ou desmontá-lo. ANEXO B
Todas as seções
Apresentação 1: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 698 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | |
| 9. Reações adversas | 6 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais | 30 |
Apresentação 2: Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação…
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 696 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | |
| 9. Reações adversas | 8 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais | 100 |
Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.