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RISPERDAL · JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Bula do profissional: 06/06/2016 → 23/01/2017

expediente 1877247161 → 0121656172 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: IIIIII

4 = declarada pela empresa — este PDF não traz a tabela de histórico.

Alterações

removidoadicionado

I – Identificação do medicamento 400 palavras

Risperdal® Consta suspensão injetável de liberação prolongada risperidona comprimidos revestidos / solução oral APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos: Embalagem Pó injetável e diluente em embalagem contendo: 1 frasco-ampola com pó injetável (25 mg; 37,5 mg ou 50 mg de risperidona), 1 seringa preenchida contendo 10 comprimidos revestidos 2 mL de 0,25 diluente para reconstituição, 1 dispositivo (SmartSite ®) para auxiliar na reconstituição e 2 agulhas para aplicação no paciente, sendo uma destinada à aplicação na região glútea (20G TW 2) e outra destinada à administração na região deltoide (21G UTW 1). USO INTRAMUSCULAR USO ADULTO COMPOSIÇÃO Risperdal® Consta 25 mg: Cada frasco-ampola contém 25 mg de risperidona. Embalagem contendo 10 comprimidos revestidos de 0,5 Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Risperdal® Consta 37,5 mg: Cada frasco-ampola contém 37,5 mg de risperidona. Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 1 Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Risperdal® Consta 50 mg: Cada frasco-ampola contém 50 mg de risperidona. Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Cada seringa de 2 mg de risperidona. Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 3 mg de risperidona. Solução oral: Embalagem contendo frasco com 30 mL de solução de 1 mg/mL de risperidona, acompanhado de pipeta dosadora de 3 mL. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 5 ANOS COMPOSIÇÃO - Cada comprimido revestido de 0,25 mg diluente contém: risperidona ……………………… 0,25 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato ácido cítrico anidro, água para injetáveis, carmelose sódica, cloreto de sódio, óxido fosfato de ferro amarelo, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 0,5 mg contém: risperidona …………………….. 0,5 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 1 mg contém: risperidona ................... 1 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício. - Cada comprimido revestido de 2 mg contém: risperidona ................... 2 mg Excipientes: amarelo crepúsculo-laca de alumínio, amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 3 mg contém: risperidona ................... 3 mg Excipientes: amarelo de quinolina, amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício e talco. - Cada mL da solução oral contém: risperidona ................... 1 mg Veículo: ácido benzoico, ácido tartárico, água purificada e sódio dibásico, hidróxido de sódio. sódio e polissorbato 20.

II – Informações técnicas aos profissionais de saúde 11993 palavras

INDICAÇÕES Risperdal® Consta é indicado no tratamento de uma ampla gama de pacientes esquizofrênicos incluindo: - a primeira manifestação da psicose; - com esquizofrenia, incluindo o primeiro episódio psicótico, exacerbações esquizofrênicas agudas; -- psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas agudas, esquizofrenia crônica e outros transtornos psicóticos psicóticos, nos quais os sintomas positivos (tais como (como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança), e/ou negativos (tais como (como embotamento afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) são proeminentes; - alívio de outros sintomas afetivos associados à esquizofrenia (tais como depressão, sentimentos de culpa, ansiedade); - sejam proeminentes. Risperdal® Consta é eficaz na manutenção da melhora clínica, durante o tratamento de longa duração para manutenção em pacientes que tenham apresentado uma resposta inicial ao tratamento com a prevenção da recaída (exacerbações agudas) nos pacientes esquizofrênicos crônicos. risperidona por via oral. Risperdal® Consta é indicado para o tratamento de curto prazo manutenção do transtorno bipolar tipo I em monoterapia. Risperdal® Consta é indicado para a mania aguda ou episódios mistos associados tratamento de manutenção do transtorno bipolar como terapia adjuvante em pacientes com transtorno bipolar I. Risperdal® é indicado, por até 12 semanas, para o tratamento de transtornos de agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer moderada a grave. Risperdal® também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo desde sintomas de agressividade até outros, como autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor. recaídas frequentes. RESULTADOS DE EFICÁCIA Esquizofrenia A evidência de eficácia de curto prazo com risperidona oral Risperdal® Consta (25 mg e 50 mg) no tratamento de esquizofrenia é proveniente manifestações de 3 estudos clínicos duplo-cegos, comparados transtornos psicóticos (esquizofrenia) foi estabelecida em um estudo controlado com ativo, placebo, de 12 semanas de duração, em pacientes psicóticos adultos em regime de internação e ambulatoriais, que no total envolveram mais preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. Em um estudo comparativo de 2.200 12 semanas, em pacientes com esquizofrenia. Dois dos 3 estudos também tiveram um braço placebo. esquizofrenia estabilizados, Risperdal® Consta mostrou eficácia semelhante à formulação comprimidos de uso oral. A eficácia da risperidona oral no tratamento de manutenção da esquizofrenia foi demonstrada em 2 estudos duplo-cegos, comparados com ativo: 1 estudo com uma duração de 12 meses e 1 estudo com uma duração de 1 a 2 anos. Para estabelecer a segurança e a eficácia de longo prazo (50 semanas) de Risperdal® Consta foi avaliada, também, em um estudo aberto em pacientes psicóticos estabilizados, em regime de internação e ambulatorial, que preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. A eficácia foi mantida no decorrer do tratamento com risperidona oral Risperdal® Consta. Figura 1: Média das pontuações totais na PANSS ao longo do tempo (LOCF) em pacientes com esquizofrenia. Base Desfecho Semana Figura 2: Alteração média na pontuação total de PANSS frente à linha de base para todas as doeses testadas em 50 semanas, em um regime estudo aberto. Base Desfecho Semana Alterações negativas indicam melhora Tratamento de dose única diária, 3 estudos duplo-cegos foram conduzidos. Um destes 3 estudos incluiu um braço placebo. Um total manutenção em transtorno bipolar tipo I – monoterapia A eficácia de 815 pacientes nestes estudos foram tratados com risperidona, dos quais 328 receberam um regime posológico Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia para o tratamento de duas doses diárias e 487 um regime posológico de uma dose diária. Ambos os estudos de curta e longa duração, e os estudos de regime posológico de dose única diária, incluíram pacientes adultos com um diagnóstico de esquizofrenia de acordo com o critério do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Um estudo aberto de 12 semanas foi conduzido para avaliar a segurança e tolerabilidade da risperidona oral em pacientes idosos com idade de 65 anos ou mais com um diagnóstico DSM de esquizofrenia. Os estudos mencionados anteriormente utilizaram diversos instrumentos para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos, incluindo a Escala das Síndromes Positiva e Negativa (PANSS), a Escala de Avaliação Psiquiátrica Breve (BPRS), a Escala de Impressão Clínica Global de Mudança (CGI-C) e Gravidade (CGI-S), e a Escala de Avaliação de Sintomas Negativos (SANS). Transtorno bipolar I A evidência da eficácia e segurança da risperidona em monoterapia no tratamento da mania manutenção do transtorno bipolar tipo I é baseada nos resultados de 3 foi estabelecida em dois estudos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo. Dois destes estudos foram estudos de 3 semanas de duração e avaliaram a eficácia e segurança da risperidona versus placebo. Todos os pacientes que completaram estes estudos puderam entrar em um estudo de extensão, aberto, de 9 semanas. Um estudo teve um período de tratamento duplo-cego de 3 semanas (risperidona, haloperidol ou placebo), seguido por um período de manutenção de 9 semanas, com tratamento tanto duplo-cego (risperidona ou haloperidol) quanto aberto (risperidona). Um braço de haloperidol foi incluído como uma referência interna em ambos os períodos: a fase aguda de três semanas e o período de manutenção consecutivo de nove semanas. O desenho do estudo RIS-INT-69 para estabelecer a manutenção do efeito seguiu de maneira próxima o desenho que consistiu em uma comparação direta dos braços de tratamento ativo (produto teste e comparador ativo) cobrindo um período de 12 semanas. Os pacientes do grupo placebo que permaneceram no período duplo-cego após três semanas receberam risperidona. As comparações estatísticas de 12 semanas incluíram apenas aqueles pacientes randomizados destinados à risperidona ou ao haloperidol no início do estudo. Pacientes do grupo placebo que mudaram para risperidona não foram incluídos nesta análise. Dois estudos foram executados para avaliar a eficácia e a segurança da risperidona em combinação com estabilizadores de humor (lítio ou valproato; e lítio, valproato e carbamazepina) versus placebo em combinação com estabilizadores de humor no tratamento de pacientes com episódios de mania do transtorno bipolar. O estudo também incluiu um braço de haloperidol apenas como uma referência interna para avaliar a validade do desenho e para facilitar a interpretação correta dos resultados dos estudos. Ambos os estudos incluíram um fase duplo-cega de 3 semanas, seguida por uma fase aberta, não controlada, de dez semanas. Todos os estudos clínicos foram conduzidos em pacientes que tiveram transtorno bipolar I de acordo com os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4ª edição (DSM-IV). Os estudos RIS-INT- 69 e RIS-USA-239 incluíram apenas pacientes com episódios de mania. Os estudos RIS-IND-2, RIS-USA-102 e RIS-INT-46 também incluíram pacientes com episódios mistos, ou seja, episódios de mania com sintomas concomitantes de depressão maior por ao menos sete dias. Em todos os estudos clínicos, a risperidona foi administrada em uma faixa de dose flexível de 1 a 6 mg. Transtornos do comportamento em pacientes com demência A risperidona demonstrou sua segurança e eficácia no tratamento de um ou mais Sintomas Comportamentais e Psicológicos de Demência (BPSD) em três estudos multicêntricos, duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes idosos com demência. A análise agrupada da eficácia destes estudos representa dados de 1.150 pacientes idosos internados em instituição (722 tratados com risperidona). Dados de segurança de longo prazo (até 12 meses) com risperidona em pacientes idosos com demência também estão disponíveis. A população em cada um destes estudos era de pacientes adultos que estavam internados em uma casa de repouso ou hospital e apresentavam distúrbios comportamentais que foram pelo menos problemas moderados para os cuidadores ou perigosos para eles próprios. Os estudos incluíram pacientes com uma ampla faixa de BPSD, baseado na pontuação total na BEHAVE-AD; o estudo RIS-AUS-5 especificamente considerou pacientes exibindo comportamento agressivo, baseado em uma pontuação mínima de agressão total na subscala do Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield (CMAI). Os pacientes foram recrutados de um espectro completo de gravidade de demência e debilitação cognitiva e apresentavam demência de Alzheimer, demência vascular ou diagnóstico misto de acordo com preencheram os critérios do DSM-IV. Pacientes DSM-IV para transtorno bipolar tipo I, apresentando-se estáveis ou apresentando episódios mistos ou maníacos agudos. Em um primeiro estudo clínico, um total de 585 pacientes foram tratados durante 12 semanas em um período de fase aberta com demências Risperdal® Consta (com dose inicial de Lewy-body 25 mg, e titulação, se fosse considerada clinicamente desejável, para 37,5 mg ou 50 mg). Durante a fase aberta, 410 (70%) pacientes obtiveram remissão estável e foram excluídos randomizados para um tratamento duplo-cego com a mesma dose de Risperdal® Consta, placebo ou olanzapina, e foram monitorados para recaída durante um período de 18 meses. O desfecho primário foi o tempo para ocorrer a recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania, ou uma combinação desses sintomas). O tempo para ocorrer a recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o grupo placebo (p = 0,032, teste de log rank). Ao longo dos 18 meses de estudo, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 38,5% dos pacientes do RIS-AUS-5. Pacientes grupo do Risperdal® Consta e 55,8% dos pacientes do grupo placebo tiveram recaída. Os pacientes do grupo placebo foram 1,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado com outras demências ou outras condições neurológicas, as quais diminuem as funções cognitivas, pacientes do grupo do Risperdal® Consta. A maioria das recaídas ocorreram devido à mania, ao invés de sintomas de depressão. As evidências foram excluídos insuficientes para determinar a eficácia de todos os estudos, assim como Risperdal® Consta em retardar o tempo para ocorrência de depressão em pacientes com outros distúrbios psicológicos. Nos estudos controlados transtorno bipolar tipo I no presente estudo. Baseado nos seus históricos de fase 3, a eficácia foi avaliada por meio da BEHAVE-AD transtorno bipolar, os indivíduos que participaram desse estudo tinham tido, em média, mais episódios de mania do que episódios de depressão. Em um segundo estudo clínico, um total de 501 pacientes foram tratados durante um período aberto de 26 semanas com Risperdal® Consta (dose inicial de 25 mg, e CMAI titulação para avaliar a gravidade 37,5 e a frequência dos sintomas, respectivamente. A relevância das mudanças na escala de comportamento foi avaliada usando a escala CGI. Dois estudos adicionais, controlados por placebo, duplo-cegos, foram conduzidos 50 mg, se julgado clinicamente desejável; em um subgrupo de pacientes com BPSD, no caso, pacientes com psicose na Doença de Alzheimer. Autismo em crianças e adolescentes A evidência de eficácia de risperidona oral em crianças e adolescentes diagnosticadas com autismo, conforme definido pelos critérios DSM-IV, foi baseada principalmente em dois estudos duplo-cego, controlados por placebo, com duração de 8 semanas, em crianças e adolescentes com autismo ou outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID). Um dos estudos era randomizado, duplo-cego, com grupo-paralelo, dose flexível, com duração de 8 semanas, de segurança e eficácia de risperidona em crianças e adolescentes (com idade de 5 a 17 anos e 2 meses) com autismo. O estudo foi conduzido por uma rede de unidades de pesquisa de psicofarmacologia pediátrica e patrocinado pelo Instituto Nacional de Doenças Mentais. Outro estudo era duplo- cego, randomizado, com grupo-paralelo, controlado por placebo, dose flexível, de 8 semanas, de segurança e eficácia da risperidona em crianças com idade entre 5 a 12 anos com autismo ou outros TIDs. A variável primária de eficácia em ambos estudos foi a mudança frente a linha de base no desfecho final na subescala de irritabilidade da ABC, como preenchida pelo pai ou cuidador sob orientação de um clínico. A resposta CGI-C foi uma variável coprimária ou secundária de eficácia nestes estudos. Os estudos demonstraram que a risperidona, a uma dose oral mediana modal de 2,0 mg/dia, melhora significativamente os sintomas de autismo em crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. A melhora foi observada na semana 2 e foi mantida nas semanas 4, 6 e 8. Os resultados do estudo indicaram que uma dose oral mediana modal de 0,04 mg/kg/dia de risperidona melhora significativamente os sintomas de autismo ou outros TIDs em crianças com idade de 5 a 12 anos. Uma melhora clinicamente significativa com risperidona foi observada nas subescalas ABC que correspondem aos sintomas do autismo, incluindo os sintomas principais de prejuízo na interação social, prejuízo na comunicação, comportamentos repetitivos e esteriotipados, interesses e atividades associadas aos sintomas de hiperatividade, falta de atenção, agressividade para com os outros e consigo mesmo, e acessos de raiva. A eficácia foi observada independente dos subgrupos demográficos (idade/raça/sexo), presença/ausência de sonolência como um evento adverso, ou quociente de inteligência. A risperidona oral foi significativamente superior ao placebo para reduzir irritabilidade e melhorou significativamente os sintomas de autismo, conforme demonstrado por alterações nas diferenças dos quadrados mínimos da linha de base para todas as subescalas ABC (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade e discurso inapropriado) e 3 subgrupos de subescalas ABC em autismo (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade). Os resultados clínicos mensurados pela CGI-C confirmam que as alterações na ABC (mensuradas pelos pais ou cuidador) são clinicamente relevantes e a porcentagem de pacientes que não toleraram a dose de 25 mg, esta pôde ser reduzida para 12,5 mg). Na fase aberta, 303 (60%) dos pacientes alcançaram remissão e foram responsivos à CGI-C (“muita melhora” ou “extrema melhora”) foi significativa randomizados para o tratamento duplo-cego também com a risperidona – aproximadamente mais 64,0% mesma dose de Risperdal® Consta ou placebo, e 32,4% (subgrupo autismo) monitorados para recaídas durante um período de 24 meses. O desfecho primário foi o tempo de recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania ou episódios mistos). O tempo de recaída foi retardado em pacientes foram CGI-C responsivos com risperidona do que com placebo. Aproximadamente mais 40,1% e 26,1% (subgrupo autismo) pacientes foram ABC responsivos com risperidona do que recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o placebo (diminuição ou melhora ≥ 50% da linha (p<0,001, teste de base log rank). O tempo no qual 25% dos pacientes apresentaram recaída foi de 82 dias no grupo placebo versus 173 dias no grupo Risperdal® Consta. No decorrer de 24 meses, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 30% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e 56% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Os pacientes no grupo placebo foram 2,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado a pacientes do grupo Risperdal® Consta. A maioria das recaídas foi devido a sintomas maníacos ao invés de depressivos. Há evidências insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta em retardar o tempo de ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I nesse estudo. Baseado nos seus históricos do transtorno bipolar, os pacientes teriam apresentado em média, mais episódios maníacos do que depressivos. Transtorno bipolar tipo I – tratamento adjuvante A efeticácia de Risperdal® Consta como tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo em pacientes adultos que atenderam os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor requerendo intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 subescalas ABC episódios nos 6 meses antecedentes ao início do estudo. Os pacientes tiveram que alcançar remissão estável pelo menos nas últimas 4 semanas na fase aberta inicial de 16 semanas com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em adição ao seu tratamento prévio para transtorno bipolar, que consistia em estabilizadores do humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos, antes de entrar em um período de estudo duplo-cego controlado por placebo de terapia adjuvante de 52 semanas de duração. Todos os antipsicóticos orais foram descontinuados após as 3 primeiras semanas da aplicação inicial de Risperdal® Consta. O tempo para recaída (recorrência) para um novo episódio de humor, o desfecho primário, foi retardado em pacientes recebendo terapia adjuvante com Risperdal® Consta quando comparado ao placebo (p= 0,01; teste de log rank). No decorrer de 52 semanas de fase duplo-cega de prevenção de recaída, 23% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e nenhuma ABC demonstrou aumento ou piora ≥ 10%). 46% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Risperdal® Consta foi eficaz como tratamento adjuvante na prevenção de recorrência de episódios de humor de mania quanto depressivos. Referências 1. Borison RL, Pathiraja AP, Diamond BI, Meibach RC. Risperidone: clinical safety and efficacy in schizophrenia. Psychopharmacol Bull. 1992; 28(2):213. 2. Chouinard Gelders YG, Heylen SLE, Vanden Bussche G, Jones B, Remington G, Bloom D, Addington D, MacEwan GW, Labelle A, Beauclair L, Arnott W. 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Tem elevada afinidade pelos por receptores serotoninérgicos 5-HT2 5HT 2 e dopaminérgicos D2. A risperidona liga-se igualmente aos também a receptores alfa-1 adrenérgicos e, com menor afinidade, aos a receptores histaminérgicos H1 e adrenérgicos alfa-2. alfa-2 adrenérgicos. A risperidona não tem afinidade pelos por receptores colinérgicos. Apesar de a risperidona ser um antagonista D2 D 2 potente, o ao que é considerado como ação responsável pela se atribui a melhora dos sintomas positivos da esquizofrenia, o seu efeito depressor ela produz menos depressão da atividade motora e indutor indução de catalepsia é menos potente do que os neurolépticos clássicos. convencionais. O antagonismo balanceado equilibrado serotoninérgico e dopaminérgico central pode reduzir a possibilidade de desenvolver desenvolvimento de efeitos colaterais extrapiramidais e estende ampliar a atividade terapêutica sobre os a sintomas negativos e afetivos da esquizofrenia. A solução oral e os comprimidos revestidos Farmacocinética Características gerais da risperidona após a administração de Risperdal ® Consta Após injeção intramuscular única de Risperdal® Consta, o perfil de liberação consiste de uma pequena liberação inicial (<1% da dose) do fármaco, seguida de um intervalo inativo de 3 semanas. A liberação principal do fármaco se inicia após 3 semanas, mantém-se da 4ª até a 6ª semana e desaparece por volta da 7ª semana. Portanto, a complementação com antipsicótico por via oral deve ser realizada durante as três primeiras semanas de tratamento com Risperdal® Consta. Após injeções intramusculares repetidas de 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta a cada duas semanas, as concentrações plasmáticas medianas de vale e de pico da fração antipsicótica ativa flutuaram entre 9,9-19,2 ng/mL e 17,9-45,5 ng/mL, respectivamente. A farmacocinética da risperidona é linear no intervalo de doses de 25-50 mg, administrados a cada duas semanas. Não foi observado acúmulo de risperidona durante uso prolongado (12 meses), em pacientes tratados com 25-50 mg a cada duas semanas. Os estudos acima foram conduzidos com administração na região glútea. As injeções intramusculares das mesmas doses na região deltoide ou glútea são bioequivalentes. Propriedades Farmacocinéticas bioequivalentes e, portanto, intercambiáveis. Um estudo de dose única oral mostrou aumento da concentração ativa no plasma e redução na depuração plasmática do antipsicótico ativo de 30% nos idosos e 60% em pacientes com insuficiência renal. A concentração plasmática de risperidona foi normal nos pacientes com insuficiência hepática, mas a fração média de risperidona livre no plasma aumentou cerca de 35%. Relação farmacocinética/farmacodinâmica Não houve relação entre as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa e a alteração das pontuações totais da PANSS (Escala das Síndromes Positiva e Negativa) e da ESRS (Escala de Avaliação de Sintomas Extrapiramidais) entre as visitas de avaliação, em qualquer um dos estudos de fase III para verificação de eficácia e segurança. - Absorção A absorção da risperidona de Risperdal® Consta é completamente absorvida após administração oral, alcançando um pico de concentrações plasmáticas em 1 a 2 horas. A absorção não é alterada pela alimentação, e, portanto, a risperidona pode ser ingerida durante as refeições ou não. completa. - Distribuição A risperidona é rapidamente distribuída. tem distribuição rápida. O volume de distribuição é de 1-2 L/kg. 1-2L/kg. No plasma, a risperidona se liga liga-se à albumina e à alfa1 glicoproteína ácida. A taxa de ligação da risperidona à proteína plasmática às proteínas plasmáticas é de 88% 90% para a risperidona e 77% para a 9- hidróxi-risperidona. Uma semana após a administração, 70% da dose é excretada na urina e 14% nas fezes. Na urina, a risperidona mais 9-hidróxi-risperidona representam 35-45% da dose. O restante são metabólitos inativos. 9-hidróxi-risperidona. - Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 em para 9-hidróxi-risperidona, que apresenta uma possui atividade farmacológica similar semelhante à da risperidona. A risperidona mais a 9-hidróxi-risperidona formam a fração antipsicótica ativa é assim formada pela risperidona e pela 9- hidróxi-risperidona juntas. ativa. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. - Eliminação Após administração oral a pacientes psicóticos, a risperidona é eliminada com uma meia-vida de 3 horas. A meia- vida de eliminação da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa é de 24 horas. Proporcionalidade de dose O estado de equilíbrio é alcançado em um dia para a risperidona e em 4-5 dias para a 9-hidróxi-risperidona, na maioria dos pacientes. As concentrações plasmáticas de risperidona são proporcionais à dose, dentro da faixa terapêutica. Pacientes pediátricos A farmacocinética da risperidona, da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa em crianças é similar àquela em adultos. Insuficiência renal e hepática Um estudo com dose única mostrou concentrações plasmáticas ativas mais altas e uma diminuição na depuração plasmática da fração antipsicótica ativa e da risperidona são 5,0 e 13,7 L/h, respectivamente, em metabolizadores rápidos, e 3,2 e 3,3 L/h, respectivamente, em metabolizadores lentos da CYP2D6. A combinação do perfil de 30% em idosos liberação e 60% em pacientes com insuficiência renal. As o regime posológico (injeção intramuscular a cada duas semanas) resulta na manutenção de concentrações plasmáticas terapêuticas, que permanecem por até 4-6 semanas após a última injeção de risperidona foram normais Risperdal® Consta. A fase de eliminação se completa em pacientes com insuficiência hepática, mas aproximadamente 7-8 semanas após a média da fração livre de risperidona no plasma aumentou em cerca de 35%. Dados pré-clínicos Em estudos de toxicidade (sub)crônica, nos quais a administração foi iniciada em ratos e cães sexualmente imaturos, efeitos dose-dependentes estavam presentes no trato genital de machos e fêmeas e na glândula mamária. Estes efeitos estavam relacionados com os níveis aumentados de prolactina sérica, resultantes da atividade da risperidona de bloqueio do receptor dopaminérgico D2. Em um estudo de toxicidade juvenil em ratos, observou-se o aumento na mortalidade dos filhotes e o atraso no desenvolvimento físico. Em um estudo de 40 semanas em cães jovens, a maturação sexual foi atrasada em cães jovens. O crescimento de ossos longos não foi afetado em uma dose semelhante à dose máxima para adolescentes humanos (6 mg/dia). Efeitos foram observados em uma dose 4 vezes (com base na AUC) ou 7 vezes (com base em mg/m2) a dose máxima em adolescentes humanos. última injeção. CONTRAINDICAÇÕES Risperdal® Consta é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à risperidona ou a qualquer componente da de sua fórmula. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Em pacientes virgens de tratamento com a risperidona, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade da risperidona oral antes de iniciar o tratamento com Risperdal® Consta. Pacientes idosos com demência - Mortalidade geral Geral Pacientes idosos com demência tratados com antipsicóticos atípicos tiveram um aumento na mortalidade quando comparado com ao placebo em uma metanálise de 17 estudos controlados de antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal®. Em estudos clínicos de Risperdal® oral controlados por com placebo nesta população, a incidência de mortalidade foi 4,0% para pacientes tratados com Risperdal® comparado com a 3,1% em pacientes tratados com placebo. A idade média de pacientes que vieram a óbito era de 86 anos (intervalo de 67 a 100 anos). - Uso concomitante Concomitante de furosemida Em estudos controlados por de Risperdal® oral com placebo em pacientes idosos com demência, uma maior incidência de mortalidade foi observada em pacientes tratados com furosemida e risperidona (7,3%; idade média de média: 89 anos, intervalo de 75 a 97 anos) quando comparado aos pacientes tratados com risperidona isolada (3,1%; idade média de média: 84 anos, intervalo de 70 a 96 anos) ou furosemida isolada (4,1%; idade média de média: 80 anos, intervalo de 67 a 90 anos). O aumento na mortalidade em pacientes tratados com furosemida e risperidona foi observado em dois de quatro estudos clínicos. O mecanismo fisiopatológico não foi claramente identificado para explicar este achado e não há um padrão consistente para a causa do óbito. Apesar disto, deve-se ter cautela e avaliar os riscos e os benefícios desta combinação combinação, antes da decisão de uso. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente com à risperidona. Independente do tratamento, desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência. - Eventos adversos vasculares cerebrais Adversos Vasculares Cerebrais Estudos clínicos controlados por com placebo realizados em pacientes idosos com demência mostraram uma incidência maior de eventos adversos vasculares cerebrais (acidentes vasculares cerebrais e episódios de isquemia transitória), incluindo óbitos, em pacientes tratados com Risperdal® comparado aos que receberam placebo (idade média de média: 85 anos, intervalo de 73 a 97 anos). anos) tratados com Risperdal® oral comparados aos que receberam placebo. Hipotensão ortostática Devido à atividade Ortostática Em razão de bloqueio alfa-adrenérgico da risperidona, alfa-adrenérgico, pode ocorrer hipotensão (ortostática), especialmente durante o período inicial de adequação posológica. Hipotensão início do tratamento. Observou-se hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, significativa, pós-comercialização, com o uso concomitante da risperidona e de tratamento anti-hipertensivo. Risperdal® A risperidona deve ser usado usada com cautela em pacientes com doença cardiovascular (por exemplo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, distúrbios da condução, desidratação, hipovolemia ou doença vascular cerebral), e a dose cerebral). A relação risco-benefício do tratamento com Risperdal® Consta deve ser adaptada gradualmente, como recomendado. A dose deve ser reduzida em caso de hipotensão. avaliada, se a hipotensão ortostática clinicamente relevante persistir. Leucopenia, neutropenia neutropenia, e agranulocitose Eventos de leucopenia, neutropenia e agranulocitose foram relatados com agentes antipsicóticos, incluindo Risperdal®. Risperdal® Consta. Agranulocitose foi relatada muito raramente (< 1/10.000 pacientes) durante a vigilância pós- comercialização. Pacientes com histórico de contagem baixa e clinicamente significativa de leucócitos ou leucopenia/neutropenia induzida por medicamento devem ser monitorados durante os primeiros meses de tratamento e deve-se considerar a descontinuação de Risperdal® Consta ao primeiro sinal de queda clinicamente significativa na contagem de células brancas leucócitos na ausência de outros fatores causadores. Pacientes com neutropenia clinicamente significativa devem ser cuidadosamente monitorados para febre ou outros sintomas ou sinais de infecção e tratados imediatamente se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave (contagem absoluta de neutrófilos < 1 x 109/L) X 10 9/L) devem descontinuar Risperdal® Consta e ter as contagens a contagem de leucócitos acompanhadas acompanhada até sua recuperação. Tromboembolismo venoso Casos de tromboembolismo venoso (TEV) foram relatados com medicamentos antipsicóticos. Já que pacientes tratados com antipsicóticos frequentemente apresentam fatores de risco adquiridos para tromboembolismo venoso, TEV, todos os possíveis fatores de risco para tromboembolismo venoso TEV devem ser identificados antes e durante o tratamento com Risperdal® Consta e medidas preventivas devem ser tomadas. Discinesia tardia / Sintomas extrapiramidais Os medicamentos Fármacos com propriedades antagonistas dopaminérgicas foram têm sido associados à indução de discinesia tardia, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente da língua e/ou da face. No entanto, foi descrito que o aparecimento orofaciais. A ocorrência de sintomas extrapiramidais representa tem sido relatada como um fator de risco no para o desenvolvimento de discinesia tardia. Risperdal® Como tem um menor potencial menor para induzir de indução de sintomas extrapiramidais em comparação aos neurolépticos clássicos. Assim, Risperdal® convencionais, a risperidona deve apresentar ter um risco menor do que os neurolépticos clássicos na indução reduzido de induzir discinesia tardia. Se ocorrerem sinais e sintomas de discinesia tardia aparecerem em pacientes tratados com Risperdal®, tardia, deve-se considerar a descontinuação do medicamento deve ser considerada. interrupção de todos os medicamentos antipsicóticos. Síndrome Neuroléptica Maligna A ocorrência de Síndrome Neuroléptica Maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração da do nível de consciência e elevação dos níveis plasmáticos de creatina fosfoquinase sérica, foi tem sido relatada com o uso de antipsicóticos. Outros sinais podem incluir mioglobinúria (rabdomiólise) e insuficiência renal aguda. Neste caso, todos os medicamentos antipsicóticos, incluindo Risperdal®, a risperidona, devem ser interrompidos. Após a última administração de Risperdal® Consta, níveis plasmáticos de risperidona estão presentes por (no mínimo) até 6 semanas. Doença de Parkinson e Demência de com Corpos de Lewy O risco-benefício deve ser avaliado ao prescrever antipsicóticos, incluindo Risperdal®, Risperdal® Consta, para pacientes com Doença de Parkinson ou Demência de Corpos de Lewy, em razão do possível aumento do risco de Síndrome Neuroléptica Maligna Malígna nestes pacientes, bem como um aumento na sensibilidade aos antipsicóticos. A manifestação deste aumento na sensibilidade pode incluir confusão, obnubilação, instabilidade postural com quedas frequentes em adição aos sintomas extrapiramidais. Reações de hipersensibilidade Embora a tolerabilidade da risperidona oral ou da paliperidona deva ser estabelecida antes do início do tratamento com Risperdal® Consta, foram relatados casos muito raros de reações anafiláticas durante a experiência pós-comercialização em pacientes que anteriormente toleraram risperidona oral. Se ocorrerem reações de hipersensibilidade, descontinue o uso de Risperdal® Consta. Inicie medidas gerais de suporte, conforme clinicamente apropriado e monitore o paciente até que os sinais e sintomas desapareçam. Hiperglicemia e diabetes Diabetes mellitus Hiperglicemia, diabetes mellitus e exacerbação de diabetes pré-existente preexistente têm sido relatadas durante o tratamento com Risperdal®. A avaliação da relação entre o uso de antipsicótico atípico e anormalidades da glicose é intrincada pela possibilidade de um aumento do risco pré-existente preexistente para diabetes mellitus em pacientes com esquizofrenia e a incidência crescente do diabetes mellitus na população em geral. Considerando estes múltiplos fatores, a relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e os eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida. Qualquer paciente tratado com antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal, Risperdal Consta, deve ser monitorado para sintomas de hiperglicemia e diabetes mellitus. Ganho de peso Um significativo aumento significativo de peso foi relatado. Aconselha-se monitoramento do de aumento de peso durante o uso de Risperdal®. Risperdal® Consta. Intervalo QT Assim como com outros antipsicóticos, deve-se ter cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta em pacientes com história de arritmias cardíacas, em pacientes com síndrome Síndrome do intervalo QT prolongado congênita e em uso concomitante de medicamentos conhecidos por prolongar que sabidamente prolongam o intervalo QT. Priapismo Há relatos de priapismos induzidos priapismo induzido por medicamentos com efeitos bloqueadores alfa-adrenérgicos. Priapismo foi relatado com Risperdal® Consta durante a vigilância pós-comercialização. Regulação da temperatura corporal O comprometimento da capacidade de reduzir a temperatura corporal central foi atribuído a agentes antipsicóticos. Recomenda-se cuidado adequado ao prescrever Risperdal® Consta a pacientes que apresentarem condições que podem contribuir para a elevação da temperatura corporal corproal central, como por exemplo, a realização de exercícios extenuantes, exposição a calor intenso, uso de medicação medicamento concomitante com à atividade anticolinérgica ou estar sujeito à desidratação. Efeito antiemético Nos Efeito antiemético foi observado nos estudos pré-clínicos com a risperidona, foi observado efeito antiemético. risperidona. Esse efeito, se ocorrer em humanos, pode mascarar os sinais e sintomas da superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Convulsões Como ocorre com outros antipsicóticos, Risperdal® Consta deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou outras condições que potencialmente reduzem reduzam o limiar de convulsão. Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória (IFIS) foi observada durante cirurgia de catarata em pacientes tratados com medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos, incluindo Risperdal®. Risperdal® Consta. A IFIS pode aumentar o risco de complicações oftálmicas durante e após a cirurgia. O cirurgião oftalmologista deve ser informado, previamente à cirurgia, sobre o uso atual ou anterior de medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos. Os benefícios potenciais da interrupção do tratamento de bloqueio de receptores alfa 1 previamente à cirurgia de catarata não foram estabelecidos e devem ser considerados contra o risco de interromper o tratamento antipsicótico. Gravidez antipisicótico. Administração Deve-se evitar a administração inadvertida de Risperdal® Consta em vasos sanguíneos. Uso durante a gestação (Categoria C) e lactação Gravidez A segurança de Risperdal® da risperidona para uso durante a gravidez não foi estabelecida gestação em seres humanos. humanos não está estabelecida. Apesar de estudos realizados em animais não indicarem toxicidade direta da risperidona sobre a na reprodução, alguns efeitos indiretos, mediados pela prolactina e pelo SNC, foram observados. Nenhum efeito teratogênico foi observado em nenhum estudo. Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo Risperdal®) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares. Risperdal® Consta só deve ser usado durante a gravidez gestação se os benefícios superarem compensarem os riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Lactação Em estudos em animais, a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas no leite. Demonstrou-se que a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas também no leite humano. Assim, Portanto, mulheres recebendo em uso de Risperdal® Consta não devem amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Risperdal® A risperidona pode interferir com as atividades que exigem uma boa vigilância. exijam atenção. Portanto, durante o tratamento, o paciente tratamento você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Para os comprimidos de Risperdal®: Este medicamento contém lactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações de Risperdal® Consta com a administração concomitante de outros medicamentos não foi avaliada de maneira sistemática. Os dados sobre interações apresentados são baseados nos estudos com Risperdal® oral. Interações relacionadas à farmacodinâmica - Medicamentos com ação central e álcool Devido a seus efeitos primários sobre o SNC, Risperdal® A risperidona deve ser administrado administrada com cautela em associação com outros medicamentos com ação central ou álcool. álcool, em razão de seus efeitos primários no sistema nervoso central. - A levodopa Levodopa e agonistas dopaminérgicos Risperdal® A risperidona pode antagonizar o efeito da levodopa e de outros agonistas dopaminérgicos. - Medicamentos com efeito hipotensor Hipotensão Observou-se hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e do tratamento anti- hipertensivo no período de tratamento anti-hipertensivo. pós-comercialização. - Medicamentos que prolongam o intervalo QT Recomenda-se cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta com medicamentos que sabidamente prolongam o intervalo QT. Interações relacionadas à farmacocinética Interação com alimentos Os alimentos não afetam a absorção de Risperdal®. A risperidona é metabolizada principalmente através da CYPD26 e, em menor extensão, através da CYP3A4. Tanto a risperidona como seu metabólito ativo 9-hidróxi-risperidona são substratos da glicoproteína-P (P-gp). As substâncias que modificam a atividade da CYP2D6 ou as substâncias que inibem ou induzem fortemente a atividade da CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P glicoproteína-P, podem influenciar a farmacocinética da fração antipsicótica da risperidona. - Inibidores potentes fortes da CYP2D6 A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor potente forte da CYP2D6 pode aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. Doses maiores de um inibidor potente forte da CYP2D6 podem elevar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona (por exemplo, paroxetina; veja a seguir). Quando a paroxetina ou outro inibidor potente forte da CYP2D6, especialmente em doses altas, forem são iniciados concomitantemente ou descontinuados, o médico deve reavaliar a posologia do Risperdal®. Risperdal® Consta. - Inibidores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp pode aumentar substancialmente de forma substancial as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de itraconazol ou outro inibidor potente forte da CYP3A4 e/ou da P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal®. Risperdal® Consta. - Indutores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um indutor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp pode diminuir as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de carbamazepina ou outro indutor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal®. Risperdal® Consta. - Medicamentos com alta ligação às proteínas Quando Risperdal® Consta é tomado junto administrado em associação a medicamentos fármacos com alto índice teor de ligação proteica, às proteínas plasmáticas, não há um ocorre deslocamento das proteínas plasmáticas clinicamente relevantes em nenhum deles. relevante da fração ligada de qualquer dos fármacos. Quando estes medicamentos forem administrados concomitantemente, consultar as respectivas bulas sobre a via de metabolismo e a possível necessidade de ajustar as doses. - População pediátrica Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. A relevância dos resultados destes estudos para os pacientes pediátricos é desconhecida. - Exemplos de medicamentos com potencial para interação ou que não apresentaram interação com a risperidona: - Antibacterianos: A eritromicina, um inibidor moderado da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. A rifampicina, um indutor forte da CYP3A4 e indutor da P-gp, diminuiu as concentrações plasmáticas da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Inibidores da colinesterase: A galantamina e a donepezila, ambas substratos substrato de CYP2D6 e CYP3A4, não mostraram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Antiepiléticos: Antiepilépticos: A carbamazepina, um indutor forte da de CYP3A4 e indutor da de P-gp, diminui os níveis plasmáticos as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa de risperidona.. da risperidona. O topiramato reduziu ligeiramente a biodisponibilidade da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. Portanto, esta interação provavelmente não apresenta significância clínica. A risperidona não demonstra efeito apresentou efeitos clinicamente significante relevantes na farmacocinética do valproato ou do topiramato. - Antifúngicos: O itraconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa em cerca de 70%, com doses de risperidona de 2 mg/dia a 8 mg/dia. O cetoconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da risperidona e diminuiu as concentrações plasmáticas da 9-hidróxi-risperidona. - Antipsicóticos: Os fenotiazínicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não as da fração antipsicótica ativa. O No caso do aripiprazol, um substrato de CYP2D6 e CYP3A4: a risperidona, na forma de comprimidos ou injetável, não afetou a farmacocinética da soma do aripiprazol e de seu metabólito ativo, de-hidroaripiprazol. - [… 79 palavras iguais …] inibidor de P-gp, aumenta a concentração plasmática de risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Glicosídeos digitálicos: A risperidona não demonstra efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina. - Diuréticos: Furosemida: veja Sobre a furosemida: veja, no item “ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES” PRECAUÇÕES”, o aumento da mortalidade em pacientes idosos com demência que estão recebendo tratamento concomitante com furosemida. de furosemidae Risperdal® oral. - Medicamentos gastrintestinais: Antagonistas de receptor H2: a cimetidina e a ranitidina, ambas inibidores fracos de CYP2D6 e CYP3A4, aumentaram a biodisponibilidade da risperidona, mas apenas marginalmente aquela da fração [… 20 palavras iguais …] inibidores seletivos da recaptação de serotonina: A fluoxetina, um inibidor forte da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. A paroxetina, um inibidor forte da de CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas, mas em doses de até 20 mg/dia, menos da fração antipsicótica ativa. Entretanto, doses maiores de paroxetina podem elevar a concentração da fração antipsicótica ativa da risperidona. ativa. Os antidepressivos tricíclicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da a concentração plasmática de risperidona, mas não aquelas da fração antipsicótica ativa. A amitriptilina não afeta a farmacocinética da risperidona ou da fração antipsicótica ativa. A sertralina, um inibidor fraco de CYPD26 e a fluvoxamina, um inibidor fraco de CYP3A4, em doses de até 100 mg/dia, não estão associadas com a alterações clinicamente significativas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Entretanto, doses superiores a 100 mg/dia de sertralina ou fluvoxamina podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Comprimidos revestidos Conservar em temperatura ambiente (entre 15C Risperdal® Consta deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2C e 30C). 8C). Proteger da luz e umidade. Comprimidos revestidos de 0,25 mg e 0,5 mg Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. Comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Solução oral Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 30C). Proteger do congelamento. Após aberto, válido por 3 meses. luz. Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspecto físico Comprimidos revestidos A concentração dos comprimidos revestidos pode ser identificada pela sua cor e tamanho. Isto Risperdal® Consta é importante porque há 5 tipos de comprimidos revestidos, cada um contendo pó branco a quase branco. O diluente é uma quantidade diferente de risperidona: - Comprimidos ocre-amarelados: oblongos contendo 0,25 mg de risperidona; - Comprimidos vermelho-amarronzados: oblongos e sulcados contendo 0,5 mg de risperidona; - Comprimidos brancos: oblongos e sulcados contendo 1 mg de risperidona; - Comprimidos laranjas: oblongos e sulcados contendo 2 mg de risperidona; - Comprimidos amarelos: oblongos e sulcados contendo 3 mg de risperidona. Solução oral A solução oral é aquosa límpida e incolor. Quando misturada apropriadamente, a suspensão fica uniforme, espessa e com coloração leitosa. NÃO GUARDE O FRASCO APÓS A RECONSTITUIÇÃO, POIS A SUSPENSÃO IRÁ SE DEPOSITAR. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. POSOLOGIA E MODO DE USAR Modo de usar Informação Importante Risperdal® pode Consta requer muita atenção ao passo a passo descrito nesta seção de bula, para garantir uma administração correta. Aguardar 30 minutos Remova a embalagem de Risperdal® Consta da geladeira e aguarde até que atinja a temperatura ambiente durante pelo menos 30 minutos antes da reconstituição. Não aqueça de qualquer outra maneira. Usar os componentes fornecidos Os componentes fornecidos na embalagem são especificamente desenvolvidos para o uso de Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser reconstituído somente com o diluente fornecido na embalagem. Não substituir QUALQUER componente presente na embalagem. Não armazenar a suspensão após a reconstituição Administrar a dose assim que possível após a reconstituição, para evitar que a suspensão se deposite. Dose apropriada O conteúdo total do frasco deve ser administrado para garantir que a dose pretendida de Risperdal® Consta seja administrada. DISPOSITIVO DE USO ÚNICO Não reutilizar. Dispositivos médicos requerem características específicas para agir conforme programado. Estas características foram verificadas apenas para uso único. Qualquer tentativa de reprocessar o dispositivo para reutilizá-lo subsequentemente pode afetar de maneira adversa a integridade do mesmo ou levar ao prejuízo do desempenho. Componentes fornecidos na embalagem Dispositivo Auxiliar Seringa Preenchida (adaptador) West Medimop® Anel Branco Haste do êmbolo Abertura do conector Extre- midade perfura Tampa Branca -dora Borda Diluente Frasco Tampa colorida Agulhas de injeção Terumo SurGuard®-3 Protetor transparente da agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Dispositivo de segurança da agulha Microesferas Passo 1 Preparo dos componentes Conectar o frasco no adaptador do frasco Remova a tampa do frasco Prepare o adaptador do frasco Segure o protetor estéril do adaptador, conforme mostrado na figura. Conectar o adaptador no frasco Coloque o frasco em uma superfície plana e firme e segure o frasco pela base. Centralize o adaptador na superfície da tampa de borracha cinza. Empurre o adaptador para baixo até haver um encaixe seguro. Puxe a tampa colorida do frasco. Puxe e remova o suporte de papel. Com um lenço umidecido com álcool, limpe a superfície da tampa cinza. Deixe no ambiente até secar. Não remova o adaptador do frasco do protetor. Não coloque o adaptador no frasco em um ângulo, pois o diluente pode vazar durante a trasnferência para o frasco. place vial adapter on at an angle or diluent may leak Não remova a tampa de borracha cinza. upon transfer to the vial. Não toque na extremidade perfuradora em qualquer momento. Isto pode levar a uma contaminação. Incorreto Conectar a seringa preenchida no adaptador do frasco Remova o protetor estéril Pegue no local Remova a tampa Conecte a seringa ao apropriado Segure pelo anel branco na ponta da seringa. Segurando pelo anel adaptador do frasco branco, retire a tampa Segure o adaptador do Remova o adaptador do Não segure a seringa pelo vidro durante o manuseio. branca. frasco pela borda para frasco da embalagem estéril manter parado. somente quando estiver Não torça ou corte a tampa pronto para remover a tampa branca. Segure a seringa pelo branca da seringa Incorreto preenchida. anel branco e então insira Não toque a ponta da a ponta no conector da Mantenha o frasco na vertical para evitar vazamento. Segure a base do frasco e puxe para cima a tampa estéril para removê-la. seringa. Isto levará a uma agulha do adaptador do contaminação. frasco. Não agite. Não segure a seringa de Não vidro pelo corpo. Isto toque o conector enquanto estiver abrindo o adaptador do frasco. Isto levará a uma contaminação. pode causar a perda do Quando a tampa é removida a anel branco ou seringa fica como demonstrado desacoplamento. nesta figura. A tampa removida pode Acople a seringa ao ser descartada. adaptador do frasco girando de maneira firme no sentido horário até sentir que está encaixado. Não force. Ao forçar a ponta da seringa pode quebrar. Passo 2 Reconstitua as microesferas Seg. Injete o diluente Suspenda as microesferas Transfira a suspensão Remova o adaptador do Injete a quantidade total no diluente para a seringa frasco do diluente da seringa para o frasco.. Continue a segurar a haste do Inverta o frasco Segure o anel branco da êmbolo para baixo, agite completamente. seringa e desacople-a do vigorosamente por pelo Vagarosamente puxe a adaptador do frasco. O conteúdo do frasco não estará sob pressão. menos 10 segundos, haste do êmbolo para Continue segurando o conforme demonstrado. baixo para injetar todo Destaque a forma etiqueta do êmbolo para baixo, com o conteúdo do frasco para a frasco no picote. Aplicar polegar. Verifique a suspensão. a etiqueta destacada na seringa. Quando misturada seringa para fins de comprimidos apropriadamente, trata-se de identificação. uma suspensão Descarte o frasco e o aparentemente uniforme, adaptador do frasco espessa e de coloração apropriadamente. leitosa. As microesferas serão visíveis no líquido. Imediatamente vá para o próximo passo para evitar que a suspensão sedimente. Passo 3 Acople a agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Acople a agulha Ressuspenda as microesferas Escolha a agulha apropriada Escolha a agulha apropriada com Remova completamente o sachê. Abra o sachê pela metade e usar base no local da injeção (glútea ou solução oral. para agarrar a base da agulha, Logo antes da injeção, agite a deltoide). conforme demonstrado a seguir. seringa vigorosamente de novo, já Segurando o anel branco da que alguma sedimentação pode ter seringa, acople a seringa ao ocorrido. conector da agulha com uma torção firme no sentido horário até encaixar. Não toque o conector da agulha. Isto resultará em contaminação. Passo 4 Injete a dose Após Remover o Remova as bolhas Injete Certifique que a Descarte protetor de ar agulha está dentro do adequadamente as transparente da Segure a agulha para Imediatamente injete protetor de segurança agulhas agulha cima e bata o conteúdo da da agulha seringa por via Verifique se o gentilmente para Usando uma mão, Mova a agulha intramuscular (IM) protetor da agulha fazer com que coloque o protetor de para dentro do no músculo glúteo está totalmente qualquer bolha de ar segurança da agulha protetor de ou deltoide do envolvido. Descarte suba para a em ângulo de 45 graus segurança da paciente. em recipiente superfície. Vagarosa em uma superfície agulha de volta adequado para e cuidadosamente rígida, plana. Pressione para a seringa. A solução injeção glútea pérfurocortantes. pressione a haste do para baixo com um Depois segure o deve ser feita no Também descarte a êmbolo para cima movimento firme e anel branco da para remover o ar. quadrante superior agulha não utilizada externo da região rápido até a agulha fornecida na seringa e estar completamente cuidadosamente glútea. Não embalagem. envolvida pelo empurre o protetor administre por via dispositivo de transparente da intravenosa. segurança. agulha para fora. Não torça o Evite que a agulha protetor cause perfurações: transparente da agulha, pois a Não use duas mãos. conexão com o conector da agulha Não desconecte intencionalmente ou pode afrouxar. manuseie incorretamente o dispositivo protetor da agulha. Não tente desentortar a agulha ou engate o dispositivo de segurança, se a agulha estiver torta ou danificada. Posologia Para pacientes recebendo a risperidona pela primeira vez, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade com a risperidona oral antes de iniciar o tratamento com o Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser administrado a cada duas semanas por injeção intramuscular profunda na região deltoide ou glútea utilizando agulha apropriada para cada região. Para administração na região deltoide, utilize agulha de 1 polegada alternando as injeções entre os dois braços. Para administração na região glútea, utilize a agulha de 2 polegadas, alternando-se o lado da injeção. NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Adultos A dose recomendada é 25 mg em injeção intramuscular a cada duas semanas. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses maiores, de 37,5 mg ou 50 mg. Em estudos clínicos com 75 mg não foram observados benefícios adicionais em pacientes com esquizofrenia. Doses acima de 50 mg não foram estudadas em pacientes com transtorno bipolar. Doses maiores que 50 mg por duas semanas não são recomendadas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser assegurada durante o intervalo de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. A dose não deve ser adicionada ao chá. Instruções para aumentada com frequência maior do que uma vez a abertura cada 4 semanas. O efeito do frasco de solução oral e utilização da pipeta dosadora Fig. 1: O frasco vem fechado com uma tampa de segurança, que ajuste posológico não deve ser aberta esperado antes de 3 semanas após o aumento da seguinte maneira: - Empurre a tampa plástica para baixo e gire-a no sentido anti-horário. - Remova a tampa. Fig. 2: Introduza a pipeta no frasco. Segure o anel inferior e puxe o anel superior para cima até a marca correspondente à quantidade de mililitros ou miligramas que você deve tomar. Fig. 3: Segure o anel inferior e retire toda a pipeta do frasco. Esvazie a pipeta em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, deslizando o anel superior para baixo, até o final da pipeta. Feche o frasco e enxágue a pipeta com um pouco de água. - Esquizofrenia Adultos Risperdal® pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. dose. Pacientes Idosos A dose inicial recomendada é de 25 mg em injeção intramuscular a cada 2 mg/dia. A dose pode semanas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir assegurada por via oral durante o intervalo de então 3 semanas após a dose deve permanecer inalterada, primeira injeção de Risperdal® Consta. Pacientes com insuficiência renal ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia hepática Risperdal® Consta não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado ao Risperdal® quando uma sedação adicional for necessária. Populações especiais Pacientes idosos (65 anos ou mais) A dose inicial recomendada é estudado em pacientes com insuficiência hepática e renal. Se houver necessidade de tratar este grupo de pacientes, recomenda-se iniciar o tratamento com 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos mg de 0,5 mg, risperidona, por via oral, duas vezes ao dia, até uma dose de durante a primeira semana. Na segunda semana, pode-se administrar 1 a 2 mg, duas vezes ao dia. Pacientes pediátricos (13 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Não existem estudos sobre o uso de Risperdal® em crianças menores de 13 anos de idade. Transferência de outros antipsicóticos para Risperdal® Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Risperdal® é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Risperdal® no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada. - Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. - Transtorno do humor bipolar: Mania Adultos Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Risperdal® de ou 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se Se uma dose inicial oral de pelo menos 2 mg/dia for bem tolerada, Risperdal® de 2 ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma Consta (na dose de 2-6 mg/dia. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. Populações especiais Pacientes pediátricos (10 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Risperdal® deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem estudos sobre Risperdal® no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade. - Autismo Pacientes pediátricos (5 a 17 anos) A dose de Risperdal® deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. No Dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos  2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes  20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes  20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos. Doses de Risperdal® em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia) Peso Dias 1-3 Dias 4-14+ Incrementos quando for necessário Intervalo aumentar a dose posológico < 20kg 0,25 mg 0,5 mg +0,25 mg em intervalos  2 semanas 0,5 mg – 1,5 mg  20 kg 0,5 mg 1,0 mg +0,5 mg em intervalos  2 semanas 1,0 mg – 2,5 mg* * pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia. Risperdal® 25 mg) pode ser administrado uma vez ao dia ou duas vezes ao dia. Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança. Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade. - Insuficiência renal ou hepática Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da fração livre da risperidona. Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas e a titulação da dose deve ser mais lenta cada 2 semanas. Crianças Risperdal® Consta não foi avaliado em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Risperdal® deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. idade inferior a 18 anos. REAÇÕES ADVERSAS Ao longo deste item, são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados com o uso de risperidona baseado em avaliação abrangente [… 46 palavras iguais …] podem ser comparadas diretamente a taxas em ensaios clínicos de outro medicamento, e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de Estudos Clínicos A segurança do Risperdal® Consta foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos de 9.803 2.392 pacientes expostos a uma ou mais doses do Risperdal Risperdal® Consta para o tratamento de vários transtornos psiquiátricos em adultos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. da esquizofrenia. Desses 9.803 2.392 pacientes, 2.687 332 eram pacientes que receberam o Risperdal® Consta durante a sua participação em estudos duplo-cegos, controlados por placebo. um estudo duplo-cego e placebo-controlado de 12 semanas de duração. Um total de 202 dos 332 eram pacientes esquizofrênicos que receberam 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta. As condições e a duração do tratamento com o Risperdal® Consta variaram muito e incluíram (em categorias sobrepostas) estudos duplo-cegos, de doses fixas e flexíveis, controlados por placebo ou medicamento ativo e fases abertas dos estudos, em regime de internação e ambulatorial, e exposição de curto prazo (até 12 semanas) e longo prazo (até 3 4 anos). Em adição aos estudos em pacientes com esquizofrenia, dados de segurança são apresentados de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar e quando administrado como monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I. No estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo de monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I, os pacientes adultos selecionados foram os que preencheram os critérios DSM-IV para o transtorno bipolar tipo I e apresentavam-se estáveis em uso de risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) ou outros antipsicóticos ou estabilizadores de humor, ou apresentando um episódio agudo. Após um período aberto de três semanas de tratamento com risperidona oral (n = 440), pacientes que demonstraram uma resposta inicial à risperidona oral neste período e àqueles que foram estáveis à risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) no início do estudo, entraram em um período aberto de estabilização de 26 semanas com Risperdal® Consta (n = 501). Os pacientes que desmonstraram uma manutenção da resposta durante este período foram randomizados em um estudo duplo-cego, controlado por placebo de 24 meses no qual receberam Risperdal® Consta (n = 154) ou placebo (n = 149) como monoterapia. Os pacientes que recaíram ou que completaram o período duplo-cego puderam escolher entrar em um período de estudo aberto de 8 semanas de extensão com Risperdal® Consta (n = 160). No estudo de tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar, os indivíduos neste estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo eram pacientes adultos que preencheram os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I ou II e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor necessitando intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses anteriores ao início do estudo. No início deste estudo, todos os pacientes (n = 275) entraram em uma fase aberta de tratamento de 16 semanas, na qual receberam Risperdal® Consta em adição ao seu tratamento prévio, os quais consistiam em vários estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. Os pacientes que alcançaram remissão no final das 16 semanas da fase aberta de tratamento (n=139) foram randomizados em uma fase duplo-cega, controlada por placebo de 52 semanas e receberam Risperdal® Consta (n=72) ou placebo (n=67) como tratamento adjuvante continuando o seu tratamento prévio. Os pacientes que não alcançaram a remissão no final da fase aberta de 16 semanas de tratamento puderam escolher entre continuar recebendo tratamento com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em fase aberta, mantendo o seu tratamento prévio, por mais 36 semanas conforme indicação clínica por um período total de até 52 semanas; estes pacientes (n=70) foram também incluídos em uma avaliação de segurança. A maioria de todas as reações adversas foi foram leves a moderadas em gravidade. Dados de intensidade leve a moderada. Dados estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes adultos As reações adversas relatadas em  1% de pacientes adultos tratados com Risperdal® em nove estudos controlados por placebo, duplo-cegos de 3 a 8 semanas são apresentadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Infecções e Infestações Nasofaringite 2,1 4,0 1,7 Infecção do trato respiratório superior 1,5 2,5 1,5 Sinusite 0,7 1,5 0,6 Infecção do trato urinário 0,5 2,5 0,1 Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático Anemia 0,1 1,0 0,1 Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade 0,1 1,0 0,1 Distúrbios Psiquiátricos Insônia 16,2 25,3 13,2 Ansiedade 7,7 11,1 4,4 Nervosismo 0,5 1,0 0,1 Distúrbios do Sistema Nervoso Parkinsonismo* 19,3 17,2 7,9 * Acatisia 9,8 10,1 2,7 Sonolência 6,8 1,5 2,0 Tontura 6,3 3,5 3,9 Sedação 4,6 3,0 1,3 * Tremor 4,2 2,5 2,5 * Distonia 3,8 3,5 1,0 Letargia 2,6 0 1,3 Tontura postural 1,2 0 0,1 * Discinesia 1,2 2,0 0,9 Síncope 0,4 1,0 0 Distúrbios Oftalmológicos Visão turva 2,1 1,0 0,7 Distúrbios Auditivos e do Labirinto Dor de ouvido 0,1 1,0 0,3 Distúrbios Cardíacos Taquicardia 1,1 2,5 0,1 Distúrbios Vasculares Hipotensão ortostática 1,3 0,5 0,1 Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Hipotensão 0,2 1,0 0,3 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal 2,0 6,1 1,3 Dispneia 0,8 2,0 0 Epistaxe 0,5 1,5 0,1 Congestão sinusal 0,5 1,0 0,6 Distúrbios Gastrintestinais Náusea 6,4 4,0 2,6 Constipação 4,6 9,1 3,6 Dispepsia 4,3 6,1 2,6 Vômitos 3,9 4,5 3,8 Diarreia 2,3 0,5 1,9 Hipersecreção salivar 2,3 1,0 0,4 Boca seca 2,1 0 1,0 Desconforto abdominal 1,5 1,0 0,9 Dor abdominal 1,1 0,5 0,7 Desconforto estomacal 1,1 1,0 0,6 Dor abdominal superior 0,7 1,0 0,1 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea 0,8 3,5 0,9 Pele seca 0,5 2,5 0,3 Caspa 0,2 1,0 0 Dermatite seborreica 0,2 1,0 0 Hiperqueratose 0 1,0 0,3 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas costas 2,5 1,0 1,6 Artralgia 1,5 2,5 0,6 Dor nas extremidades 1,2 1,0 2,2 Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária 0,2 1,0 0,3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Distúrbios da ejaculação 0,4 1,0 0 Distúrbios Gerais Fadiga 2,3 1,0 1,0 Astenia 1,3 0,5 0,6 Pirexia 1,3 1,0 0,7 Dor torácica 0,8 1,5 0,4 Testes Creatina fosfoquinase sanguínea aumentada 0,4 1,5 0,1 Frequência cardíaca aumentada 0,2 1,5 0,1 * Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, Parkinsonismo, rigidez em roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e Doença de Parkinson. Acatisia inclui acatisia e agitação. Distonia inclui distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração, paralisia da língua. Tremores incluem tremores e tremor Parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose. Dados duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes idosos com demência Esquizofrenia As reações adversas relatadas por  1% 2% dos pacientes idosos com demência esquizofrenia, tratados com Risperdal® Consta em seis estudos duplo-cegos, controlados um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 4 a 12 semanas de duração, são apresentadas na Tabela 2. A Tabela 2 inclui apenas as reações adversas que não estão mencionadas na Tabela 1 ou as reações adversas ocorridas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na 1. Tabela 1. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  1% 2% dos pacientes idosos com demência esquizofrenia tratados com o Risperdal® Consta em estudos duplo-cegos um estudo duplo-cego e controlados controlado por placebo: reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou relatadas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na Tabela 1. placebo de 12 semanas de duração Risperdal® Consta Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão (N=1.009) (N=712) 25 mg Consta 50 mg (n=98) Reação Adversa % % Infecções e Infestações Infecção do trato urinário 12,9 10,3 Pneumonia 3,1 2,4 Celulite 1,1 1,3 Distúrbios Nutricionais e do Metabolismo Diminuição do apetite 2,3 1,4 Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional 2,7 0,1 Distúrbios do Sistema Nervoso Letargia 7,6 2,2 Ataque isquêmico transitório 1,6 0,6 Nível deprimido de consciência 1,3 0,3 Hipersalivação 1,3 0 Acidente vascular cerebral 1,1 0,4 Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite 2,7 1,1 Distúrbios Vasculares Hipotensão 2,2 1,4 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4,6 3,1 Rinorreia 1,5 0,8 Distúrbios Gastrintestinais Disfagia 1,5 1,3 Fecaloma 1,1 0,4 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Eritema 4,0 4,6 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Postura anormal 1,8 0,8 Tabela 2. Reações adversas relatadas por  1% dos pacientes idosos com demência tratados com o Risperdal® em estudos duplo-cegos e controlados por placebo: reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou relatadas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão (N=1.009) (N=712) Reação Adversa % % Inchaço articular 1,5 0,3 Distúrbios Gerais Edema periférico 7,7 3,9 Febre 4,0 1,8 Distúrbio de marcha 3,5 1,5 Edema depressível 1,5 0,3 Testes Aumento da temperatura corpórea 2,6 0,8 Dados duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes pediátricos As reações adversas relatadas por  1% dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® em oito estudos duplo-cegos e controlados por placebo de 3 a 8 semanas são apresentadas na Tabela 3. A Tabela 3 inclui apenas as reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou as reações adversas ocorridas em frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  1% dos pacientes pediátricos tratados com o Risperdal® em estudos duplo-cegos e controlados por placebo: reações adversas não mencionadas na ou relatadas com frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® PLACEBO ≤3 mg/dia >3-6 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=344) (N=95) (N=349) Reação Adversa (n=99) (n=103) % % % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório 2 0 1 superior 5,2 2,1 3,4 Rinite 3,5 1,1 3,2 Gripe 1,7 0 1,7 Distúrbios Nutricionais e do Metabolismo Apetite aumentado 17,2 3,2 7,2 Distúrbios Psiquiátricos Insônia 1,7 0 0,9 Apatia 0,9 1,1 0 Distúrbios do Sistema Nervoso Cefaleia 15 21 12 Parkinsonismo* 8 15 9 Tontura 7 11 6 Acatisia** 4 11 6 Sonolência 26,5 15,8 7,7 Cefaleia 22,4 21,1 14,9 4 4 0 Tremores 0 3 0 Sedação 20,1 14,7 4,0 Tontura 8,1 13,7 2,3 Tremores 6,1 8,4 1,1 Hipersalivação 4,9 2,1 1,1 Disartria 1,5 1,1 2 2 3 Síncope 2 1 0 Distúrbio de atenção 0,9 1,1 0,6 Distúrbio de equilíbrio 0,9 1,1 Hipoestesia 2 0 Hipersonia 0,6 1,1 0,9 0 Distúrbios Cardíacos Palpitações 0,6 2,1 Oftalmológicos Visão turva 2 3 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 8,7 3,2 6,6 Rinorreia 4,9 2,1 3,4 Epistaxe 3,8 4,2 1,7 Dor faringolaringeana 3,8 2,1 1,7 4 2 3 Congestão pulmonar 0,3 1,1 0,3 sinusal 2 0 0 Distúrbios Gastrintestinais Vômitos 13,7 8,4 9,2 Constipação 5 7 1 Boca seca 0 7 1 Dispepsia 6 6 0 Náusea 3 4 5 Dor abdominal superior 8,4 6,3 4,6 de dente 1 3 0 Hipersecreção salivar 4 1 0 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Acne 2 2 0 Pele seca 2 0 0 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas extremidades 6 2 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 3 6 0 Astenia 0 3 0 Edema periférico 2 3 1 Dor 4 1 0 Febre 2 1 0 Testes Ganho de peso 5 4 2 Perda de peso 4 1 1 *Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, rigidez muscular e bradicinesia. **Acatisia inclui acatisia e agitação. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Transtorno bipolar A Tabela 2 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas em 2% ou mais dos pacientes no período de 24 meses de tratamento duplo-cego e controlado por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia de tratamento de manutenção em pacientes com trastorno bipolar tipo I. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  2% de pacientes tratados com o Risperdal® Consta como monoterapia de tratamento em pacientes com transtorno bipolar tipo I em um estudo duplo- cego e controlado por placebo de 24 meses de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo Reação Adversa (n=154) (n=149) % % Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura 3 1 Distúrbios Vasculares Hipertensão 3 1 Testes Aumento de peso 5 1 A Tabela 3 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas por  4% de pacientes no período de 52 semanas em uma fase de tratamento duplo-cega, controlada por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  1% 4% dos pacientes pediátricos com Transtorno Bipolar tratados com o Risperdal® Consta como terapia adjuvante em estudos duplo-cegos um estudo duplo-cego e controlados controlado por placebo: reações adversas não mencionadas na ou relatadas com frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® PLACEBO ≤3 mg/dia >3-6 mg/dia placebo de 52 semanas de duração Classe de Sistema/Órgão (N=344) (N=95) (N=349) Risperdal® Consta Placebo + tratamento Reação Adversa + tratamento usual a usual (n=72) % (n=67) % % Diarreia 6,7 2,1 6,0 Hipersecreção salivar 3,5 6,3 0,9 Desconforto estomacal 2,9 Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório superior 6 3 Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Diminuição do apetite 6 1 Aumento do apetite 4 0 1,4 Dor abdominal 2,3 2,1 0,6 Distúrbios do Sistema Nervoso Tremor 24 16 Parkinsonismo b 15 6 Discinesia b 6 3 Sedação 6 0 Distúrbios da Pele atenção 4 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Tecido Subcutâneo Prurido 1,2 0 0 Acne 0,9 1,1 0 Mediastino Tosse 4 1 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Mialgia 1,2 1,1 0,9 Dor no pescoço 0,3 1,1 0,3 Distúrbios Renais e Urinários Enurese 6,4 1,1 5,2 Incontinência urinária 2,0 0 1,4 Polaciúria 1,5 1,1 0,3 Artralgia 4 3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Galactorreia 0,6 2,1 0 Amenorreia 4 1 Distúrbios Gerais Fadiga 19,2 18,9 4,9 Pirexia 8,4 3,2 6,3 Sensação e Condições no Local de Administração Marcha anormal 1,2 0 0 Letargia 0,9 1,1 0 Desconforto torácico 0,3 1,1 4 0 Testes Aumento do de peso 4,9 2,1 0,9 Prolactina sanguínea aumentada 3,8 0 0,3 7 1 a Pacientes que receberam Risperdal® Consta ou placebo de maneira duplo-cega em adição ao seu tratamento prévio o qual incluiu estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. b Parkinsonismo inclui rigidez muscular, hipocinesia, rigidez da roda denteada e bradicinesia. Discinesia inclui contração muscular e discinesia. Outros dados de Estudos Clínicos estudos clínicos A paliperidona é o metabólito ativo da risperidona, portanto os perfis de reações adversas destes componentes compostos (incluindo formulações orais e injetáveis) são relevantes uns aos outros. Este subitem inclui As reações adversas adicionais relatadas com risperidona e/ou paliperidona em estudos clínicos, por ≥ 1% 2% de pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais duplo-cegos, controlados por placebo (9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos), as quais Consta são mostradas na Tabela 4a. Tabela 4a. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 1% de 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Psiquiátricos Agitação, ansiedade, depressão, insônia* Distúrbios do Sistema Nervoso Acatisia*, discinesia*, distonia*, parkinsonismo* Distúrbios Vasculares Hipertensão Cardíacos Taquicardia Distúrbios Musculoesqueléticos Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal, diarreia, vômitos Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Dor nas costas, espasmos musculares, dor musculoesquelética Distúrbios Gerais e Condições no Local de da Administração Marcha anormal, edema*, dor Lesões, Envenenamento e Complicações do Procedimento Queda Edema* *Insônia inclui: insônia inicial, insônia média; Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas, inquietação; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Infecção de ouvido, infecção, gripe, sinusite Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Redução do apetite, aumento do apetite Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional, redução da libido, pesadelo Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura postural, disartria, discinesia*, parestesia Distúrbios Oftalmológicos Fotofobia Distúrbios do Ouvido e Labirinto Dor de ouvido Distúrbios Cardíacos Bradicardia, transtorno de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, palpitações Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Dispneia, dor faringolaríngea, chiado Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas Distúrbios do Tecido da Pele e Subcutâneo Prurido, dermatite seborreica, transtorno da pele Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Rigidez articular, fraqueza muscular Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, transtorno da ejaculação, disfunção erétil, galactorreia Distúrbios Gerais e Condiçõs no Local da Administração Desconforto no peito, sensação anormal, reação no local de injeção Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio transtorno do movimento, contração muscular, mioclonia; mioclonia. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (25 mg ou 50 mg), são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta ( 25 mg ou 50 mg) (Os termos de cada Classe de Sistema/ Órgão estão ordenadas alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, celulite, cistite, infecção no olho, infecção localizada, onicomicose, pneumonia, infecção no trato respiratório, abscesso subcutâneo, tonsilite, infecção no trato urinário, infecção viral Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Anemia, contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, hiperinsulinemia, polidipsia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia, embotamento afetivo, transtorno do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Transtorno de equilíbrio, acidente vascular cerebral, transtorno vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, nível reduzido de consciência, coma diabético, distonia*, instabilidade da cabeça, perda da consciência, síndrome neuroléptica maligna, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite, olhos secos, transtorno do movimento dos olhos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios de Ouvido e Labirinto Zumbido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, síndrome da taquicardia postural ortostática, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor, hipotensão, hipotensão ortostática Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, epistaxe, hiperventilação, pneumonia por aspiração, congestão pulmonar, estertores, transtornos respiratórios, congestão do trato respiratório Distúrbios Gastrintestinais Queilite, disfagia, incontinência fecal, fecaloma, flatulência, gastroenterite, obstrução intestinal, edema da língua Distúrbios Hepatobiliares Aumento das transaminases Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, eczema, eritema, hiperqueratose, descoloração da pele, lesão da pele, urticária Distúrbios do Tecido Conjuntivo, Musculoesquelético e Ossos Aumento da creatina fosfoquinase sanguínea, edema articular, dor no pescoço, postura anormal, rabdomiólise Distúrbios Renais e Urinários Disúria, polaciúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e de Mamas Secreção das mamas, ingorgitamento das mamas, aumento das mamas, ginecomastia, transtorno menstrual*, atraso na menstruação, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corporal, aumento da temperatura corporal, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência, edema de face, endurecimento, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações Posturais Queda, dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais duplo-cegos, controlados por placebo (9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos) são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, cistite, infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose, infecção no trato respiratório, tonsilite, infecção viral Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, polidipsia, diminuição do peso Distúrbios Psiquiátricos Embotamento afetivo, depressão, redução Transtorno da libido, pesadelo, distúrbio do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Distúrbio vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, coma diabético, hipoestesia, perda da consciência, parestesia, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios do Ouvido e Labirinto Tinido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, bradicardia, distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato respiratório, chiado Distúrbios Gastrintestinais Queilite, incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua, dor de dente Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas, aumento das transaminase Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele, lesão da pele Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e Conjuntivo Rigidez articular, fraqueza muscular, rabdomiólise Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Renais e Urinários Disúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Amenorreia, secreção das mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia, distúrbio da menstruação*, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corpórea, calafrios, desconforto, síndrome de retirada do medicamento, edema de face, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações do Procedimento Dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distúrbio da menstruação menstrução inclui: menstruação irregular, oligomenorreia. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Hiperinsulinemia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia Distúrbios do Sistema Nervoso Instabilidade da cabeça, síndrome neuroléptica maligna Distúrbios Oftalmológicos Distúrbio do movimento dos olhos, fotofobia Distúrbios Cardíacos Síndrome da taquicardia postural ortostática Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Gastrintestinais Obstrução intestinal Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, urticária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas, atraso na menstruação Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Endurecimento Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos duplo-cegos, controlados por placebo – transtorno autista A Tabela 5 apresenta as reações adversas relatadas em 5% ou mais dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® para irritabilidade associada ao transtorno autista em dois estudos de 8 semanas, duplo-cegos, controlados por placebo e um estudo de 6 semanas, duplo-cego, controlados por placebo. Tabela 5. Reações adversas em ≥ 5% dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® (e maior do que placebo) para irritabilidade associada ao transtorno autista em estudos clínicos duplo-cegos, controlados por placebo Porcentagem dos Pacientes que Relataram Reação Classe de Sistema/Órgão Risperdal® 0,5 – 4,0 Placebo (N=115) mg/dia (N=107) Distúrbio Gastrintestinal Vômito 20 17 Constipação 17 6 Boca seca 10 4 Náusea 8 5 Hipersecreção salivar 7 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 31 9 Pirexia 16 13 Sede 7 4 Infecções e infestações Nasofaringite 19 9 Rinite 9 7 Infecção do trato respiratório superior 8 3 Investigações Aumento de peso 8 2 Distúrbios do metabolismo e nutrição Aumento de apetite 44 2 Distúrbios do sistema nervoso Sedação 63 15 Incontinência Salivar 12 4 Cefaleia 12 10 Tremor 8 1 Tontura 8 2 Parkinsonismo* 8 1 Distúrbios renal e urinário Enurese 16 10 Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino Tosse 17 12 Rinorreia 12 10 Congestão nasal 10 4 Distúrbios da Pele e Tecido Subcutâneo Erupção cutânea 8 5 * Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular. Dados pós-comercialização Pós-comercialização Os eventos adversos identificados primeiramente identificados como reações adversas durante a experiência pós- comercialização com a risperidona e/ou paliperidona paliperidona, por categoria de frequência estimada a partir das taxas de relatos espontâneos com risperidona, estão descritos a seguir. Reação muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados: Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose, trombocitopenia; Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético; Distúrbios metabólicos e nutricionais: cetoacidose diabética, diabetes mellitus, cetoacidose diabética, hipoglicemia, intoxicação por água; Distúrbios psiquiátricos: mania; Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia; Distúrbios oftalmológicos: oculares: oclusão da artéria retinianaa; síndrome de íris flácida (intraoperatória); Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial; Distúrbios vasculares: trombose venosa de veia profunda, embolia pulmonar; Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono; Distúrbios gastrintestinais: íleo, pancreatite; íleo; Distúrbios hepatobiliares: icterícia; Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema, alopecia; Distúrbios renais e urinários: retenção urinária; Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal; Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo; Distúrbios gerais: hipotermia. hipotermia; reação no local da administração, incluindo abscesso, celulite, cisto, hematoma, necrose e úlcera. Nota: a Apenas com a formulação de Risperdal® Consta, na presença de defeitos intracardíacos predispondo a “shunt” direita-esquerda (por exemplo, forame oval patente). Muito raramente, casos de reações anafiláticas após aplicação de Risperdal® Consta® foram relatados durante o período pós-comercialização, em pacientes que apresentaram tolerância prévia à risperidona oral. Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. SUPERDOSE Sinais Embora a ocorrência de superdose seja menos provável com a administração parenteral do que com a oral, são apresentadas as informações referentes à superdose por via oral. Risperdal® Consta deve ser aplicado por profissional da área da saúde através de injeção glútea ou deltóide, e sintomas não pelo paciente como no caso do tratamento oral. Portanto, dentro destas circunstâncias, o risco de superdose com Risperdal® Consta é considerado insignificante. Sintomas Em geral geral, os sinais e sintomas foram aqueles relatados são resultantes da exacerbação dos do excesso de efeitos farmacológicos conhecidos do Risperdal®. da risperidona. Estes incluem sonolência e sedação, taquicardia, taquicardia e hipotensão arterial e sintomas extrapiramidais. Em situações de superdose, prolongamento Aumento do intervalo QT e convulsões foram relatados. relatados com superdose. Torsade de Pointes foi relatado em associação a superdosagem associada na presença de paroxetina superdose combinada de Risperdal® oral e Risperdal® oral. paroxetina. Em caso de superdose aguda, deve-se considerar a possibilidade de do envolvimento de vários medicamentos deve ser considerada. múltiplos fármacos. Tratamento Estabelecer e manter a via aérea livre, e garantir uma vias aéreas livres, garantindo boa ventilação ventilação, com oxigenação adequada. Lavagem gástrica (após intubação se o paciente estiver inconsciente) e administração de carvão ativado com laxantes devem ser consideradas. Monitorização cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitorização com ser instituída imediatamente, incluindo ECG contínuo para detecção de possíveis arritmias. Não existe antídoto específico contra o Risperdal®. Assim, para Risperdal® Consta. Portanto, apenas medidas de suporte devem ser instituídas. A hipotensão Hipotensão arterial e o colapso circulatório devem ser tratados com medidas apropriadas, tais adequadas, como infusão de líquidos e/ou administração de agentes simpaticomiméticos. Em caso simpatomiméticos. Na ocorrência de sintomas extrapiramidais severos, anticolinérgicos devem graves, medicação anticolinérgica deve ser administrados. A monitorização administrada. Monitorização intensiva, com rigorosa supervisão médica, deve durar ser mantida até que o paciente se recupere. a recuperação do paciente. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001 6001, se você precisar de mais orientações. DIZERES LEGAIS – COMPRIMIDOS REVESTIDOS
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INDICAÇÕES Risperdal® Consta é indicado no tratamento de uma ampla gama de pacientes esquizofrênicos incluindo: - a primeira manifestação da psicose; - com esquizofrenia, incluindo o primeiro episódio psicótico, exacerbações esquizofrênicas agudas; -- psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas agudas, esquizofrenia crônica e outros transtornos psicóticos psicóticos, nos quais os sintomas positivos (tais como (como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança), e/ou negativos (tais como (como embotamento afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) são proeminentes; - alívio de outros sintomas afetivos associados à esquizofrenia (tais como depressão, sentimentos de culpa, ansiedade); - sejam proeminentes. Risperdal® Consta é eficaz na manutenção da melhora clínica, durante o tratamento de longa duração para manutenção em pacientes que tenham apresentado uma resposta inicial ao tratamento com a prevenção da recaída (exacerbações agudas) nos pacientes esquizofrênicos crônicos. risperidona por via oral. Risperdal® Consta é indicado para o tratamento de curto prazo manutenção do transtorno bipolar tipo I em monoterapia. Risperdal® Consta é indicado para a mania aguda ou episódios mistos associados tratamento de manutenção do transtorno bipolar como terapia adjuvante em pacientes com transtorno bipolar I. Risperdal® é indicado, por até 12 semanas, para o tratamento de transtornos de agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer moderada a grave. Risperdal® também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo desde sintomas de agressividade até outros, como autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor. recaídas frequentes. RESULTADOS DE EFICÁCIA Esquizofrenia A evidência de eficácia de curto prazo com risperidona oral Risperdal® Consta (25 mg e 50 mg) no tratamento de esquizofrenia é proveniente manifestações de 3 estudos clínicos duplo-cegos, comparados transtornos psicóticos (esquizofrenia) foi estabelecida em um estudo controlado com ativo, placebo, de 12 semanas de duração, em pacientes psicóticos adultos em regime de internação e ambulatoriais, que no total envolveram mais preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. Em um estudo comparativo de 2.200 12 semanas, em pacientes com esquizofrenia. Dois dos 3 estudos também tiveram um braço placebo. esquizofrenia estabilizados, Risperdal® Consta mostrou eficácia semelhante à formulação comprimidos de uso oral. A eficácia da risperidona oral no tratamento de manutenção da esquizofrenia foi demonstrada em 2 estudos duplo-cegos, comparados com ativo: 1 estudo com uma duração de 12 meses e 1 estudo com uma duração de 1 a 2 anos. Para estabelecer a segurança e a eficácia de longo prazo (50 semanas) de Risperdal® Consta foi avaliada, também, em um estudo aberto em pacientes psicóticos estabilizados, em regime de internação e ambulatorial, que preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. A eficácia foi mantida no decorrer do tratamento com risperidona oral Risperdal® Consta. Figura 1: Média das pontuações totais na PANSS ao longo do tempo (LOCF) em pacientes com esquizofrenia. Base Desfecho Semana Figura 2: Alteração média na pontuação total de PANSS frente à linha de base para todas as doeses testadas em 50 semanas, em um regime estudo aberto. Base Desfecho Semana Alterações negativas indicam melhora Tratamento de dose única diária, 3 estudos duplo-cegos foram conduzidos. Um destes 3 estudos incluiu um braço placebo. Um total manutenção em transtorno bipolar tipo I – monoterapia A eficácia de 815 pacientes nestes estudos foram tratados com risperidona, dos quais 328 receberam um regime posológico Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia para o tratamento de duas doses diárias e 487 um regime posológico de uma dose diária. Ambos os estudos de curta e longa duração, e os estudos de regime posológico de dose única diária, incluíram pacientes adultos com um diagnóstico de esquizofrenia de acordo com o critério do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Um estudo aberto de 12 semanas foi conduzido para avaliar a segurança e tolerabilidade da risperidona oral em pacientes idosos com idade de 65 anos ou mais com um diagnóstico DSM de esquizofrenia. Os estudos mencionados anteriormente utilizaram diversos instrumentos para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos, incluindo a Escala das Síndromes Positiva e Negativa (PANSS), a Escala de Avaliação Psiquiátrica Breve (BPRS), a Escala de Impressão Clínica Global de Mudança (CGI-C) e Gravidade (CGI-S), e a Escala de Avaliação de Sintomas Negativos (SANS). Transtorno bipolar I A evidência da eficácia e segurança da risperidona em monoterapia no tratamento da mania manutenção do transtorno bipolar tipo I é baseada nos resultados de 3 foi estabelecida em dois estudos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo. Dois destes estudos foram estudos de 3 semanas de duração e avaliaram a eficácia e segurança da risperidona versus placebo. Todos os pacientes que completaram estes estudos puderam entrar em um estudo de extensão, aberto, de 9 semanas. Um estudo teve um período de tratamento duplo-cego de 3 semanas (risperidona, haloperidol ou placebo), seguido por um período de manutenção de 9 semanas, com tratamento tanto duplo-cego (risperidona ou haloperidol) quanto aberto (risperidona). Um braço de haloperidol foi incluído como uma referência interna em ambos os períodos: a fase aguda de três semanas e o período de manutenção consecutivo de nove semanas. O desenho do estudo RIS-INT-69 para estabelecer a manutenção do efeito seguiu de maneira próxima o desenho que consistiu em uma comparação direta dos braços de tratamento ativo (produto teste e comparador ativo) cobrindo um período de 12 semanas. Os pacientes do grupo placebo que permaneceram no período duplo-cego após três semanas receberam risperidona. As comparações estatísticas de 12 semanas incluíram apenas aqueles pacientes randomizados destinados à risperidona ou ao haloperidol no início do estudo. Pacientes do grupo placebo que mudaram para risperidona não foram incluídos nesta análise. Dois estudos foram executados para avaliar a eficácia e a segurança da risperidona em combinação com estabilizadores de humor (lítio ou valproato; e lítio, valproato e carbamazepina) versus placebo em combinação com estabilizadores de humor no tratamento de pacientes com episódios de mania do transtorno bipolar. O estudo também incluiu um braço de haloperidol apenas como uma referência interna para avaliar a validade do desenho e para facilitar a interpretação correta dos resultados dos estudos. Ambos os estudos incluíram um fase duplo-cega de 3 semanas, seguida por uma fase aberta, não controlada, de dez semanas. Todos os estudos clínicos foram conduzidos em pacientes que tiveram transtorno bipolar I de acordo com os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4ª edição (DSM-IV). Os estudos RIS-INT- 69 e RIS-USA-239 incluíram apenas pacientes com episódios de mania. Os estudos RIS-IND-2, RIS-USA-102 e RIS-INT-46 também incluíram pacientes com episódios mistos, ou seja, episódios de mania com sintomas concomitantes de depressão maior por ao menos sete dias. Em todos os estudos clínicos, a risperidona foi administrada em uma faixa de dose flexível de 1 a 6 mg. Transtornos do comportamento em pacientes com demência A risperidona demonstrou sua segurança e eficácia no tratamento de um ou mais Sintomas Comportamentais e Psicológicos de Demência (BPSD) em três estudos multicêntricos, duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes idosos com demência. A análise agrupada da eficácia destes estudos representa dados de 1.150 pacientes idosos internados em instituição (722 tratados com risperidona). Dados de segurança de longo prazo (até 12 meses) com risperidona em pacientes idosos com demência também estão disponíveis. A população em cada um destes estudos era de pacientes adultos que estavam internados em uma casa de repouso ou hospital e apresentavam distúrbios comportamentais que foram pelo menos problemas moderados para os cuidadores ou perigosos para eles próprios. Os estudos incluíram pacientes com uma ampla faixa de BPSD, baseado na pontuação total na BEHAVE-AD; o estudo RIS-AUS-5 especificamente considerou pacientes exibindo comportamento agressivo, baseado em uma pontuação mínima de agressão total na subscala do Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield (CMAI). Os pacientes foram recrutados de um espectro completo de gravidade de demência e debilitação cognitiva e apresentavam demência de Alzheimer, demência vascular ou diagnóstico misto de acordo com preencheram os critérios do DSM-IV. Pacientes DSM-IV para transtorno bipolar tipo I, apresentando-se estáveis ou apresentando episódios mistos ou maníacos agudos. Em um primeiro estudo clínico, um total de 585 pacientes foram tratados durante 12 semanas em um período de fase aberta com demências Risperdal® Consta (com dose inicial de Lewy-body 25 mg, e titulação, se fosse considerada clinicamente desejável, para 37,5 mg ou 50 mg). Durante a fase aberta, 410 (70%) pacientes obtiveram remissão estável e foram excluídos randomizados para um tratamento duplo-cego com a mesma dose de Risperdal® Consta, placebo ou olanzapina, e foram monitorados para recaída durante um período de 18 meses. O desfecho primário foi o tempo para ocorrer a recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania, ou uma combinação desses sintomas). O tempo para ocorrer a recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o grupo placebo (p = 0,032, teste de log rank). Ao longo dos 18 meses de estudo, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 38,5% dos pacientes do RIS-AUS-5. Pacientes grupo do Risperdal® Consta e 55,8% dos pacientes do grupo placebo tiveram recaída. Os pacientes do grupo placebo foram 1,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado com outras demências ou outras condições neurológicas, as quais diminuem as funções cognitivas, pacientes do grupo do Risperdal® Consta. A maioria das recaídas ocorreram devido à mania, ao invés de sintomas de depressão. As evidências foram excluídos insuficientes para determinar a eficácia de todos os estudos, assim como Risperdal® Consta em retardar o tempo para ocorrência de depressão em pacientes com outros distúrbios psicológicos. Nos estudos controlados transtorno bipolar tipo I no presente estudo. Baseado nos seus históricos de fase 3, a eficácia foi avaliada por meio da BEHAVE-AD transtorno bipolar, os indivíduos que participaram desse estudo tinham tido, em média, mais episódios de mania do que episódios de depressão. Em um segundo estudo clínico, um total de 501 pacientes foram tratados durante um período aberto de 26 semanas com Risperdal® Consta (dose inicial de 25 mg, e CMAI titulação para avaliar a gravidade 37,5 e a frequência dos sintomas, respectivamente. A relevância das mudanças na escala de comportamento foi avaliada usando a escala CGI. Dois estudos adicionais, controlados por placebo, duplo-cegos, foram conduzidos 50 mg, se julgado clinicamente desejável; em um subgrupo de pacientes com BPSD, no caso, pacientes com psicose na Doença de Alzheimer. Autismo em crianças e adolescentes A evidência de eficácia de risperidona oral em crianças e adolescentes diagnosticadas com autismo, conforme definido pelos critérios DSM-IV, foi baseada principalmente em dois estudos duplo-cego, controlados por placebo, com duração de 8 semanas, em crianças e adolescentes com autismo ou outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID). Um dos estudos era randomizado, duplo-cego, com grupo-paralelo, dose flexível, com duração de 8 semanas, de segurança e eficácia de risperidona em crianças e adolescentes (com idade de 5 a 17 anos e 2 meses) com autismo. O estudo foi conduzido por uma rede de unidades de pesquisa de psicofarmacologia pediátrica e patrocinado pelo Instituto Nacional de Doenças Mentais. Outro estudo era duplo- cego, randomizado, com grupo-paralelo, controlado por placebo, dose flexível, de 8 semanas, de segurança e eficácia da risperidona em crianças com idade entre 5 a 12 anos com autismo ou outros TIDs. A variável primária de eficácia em ambos estudos foi a mudança frente a linha de base no desfecho final na subescala de irritabilidade da ABC, como preenchida pelo pai ou cuidador sob orientação de um clínico. A resposta CGI-C foi uma variável coprimária ou secundária de eficácia nestes estudos. Os estudos demonstraram que a risperidona, a uma dose oral mediana modal de 2,0 mg/dia, melhora significativamente os sintomas de autismo em crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. A melhora foi observada na semana 2 e foi mantida nas semanas 4, 6 e 8. Os resultados do estudo indicaram que uma dose oral mediana modal de 0,04 mg/kg/dia de risperidona melhora significativamente os sintomas de autismo ou outros TIDs em crianças com idade de 5 a 12 anos. Uma melhora clinicamente significativa com risperidona foi observada nas subescalas ABC que correspondem aos sintomas do autismo, incluindo os sintomas principais de prejuízo na interação social, prejuízo na comunicação, comportamentos repetitivos e esteriotipados, interesses e atividades associadas aos sintomas de hiperatividade, falta de atenção, agressividade para com os outros e consigo mesmo, e acessos de raiva. A eficácia foi observada independente dos subgrupos demográficos (idade/raça/sexo), presença/ausência de sonolência como um evento adverso, ou quociente de inteligência. A risperidona oral foi significativamente superior ao placebo para reduzir irritabilidade e melhorou significativamente os sintomas de autismo, conforme demonstrado por alterações nas diferenças dos quadrados mínimos da linha de base para todas as subescalas ABC (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade e discurso inapropriado) e 3 subgrupos de subescalas ABC em autismo (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade). Os resultados clínicos mensurados pela CGI-C confirmam que as alterações na ABC (mensuradas pelos pais ou cuidador) são clinicamente relevantes e a porcentagem de pacientes que não toleraram a dose de 25 mg, esta pôde ser reduzida para 12,5 mg). Na fase aberta, 303 (60%) dos pacientes alcançaram remissão e foram responsivos à CGI-C (“muita melhora” ou “extrema melhora”) foi significativa randomizados para o tratamento duplo-cego também com a risperidona – aproximadamente mais 64,0% mesma dose de Risperdal® Consta ou placebo, e 32,4% (subgrupo autismo) monitorados para recaídas durante um período de 24 meses. O desfecho primário foi o tempo de recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania ou episódios mistos). O tempo de recaída foi retardado em pacientes foram CGI-C responsivos com risperidona do que com placebo. Aproximadamente mais 40,1% e 26,1% (subgrupo autismo) pacientes foram ABC responsivos com risperidona do que recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o placebo (diminuição ou melhora ≥ 50% da linha (p<0,001, teste de base log rank). O tempo no qual 25% dos pacientes apresentaram recaída foi de 82 dias no grupo placebo versus 173 dias no grupo Risperdal® Consta. No decorrer de 24 meses, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 30% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e 56% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Os pacientes no grupo placebo foram 2,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado a pacientes do grupo Risperdal® Consta. A maioria das recaídas foi devido a sintomas maníacos ao invés de depressivos. Há evidências insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta em retardar o tempo de ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I nesse estudo. Baseado nos seus históricos do transtorno bipolar, os pacientes teriam apresentado em média, mais episódios maníacos do que depressivos. Transtorno bipolar tipo I – tratamento adjuvante A efeticácia de Risperdal® Consta como tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo em pacientes adultos que atenderam os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor requerendo intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 subescalas ABC episódios nos 6 meses antecedentes ao início do estudo. Os pacientes tiveram que alcançar remissão estável pelo menos nas últimas 4 semanas na fase aberta inicial de 16 semanas com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em adição ao seu tratamento prévio para transtorno bipolar, que consistia em estabilizadores do humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos, antes de entrar em um período de estudo duplo-cego controlado por placebo de terapia adjuvante de 52 semanas de duração. Todos os antipsicóticos orais foram descontinuados após as 3 primeiras semanas da aplicação inicial de Risperdal® Consta. O tempo para recaída (recorrência) para um novo episódio de humor, o desfecho primário, foi retardado em pacientes recebendo terapia adjuvante com Risperdal® Consta quando comparado ao placebo (p= 0,01; teste de log rank). No decorrer de 52 semanas de fase duplo-cega de prevenção de recaída, 23% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e nenhuma ABC demonstrou aumento ou piora ≥ 10%). 46% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Risperdal® Consta foi eficaz como tratamento adjuvante na prevenção de recorrência de episódios de humor de mania quanto depressivos. Referências 1. Borison RL, Pathiraja AP, Diamond BI, Meibach RC. Risperidone: clinical safety and efficacy in schizophrenia. Psychopharmacol Bull. 1992; 28(2):213. 2. Chouinard Gelders YG, Heylen SLE, Vanden Bussche G, Jones B, Remington G, Bloom D, Addington D, MacEwan GW, Labelle A, Beauclair L, Arnott W. 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Tem elevada afinidade pelos por receptores serotoninérgicos 5-HT2 5HT 2 e dopaminérgicos D2. A risperidona liga-se igualmente aos também a receptores alfa-1 adrenérgicos e, com menor afinidade, aos a receptores histaminérgicos H1 e adrenérgicos alfa-2. alfa-2 adrenérgicos. A risperidona não tem afinidade pelos por receptores colinérgicos. Apesar de a risperidona ser um antagonista D2 D 2 potente, o ao que é considerado como ação responsável pela se atribui a melhora dos sintomas positivos da esquizofrenia, o seu efeito depressor ela produz menos depressão da atividade motora e indutor indução de catalepsia é menos potente do que os neurolépticos clássicos. convencionais. O antagonismo balanceado equilibrado serotoninérgico e dopaminérgico central pode reduzir a possibilidade de desenvolver desenvolvimento de efeitos colaterais extrapiramidais e estende ampliar a atividade terapêutica sobre os a sintomas negativos e afetivos da esquizofrenia. A solução oral e os comprimidos revestidos Farmacocinética Características gerais da risperidona após a administração de Risperdal ® Consta Após injeção intramuscular única de Risperdal® Consta, o perfil de liberação consiste de uma pequena liberação inicial (<1% da dose) do fármaco, seguida de um intervalo inativo de 3 semanas. A liberação principal do fármaco se inicia após 3 semanas, mantém-se da 4ª até a 6ª semana e desaparece por volta da 7ª semana. Portanto, a complementação com antipsicótico por via oral deve ser realizada durante as três primeiras semanas de tratamento com Risperdal® Consta. Após injeções intramusculares repetidas de 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta a cada duas semanas, as concentrações plasmáticas medianas de vale e de pico da fração antipsicótica ativa flutuaram entre 9,9-19,2 ng/mL e 17,9-45,5 ng/mL, respectivamente. A farmacocinética da risperidona é linear no intervalo de doses de 25-50 mg, administrados a cada duas semanas. Não foi observado acúmulo de risperidona durante uso prolongado (12 meses), em pacientes tratados com 25-50 mg a cada duas semanas. Os estudos acima foram conduzidos com administração na região glútea. As injeções intramusculares das mesmas doses na região deltoide ou glútea são bioequivalentes. Propriedades Farmacocinéticas bioequivalentes e, portanto, intercambiáveis. Um estudo de dose única oral mostrou aumento da concentração ativa no plasma e redução na depuração plasmática do antipsicótico ativo de 30% nos idosos e 60% em pacientes com insuficiência renal. A concentração plasmática de risperidona foi normal nos pacientes com insuficiência hepática, mas a fração média de risperidona livre no plasma aumentou cerca de 35%. Relação farmacocinética/farmacodinâmica Não houve relação entre as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa e a alteração das pontuações totais da PANSS (Escala das Síndromes Positiva e Negativa) e da ESRS (Escala de Avaliação de Sintomas Extrapiramidais) entre as visitas de avaliação, em qualquer um dos estudos de fase III para verificação de eficácia e segurança. - Absorção A absorção da risperidona de Risperdal® Consta é completamente absorvida após administração oral, alcançando um pico de concentrações plasmáticas em 1 a 2 horas. A absorção não é alterada pela alimentação, e, portanto, a risperidona pode ser ingerida durante as refeições ou não. completa. - Distribuição A risperidona é rapidamente distribuída. tem distribuição rápida. O volume de distribuição é de 1-2 L/kg. 1-2L/kg. No plasma, a risperidona se liga liga-se à albumina e à alfa1 glicoproteína ácida. A taxa de ligação da risperidona à proteína plasmática às proteínas plasmáticas é de 88% 90% para a risperidona e 77% para a 9- hidróxi-risperidona. Uma semana após a administração, 70% da dose é excretada na urina e 14% nas fezes. Na urina, a risperidona mais 9-hidróxi-risperidona representam 35-45% da dose. O restante são metabólitos inativos. 9-hidróxi-risperidona. - Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 em para 9-hidróxi-risperidona, que apresenta uma possui atividade farmacológica similar semelhante à da risperidona. A risperidona mais a 9-hidróxi-risperidona formam a fração antipsicótica ativa é assim formada pela risperidona e pela 9- hidróxi-risperidona juntas. ativa. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. - Eliminação Após administração oral a pacientes psicóticos, a risperidona é eliminada com uma meia-vida de 3 horas. A meia- vida de eliminação da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa é de 24 horas. Proporcionalidade de dose O estado de equilíbrio é alcançado em um dia para a risperidona e em 4-5 dias para a 9-hidróxi-risperidona, na maioria dos pacientes. As concentrações plasmáticas de risperidona são proporcionais à dose, dentro da faixa terapêutica. Pacientes pediátricos A farmacocinética da risperidona, da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa em crianças é similar àquela em adultos. Insuficiência renal e hepática Um estudo com dose única mostrou concentrações plasmáticas ativas mais altas e uma diminuição na depuração plasmática da fração antipsicótica ativa e da risperidona são 5,0 e 13,7 L/h, respectivamente, em metabolizadores rápidos, e 3,2 e 3,3 L/h, respectivamente, em metabolizadores lentos da CYP2D6. A combinação do perfil de 30% em idosos liberação e 60% em pacientes com insuficiência renal. As o regime posológico (injeção intramuscular a cada duas semanas) resulta na manutenção de concentrações plasmáticas terapêuticas, que permanecem por até 4-6 semanas após a última injeção de risperidona foram normais Risperdal® Consta. A fase de eliminação se completa em pacientes com insuficiência hepática, mas aproximadamente 7-8 semanas após a média da fração livre de risperidona no plasma aumentou em cerca de 35%. Dados pré-clínicos Em estudos de toxicidade (sub)crônica, nos quais a administração foi iniciada em ratos e cães sexualmente imaturos, efeitos dose-dependentes estavam presentes no trato genital de machos e fêmeas e na glândula mamária. Estes efeitos estavam relacionados com os níveis aumentados de prolactina sérica, resultantes da atividade da risperidona de bloqueio do receptor dopaminérgico D2. Em um estudo de toxicidade juvenil em ratos, observou-se o aumento na mortalidade dos filhotes e o atraso no desenvolvimento físico. Em um estudo de 40 semanas em cães jovens, a maturação sexual foi atrasada em cães jovens. O crescimento de ossos longos não foi afetado em uma dose semelhante à dose máxima para adolescentes humanos (6 mg/dia). Efeitos foram observados em uma dose 4 vezes (com base na AUC) ou 7 vezes (com base em mg/m2) a dose máxima em adolescentes humanos. última injeção. CONTRAINDICAÇÕES Risperdal® Consta é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à risperidona ou a qualquer componente da de sua fórmula. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Em pacientes virgens de tratamento com a risperidona, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade da risperidona oral antes de iniciar o tratamento com Risperdal® Consta. Pacientes idosos com demência - Mortalidade geral Geral Pacientes idosos com demência tratados com antipsicóticos atípicos tiveram um aumento na mortalidade quando comparado com ao placebo em uma metanálise de 17 estudos controlados de antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal®. Em estudos clínicos de Risperdal® oral controlados por com placebo nesta população, a incidência de mortalidade foi 4,0% para pacientes tratados com Risperdal® comparado com a 3,1% em pacientes tratados com placebo. A idade média de pacientes que vieram a óbito era de 86 anos (intervalo de 67 a 100 anos). - Uso concomitante Concomitante de furosemida Em estudos controlados por de Risperdal® oral com placebo em pacientes idosos com demência, uma maior incidência de mortalidade foi observada em pacientes tratados com furosemida e risperidona (7,3%; idade média de média: 89 anos, intervalo de 75 a 97 anos) quando comparado aos pacientes tratados com risperidona isolada (3,1%; idade média de média: 84 anos, intervalo de 70 a 96 anos) ou furosemida isolada (4,1%; idade média de média: 80 anos, intervalo de 67 a 90 anos). O aumento na mortalidade em pacientes tratados com furosemida e risperidona foi observado em dois de quatro estudos clínicos. O mecanismo fisiopatológico não foi claramente identificado para explicar este achado e não há um padrão consistente para a causa do óbito. Apesar disto, deve-se ter cautela e avaliar os riscos e os benefícios desta combinação combinação, antes da decisão de uso. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente com à risperidona. Independente do tratamento, desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência. - Eventos adversos vasculares cerebrais Adversos Vasculares Cerebrais Estudos clínicos controlados por com placebo realizados em pacientes idosos com demência mostraram uma incidência maior de eventos adversos vasculares cerebrais (acidentes vasculares cerebrais e episódios de isquemia transitória), incluindo óbitos, em pacientes tratados com Risperdal® comparado aos que receberam placebo (idade média de média: 85 anos, intervalo de 73 a 97 anos). anos) tratados com Risperdal® oral comparados aos que receberam placebo. Hipotensão ortostática Devido à atividade Ortostática Em razão de bloqueio alfa-adrenérgico da risperidona, alfa-adrenérgico, pode ocorrer hipotensão (ortostática), especialmente durante o período inicial de adequação posológica. Hipotensão início do tratamento. Observou-se hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, significativa, pós-comercialização, com o uso concomitante da risperidona e de tratamento anti-hipertensivo. Risperdal® A risperidona deve ser usado usada com cautela em pacientes com doença cardiovascular (por exemplo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, distúrbios da condução, desidratação, hipovolemia ou doença vascular cerebral), e a dose cerebral). A relação risco-benefício do tratamento com Risperdal® Consta deve ser adaptada gradualmente, como recomendado. A dose deve ser reduzida em caso de hipotensão. avaliada, se a hipotensão ortostática clinicamente relevante persistir. Leucopenia, neutropenia neutropenia, e agranulocitose Eventos de leucopenia, neutropenia e agranulocitose foram relatados com agentes antipsicóticos, incluindo Risperdal®. Risperdal® Consta. Agranulocitose foi relatada muito raramente (< 1/10.000 pacientes) durante a vigilância pós- comercialização. Pacientes com histórico de contagem baixa e clinicamente significativa de leucócitos ou leucopenia/neutropenia induzida por medicamento devem ser monitorados durante os primeiros meses de tratamento e deve-se considerar a descontinuação de Risperdal® Consta ao primeiro sinal de queda clinicamente significativa na contagem de células brancas leucócitos na ausência de outros fatores causadores. Pacientes com neutropenia clinicamente significativa devem ser cuidadosamente monitorados para febre ou outros sintomas ou sinais de infecção e tratados imediatamente se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave (contagem absoluta de neutrófilos < 1 x 109/L) X 10 9/L) devem descontinuar Risperdal® Consta e ter as contagens a contagem de leucócitos acompanhadas acompanhada até sua recuperação. Tromboembolismo venoso Casos de tromboembolismo venoso (TEV) foram relatados com medicamentos antipsicóticos. Já que pacientes tratados com antipsicóticos frequentemente apresentam fatores de risco adquiridos para tromboembolismo venoso, TEV, todos os possíveis fatores de risco para tromboembolismo venoso TEV devem ser identificados antes e durante o tratamento com Risperdal® Consta e medidas preventivas devem ser tomadas. Discinesia tardia / Sintomas extrapiramidais Os medicamentos Fármacos com propriedades antagonistas dopaminérgicas foram têm sido associados à indução de discinesia tardia, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente da língua e/ou da face. No entanto, foi descrito que o aparecimento orofaciais. A ocorrência de sintomas extrapiramidais representa tem sido relatada como um fator de risco no para o desenvolvimento de discinesia tardia. Risperdal® Como tem um menor potencial menor para induzir de indução de sintomas extrapiramidais em comparação aos neurolépticos clássicos. Assim, Risperdal® convencionais, a risperidona deve apresentar ter um risco menor do que os neurolépticos clássicos na indução reduzido de induzir discinesia tardia. Se ocorrerem sinais e sintomas de discinesia tardia aparecerem em pacientes tratados com Risperdal®, tardia, deve-se considerar a descontinuação do medicamento deve ser considerada. interrupção de todos os medicamentos antipsicóticos. Síndrome Neuroléptica Maligna A ocorrência de Síndrome Neuroléptica Maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração da do nível de consciência e elevação dos níveis plasmáticos de creatina fosfoquinase sérica, foi tem sido relatada com o uso de antipsicóticos. Outros sinais podem incluir mioglobinúria (rabdomiólise) e insuficiência renal aguda. Neste caso, todos os medicamentos antipsicóticos, incluindo Risperdal®, a risperidona, devem ser interrompidos. Após a última administração de Risperdal® Consta, níveis plasmáticos de risperidona estão presentes por (no mínimo) até 6 semanas. Doença de Parkinson e Demência de com Corpos de Lewy O risco-benefício deve ser avaliado ao prescrever antipsicóticos, incluindo Risperdal®, Risperdal® Consta, para pacientes com Doença de Parkinson ou Demência de Corpos de Lewy, em razão do possível aumento do risco de Síndrome Neuroléptica Maligna Malígna nestes pacientes, bem como um aumento na sensibilidade aos antipsicóticos. A manifestação deste aumento na sensibilidade pode incluir confusão, obnubilação, instabilidade postural com quedas frequentes em adição aos sintomas extrapiramidais. Reações de hipersensibilidade Embora a tolerabilidade da risperidona oral ou da paliperidona deva ser estabelecida antes do início do tratamento com Risperdal® Consta, foram relatados casos muito raros de reações anafiláticas durante a experiência pós-comercialização em pacientes que anteriormente toleraram risperidona oral. Se ocorrerem reações de hipersensibilidade, descontinue o uso de Risperdal® Consta. Inicie medidas gerais de suporte, conforme clinicamente apropriado e monitore o paciente até que os sinais e sintomas desapareçam. Hiperglicemia e diabetes Diabetes mellitus Hiperglicemia, diabetes mellitus e exacerbação de diabetes pré-existente preexistente têm sido relatadas durante o tratamento com Risperdal®. A avaliação da relação entre o uso de antipsicótico atípico e anormalidades da glicose é intrincada pela possibilidade de um aumento do risco pré-existente preexistente para diabetes mellitus em pacientes com esquizofrenia e a incidência crescente do diabetes mellitus na população em geral. Considerando estes múltiplos fatores, a relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e os eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida. Qualquer paciente tratado com antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal, Risperdal Consta, deve ser monitorado para sintomas de hiperglicemia e diabetes mellitus. Ganho de peso Um significativo aumento significativo de peso foi relatado. Aconselha-se monitoramento do de aumento de peso durante o uso de Risperdal®. Risperdal® Consta. Intervalo QT Assim como com outros antipsicóticos, deve-se ter cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta em pacientes com história de arritmias cardíacas, em pacientes com síndrome Síndrome do intervalo QT prolongado congênita e em uso concomitante de medicamentos conhecidos por prolongar que sabidamente prolongam o intervalo QT. Priapismo Há relatos de priapismos induzidos priapismo induzido por medicamentos com efeitos bloqueadores alfa-adrenérgicos. Priapismo foi relatado com Risperdal® Consta durante a vigilância pós-comercialização. Regulação da temperatura corporal O comprometimento da capacidade de reduzir a temperatura corporal central foi atribuído a agentes antipsicóticos. Recomenda-se cuidado adequado ao prescrever Risperdal® Consta a pacientes que apresentarem condições que podem contribuir para a elevação da temperatura corporal corproal central, como por exemplo, a realização de exercícios extenuantes, exposição a calor intenso, uso de medicação medicamento concomitante com à atividade anticolinérgica ou estar sujeito à desidratação. Efeito antiemético Nos Efeito antiemético foi observado nos estudos pré-clínicos com a risperidona, foi observado efeito antiemético. risperidona. Esse efeito, se ocorrer em humanos, pode mascarar os sinais e sintomas da superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Convulsões Como ocorre com outros antipsicóticos, Risperdal® Consta deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou outras condições que potencialmente reduzem reduzam o limiar de convulsão. Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória (IFIS) foi observada durante cirurgia de catarata em pacientes tratados com medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos, incluindo Risperdal®. Risperdal® Consta. A IFIS pode aumentar o risco de complicações oftálmicas durante e após a cirurgia. O cirurgião oftalmologista deve ser informado, previamente à cirurgia, sobre o uso atual ou anterior de medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos. Os benefícios potenciais da interrupção do tratamento de bloqueio de receptores alfa 1 previamente à cirurgia de catarata não foram estabelecidos e devem ser considerados contra o risco de interromper o tratamento antipsicótico. Gravidez antipisicótico. Administração Deve-se evitar a administração inadvertida de Risperdal® Consta em vasos sanguíneos. Uso durante a gestação (Categoria C) e lactação Gravidez A segurança de Risperdal® da risperidona para uso durante a gravidez não foi estabelecida gestação em seres humanos. humanos não está estabelecida. Apesar de estudos realizados em animais não indicarem toxicidade direta da risperidona sobre a na reprodução, alguns efeitos indiretos, mediados pela prolactina e pelo SNC, foram observados. Nenhum efeito teratogênico foi observado em nenhum estudo. Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo Risperdal®) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares. Risperdal® Consta só deve ser usado durante a gravidez gestação se os benefícios superarem compensarem os riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Lactação Em estudos em animais, a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas no leite. Demonstrou-se que a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas também no leite humano. Assim, Portanto, mulheres recebendo em uso de Risperdal® Consta não devem amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Risperdal® A risperidona pode interferir com as atividades que exigem uma boa vigilância. exijam atenção. Portanto, durante o tratamento, o paciente tratamento você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Para os comprimidos de Risperdal®: Este medicamento contém lactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações de Risperdal® Consta com a administração concomitante de outros medicamentos não foi avaliada de maneira sistemática. Os dados sobre interações apresentados são baseados nos estudos com Risperdal® oral. Interações relacionadas à farmacodinâmica - Medicamentos com ação central e álcool Devido a seus efeitos primários sobre o SNC, Risperdal® A risperidona deve ser administrado administrada com cautela em associação com outros medicamentos com ação central ou álcool. álcool, em razão de seus efeitos primários no sistema nervoso central. - A levodopa Levodopa e agonistas dopaminérgicos Risperdal® A risperidona pode antagonizar o efeito da levodopa e de outros agonistas dopaminérgicos. - Medicamentos com efeito hipotensor Hipotensão Observou-se hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e do tratamento anti- hipertensivo no período de tratamento anti-hipertensivo. pós-comercialização. - Medicamentos que prolongam o intervalo QT Recomenda-se cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta com medicamentos que sabidamente prolongam o intervalo QT. Interações relacionadas à farmacocinética Interação com alimentos Os alimentos não afetam a absorção de Risperdal®. A risperidona é metabolizada principalmente através da CYPD26 e, em menor extensão, através da CYP3A4. Tanto a risperidona como seu metabólito ativo 9-hidróxi-risperidona são substratos da glicoproteína-P (P-gp). As substâncias que modificam a atividade da CYP2D6 ou as substâncias que inibem ou induzem fortemente a atividade da CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P glicoproteína-P, podem influenciar a farmacocinética da fração antipsicótica da risperidona. - Inibidores potentes fortes da CYP2D6 A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor potente forte da CYP2D6 pode aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. Doses maiores de um inibidor potente forte da CYP2D6 podem elevar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona (por exemplo, paroxetina; veja a seguir). Quando a paroxetina ou outro inibidor potente forte da CYP2D6, especialmente em doses altas, forem são iniciados concomitantemente ou descontinuados, o médico deve reavaliar a posologia do Risperdal®. Risperdal® Consta. - Inibidores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp pode aumentar substancialmente de forma substancial as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de itraconazol ou outro inibidor potente forte da CYP3A4 e/ou da P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal®. Risperdal® Consta. - Indutores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um indutor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp pode diminuir as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de carbamazepina ou outro indutor potente forte da CYP3A4 e/ou P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal®. Risperdal® Consta. - Medicamentos com alta ligação às proteínas Quando Risperdal® Consta é tomado junto administrado em associação a medicamentos fármacos com alto índice teor de ligação proteica, às proteínas plasmáticas, não há um ocorre deslocamento das proteínas plasmáticas clinicamente relevantes em nenhum deles. relevante da fração ligada de qualquer dos fármacos. Quando estes medicamentos forem administrados concomitantemente, consultar as respectivas bulas sobre a via de metabolismo e a possível necessidade de ajustar as doses. - População pediátrica Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. A relevância dos resultados destes estudos para os pacientes pediátricos é desconhecida. - Exemplos de medicamentos com potencial para interação ou que não apresentaram interação com a risperidona: - Antibacterianos: A eritromicina, um inibidor moderado da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. A rifampicina, um indutor forte da CYP3A4 e indutor da P-gp, diminuiu as concentrações plasmáticas da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Inibidores da colinesterase: A galantamina e a donepezila, ambas substratos substrato de CYP2D6 e CYP3A4, não mostraram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Antiepiléticos: Antiepilépticos: A carbamazepina, um indutor forte da de CYP3A4 e indutor da de P-gp, diminui os níveis plasmáticos as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa de risperidona.. da risperidona. O topiramato reduziu ligeiramente a biodisponibilidade da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. Portanto, esta interação provavelmente não apresenta significância clínica. A risperidona não demonstra efeito apresentou efeitos clinicamente significante relevantes na farmacocinética do valproato ou do topiramato. - Antifúngicos: O itraconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa em cerca de 70%, com doses de risperidona de 2 mg/dia a 8 mg/dia. O cetoconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da risperidona e diminuiu as concentrações plasmáticas da 9-hidróxi-risperidona. - Antipsicóticos: Os fenotiazínicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não as da fração antipsicótica ativa. O No caso do aripiprazol, um substrato de CYP2D6 e CYP3A4: a risperidona, na forma de comprimidos ou injetável, não afetou a farmacocinética da soma do aripiprazol e de seu metabólito ativo, de-hidroaripiprazol. - Antivirais: Inibidores de protease: não há dados disponíveis de estudos formais. No entanto, como o ritonavir é um inibidor forte de CYP3A4 e um inibidor fraco de CYP2D6, o ritonavir e inibidores de protease potencializados com ritonavir podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. - Betabloqueadores: Alguns betabloqueadores podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. - Bloqueadores de canal de cálcio: O verapamil, um inibidor moderado de CYP3A4 e um inibidor de P-gp, aumenta a concentração plasmática de risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Glicosídeos digitálicos: A risperidona não demonstra efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina. - Diuréticos: Furosemida: veja Sobre a furosemida: veja, no item “ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES” PRECAUÇÕES”, o aumento da mortalidade em pacientes idosos com demência que estão recebendo tratamento concomitante com furosemida. de furosemidae Risperdal® oral. - Medicamentos gastrintestinais: Antagonistas de receptor H2: a cimetidina e a ranitidina, ambas inibidores fracos de CYP2D6 e CYP3A4, aumentaram a biodisponibilidade da risperidona, mas apenas marginalmente aquela da fração antipsicótica ativa. - Lítio: A risperidona não demonstra efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética do lítio. - Antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos da recaptação de serotonina: A fluoxetina, um inibidor forte da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. A paroxetina, um inibidor forte da de CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas, mas em doses de até 20 mg/dia, menos da fração antipsicótica ativa. Entretanto, doses maiores de paroxetina podem elevar a concentração da fração antipsicótica ativa da risperidona. ativa. Os antidepressivos tricíclicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da a concentração plasmática de risperidona, mas não aquelas da fração antipsicótica ativa. A amitriptilina não afeta a farmacocinética da risperidona ou da fração antipsicótica ativa. A sertralina, um inibidor fraco de CYPD26 e a fluvoxamina, um inibidor fraco de CYP3A4, em doses de até 100 mg/dia, não estão associadas com a alterações clinicamente significativas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Entretanto, doses superiores a 100 mg/dia de sertralina ou fluvoxamina podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Comprimidos revestidos Conservar em temperatura ambiente (entre 15C Risperdal® Consta deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2C e 30C). 8C). Proteger da luz e umidade. Comprimidos revestidos de 0,25 mg e 0,5 mg Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. Comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Solução oral Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 30C). Proteger do congelamento. Após aberto, válido por 3 meses. luz. Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspecto físico Comprimidos revestidos A concentração dos comprimidos revestidos pode ser identificada pela sua cor e tamanho. Isto Risperdal® Consta é importante porque há 5 tipos de comprimidos revestidos, cada um contendo pó branco a quase branco. O diluente é uma quantidade diferente de risperidona: - Comprimidos ocre-amarelados: oblongos contendo 0,25 mg de risperidona; - Comprimidos vermelho-amarronzados: oblongos e sulcados contendo 0,5 mg de risperidona; - Comprimidos brancos: oblongos e sulcados contendo 1 mg de risperidona; - Comprimidos laranjas: oblongos e sulcados contendo 2 mg de risperidona; - Comprimidos amarelos: oblongos e sulcados contendo 3 mg de risperidona. Solução oral A solução oral é aquosa límpida e incolor. Quando misturada apropriadamente, a suspensão fica uniforme, espessa e com coloração leitosa. NÃO GUARDE O FRASCO APÓS A RECONSTITUIÇÃO, POIS A SUSPENSÃO IRÁ SE DEPOSITAR. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. POSOLOGIA E MODO DE USAR Modo de usar Informação Importante Risperdal® pode Consta requer muita atenção ao passo a passo descrito nesta seção de bula, para garantir uma administração correta. Aguardar 30 minutos Remova a embalagem de Risperdal® Consta da geladeira e aguarde até que atinja a temperatura ambiente durante pelo menos 30 minutos antes da reconstituição. Não aqueça de qualquer outra maneira. Usar os componentes fornecidos Os componentes fornecidos na embalagem são especificamente desenvolvidos para o uso de Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser reconstituído somente com o diluente fornecido na embalagem. Não substituir QUALQUER componente presente na embalagem. Não armazenar a suspensão após a reconstituição Administrar a dose assim que possível após a reconstituição, para evitar que a suspensão se deposite. Dose apropriada O conteúdo total do frasco deve ser administrado para garantir que a dose pretendida de Risperdal® Consta seja administrada. DISPOSITIVO DE USO ÚNICO Não reutilizar. Dispositivos médicos requerem características específicas para agir conforme programado. Estas características foram verificadas apenas para uso único. Qualquer tentativa de reprocessar o dispositivo para reutilizá-lo subsequentemente pode afetar de maneira adversa a integridade do mesmo ou levar ao prejuízo do desempenho. Componentes fornecidos na embalagem Dispositivo Auxiliar Seringa Preenchida (adaptador) West Medimop® Anel Branco Haste do êmbolo Abertura do conector Extre- midade perfura Tampa Branca -dora Borda Diluente Frasco Tampa colorida Agulhas de injeção Terumo SurGuard®-3 Protetor transparente da agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Dispositivo de segurança da agulha Microesferas Passo 1 Preparo dos componentes Conectar o frasco no adaptador do frasco Remova a tampa do frasco Prepare o adaptador do frasco Segure o protetor estéril do adaptador, conforme mostrado na figura. Conectar o adaptador no frasco Coloque o frasco em uma superfície plana e firme e segure o frasco pela base. Centralize o adaptador na superfície da tampa de borracha cinza. Empurre o adaptador para baixo até haver um encaixe seguro. Puxe a tampa colorida do frasco. Puxe e remova o suporte de papel. Com um lenço umidecido com álcool, limpe a superfície da tampa cinza. Deixe no ambiente até secar. Não remova o adaptador do frasco do protetor. Não coloque o adaptador no frasco em um ângulo, pois o diluente pode vazar durante a trasnferência para o frasco. place vial adapter on at an angle or diluent may leak Não remova a tampa de borracha cinza. upon transfer to the vial. Não toque na extremidade perfuradora em qualquer momento. Isto pode levar a uma contaminação. Incorreto Conectar a seringa preenchida no adaptador do frasco Remova o protetor estéril Pegue no local Remova a tampa Conecte a seringa ao apropriado Segure pelo anel branco na ponta da seringa. Segurando pelo anel adaptador do frasco branco, retire a tampa Segure o adaptador do Remova o adaptador do Não segure a seringa pelo vidro durante o manuseio. branca. frasco pela borda para frasco da embalagem estéril manter parado. somente quando estiver Não torça ou corte a tampa pronto para remover a tampa branca. Segure a seringa pelo branca da seringa Incorreto preenchida. anel branco e então insira Não toque a ponta da a ponta no conector da Mantenha o frasco na vertical para evitar vazamento. Segure a base do frasco e puxe para cima a tampa estéril para removê-la. seringa. Isto levará a uma agulha do adaptador do contaminação. frasco. Não agite. Não segure a seringa de Não vidro pelo corpo. Isto toque o conector enquanto estiver abrindo o adaptador do frasco. Isto levará a uma contaminação. pode causar a perda do Quando a tampa é removida a anel branco ou seringa fica como demonstrado desacoplamento. nesta figura. A tampa removida pode Acople a seringa ao ser descartada. adaptador do frasco girando de maneira firme no sentido horário até sentir que está encaixado. Não force. Ao forçar a ponta da seringa pode quebrar. Passo 2 Reconstitua as microesferas Seg. Injete o diluente Suspenda as microesferas Transfira a suspensão Remova o adaptador do Injete a quantidade total no diluente para a seringa frasco do diluente da seringa para o frasco.. Continue a segurar a haste do Inverta o frasco Segure o anel branco da êmbolo para baixo, agite completamente. seringa e desacople-a do vigorosamente por pelo Vagarosamente puxe a adaptador do frasco. O conteúdo do frasco não estará sob pressão. menos 10 segundos, haste do êmbolo para Continue segurando o conforme demonstrado. baixo para injetar todo Destaque a forma etiqueta do êmbolo para baixo, com o conteúdo do frasco para a frasco no picote. Aplicar polegar. Verifique a suspensão. a etiqueta destacada na seringa. Quando misturada seringa para fins de comprimidos apropriadamente, trata-se de identificação. uma suspensão Descarte o frasco e o aparentemente uniforme, adaptador do frasco espessa e de coloração apropriadamente. leitosa. As microesferas serão visíveis no líquido. Imediatamente vá para o próximo passo para evitar que a suspensão sedimente. Passo 3 Acople a agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Acople a agulha Ressuspenda as microesferas Escolha a agulha apropriada Escolha a agulha apropriada com Remova completamente o sachê. Abra o sachê pela metade e usar base no local da injeção (glútea ou solução oral. para agarrar a base da agulha, Logo antes da injeção, agite a deltoide). conforme demonstrado a seguir. seringa vigorosamente de novo, já Segurando o anel branco da que alguma sedimentação pode ter seringa, acople a seringa ao ocorrido. conector da agulha com uma torção firme no sentido horário até encaixar. Não toque o conector da agulha. Isto resultará em contaminação. Passo 4 Injete a dose Após Remover o Remova as bolhas Injete Certifique que a Descarte protetor de ar agulha está dentro do adequadamente as transparente da Segure a agulha para Imediatamente injete protetor de segurança agulhas agulha cima e bata o conteúdo da da agulha seringa por via Verifique se o gentilmente para Usando uma mão, Mova a agulha intramuscular (IM) protetor da agulha fazer com que coloque o protetor de para dentro do no músculo glúteo está totalmente qualquer bolha de ar segurança da agulha protetor de ou deltoide do envolvido. Descarte suba para a em ângulo de 45 graus segurança da paciente. em recipiente superfície. Vagarosa em uma superfície agulha de volta adequado para e cuidadosamente rígida, plana. Pressione para a seringa. A solução injeção glútea pérfurocortantes. pressione a haste do para baixo com um Depois segure o deve ser feita no Também descarte a êmbolo para cima movimento firme e anel branco da para remover o ar. quadrante superior agulha não utilizada externo da região rápido até a agulha fornecida na seringa e estar completamente cuidadosamente glútea. Não embalagem. envolvida pelo empurre o protetor administre por via dispositivo de transparente da intravenosa. segurança. agulha para fora. Não torça o Evite que a agulha protetor cause perfurações: transparente da agulha, pois a Não use duas mãos. conexão com o conector da agulha Não desconecte intencionalmente ou pode afrouxar. manuseie incorretamente o dispositivo protetor da agulha. Não tente desentortar a agulha ou engate o dispositivo de segurança, se a agulha estiver torta ou danificada. Posologia Para pacientes recebendo a risperidona pela primeira vez, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade com a risperidona oral antes de iniciar o tratamento com o Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser administrado a cada duas semanas por injeção intramuscular profunda na região deltoide ou glútea utilizando agulha apropriada para cada região. Para administração na região deltoide, utilize agulha de 1 polegada alternando as injeções entre os dois braços. Para administração na região glútea, utilize a agulha de 2 polegadas, alternando-se o lado da injeção. NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Adultos A dose recomendada é 25 mg em injeção intramuscular a cada duas semanas. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses maiores, de 37,5 mg ou 50 mg. Em estudos clínicos com 75 mg não foram observados benefícios adicionais em pacientes com esquizofrenia. Doses acima de 50 mg não foram estudadas em pacientes com transtorno bipolar. Doses maiores que 50 mg por duas semanas não são recomendadas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser assegurada durante o intervalo de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. A dose não deve ser adicionada ao chá. Instruções para aumentada com frequência maior do que uma vez a abertura cada 4 semanas. O efeito do frasco de solução oral e utilização da pipeta dosadora Fig. 1: O frasco vem fechado com uma tampa de segurança, que ajuste posológico não deve ser aberta esperado antes de 3 semanas após o aumento da seguinte maneira: - Empurre a tampa plástica para baixo e gire-a no sentido anti-horário. - Remova a tampa. Fig. 2: Introduza a pipeta no frasco. Segure o anel inferior e puxe o anel superior para cima até a marca correspondente à quantidade de mililitros ou miligramas que você deve tomar. Fig. 3: Segure o anel inferior e retire toda a pipeta do frasco. Esvazie a pipeta em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, deslizando o anel superior para baixo, até o final da pipeta. Feche o frasco e enxágue a pipeta com um pouco de água. - Esquizofrenia Adultos Risperdal® pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. dose. Pacientes Idosos A dose inicial recomendada é de 25 mg em injeção intramuscular a cada 2 mg/dia. A dose pode semanas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir assegurada por via oral durante o intervalo de então 3 semanas após a dose deve permanecer inalterada, primeira injeção de Risperdal® Consta. Pacientes com insuficiência renal ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia hepática Risperdal® Consta não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado ao Risperdal® quando uma sedação adicional for necessária. Populações especiais Pacientes idosos (65 anos ou mais) A dose inicial recomendada é estudado em pacientes com insuficiência hepática e renal. Se houver necessidade de tratar este grupo de pacientes, recomenda-se iniciar o tratamento com 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos mg de 0,5 mg, risperidona, por via oral, duas vezes ao dia, até uma dose de durante a primeira semana. Na segunda semana, pode-se administrar 1 a 2 mg, duas vezes ao dia. Pacientes pediátricos (13 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Não existem estudos sobre o uso de Risperdal® em crianças menores de 13 anos de idade. Transferência de outros antipsicóticos para Risperdal® Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Risperdal® é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Risperdal® no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada. - Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. - Transtorno do humor bipolar: Mania Adultos Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Risperdal® de ou 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se Se uma dose inicial oral de pelo menos 2 mg/dia for bem tolerada, Risperdal® de 2 ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma Consta (na dose de 2-6 mg/dia. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. Populações especiais Pacientes pediátricos (10 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Risperdal® deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem estudos sobre Risperdal® no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade. - Autismo Pacientes pediátricos (5 a 17 anos) A dose de Risperdal® deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. No Dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos  2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes  20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes  20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos. Doses de Risperdal® em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia) Peso Dias 1-3 Dias 4-14+ Incrementos quando for necessário Intervalo aumentar a dose posológico < 20kg 0,25 mg 0,5 mg +0,25 mg em intervalos  2 semanas 0,5 mg – 1,5 mg  20 kg 0,5 mg 1,0 mg +0,5 mg em intervalos  2 semanas 1,0 mg – 2,5 mg* * pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia. Risperdal® 25 mg) pode ser administrado uma vez ao dia ou duas vezes ao dia. Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança. Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade. - Insuficiência renal ou hepática Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da fração livre da risperidona. Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas e a titulação da dose deve ser mais lenta cada 2 semanas. Crianças Risperdal® Consta não foi avaliado em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Risperdal® deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. idade inferior a 18 anos. REAÇÕES ADVERSAS Ao longo deste item, são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados com o uso de risperidona baseado em avaliação abrangente das informações disponíveis de eventos adversos. Uma relação causal com risperidona não pode ser estabelecida de forma confiável em casos individuais. Além disso, como os ensaios clínicos são conduzidos sob condições muito variáveis, as taxas observadas de reações adversas em ensaios clínicos de um medicamento não podem ser comparadas diretamente a taxas em ensaios clínicos de outro medicamento, e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de Estudos Clínicos A segurança do Risperdal® Consta foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos de 9.803 2.392 pacientes expostos a uma ou mais doses do Risperdal Risperdal® Consta para o tratamento de vários transtornos psiquiátricos em adultos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. da esquizofrenia. Desses 9.803 2.392 pacientes, 2.687 332 eram pacientes que receberam o Risperdal® Consta durante a sua participação em estudos duplo-cegos, controlados por placebo. um estudo duplo-cego e placebo-controlado de 12 semanas de duração. Um total de 202 dos 332 eram pacientes esquizofrênicos que receberam 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta. As condições e a duração do tratamento com o Risperdal® Consta variaram muito e incluíram (em categorias sobrepostas) estudos duplo-cegos, de doses fixas e flexíveis, controlados por placebo ou medicamento ativo e fases abertas dos estudos, em regime de internação e ambulatorial, e exposição de curto prazo (até 12 semanas) e longo prazo (até 3 4 anos). Em adição aos estudos em pacientes com esquizofrenia, dados de segurança são apresentados de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar e quando administrado como monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I. No estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo de monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I, os pacientes adultos selecionados foram os que preencheram os critérios DSM-IV para o transtorno bipolar tipo I e apresentavam-se estáveis em uso de risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) ou outros antipsicóticos ou estabilizadores de humor, ou apresentando um episódio agudo. Após um período aberto de três semanas de tratamento com risperidona oral (n = 440), pacientes que demonstraram uma resposta inicial à risperidona oral neste período e àqueles que foram estáveis à risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) no início do estudo, entraram em um período aberto de estabilização de 26 semanas com Risperdal® Consta (n = 501). Os pacientes que desmonstraram uma manutenção da resposta durante este período foram randomizados em um estudo duplo-cego, controlado por placebo de 24 meses no qual receberam Risperdal® Consta (n = 154) ou placebo (n = 149) como monoterapia. Os pacientes que recaíram ou que completaram o período duplo-cego puderam escolher entrar em um período de estudo aberto de 8 semanas de extensão com Risperdal® Consta (n = 160). No estudo de tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar, os indivíduos neste estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo eram pacientes adultos que preencheram os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I ou II e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor necessitando intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses anteriores ao início do estudo. No início deste estudo, todos os pacientes (n = 275) entraram em uma fase aberta de tratamento de 16 semanas, na qual receberam Risperdal® Consta em adição ao seu tratamento prévio, os quais consistiam em vários estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. Os pacientes que alcançaram remissão no final das 16 semanas da fase aberta de tratamento (n=139) foram randomizados em uma fase duplo-cega, controlada por placebo de 52 semanas e receberam Risperdal® Consta (n=72) ou placebo (n=67) como tratamento adjuvante continuando o seu tratamento prévio. Os pacientes que não alcançaram a remissão no final da fase aberta de 16 semanas de tratamento puderam escolher entre continuar recebendo tratamento com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em fase aberta, mantendo o seu tratamento prévio, por mais 36 semanas conforme indicação clínica por um período total de até 52 semanas; estes pacientes (n=70) foram também incluídos em uma avaliação de segurança. A maioria de todas as reações adversas foi foram leves a moderadas em gravidade. Dados de intensidade leve a moderada. Dados estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes adultos As reações adversas relatadas em  1% de pacientes adultos tratados com Risperdal® em nove estudos controlados por placebo, duplo-cegos de 3 a 8 semanas são apresentadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Infecções e Infestações Nasofaringite 2,1 4,0 1,7 Infecção do trato respiratório superior 1,5 2,5 1,5 Sinusite 0,7 1,5 0,6 Infecção do trato urinário 0,5 2,5 0,1 Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático Anemia 0,1 1,0 0,1 Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade 0,1 1,0 0,1 Distúrbios Psiquiátricos Insônia 16,2 25,3 13,2 Ansiedade 7,7 11,1 4,4 Nervosismo 0,5 1,0 0,1 Distúrbios do Sistema Nervoso Parkinsonismo* 19,3 17,2 7,9 * Acatisia 9,8 10,1 2,7 Sonolência 6,8 1,5 2,0 Tontura 6,3 3,5 3,9 Sedação 4,6 3,0 1,3 * Tremor 4,2 2,5 2,5 * Distonia 3,8 3,5 1,0 Letargia 2,6 0 1,3 Tontura postural 1,2 0 0,1 * Discinesia 1,2 2,0 0,9 Síncope 0,4 1,0 0 Distúrbios Oftalmológicos Visão turva 2,1 1,0 0,7 Distúrbios Auditivos e do Labirinto Dor de ouvido 0,1 1,0 0,3 Distúrbios Cardíacos Taquicardia 1,1 2,5 0,1 Distúrbios Vasculares Hipotensão ortostática 1,3 0,5 0,1 Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Hipotensão 0,2 1,0 0,3 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal 2,0 6,1 1,3 Dispneia 0,8 2,0 0 Epistaxe 0,5 1,5 0,1 Congestão sinusal 0,5 1,0 0,6 Distúrbios Gastrintestinais Náusea 6,4 4,0 2,6 Constipação 4,6 9,1 3,6 Dispepsia 4,3 6,1 2,6 Vômitos 3,9 4,5 3,8 Diarreia 2,3 0,5 1,9 Hipersecreção salivar 2,3 1,0 0,4 Boca seca 2,1 0 1,0 Desconforto abdominal 1,5 1,0 0,9 Dor abdominal 1,1 0,5 0,7 Desconforto estomacal 1,1 1,0 0,6 Dor abdominal superior 0,7 1,0 0,1 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea 0,8 3,5 0,9 Pele seca 0,5 2,5 0,3 Caspa 0,2 1,0 0 Dermatite seborreica 0,2 1,0 0 Hiperqueratose 0 1,0 0,3 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas costas 2,5 1,0 1,6 Artralgia 1,5 2,5 0,6 Dor nas extremidades 1,2 1,0 2,2 Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária 0,2 1,0 0,3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Risperdal® Risperdal® Placebo ≤ 8 mg/dia > 8-16 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=853) (N=198) (N=687) Reação adversa % % % Distúrbios da ejaculação 0,4 1,0 0 Distúrbios Gerais Fadiga 2,3 1,0 1,0 Astenia 1,3 0,5 0,6 Pirexia 1,3 1,0 0,7 Dor torácica 0,8 1,5 0,4 Testes Creatina fosfoquinase sanguínea aumentada 0,4 1,5 0,1 Frequência cardíaca aumentada 0,2 1,5 0,1 * Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, Parkinsonismo, rigidez em roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e Doença de Parkinson. Acatisia inclui acatisia e agitação. Distonia inclui distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração, paralisia da língua. Tremores incluem tremores e tremor Parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose. Dados duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes idosos com demência Esquizofrenia As reações adversas relatadas por  1% 2% dos pacientes idosos com demência esquizofrenia, tratados com Risperdal® Consta em seis estudos duplo-cegos, controlados um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 4 a 12 semanas de duração, são apresentadas na Tabela 2. A Tabela 2 inclui apenas as reações adversas que não estão mencionadas na Tabela 1 ou as reações adversas ocorridas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na 1. Tabela 1. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  1% 2% dos pacientes idosos com demência esquizofrenia tratados com o Risperdal® Consta em estudos duplo-cegos um estudo duplo-cego e controlados controlado por placebo: reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou relatadas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na Tabela 1. placebo de 12 semanas de duração Risperdal® Consta Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão (N=1.009) (N=712) 25 mg Consta 50 mg (n=98) Reação Adversa % % Infecções e Infestações Infecção do trato urinário 12,9 10,3 Pneumonia 3,1 2,4 Celulite 1,1 1,3 Distúrbios Nutricionais e do Metabolismo Diminuição do apetite 2,3 1,4 Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional 2,7 0,1 Distúrbios do Sistema Nervoso Letargia 7,6 2,2 Ataque isquêmico transitório 1,6 0,6 Nível deprimido de consciência 1,3 0,3 Hipersalivação 1,3 0 Acidente vascular cerebral 1,1 0,4 Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite 2,7 1,1 Distúrbios Vasculares Hipotensão 2,2 1,4 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4,6 3,1 Rinorreia 1,5 0,8 Distúrbios Gastrintestinais Disfagia 1,5 1,3 Fecaloma 1,1 0,4 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Eritema 4,0 4,6 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Postura anormal 1,8 0,8 Tabela 2. Reações adversas relatadas por  1% dos pacientes idosos com demência tratados com o Risperdal® em estudos duplo-cegos e controlados por placebo: reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou relatadas  2 vezes a frequência das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão (N=1.009) (N=712) Reação Adversa % % Inchaço articular 1,5 0,3 Distúrbios Gerais Edema periférico 7,7 3,9 Febre 4,0 1,8 Distúrbio de marcha 3,5 1,5 Edema depressível 1,5 0,3 Testes Aumento da temperatura corpórea 2,6 0,8 Dados duplo-cegos, controlados por placebo – Pacientes pediátricos As reações adversas relatadas por  1% dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® em oito estudos duplo-cegos e controlados por placebo de 3 a 8 semanas são apresentadas na Tabela 3. A Tabela 3 inclui apenas as reações adversas não mencionadas na Tabela 1 ou as reações adversas ocorridas em frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  1% dos pacientes pediátricos tratados com o Risperdal® em estudos duplo-cegos e controlados por placebo: reações adversas não mencionadas na ou relatadas com frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® PLACEBO ≤3 mg/dia >3-6 mg/dia Classe de Sistema/Órgão (N=344) (N=95) (N=349) Reação Adversa (n=99) (n=103) % % % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório 2 0 1 superior 5,2 2,1 3,4 Rinite 3,5 1,1 3,2 Gripe 1,7 0 1,7 Distúrbios Nutricionais e do Metabolismo Apetite aumentado 17,2 3,2 7,2 Distúrbios Psiquiátricos Insônia 1,7 0 0,9 Apatia 0,9 1,1 0 Distúrbios do Sistema Nervoso Cefaleia 15 21 12 Parkinsonismo* 8 15 9 Tontura 7 11 6 Acatisia** 4 11 6 Sonolência 26,5 15,8 7,7 Cefaleia 22,4 21,1 14,9 4 4 0 Tremores 0 3 0 Sedação 20,1 14,7 4,0 Tontura 8,1 13,7 2,3 Tremores 6,1 8,4 1,1 Hipersalivação 4,9 2,1 1,1 Disartria 1,5 1,1 2 2 3 Síncope 2 1 0 Distúrbio de atenção 0,9 1,1 0,6 Distúrbio de equilíbrio 0,9 1,1 Hipoestesia 2 0 Hipersonia 0,6 1,1 0,9 0 Distúrbios Cardíacos Palpitações 0,6 2,1 Oftalmológicos Visão turva 2 3 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 8,7 3,2 6,6 Rinorreia 4,9 2,1 3,4 Epistaxe 3,8 4,2 1,7 Dor faringolaringeana 3,8 2,1 1,7 4 2 3 Congestão pulmonar 0,3 1,1 0,3 sinusal 2 0 0 Distúrbios Gastrintestinais Vômitos 13,7 8,4 9,2 Constipação 5 7 1 Boca seca 0 7 1 Dispepsia 6 6 0 Náusea 3 4 5 Dor abdominal superior 8,4 6,3 4,6 de dente 1 3 0 Hipersecreção salivar 4 1 0 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Acne 2 2 0 Pele seca 2 0 0 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas extremidades 6 2 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 3 6 0 Astenia 0 3 0 Edema periférico 2 3 1 Dor 4 1 0 Febre 2 1 0 Testes Ganho de peso 5 4 2 Perda de peso 4 1 1 *Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, rigidez muscular e bradicinesia. **Acatisia inclui acatisia e agitação. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Transtorno bipolar A Tabela 2 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas em 2% ou mais dos pacientes no período de 24 meses de tratamento duplo-cego e controlado por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia de tratamento de manutenção em pacientes com trastorno bipolar tipo I. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  2% de pacientes tratados com o Risperdal® Consta como monoterapia de tratamento em pacientes com transtorno bipolar tipo I em um estudo duplo- cego e controlado por placebo de 24 meses de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo Reação Adversa (n=154) (n=149) % % Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura 3 1 Distúrbios Vasculares Hipertensão 3 1 Testes Aumento de peso 5 1 A Tabela 3 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas por  4% de pacientes no período de 52 semanas em uma fase de tratamento duplo-cega, controlada por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  1% 4% dos pacientes pediátricos com Transtorno Bipolar tratados com o Risperdal® Consta como terapia adjuvante em estudos duplo-cegos um estudo duplo-cego e controlados controlado por placebo: reações adversas não mencionadas na ou relatadas com frequência  2 vezes a das reações adversas mencionadas na Tabela 1. Risperdal® Risperdal® PLACEBO ≤3 mg/dia >3-6 mg/dia placebo de 52 semanas de duração Classe de Sistema/Órgão (N=344) (N=95) (N=349) Risperdal® Consta Placebo + tratamento Reação Adversa + tratamento usual a usual (n=72) % (n=67) % % Diarreia 6,7 2,1 6,0 Hipersecreção salivar 3,5 6,3 0,9 Desconforto estomacal 2,9 Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório superior 6 3 Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Diminuição do apetite 6 1 Aumento do apetite 4 0 1,4 Dor abdominal 2,3 2,1 0,6 Distúrbios do Sistema Nervoso Tremor 24 16 Parkinsonismo b 15 6 Discinesia b 6 3 Sedação 6 0 Distúrbios da Pele atenção 4 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Tecido Subcutâneo Prurido 1,2 0 0 Acne 0,9 1,1 0 Mediastino Tosse 4 1 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Mialgia 1,2 1,1 0,9 Dor no pescoço 0,3 1,1 0,3 Distúrbios Renais e Urinários Enurese 6,4 1,1 5,2 Incontinência urinária 2,0 0 1,4 Polaciúria 1,5 1,1 0,3 Artralgia 4 3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Galactorreia 0,6 2,1 0 Amenorreia 4 1 Distúrbios Gerais Fadiga 19,2 18,9 4,9 Pirexia 8,4 3,2 6,3 Sensação e Condições no Local de Administração Marcha anormal 1,2 0 0 Letargia 0,9 1,1 0 Desconforto torácico 0,3 1,1 4 0 Testes Aumento do de peso 4,9 2,1 0,9 Prolactina sanguínea aumentada 3,8 0 0,3 7 1 a Pacientes que receberam Risperdal® Consta ou placebo de maneira duplo-cega em adição ao seu tratamento prévio o qual incluiu estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. b Parkinsonismo inclui rigidez muscular, hipocinesia, rigidez da roda denteada e bradicinesia. Discinesia inclui contração muscular e discinesia. Outros dados de Estudos Clínicos estudos clínicos A paliperidona é o metabólito ativo da risperidona, portanto os perfis de reações adversas destes componentes compostos (incluindo formulações orais e injetáveis) são relevantes uns aos outros. Este subitem inclui As reações adversas adicionais relatadas com risperidona e/ou paliperidona em estudos clínicos, por ≥ 1% 2% de pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais duplo-cegos, controlados por placebo (9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos), as quais Consta são mostradas na Tabela 4a. Tabela 4a. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 1% de 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Psiquiátricos Agitação, ansiedade, depressão, insônia* Distúrbios do Sistema Nervoso Acatisia*, discinesia*, distonia*, parkinsonismo* Distúrbios Vasculares Hipertensão Cardíacos Taquicardia Distúrbios Musculoesqueléticos Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal, diarreia, vômitos Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Dor nas costas, espasmos musculares, dor musculoesquelética Distúrbios Gerais e Condições no Local de da Administração Marcha anormal, edema*, dor Lesões, Envenenamento e Complicações do Procedimento Queda Edema* *Insônia inclui: insônia inicial, insônia média; Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas, inquietação; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Infecção de ouvido, infecção, gripe, sinusite Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Redução do apetite, aumento do apetite Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional, redução da libido, pesadelo Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura postural, disartria, discinesia*, parestesia Distúrbios Oftalmológicos Fotofobia Distúrbios do Ouvido e Labirinto Dor de ouvido Distúrbios Cardíacos Bradicardia, transtorno de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, palpitações Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Dispneia, dor faringolaríngea, chiado Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas Distúrbios do Tecido da Pele e Subcutâneo Prurido, dermatite seborreica, transtorno da pele Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Rigidez articular, fraqueza muscular Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, transtorno da ejaculação, disfunção erétil, galactorreia Distúrbios Gerais e Condiçõs no Local da Administração Desconforto no peito, sensação anormal, reação no local de injeção Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio transtorno do movimento, contração muscular, mioclonia; mioclonia. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (25 mg ou 50 mg), são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta ( 25 mg ou 50 mg) (Os termos de cada Classe de Sistema/ Órgão estão ordenadas alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, celulite, cistite, infecção no olho, infecção localizada, onicomicose, pneumonia, infecção no trato respiratório, abscesso subcutâneo, tonsilite, infecção no trato urinário, infecção viral Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Anemia, contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, hiperinsulinemia, polidipsia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia, embotamento afetivo, transtorno do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Transtorno de equilíbrio, acidente vascular cerebral, transtorno vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, nível reduzido de consciência, coma diabético, distonia*, instabilidade da cabeça, perda da consciência, síndrome neuroléptica maligna, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite, olhos secos, transtorno do movimento dos olhos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios de Ouvido e Labirinto Zumbido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, síndrome da taquicardia postural ortostática, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor, hipotensão, hipotensão ortostática Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, epistaxe, hiperventilação, pneumonia por aspiração, congestão pulmonar, estertores, transtornos respiratórios, congestão do trato respiratório Distúrbios Gastrintestinais Queilite, disfagia, incontinência fecal, fecaloma, flatulência, gastroenterite, obstrução intestinal, edema da língua Distúrbios Hepatobiliares Aumento das transaminases Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, eczema, eritema, hiperqueratose, descoloração da pele, lesão da pele, urticária Distúrbios do Tecido Conjuntivo, Musculoesquelético e Ossos Aumento da creatina fosfoquinase sanguínea, edema articular, dor no pescoço, postura anormal, rabdomiólise Distúrbios Renais e Urinários Disúria, polaciúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e de Mamas Secreção das mamas, ingorgitamento das mamas, aumento das mamas, ginecomastia, transtorno menstrual*, atraso na menstruação, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corporal, aumento da temperatura corporal, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência, edema de face, endurecimento, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações Posturais Queda, dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais duplo-cegos, controlados por placebo (9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos) são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, cistite, infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose, infecção no trato respiratório, tonsilite, infecção viral Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, polidipsia, diminuição do peso Distúrbios Psiquiátricos Embotamento afetivo, depressão, redução Transtorno da libido, pesadelo, distúrbio do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Distúrbio vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, coma diabético, hipoestesia, perda da consciência, parestesia, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios do Ouvido e Labirinto Tinido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, bradicardia, distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato respiratório, chiado Distúrbios Gastrintestinais Queilite, incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua, dor de dente Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas, aumento das transaminase Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele, lesão da pele Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e Conjuntivo Rigidez articular, fraqueza muscular, rabdomiólise Tabela 4b. Reações adversas com risperidona e/ou paliperidona por <1% de pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo – 9 em adultos, 6 em pacientes idosos com demência, e 8 em pacientes pediátricos (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Renais e Urinários Disúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Amenorreia, secreção das mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia, distúrbio da menstruação*, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corpórea, calafrios, desconforto, síndrome de retirada do medicamento, edema de face, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações do Procedimento Dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distúrbio da menstruação menstrução inclui: menstruação irregular, oligomenorreia. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Hiperinsulinemia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia Distúrbios do Sistema Nervoso Instabilidade da cabeça, síndrome neuroléptica maligna Distúrbios Oftalmológicos Distúrbio do movimento dos olhos, fotofobia Distúrbios Cardíacos Síndrome da taquicardia postural ortostática Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Risperdal® em uma combinação de dados de 23 estudos clínicos pivotais, duplo-cegos, controlados por placebo (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Gastrintestinais Obstrução intestinal Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, urticária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas, atraso na menstruação Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Endurecimento Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos duplo-cegos, controlados por placebo – transtorno autista A Tabela 5 apresenta as reações adversas relatadas em 5% ou mais dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® para irritabilidade associada ao transtorno autista em dois estudos de 8 semanas, duplo-cegos, controlados por placebo e um estudo de 6 semanas, duplo-cego, controlados por placebo. Tabela 5. Reações adversas em ≥ 5% dos pacientes pediátricos tratados com Risperdal® (e maior do que placebo) para irritabilidade associada ao transtorno autista em estudos clínicos duplo-cegos, controlados por placebo Porcentagem dos Pacientes que Relataram Reação Classe de Sistema/Órgão Risperdal® 0,5 – 4,0 Placebo (N=115) mg/dia (N=107) Distúrbio Gastrintestinal Vômito 20 17 Constipação 17 6 Boca seca 10 4 Náusea 8 5 Hipersecreção salivar 7 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 31 9 Pirexia 16 13 Sede 7 4 Infecções e infestações Nasofaringite 19 9 Rinite 9 7 Infecção do trato respiratório superior 8 3 Investigações Aumento de peso 8 2 Distúrbios do metabolismo e nutrição Aumento de apetite 44 2 Distúrbios do sistema nervoso Sedação 63 15 Incontinência Salivar 12 4 Cefaleia 12 10 Tremor 8 1 Tontura 8 2 Parkinsonismo* 8 1 Distúrbios renal e urinário Enurese 16 10 Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino Tosse 17 12 Rinorreia 12 10 Congestão nasal 10 4 Distúrbios da Pele e Tecido Subcutâneo Erupção cutânea 8 5 * Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular. Dados pós-comercialização Pós-comercialização Os eventos adversos identificados primeiramente identificados como reações adversas durante a experiência pós- comercialização com a risperidona e/ou paliperidona paliperidona, por categoria de frequência estimada a partir das taxas de relatos espontâneos com risperidona, estão descritos a seguir. Reação muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados: Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose, trombocitopenia; Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético; Distúrbios metabólicos e nutricionais: cetoacidose diabética, diabetes mellitus, cetoacidose diabética, hipoglicemia, intoxicação por água; Distúrbios psiquiátricos: mania; Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia; Distúrbios oftalmológicos: oculares: oclusão da artéria retinianaa; síndrome de íris flácida (intraoperatória); Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial; Distúrbios vasculares: trombose venosa de veia profunda, embolia pulmonar; Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono; Distúrbios gastrintestinais: íleo, pancreatite; íleo; Distúrbios hepatobiliares: icterícia; Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema, alopecia; Distúrbios renais e urinários: retenção urinária; Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal; Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo; Distúrbios gerais: hipotermia. hipotermia; reação no local da administração, incluindo abscesso, celulite, cisto, hematoma, necrose e úlcera. Nota: a Apenas com a formulação de Risperdal® Consta, na presença de defeitos intracardíacos predispondo a “shunt” direita-esquerda (por exemplo, forame oval patente). Muito raramente, casos de reações anafiláticas após aplicação de Risperdal® Consta® foram relatados durante o período pós-comercialização, em pacientes que apresentaram tolerância prévia à risperidona oral. Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. SUPERDOSE Sinais Embora a ocorrência de superdose seja menos provável com a administração parenteral do que com a oral, são apresentadas as informações referentes à superdose por via oral. Risperdal® Consta deve ser aplicado por profissional da área da saúde através de injeção glútea ou deltóide, e sintomas não pelo paciente como no caso do tratamento oral. Portanto, dentro destas circunstâncias, o risco de superdose com Risperdal® Consta é considerado insignificante. Sintomas Em geral geral, os sinais e sintomas foram aqueles relatados são resultantes da exacerbação dos do excesso de efeitos farmacológicos conhecidos do Risperdal®. da risperidona. Estes incluem sonolência e sedação, taquicardia, taquicardia e hipotensão arterial e sintomas extrapiramidais. Em situações de superdose, prolongamento Aumento do intervalo QT e convulsões foram relatados. relatados com superdose. Torsade de Pointes foi relatado em associação a superdosagem associada na presença de paroxetina superdose combinada de Risperdal® oral e Risperdal® oral. paroxetina. Em caso de superdose aguda, deve-se considerar a possibilidade de do envolvimento de vários medicamentos deve ser considerada. múltiplos fármacos. Tratamento Estabelecer e manter a via aérea livre, e garantir uma vias aéreas livres, garantindo boa ventilação ventilação, com oxigenação adequada. Lavagem gástrica (após intubação se o paciente estiver inconsciente) e administração de carvão ativado com laxantes devem ser consideradas. Monitorização cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitorização com ser instituída imediatamente, incluindo ECG contínuo para detecção de possíveis arritmias. Não existe antídoto específico contra o Risperdal®. Assim, para Risperdal® Consta. Portanto, apenas medidas de suporte devem ser instituídas. A hipotensão Hipotensão arterial e o colapso circulatório devem ser tratados com medidas apropriadas, tais adequadas, como infusão de líquidos e/ou administração de agentes simpaticomiméticos. Em caso simpatomiméticos. Na ocorrência de sintomas extrapiramidais severos, anticolinérgicos devem graves, medicação anticolinérgica deve ser administrados. A monitorização administrada. Monitorização intensiva, com rigorosa supervisão médica, deve durar ser mantida até que o paciente se recupere. a recuperação do paciente. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001 6001, se você precisar de mais orientações. DIZERES LEGAIS – COMPRIMIDOS REVESTIDOS

III – Dizeres legais 127 palavras

MS - 1.1236.0031 Farm. Resp.: Marcos R. Pereira - CRF/SP Pereira-CRF/SP n° 12.304 Registrado por: JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA. Rua Gerivatiba, 207, São Paulo - – SP CNPJ 51.780.468/0001-87 Fabricado por: Janssen-Cilag SpA. Latina, Itália Pó injetável: Alkermes Inc., Wilmington, Ohio - EUA Diluente: Cilag AG, Hochstrasse – Suíça Embalado por: Cilag AG, Hochstrasse – Suíça Importado e Embalado por: Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Rodovia Presidente Dutra, km Km 154 São José dos Campos -SP CNPJ 51.780.468/0002-68 Indústria Brasileira  Marca Registrada SAC 0800.7011851 www.janssen.com.br Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita. DIZERES LEGAIS – SOLUÇÃO ORAL MS - 1.1236.0031 Farm. Resp.: Marcos R. Pereira - CRF/SP n° 12.304 Registrado por: JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA. Rua Gerivatiba, 207, São Paulo - SP CNPJ 51.780.468/0001-87 Fabricado por: Janssen Pharmaceutica N.V. Beerse, Bélgica Importado por: Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Rodovia Presidente Dutra, km 154 São José dos Campos -SP CNPJ 51.780.468/0002-68  Marca Registrada SAC 0800.7011851 www.janssen.com.br Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita. CCDS0414 VPS03 Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 11/04/2016. CCDS 1502 VPS 04

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II – Informações técnicas aos profissionais de saúde1199336%
III – Dizeres legais12746%

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