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RISPERDAL · JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Bula do profissional: 23/01/2017 → 24/01/2017

expediente 0121656172 → 0127136179 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: IIIIII

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Alterações

removidoadicionado

I – Identificação do medicamento 404 palavras

Risperdal® Consta suspensão injetável risperidona comprimidos revestidos / solução oral APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos: Embalagem contendo 10 comprimidos revestidos de liberação prolongada risperidona APRESENTAÇÕES Pó injetável e diluente em embalagem contendo: 1 frasco-ampola com pó injetável (25 mg; 37,5 mg ou 50 mg de risperidona), 1 seringa preenchida contendo 2 mL de diluente para reconstituição, 1 dispositivo (SmartSite ®) para auxiliar na reconstituição e 2 agulhas para aplicação no paciente, sendo uma destinada à aplicação na região glútea (20G TW 2) e outra destinada à administração na região deltoide (21G UTW 1). USO INTRAMUSCULAR USO ADULTO COMPOSIÇÃO Risperdal® Consta 25 mg: Cada frasco-ampola contém 25 0,25 mg de risperidona. Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Risperdal® Consta 37,5 mg: Cada frasco-ampola contém 37,5 Embalagem contendo 10 comprimidos revestidos de 0,5 mg de risperidona. Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Risperdal® Consta 50 mg: Cada frasco-ampola contém 50 Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 1 mg de risperidona. Excipiente: polímero lactídio-coglicolídio. Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 2 mg de risperidona. Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 3 mg de risperidona. Solução oral: Embalagem contendo frasco com 30 mL de solução de 1 mg/mL de risperidona, acompanhado de pipeta dosadora de 3 mL. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 5 ANOS COMPOSIÇÃO - Cada seringa comprimido revestido de diluente 0,25 mg contém: ácido cítrico anidro, água para injetáveis, carmelose sódica, cloreto risperidona ……………………… 0,25 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, fosfato óxido de sódio dibásico, ferro amarelo, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 0,5 mg contém: risperidona …………………….. 0,5 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 1 mg contém: risperidona ................... 1 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício. - Cada comprimido revestido de 2 mg contém: risperidona ................... 2 mg Excipientes: amarelo crepúsculo-laca de alumínio, amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício, talco. - Cada comprimido revestido de 3 mg contém: risperidona ................... 3 mg Excipientes: amarelo de quinolina, amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, propilenoglicol, dióxido de silício e talco. - Cada mL da solução oral contém: risperidona ................... 1 mg Veículo: ácido benzoico, ácido tartárico, água purificada e hidróxido de sódio e polissorbato 20. sódio.

II – Informações técnicas aos profissionais de saúde 10292 palavras

INDICAÇÕES Risperdal® Consta é indicado no tratamento de uma ampla gama de pacientes com esquizofrenia, incluindo o primeiro episódio psicótico, esquizofrênicos incluindo: - a primeira manifestação da psicose; - exacerbações esquizofrênicas agudas, esquizofrenia crônica agudas; -- psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas e outros transtornos psicóticos, psicóticos nos quais os sintomas positivos (como (tais como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança), e/ou negativos (como (tais como embotamento afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) sejam proeminentes. são proeminentes; - alívio de outros sintomas afetivos associados à esquizofrenia (tais como depressão, sentimentos de culpa, ansiedade); - tratamento de longa duração para a prevenção da recaída (exacerbações agudas) nos pacientes esquizofrênicos crônicos. Risperdal® Consta é eficaz na manutenção da melhora clínica, durante indicado para o tratamento de manutenção em pacientes que tenham apresentado uma resposta inicial ao tratamento curto prazo para a mania aguda ou episódios mistos associados com a risperidona transtorno bipolar I. Risperdal® é indicado, por via oral. Risperdal® Consta é indicado até 12 semanas, para o tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I em monoterapia. Risperdal® Consta é indicado para tratamento transtornos de manutenção do transtorno bipolar como terapia adjuvante agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer moderada a grave. Risperdal® também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno bipolar com recaídas frequentes. autista, em crianças e adolescentes, incluindo desde sintomas de agressividade até outros, como autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor. RESULTADOS DE EFICÁCIA Esquizofrenia A evidência de eficácia de Risperdal® Consta (25 mg e 50 mg) curto prazo com risperidona oral no tratamento de manifestações esquizofrenia é proveniente de transtornos psicóticos (esquizofrenia) 3 estudos clínicos duplo-cegos, comparados com ativo, que no total envolveram mais de 2.200 pacientes com esquizofrenia. Dois dos 3 estudos também tiveram um braço placebo. A eficácia da risperidona oral no tratamento de manutenção da esquizofrenia foi estabelecida demonstrada em um 2 estudos duplo-cegos, comparados com ativo: 1 estudo controlado com placebo, uma duração de 12 semanas meses e 1 estudo com uma duração de duração, em pacientes psicóticos adultos em regime de internação e ambulatoriais, que preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. Em um estudo comparativo de 12 semanas, em pacientes com esquizofrenia estabilizados, Risperdal® Consta mostrou eficácia semelhante à formulação comprimidos de uso oral. A 1 a 2 anos. Para estabelecer a segurança e a eficácia do tratamento com risperidona oral em um regime de dose única diária, 3 estudos duplo-cegos foram conduzidos. Um destes 3 estudos incluiu um braço placebo. Um total de 815 pacientes nestes estudos foram tratados com risperidona, dos quais 328 receberam um regime posológico de duas doses diárias e 487 um regime posológico de uma dose diária. Ambos os estudos de curta e longa duração, e os estudos de regime posológico de dose única diária, incluíram pacientes adultos com um diagnóstico de esquizofrenia de acordo com o critério do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Um estudo aberto de 12 semanas foi conduzido para avaliar a segurança e tolerabilidade da risperidona oral em pacientes idosos com idade de 65 anos ou mais com um diagnóstico DSM de esquizofrenia. Os estudos mencionados anteriormente utilizaram diversos instrumentos para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos, incluindo a Escala das Síndromes Positiva e Negativa (PANSS), a Escala de Avaliação Psiquiátrica Breve (BPRS), a Escala de Impressão Clínica Global de Mudança (CGI-C) e Gravidade (CGI-S), e a Escala de Avaliação de Sintomas Negativos (SANS). Transtorno bipolar I A evidência da eficácia e segurança da risperidona em monoterapia no tratamento da mania do transtorno bipolar I é baseada nos resultados de 3 estudos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo. Dois destes estudos foram estudos de 3 semanas de duração e avaliaram a eficácia e segurança da risperidona versus placebo. Todos os pacientes que completaram estes estudos puderam entrar em um estudo de extensão, aberto, de 9 semanas. Um estudo teve um período de tratamento duplo-cego de 3 semanas (risperidona, haloperidol ou placebo), seguido por um período de manutenção de 9 semanas, com tratamento tanto duplo-cego (risperidona ou haloperidol) quanto aberto (risperidona). Um braço de haloperidol foi incluído como uma referência interna em ambos os períodos: a fase aguda de três semanas e o período de manutenção consecutivo de nove semanas. O desenho do estudo RIS-INT-69 para estabelecer a manutenção do efeito seguiu de maneira próxima o desenho que consistiu em uma comparação direta dos braços de tratamento ativo (produto teste e comparador ativo) cobrindo um período de 12 semanas. Os pacientes do grupo placebo que permaneceram no período duplo-cego após três semanas receberam risperidona. As comparações estatísticas de 12 semanas incluíram apenas aqueles pacientes randomizados destinados à risperidona ou ao haloperidol no início do estudo. Pacientes do grupo placebo que mudaram para risperidona não foram incluídos nesta análise. Dois estudos foram executados para avaliar a eficácia e a segurança da risperidona em combinação com estabilizadores de humor (lítio ou valproato; e lítio, valproato e carbamazepina) versus placebo em combinação com estabilizadores de humor no tratamento de pacientes com episódios de mania do transtorno bipolar. O estudo também incluiu um braço de haloperidol apenas como uma referência interna para avaliar a validade do desenho e para facilitar a interpretação correta dos resultados dos estudos. Ambos os estudos incluíram um fase duplo-cega de 3 semanas, seguida por uma fase aberta, não controlada, de dez semanas. Todos os estudos clínicos foram conduzidos em pacientes que tiveram transtorno bipolar I de acordo com os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4ª edição (DSM-IV). Os estudos RIS-INT- 69 e RIS-USA-239 incluíram apenas pacientes com episódios de mania. Os estudos RIS-IND-2, RIS-USA-102 e RIS-INT-46 também incluíram pacientes com episódios mistos, ou seja, episódios de mania com sintomas concomitantes de depressão maior por ao menos sete dias. Em todos os estudos clínicos, a risperidona foi administrada em uma faixa de dose flexível de 1 a 6 mg. Transtornos do comportamento em pacientes com demência A risperidona demonstrou sua segurança e eficácia no tratamento de um ou mais Sintomas Comportamentais e Psicológicos de Demência (BPSD) em três estudos duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes idosos com demência. A análise agrupada da eficácia destes estudos representa dados de 1.150 pacientes idosos internados em instituição (722 tratados com risperidona). Dados de segurança de longo prazo (50 semanas) de Risperdal® Consta foi avaliada, também, em um estudo aberto (até 12 meses) com risperidona em pacientes psicóticos estabilizados, idosos com demência também estão disponíveis. A população em regime cada um destes estudos era de internação pacientes que estavam internados em uma casa de repouso ou hospital e ambulatorial, apresentavam distúrbios comportamentais que preencheram foram pelo menos problemas moderados para os cuidadores ou perigosos para eles próprios. Os estudos incluíram pacientes com uma ampla faixa de BPSD, baseado na pontuação total na BEHAVE-AD; o estudo RIS-AUS-5 especificamente considerou pacientes exibindo comportamento agressivo, baseado em uma pontuação mínima de agressão total na subscala do Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield (CMAI). Os pacientes foram recrutados de um espectro completo de gravidade de demência e debilitação cognitiva e apresentavam demência de Alzheimer, demência vascular ou diagnóstico misto de acordo com os critérios do DSM-IV DSM-IV. Pacientes com demências de Lewy-body foram excluídos do RIS-AUS-5. Pacientes com outras demências ou outras condições neurológicas, as quais diminuem as funções cognitivas, foram excluídos de todos os estudos, assim como pacientes com outros distúrbios psicológicos. Nos estudos controlados de fase 3, a eficácia foi avaliada por meio da BEHAVE-AD e CMAI para esquizofrenia. avaliar a gravidade e a frequência dos sintomas, respectivamente. A relevância das mudanças na escala de comportamento foi avaliada usando a escala CGI. Dois estudos adicionais, controlados por placebo, duplo-cegos, foram conduzidos em um subgrupo de pacientes com BPSD, no caso, pacientes com psicose na Doença de Alzheimer. Autismo em crianças e adolescentes A evidência de eficácia de risperidona oral em crianças e adolescentes diagnosticadas com autismo, conforme definido pelos critérios DSM-IV, foi baseada principalmente em dois estudos duplo-cego, controlados por placebo, com duração de 8 semanas, em crianças e adolescentes com autismo ou outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID). Um dos estudos era randomizado, duplo-cego, com grupo-paralelo, dose flexível, com duração de 8 semanas, de segurança e eficácia de risperidona em crianças e adolescentes (com idade de 5 a 17 anos e 2 meses) com autismo. O estudo foi conduzido por uma rede de unidades de pesquisa de psicofarmacologia pediátrica e patrocinado pelo Instituto Nacional de Doenças Mentais. Outro estudo era duplo- cego, randomizado, com grupo-paralelo, controlado por placebo, dose flexível, de 8 semanas, de segurança e eficácia da risperidona em crianças com idade entre 5 a 12 anos com autismo ou outros TIDs. A variável primária de eficácia em ambos estudos foi a mudança frente a linha de base no desfecho final na subescala de irritabilidade da ABC, como preenchida pelo pai ou cuidador sob orientação de um clínico. A resposta CGI-C foi uma variável coprimária ou secundária de eficácia nestes estudos. Os estudos demonstraram que a risperidona, a uma dose oral mediana modal de 2,0 mg/dia, melhora significativamente os sintomas de autismo em crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. A melhora foi observada na semana 2 e foi mantida nas semanas 4, 6 e 8. Os resultados do estudo indicaram que uma dose oral mediana modal de 0,04 mg/kg/dia de risperidona melhora significativamente os sintomas de autismo ou outros TIDs em crianças com idade de 5 a 12 anos. Uma melhora clinicamente significativa com risperidona foi observada nas subescalas ABC que correspondem aos sintomas do autismo, incluindo os sintomas principais de prejuízo na interação social, prejuízo na comunicação, comportamentos repetitivos e esteriotipados, interesses e atividades associadas aos sintomas de hiperatividade, falta de atenção, agressividade para com os outros e consigo mesmo, e acessos de raiva. A eficácia foi mantida no decorrer do tratamento com Risperdal® Consta. Figura 1: Média das pontuações totais na PANSS observada independente dos subgrupos demográficos (idade/raça/sexo), presença/ausência de sonolência como um evento adverso, ou quociente de inteligência. A risperidona oral foi significativamente superior ao longo do tempo (LOCF) em pacientes com esquizofrenia. Base Desfecho Semana Figura 2: Alteração média na pontuação total placebo para reduzir irritabilidade e melhorou significativamente os sintomas de PANSS frente à autismo, conforme demonstrado por alterações nas diferenças dos quadrados mínimos da linha de base para todas as doeses testadas subescalas ABC (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade e discurso inapropriado) e 3 subgrupos de subescalas ABC em 50 semanas, em um estudo aberto. Base Desfecho Semana Alterações negativas indicam melhora Tratamento autismo (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade). Os resultados clínicos mensurados pela CGI-C confirmam que as alterações na ABC (mensuradas pelos pais ou cuidador) são clinicamente relevantes e a porcentagem de manutenção em transtorno bipolar tipo I pacientes que foram responsivos à CGI-C (“muita melhora” ou “extrema melhora”) foi significativa com a risperidona – monoterapia A eficácia de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia para o tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em dois estudos multicêntricos, duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-IV para transtorno bipolar tipo I, apresentando-se estáveis ou apresentando episódios mistos ou maníacos agudos. Em um primeiro estudo clínico, um total de 585 aproximadamente mais 64,0% e 32,4% (subgrupo autismo) pacientes foram tratados durante 12 semanas em um período de fase aberta CGI-C responsivos com Risperdal® Consta (com dose inicial de 25 mg, e titulação, se fosse considerada clinicamente desejável, para 37,5 mg ou 50 mg). Durante a fase aberta, 410 (70%) pacientes obtiveram remissão estável e foram randomizados para um tratamento duplo-cego com a mesma dose de Risperdal® Consta, placebo ou olanzapina, e foram monitorados para recaída durante um período de 18 meses. O desfecho primário foi o tempo para ocorrer a recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania, ou uma combinação desses sintomas). O tempo para ocorrer a recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o grupo placebo (p = 0,032, teste de log rank). Ao longo dos 18 meses de estudo, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 38,5% dos pacientes do grupo do Risperdal® Consta e 55,8% dos pacientes do grupo placebo tiveram recaída. Os pacientes do grupo placebo foram 1,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado com pacientes do grupo do Risperdal® Consta. A maioria das recaídas ocorreram devido à mania, ao invés de sintomas de depressão. As evidências foram insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta em retardar o tempo para ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I no presente estudo. Baseado nos seus históricos de transtorno bipolar, os indivíduos que participaram desse estudo tinham tido, em média, mais episódios de mania risperidona do que episódios de depressão. Em um segundo estudo clínico, um total de 501 com placebo. Aproximadamente mais 40,1% e 26,1% (subgrupo autismo) pacientes foram tratados durante um período aberto de 26 semanas ABC responsivos com Risperdal® Consta (dose inicial de 25 mg, e titulação para 37,5 e 50 mg, se julgado clinicamente desejável; em pacientes risperidona do que não toleraram a dose de 25 mg, esta pôde ser reduzida para 12,5 mg). Na fase aberta, 303 (60%) dos pacientes alcançaram remissão e foram randomizados para o tratamento duplo-cego também com a mesma dose de Risperdal® Consta ou placebo, e monitorados para recaídas durante um período de 24 meses. O desfecho primário foi o tempo de recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania ou episódios mistos). O tempo de recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o placebo (p<0,001, teste (diminuição ou melhora ≥ 50% da linha de log rank). O tempo no qual 25% dos pacientes apresentaram recaída foi de 82 dias no grupo placebo versus 173 dias no grupo Risperdal® Consta. No decorrer de 24 meses, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 30% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e 56% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Os pacientes no grupo placebo foram 2,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado a pacientes do grupo Risperdal® Consta. A maioria das recaídas foi devido a sintomas maníacos ao invés de depressivos. Há evidências insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta base em retardar o tempo de ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I nesse estudo. Baseado nos seus históricos do transtorno bipolar, os pacientes teriam apresentado em média, mais episódios maníacos do que depressivos. Transtorno bipolar tipo I – tratamento adjuvante A efeticácia de Risperdal® Consta como tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo em pacientes adultos que atenderam os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor requerendo intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses antecedentes ao início do estudo. Os pacientes tiveram que alcançar remissão estável pelo menos nas últimas 4 semanas na fase aberta inicial de 16 semanas com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em adição ao seu tratamento prévio para transtorno bipolar, que consistia em estabilizadores do humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos, antes de entrar em um período de estudo duplo-cego controlado por placebo de terapia adjuvante de 52 semanas de duração. Todos os antipsicóticos orais foram descontinuados após as 3 primeiras semanas da aplicação inicial de Risperdal® Consta. O tempo para recaída (recorrência) para um novo episódio de humor, o desfecho primário, foi retardado em pacientes recebendo terapia adjuvante com Risperdal® Consta quando comparado ao placebo (p= 0,01; teste de log rank). No decorrer de 52 semanas de fase duplo-cega de prevenção de recaída, 23% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta subescalas ABC e 46% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Risperdal® Consta foi eficaz como tratamento adjuvante na prevenção de recorrência de episódios de humor de mania quanto depressivos. nenhuma ABC demonstrou aumento ou piora ≥ 10%). Referências 1. Gelders YG, Heylen SLE, Vanden Bussche Borison RL, Pathiraja AP, Diamond BI, Meibach RC. Risperidone: clinical safety and efficacy in schizophrenia. Psychopharmacol Bull. 1992; 28(2):213. 2. Chouinard G, Reyntjens AJM, Janssen PAJ. 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A risperidona não tem afinidade por pelos receptores colinérgicos. Apesar de a risperidona ser um antagonista D 2 D2 potente, ao o que se atribui a é considerado como ação responsável pela melhora dos sintomas positivos da esquizofrenia, ela produz menos depressão o seu efeito depressor da atividade motora e indução indutor de catalepsia é menos potente do que os neurolépticos convencionais. clássicos. O antagonismo equilibrado balanceado serotoninérgico e dopaminérgico central pode reduzir a possibilidade de desenvolvimento de desenvolver efeitos colaterais extrapiramidais e ampliar estende a atividade terapêutica a sobre os sintomas negativos e afetivos da esquizofrenia. Farmacocinética Características gerais A solução oral e os comprimidos revestidos de Risperdal® são bioequivalentes. Propriedades Farmacocinéticas Absorção A risperidona é completamente absorvida após administração oral, alcançando um pico de concentrações plasmáticas em 1 a 2 horas. A absorção não é alterada pela alimentação, e, portanto, a risperidona pode ser ingerida durante as refeições ou não. Distribuição A risperidona é rapidamente distribuída. O volume de distribuição é de 1-2 L/kg. No plasma, a risperidona se liga à albumina e à alfa1 glicoproteína ácida. A ligação da risperidona à proteína plasmática é de 88% e 77% para a 9- hidróxi-risperidona. Uma semana após a administração, 70% da dose é excretada na urina e 14% nas fezes. Na urina, a risperidona mais 9-hidróxi-risperidona representam 35-45% da dose. O restante são metabólitos inativos. Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 em 9-hidróxi-risperidona, que apresenta uma atividade farmacológica similar à risperidona. A fração antipsicótica ativa é assim formada pela risperidona e pela 9- hidróxi-risperidona juntas. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. Eliminação Após administração de Risperdal ® Consta Após injeção intramuscular única de Risperdal® Consta, o perfil de liberação consiste de oral a pacientes psicóticos, a risperidona é eliminada com uma pequena liberação inicial (<1% da dose) do fármaco, seguida de um intervalo inativo meia-vida de 3 semanas. horas. A liberação principal do fármaco se inicia após 3 semanas, mantém-se meia- vida de eliminação da 4ª até a 6ª semana 9-hidróxi-risperidona e desaparece por volta da 7ª semana. Portanto, a complementação com antipsicótico por via oral deve ser realizada durante as três primeiras semanas de tratamento com Risperdal® Consta. Após injeções intramusculares repetidas de 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta a cada duas semanas, as concentrações plasmáticas medianas de vale e de pico da fração antipsicótica ativa flutuaram entre 9,9-19,2 ng/mL é de 24 horas. Proporcionalidade de dose O estado de equilíbrio é alcançado em um dia para a risperidona e 17,9-45,5 ng/mL, respectivamente. em 4-5 dias para a 9-hidróxi-risperidona, na maioria dos pacientes. As concentrações plasmáticas de risperidona são proporcionais à dose, dentro da faixa terapêutica. Pacientes pediátricos A farmacocinética da risperidona risperidona, da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa em crianças é linear no intervalo de doses de 25-50 mg, administrados a cada duas semanas. Não foi observado acúmulo de risperidona durante uso prolongado (12 meses), similar àquela em pacientes tratados com 25-50 mg a cada duas semanas. Os estudos acima foram conduzidos com administração na região glútea. As injeções intramusculares das mesmas doses na região deltoide ou glútea são bioequivalentes e, portanto, intercambiáveis. adultos. Insuficiência renal e hepática Um estudo de com dose única oral mostrou aumento da concentração ativa no plasma concentrações plasmáticas ativas mais altas e redução uma diminuição na depuração plasmática do antipsicótico ativo da fração antipsicótica ativa de 30% nos em idosos e 60% em pacientes com insuficiência renal. A concentração plasmática As concentrações plasmáticas de risperidona foi normal nos foram normais em pacientes com insuficiência hepática, mas a média da fração média livre de risperidona livre no plasma aumentou em cerca de 35%. Relação farmacocinética/farmacodinâmica Não houve relação entre as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa e a alteração das pontuações totais da PANSS (Escala das Síndromes Positiva e Negativa) e da ESRS (Escala de Avaliação de Sintomas Extrapiramidais) entre as visitas de avaliação, em qualquer um dos Dados pré-clínicos Em estudos de fase III para verificação toxicidade (sub)crônica, nos quais a administração foi iniciada em ratos e cães sexualmente imaturos, efeitos dose-dependentes estavam presentes no trato genital de eficácia machos e segurança. - Absorção A absorção fêmeas e na glândula mamária. Estes efeitos estavam relacionados com os níveis aumentados de prolactina sérica, resultantes da atividade da risperidona de Risperdal® Consta é completa. - Distribuição A risperidona tem distribuição rápida. bloqueio do receptor dopaminérgico D2. Em um estudo de toxicidade juvenil em ratos, observou-se o aumento na mortalidade dos filhotes e o atraso no desenvolvimento físico. Em um estudo de 40 semanas em cães jovens, a maturação sexual foi atrasada em cães jovens. O volume crescimento de distribuição é de 1-2L/kg. No plasma, a risperidona liga-se à albumina e à glicoproteína ácida. A taxa de ligação às proteínas plasmáticas é de 90% para a risperidona e 77% para a 9-hidróxi-risperidona. - Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 para 9-hidróxi-risperidona, que possui atividade ossos longos não foi afetado em uma dose semelhante à da risperidona. A risperidona mais dose máxima para adolescentes humanos (6 mg/dia). Efeitos foram observados em uma dose 4 vezes (com base na AUC) ou 7 vezes (com base em mg/m2) a 9-hidróxi-risperidona formam a fração antipsicótica ativa. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. - Eliminação A depuração plasmática da fração antipsicótica ativa e da risperidona são 5,0 e 13,7 L/h, respectivamente, dose máxima em metabolizadores rápidos, e 3,2 e 3,3 L/h, respectivamente, em metabolizadores lentos da CYP2D6. A combinação do perfil de liberação e o regime posológico (injeção intramuscular a cada duas semanas) resulta na manutenção de concentrações plasmáticas terapêuticas, que permanecem por até 4-6 semanas após a última injeção de Risperdal® Consta. A fase de eliminação se completa em aproximadamente 7-8 semanas após a última injeção. adolescentes humanos. CONTRAINDICAÇÕES Risperdal® Consta é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à risperidona ou a qualquer componente de sua da fórmula. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Em pacientes virgens de tratamento com a risperidona, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade da risperidona oral antes de iniciar o tratamento com Risperdal® Consta. Pacientes idosos com demência - Mortalidade Geral geral Pacientes idosos com demência tratados com antipsicóticos atípicos tiveram um aumento na mortalidade quando comparado ao com placebo em uma metanálise de 17 estudos controlados de antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal®. Em estudos clínicos de Risperdal® oral controlados com por placebo nesta população, a incidência de mortalidade foi 4,0% para pacientes tratados com Risperdal® comparado a com 3,1% em pacientes tratados com placebo. A idade média de pacientes que vieram a óbito era de 86 anos (intervalo de 67 a 100 anos). - Uso Concomitante concomitante de furosemida Em estudos controlados de Risperdal® oral com por placebo em pacientes idosos com demência, uma maior incidência de mortalidade foi observada em pacientes tratados com furosemida e risperidona (7,3%; idade média: média de 89 anos, intervalo de 75 a 97 anos) quando comparado aos pacientes tratados com risperidona isolada (3,1%; idade média: média de 84 anos, intervalo de 70 a 96 anos) ou furosemida isolada (4,1%; idade média: média de 80 anos, intervalo de 67 a 90 anos). O aumento na mortalidade em pacientes tratados com furosemida e risperidona foi observado em dois de quatro estudos clínicos. O mecanismo fisiopatológico não foi claramente identificado para explicar este achado e não há um padrão consistente para a causa do óbito. Apesar disto, deve-se ter cautela e avaliar os riscos e os benefícios desta combinação, combinação antes da decisão de uso. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente à com risperidona. Independente do tratamento, desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência. - Eventos Adversos Vasculares Cerebrais adversos vasculares cerebrais Estudos clínicos controlados com por placebo realizados em pacientes idosos com demência mostraram uma incidência maior de eventos adversos vasculares cerebrais (acidentes vasculares cerebrais e episódios de isquemia transitória), incluindo óbitos, em pacientes tratados com Risperdal® comparado aos que receberam placebo (idade média: média de 85 anos, intervalo de 73 a 97 anos) tratados com Risperdal® oral comparados aos que receberam placebo. anos). Hipotensão Ortostática Em razão ortostática Devido à atividade de bloqueio alfa-adrenérgico, alfa-adrenérgico da risperidona, pode ocorrer hipotensão (ortostática), especialmente durante o início do tratamento. Observou-se hipotensão período inicial de adequação posológica. Hipotensão clinicamente significativa, pós-comercialização, significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e de tratamento anti-hipertensivo. A risperidona Risperdal® deve ser usada usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular (por exemplo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, distúrbios da condução, desidratação, hipovolemia ou doença vascular cerebral). A relação risco-benefício do tratamento com Risperdal® Consta cerebral), e a dose deve ser avaliada, se a hipotensão ortostática clinicamente relevante persistir. adaptada gradualmente, como recomendado. A dose deve ser reduzida em caso de hipotensão. Leucopenia, neutropenia, neutropenia e agranulocitose Eventos de leucopenia, neutropenia e agranulocitose foram relatados com agentes antipsicóticos, incluindo Risperdal® Consta. Risperdal®. Agranulocitose foi relatada muito raramente (< 1/10.000 pacientes) durante a vigilância pós- comercialização. Pacientes com histórico de contagem baixa e clinicamente significativa de leucócitos ou leucopenia/neutropenia induzida por medicamento devem ser monitorados durante os primeiros meses de tratamento e deve-se considerar a descontinuação de Risperdal® Consta ao primeiro sinal de queda clinicamente significativa na contagem de leucócitos células brancas na ausência de outros fatores causadores. Pacientes com neutropenia clinicamente significativa devem ser cuidadosamente monitorados para febre ou outros sintomas ou sinais de infecção e tratados imediatamente se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave (contagem absoluta de neutrófilos < 1 X 10 9/L) x 109/L) devem descontinuar Risperdal® Consta e ter a contagem as contagens de leucócitos acompanhada acompanhadas até sua recuperação. Tromboembolismo venoso Casos de tromboembolismo venoso (TEV) foram relatados com medicamentos antipsicóticos. Já que pacientes tratados com antipsicóticos frequentemente apresentam fatores de risco adquiridos para TEV, tromboembolismo venoso, todos os possíveis fatores de risco para TEV tromboembolismo venoso devem ser identificados antes e durante o tratamento com Risperdal® Consta e medidas preventivas devem ser tomadas. Discinesia tardia / Sintomas extrapiramidais Fármacos Os medicamentos com propriedades antagonistas dopaminérgicas têm sido foram associados à indução de discinesia tardia, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente orofaciais. A ocorrência da língua e/ou da face. No entanto, foi descrito que o aparecimento de sintomas extrapiramidais tem sido relatada como representa um fator de risco para o no desenvolvimento de discinesia tardia. Como Risperdal® tem um potencial menor potencial de indução de para induzir sintomas extrapiramidais em comparação aos neurolépticos convencionais, a risperidona clássicos. Assim, Risperdal® deve ter apresentar um risco reduzido menor do que os neurolépticos clássicos na indução de induzir discinesia tardia. Se ocorrerem sinais e sintomas de discinesia tardia, deve-se considerar tardia aparecerem em pacientes tratados com Risperdal®, a interrupção de todos os medicamentos antipsicóticos. descontinuação do medicamento deve ser considerada. Síndrome Neuroléptica Maligna A ocorrência de Síndrome Neuroléptica Maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração do nível de da consciência e elevação dos níveis plasmáticos de creatina fosfoquinase sérica, tem sido foi relatada com o uso de antipsicóticos. Outros sinais podem incluir mioglobinúria (rabdomiólise) e insuficiência renal aguda. Neste caso, todos os medicamentos antipsicóticos, incluindo a risperidona, Risperdal®, devem ser interrompidos. Após a última administração de Risperdal® Consta, níveis plasmáticos de risperidona estão presentes por (no mínimo) até 6 semanas. Doença de Parkinson e Demência com de Corpos de Lewy O risco-benefício deve ser avaliado ao prescrever antipsicóticos, incluindo Risperdal® Consta, Risperdal®, para pacientes com Doença de Parkinson ou Demência de Corpos de Lewy, em razão do possível aumento do risco de Síndrome Neuroléptica Malígna Maligna nestes pacientes, bem como um aumento na sensibilidade aos antipsicóticos. A manifestação deste aumento na sensibilidade pode incluir confusão, obnubilação, instabilidade postural com quedas frequentes em adição aos sintomas extrapiramidais. Reações de hipersensibilidade Embora a tolerabilidade da risperidona oral ou da paliperidona deva ser estabelecida antes do início do tratamento com Risperdal® Consta, foram relatados casos muito raros de reações anafiláticas durante a experiência pós-comercialização em pacientes que anteriormente toleraram risperidona oral. Se ocorrerem reações de hipersensibilidade, descontinue o uso de Risperdal® Consta. Inicie medidas gerais de suporte, conforme clinicamente apropriado e monitore o paciente até que os sinais e sintomas desapareçam. Hiperglicemia e Diabetes diabetes mellitus Hiperglicemia, diabetes mellitus e exacerbação de diabetes preexistente pré-existente têm sido relatadas durante o tratamento com Risperdal®. A avaliação da relação entre o uso de antipsicótico atípico e anormalidades da glicose é intrincada pela possibilidade de um aumento do risco preexistente pré-existente para diabetes mellitus em pacientes com esquizofrenia e a incidência crescente do diabetes mellitus na população em geral. Considerando estes múltiplos fatores, a relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e os eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida. Qualquer paciente tratado com antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal Consta, Risperdal, deve ser monitorado para sintomas de hiperglicemia e diabetes mellitus. Ganho de peso Um aumento significativo aumento de peso foi relatado. Aconselha-se monitoramento de do aumento de peso durante o uso de Risperdal® Consta. Risperdal®. Intervalo QT Assim como com outros antipsicóticos, deve-se ter cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta em pacientes com história de arritmias cardíacas, em pacientes com Síndrome síndrome do intervalo QT prolongado congênita e em uso concomitante de medicamentos que sabidamente prolongam conhecidos por prolongar o intervalo QT. Priapismo Há relatos de priapismo induzido priapismos induzidos por medicamentos com efeitos bloqueadores alfa-adrenérgicos. Priapismo foi relatado com Risperdal® Consta durante a vigilância pós-comercialização. Regulação da temperatura corporal O comprometimento da capacidade de reduzir a temperatura corporal central foi atribuído a agentes antipsicóticos. Recomenda-se cuidado adequado ao prescrever Risperdal® Consta a pacientes que apresentarem condições que podem contribuir para a elevação da temperatura corproal corporal central, como por exemplo, a realização de exercícios extenuantes, exposição a calor intenso, uso de medicamento medicação concomitante à com atividade anticolinérgica ou estar sujeito à desidratação. Efeito antiemético Efeito antiemético foi observado nos Nos estudos pré-clínicos com a risperidona. risperidona, foi observado efeito antiemético. Esse efeito, se ocorrer em humanos, pode mascarar os sinais e sintomas da superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Convulsões Como ocorre com outros antipsicóticos, Risperdal® Consta deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou outras condições que potencialmente reduzam reduzem o limiar de convulsão. Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória (IFIS) foi observada durante cirurgia de catarata em pacientes tratados com medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos, incluindo Risperdal® Consta. Risperdal®. A IFIS pode aumentar o risco de complicações oftálmicas durante e após a cirurgia. O cirurgião oftalmologista deve ser informado, previamente à cirurgia, sobre o uso atual ou anterior de medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos. Os benefícios potenciais da interrupção do tratamento de bloqueio de receptores alfa 1 previamente à cirurgia de catarata não foram estabelecidos e devem ser considerados contra o risco de interromper o tratamento antipisicótico. Administração Deve-se evitar a administração inadvertida antipsicótico. Gravidez (Categoria C) A segurança de Risperdal® Consta em vasos sanguíneos. Uso durante a gestação (Categoria C) e lactação Gravidez A segurança da risperidona para uso durante a gestação gravidez não foi estabelecida em seres humanos não está estabelecida. humanos. Apesar de estudos realizados em animais não indicarem toxicidade direta da risperidona na sobre a reprodução, alguns efeitos indiretos, mediados pela prolactina e pelo SNC, foram observados. Nenhum efeito teratogênico foi observado em nenhum estudo. Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo Risperdal®) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares. Risperdal® Consta só deve ser usado durante a gestação gravidez se os benefícios compensarem superarem os riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Lactação Em estudos em animais, a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas no leite. Demonstrou-se que a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas também no leite humano. Portanto, Assim, mulheres em uso de recebendo Risperdal® Consta não devem amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas A risperidona Risperdal® pode interferir com as atividades que exijam atenção. exigem uma boa vigilância. Portanto, durante o tratamento você tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Para os comprimidos de Risperdal®: Este medicamento contém lactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações de Risperdal® Consta com a administração concomitante de outros medicamentos não foi avaliada de maneira sistemática. Os dados sobre interações apresentados são baseados nos estudos com Risperdal® oral. Interações relacionadas à farmacodinâmica - Medicamentos com ação central e álcool A risperidona Devido a seus efeitos primários sobre o SNC, Risperdal® deve ser administrada administrado com cautela em associação com outros medicamentos com ação central ou álcool, em razão de seus efeitos primários no sistema nervoso central. álcool. - Levodopa A levodopa e agonistas dopaminérgicos A risperidona Risperdal® pode antagonizar o efeito da levodopa e de outros agonistas dopaminérgicos. - Medicamentos com efeito hipotensor Observou-se hipotensão Hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e do de tratamento anti- hipertensivo no período de pós-comercialização. anti-hipertensivo. - Medicamentos que prolongam o intervalo QT Recomenda-se cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta com medicamentos que sabidamente prolongam o intervalo QT. Interações relacionadas à farmacocinética Interação com alimentos Os alimentos não afetam a absorção de Risperdal®. A risperidona é metabolizada principalmente através da CYPD26 e, em menor extensão, através da CYP3A4. Tanto a risperidona como seu metabólito ativo 9-hidróxi-risperidona são substratos da glicoproteína-P (P-gp). As substâncias que modificam a atividade da CYP2D6 ou as substâncias que inibem ou induzem fortemente a atividade da CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P, glicoproteína-P podem influenciar a farmacocinética da fração antipsicótica da risperidona. - Inibidores fortes potentes da CYP2D6 A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor forte potente da CYP2D6 pode aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. Doses maiores de um inibidor forte potente da CYP2D6 podem elevar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona (por exemplo, paroxetina; veja a seguir). Quando a paroxetina ou outro inibidor forte potente da CYP2D6, especialmente em doses altas, são forem iniciados concomitantemente ou descontinuados, o médico deve reavaliar a posologia do Risperdal® Consta. Risperdal®. - Inibidores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp pode aumentar de forma substancial substancialmente as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de itraconazol ou outro inibidor forte potente da CYP3A4 e/ou da P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal® Consta. Risperdal®. - Indutores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um indutor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp pode diminuir as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de carbamazepina ou outro indutor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal® Consta. Risperdal®. - Medicamentos com alta ligação às proteínas Quando Risperdal® Consta é administrado em associação tomado junto a fármacos medicamentos com alto teor índice de ligação às proteica, não há um deslocamento das proteínas plasmáticas, não ocorre deslocamento plasmáticas clinicamente relevante da fração ligada de qualquer dos fármacos. relevantes em nenhum deles. Quando estes medicamentos forem administrados concomitantemente, consultar as respectivas bulas sobre a via de metabolismo e a possível necessidade de ajustar as doses. - População pediátrica Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. A relevância dos resultados destes estudos para os pacientes pediátricos é desconhecida. - Exemplos de medicamentos com potencial para interação ou que não apresentaram interação com a risperidona: - Antibacterianos: A eritromicina, um inibidor moderado da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. A rifampicina, um indutor forte da CYP3A4 e indutor da P-gp, diminuiu as concentrações plasmáticas da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Inibidores da colinesterase: A galantamina e a donepezila, ambas substrato substratos de CYP2D6 e CYP3A4, não mostraram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Antiepilépticos: Antiepiléticos: A carbamazepina, um indutor forte de da CYP3A4 e indutor de da P-gp, diminui as concentrações plasmáticas os níveis plasmáticos da fração antipsicótica ativa da risperidona. de risperidona.. O topiramato reduziu ligeiramente a biodisponibilidade da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. Portanto, esta interação provavelmente não apresenta significância clínica. A risperidona não apresentou efeitos demonstra efeito clinicamente relevantes significante na farmacocinética do valproato ou do topiramato. - Antifúngicos: O itraconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa em cerca de 70%, com doses de risperidona de 2 mg/dia a 8 mg/dia. O cetoconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da risperidona e diminuiu as concentrações plasmáticas da 9-hidróxi-risperidona. - Antipsicóticos: Os fenotiazínicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não as da fração antipsicótica ativa. No caso do O aripiprazol, um substrato de CYP2D6 e CYP3A4: a risperidona, na forma de comprimidos ou injetável, não afetou a farmacocinética da soma do aripiprazol e de seu metabólito ativo, de-hidroaripiprazol. - [… 79 palavras iguais …] inibidor de P-gp, aumenta a concentração plasmática de risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Glicosídeos digitálicos: A risperidona não demonstra efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina. - Diuréticos: Sobre a furosemida: veja, Furosemida: veja no item “ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”, PRECAUÇÕES” o aumento da mortalidade em pacientes idosos com demência que estão recebendo tratamento concomitante de furosemidae Risperdal® oral. com furosemida. - Medicamentos gastrintestinais: Antagonistas de receptor H2: a cimetidina e a ranitidina, ambas inibidores fracos de CYP2D6 e CYP3A4, aumentaram a biodisponibilidade da risperidona, mas apenas marginalmente aquela da fração [… 20 palavras iguais …] inibidores seletivos da recaptação de serotonina: A fluoxetina, um inibidor forte da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. A paroxetina, um inibidor forte de da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas mas, em doses de até 20 mg/dia, menos da fração antipsicótica ativa. Entretanto, doses maiores de paroxetina podem elevar a concentração da fração antipsicótica ativa. ativa da risperidona. Os antidepressivos tricíclicos podem aumentar a concentração plasmática de as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não aquelas da fração antipsicótica ativa. A amitriptilina não afeta a farmacocinética da risperidona ou da fração antipsicótica ativa. A sertralina, um inibidor fraco de CYPD26 e a fluvoxamina, um inibidor fraco de CYP3A4, em doses de até 100 mg/dia, não estão associadas a com alterações clinicamente significativas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Entretanto, doses superiores a 100 mg/dia de sertralina ou fluvoxamina podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Risperdal® Consta deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2C Comprimidos revestidos Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 8C). 30C). Proteger da luz. luz e umidade. Comprimidos revestidos de 0,25 mg e 0,5 mg Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. Comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Solução oral Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 30C). Proteger do congelamento. Após aberto, válido por 3 meses. Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspecto físico Risperdal® Consta Comprimidos revestidos A concentração dos comprimidos revestidos pode ser identificada pela sua cor e tamanho. Isto é importante porque há 5 tipos de comprimidos revestidos, cada um pó branco a quase branco. O diluente contendo uma quantidade diferente de risperidona: - Comprimidos ocre-amarelados: oblongos contendo 0,25 mg de risperidona; - Comprimidos vermelho-amarronzados: oblongos e sulcados contendo 0,5 mg de risperidona; - Comprimidos brancos: oblongos e sulcados contendo 1 mg de risperidona; - Comprimidos laranjas: oblongos e sulcados contendo 2 mg de risperidona; - Comprimidos amarelos: oblongos e sulcados contendo 3 mg de risperidona. Solução oral A solução oral é uma solução aquosa límpida e incolor. Quando misturada apropriadamente, a suspensão fica uniforme, espessa e com coloração leitosa. NÃO GUARDE O FRASCO APÓS A RECONSTITUIÇÃO, POIS A SUSPENSÃO IRÁ SE DEPOSITAR. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. POSOLOGIA E MODO DE USAR Modo de usar Informação Importante Risperdal® Consta requer muita atenção pode ser administrado sob a forma de comprimidos ou solução oral. A solução oral não deve ser adicionada ao passo chá. Instruções para a passo descrito nesta seção abertura do frasco de bula, solução oral e utilização da pipeta dosadora Fig. 1: O frasco vem fechado com uma tampa de segurança, que deve ser aberta da seguinte maneira: - Empurre a tampa plástica para garantir uma administração correta. Aguardar 30 minutos baixo e gire-a no sentido anti-horário. - Remova a embalagem tampa. Fig. 2: Introduza a pipeta no frasco. Segure o anel inferior e puxe o anel superior para cima até a marca correspondente à quantidade de mililitros ou miligramas que você deve tomar. Fig. 3: Segure o anel inferior e retire toda a pipeta do frasco. Esvazie a pipeta em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, deslizando o anel superior para baixo, até o final da pipeta. Feche o frasco e enxágue a pipeta com um pouco de água. - Esquizofrenia Adultos Risperdal® Consta pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado ao Risperdal® quando uma sedação adicional for necessária. Populações especiais Pacientes idosos (65 anos ou mais) A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 a 2 mg, duas vezes ao dia. Pacientes pediátricos (13 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da geladeira e aguarde até que atinja a temperatura ambiente durante pelo menos 30 minutos antes administração de metade da reconstituição. dose diária duas vezes por dia. Não aqueça de qualquer outra maneira. Usar os componentes fornecidos Os componentes fornecidos na embalagem são especificamente desenvolvidos para existem estudos sobre o uso de Risperdal® Consta. em crianças menores de 13 anos de idade. Transferência de outros antipsicóticos para Risperdal® Consta Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Risperdal® é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Risperdal® no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser reconstituído somente com o diluente fornecido na embalagem. Não substituir QUALQUER componente presente na embalagem. Não armazenar a suspensão após a reconstituição Administrar a dose assim que possível após a reconstituição, para evitar que a suspensão se deposite. Dose apropriada O conteúdo total do frasco deve ser administrado para garantir que a dose pretendida de Risperdal® Consta seja administrada. DISPOSITIVO DE USO ÚNICO Não reutilizar. Dispositivos médicos requerem características específicas para agir conforme programado. Estas características foram verificadas apenas para uso único. Qualquer tentativa de reprocessar o dispositivo para reutilizá-lo subsequentemente pode afetar de maneira adversa a integridade do mesmo periodicamente reavaliada. - Agitação, agressividade ou levar ao prejuízo do desempenho. Componentes fornecidos na embalagem Dispositivo Auxiliar Seringa Preenchida (adaptador) West Medimop® Anel Branco Haste do êmbolo Abertura do conector Extre- midade perfura Tampa Branca -dora Borda Diluente Frasco Tampa colorida Agulhas de injeção Terumo SurGuard®-3 Protetor transparente da agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Dispositivo de segurança da agulha Microesferas Passo 1 Preparo dos componentes Conectar o frasco no adaptador do frasco Remova a tampa do frasco Prepare o adaptador do frasco Segure o protetor estéril do adaptador, conforme mostrado na figura. Conectar o adaptador no frasco Coloque o frasco em uma superfície plana e firme e segure o frasco pela base. Centralize o adaptador na superfície da tampa de borracha cinza. Empurre o adaptador para baixo até haver um encaixe seguro. Puxe a tampa colorida do frasco. Puxe e remova o suporte de papel. Com um lenço umidecido com álcool, limpe a superfície da tampa cinza. Deixe no ambiente até secar. Não remova o adaptador do frasco do protetor. Não coloque o adaptador no frasco em um ângulo, pois o diluente pode vazar durante a trasnferência para o frasco. place vial adapter on at an angle or diluent may leak Não remova a tampa de borracha cinza. upon transfer to the vial. Não toque na extremidade perfuradora em qualquer momento. Isto pode levar a uma contaminação. Incorreto Conectar a seringa preenchida no adaptador do frasco Remova o protetor estéril Pegue no local Remova a tampa Conecte a seringa ao apropriado Segure pelo anel branco na ponta da seringa. Segurando pelo anel adaptador do frasco branco, retire a tampa Segure o adaptador do Remova o adaptador do Não segure a seringa pelo vidro durante o manuseio. branca. frasco pela borda para frasco da embalagem estéril manter parado. somente quando estiver Não torça ou corte a tampa pronto para remover a tampa branca. Segure a seringa pelo branca da seringa Incorreto preenchida. anel branco e então insira Não toque a ponta da a ponta no conector da Mantenha o frasco na vertical para evitar vazamento. Segure a base do frasco e puxe para cima a tampa estéril para removê-la. seringa. Isto levará a uma agulha do adaptador do contaminação. frasco. Não agite. Não segure a seringa de Não vidro pelo corpo. Isto toque o conector enquanto estiver abrindo o adaptador do frasco. Isto levará a uma contaminação. pode causar a perda do Quando a tampa é removida a anel branco ou seringa fica como demonstrado desacoplamento. nesta figura. A tampa removida pode Acople a seringa ao ser descartada. adaptador do frasco girando de maneira firme no sentido horário até sentir que está encaixado. Não force. Ao forçar a ponta da seringa pode quebrar. Passo 2 Reconstitua as microesferas Seg. Injete o diluente Suspenda as microesferas Transfira a suspensão Remova o adaptador do Injete a quantidade total no diluente para a seringa frasco do diluente da seringa para o frasco.. Continue a segurar a haste do Inverta o frasco Segure o anel branco da êmbolo para baixo, agite completamente. seringa e desacople-a do vigorosamente por pelo Vagarosamente puxe a adaptador do frasco. O conteúdo do frasco não estará sob pressão. menos 10 segundos, haste do êmbolo para Continue segurando o conforme demonstrado. baixo para injetar todo Destaque a etiqueta do êmbolo para baixo, com o conteúdo do frasco para a frasco no picote. Aplicar polegar. Verifique a suspensão. a etiqueta destacada na seringa. Quando misturada seringa para fins de apropriadamente, trata-se de identificação. uma suspensão Descarte o frasco e o aparentemente uniforme, adaptador do frasco espessa e de coloração apropriadamente. leitosa. As microesferas serão visíveis no líquido. Imediatamente vá para o próximo passo para evitar que a suspensão sedimente. Passo 3 Acople a agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Acople a agulha Ressuspenda as microesferas Escolha a agulha apropriada Escolha a agulha apropriada com Remova completamente o sachê. Abra o sachê pela metade e usar base no local da injeção (glútea ou para agarrar a base da agulha, Logo antes da injeção, agite a deltoide). conforme demonstrado a seguir. seringa vigorosamente de novo, já Segurando o anel branco da que alguma sedimentação pode ter seringa, acople a seringa ao ocorrido. conector da agulha com uma torção firme no sentido horário até encaixar. Não toque o conector da agulha. Isto resultará em contaminação. Passo 4 Injete a dose Após Remover o Remova as bolhas Injete Certifique que a Descarte protetor de ar agulha está dentro do adequadamente as transparente da Segure a agulha para Imediatamente injete protetor de segurança agulhas agulha cima e bata o conteúdo da da agulha seringa por via Verifique se o gentilmente para Usando uma mão, Mova a agulha intramuscular (IM) protetor da agulha fazer com que coloque o protetor de para dentro do no músculo glúteo está totalmente qualquer bolha de ar segurança da agulha protetor de ou deltoide do envolvido. Descarte suba para a em ângulo de 45 graus segurança da paciente. em recipiente superfície. Vagarosa em uma superfície agulha de volta adequado para e cuidadosamente rígida, plana. Pressione para a seringa. A injeção glútea pérfurocortantes. pressione a haste do para baixo com um Depois segure o deve ser feita no Também descarte a êmbolo para cima movimento firme e anel branco da para remover o ar. quadrante superior agulha não utilizada externo da região rápido até a agulha fornecida na seringa e estar completamente cuidadosamente glútea. Não embalagem. envolvida pelo empurre o protetor administre por via dispositivo de transparente da intravenosa. segurança. agulha para fora. Não torça o Evite que a agulha protetor cause perfurações: transparente da agulha, pois a Não use duas mãos. conexão com o conector da agulha Não desconecte intencionalmente ou pode afrouxar. manuseie incorretamente o dispositivo protetor da agulha. Não tente desentortar a agulha ou engate o dispositivo de segurança, se a agulha estiver torta ou danificada. Posologia Para pacientes recebendo a risperidona pela primeira vez, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade com a risperidona oral antes de iniciar o tratamento com o Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser administrado a cada duas semanas por injeção intramuscular profunda na região deltoide ou glútea utilizando agulha apropriada para cada região. Para administração na região deltoide, utilize agulha de 1 polegada alternando as injeções entre os dois braços. Para administração na região glútea, utilize a agulha de 2 polegadas, alternando-se o lado da injeção. NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Adultos A dose recomendada é 25 mg em injeção intramuscular a cada duas semanas. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses maiores, de 37,5 mg ou 50 mg. Em estudos clínicos com 75 mg não foram observados benefícios adicionais sintomas psicóticos em pacientes com esquizofrenia. Doses acima de 50 mg não foram estudadas em pacientes com transtorno bipolar. Doses maiores que 50 mg por duas semanas não são recomendadas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser assegurada durante o intervalo de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. demência do tipo Alzheimer A dose não deve ser aumentada com frequência maior do que uma vez a cada 4 semanas. O efeito do ajuste posológico não deve ser esperado antes de 3 semanas após o aumento da dose. Pacientes Idosos A dose inicial recomendada é de 25 0,25 mg em injeção intramuscular a cada 2 semanas. Cobertura antipsicótica suficiente deve duas vezes ao dia. Esta dose pode ser assegurada por via oral durante o intervalo ajustada individualmente, com incrementos de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. Pacientes com insuficiência renal ou hepática Risperdal® Consta não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática e renal. Se houver necessidade de tratar este grupo de pacientes, recomenda-se iniciar o tratamento com 0,5 0,25 mg de risperidona, por via oral, duas vezes ao dia, durante com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a primeira semana. Na segunda semana, pode-se administrar maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia ou pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. - Transtorno do humor bipolar: Mania Adultos Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Risperdal® de 2 mg uma vez ao dia. Se Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose oral inicial de pelo menos Risperdal® de 2 mg/dia for bem tolerada, Risperdal® Consta (na ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 25 mg) 2-6 mg/dia. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. Populações especiais Pacientes pediátricos (10 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Risperdal® deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem estudos sobre Risperdal® no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade. - Autismo Pacientes pediátricos (5 a 17 anos) A dose de Risperdal® deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. No Dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos  2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes  20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes  20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos. Doses de Risperdal® em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia) Peso Dias 1-3 Dias 4-14+ Incrementos quando for necessário Intervalo aumentar a dose posológico < 20kg 0,25 mg 0,5 mg +0,25 mg em intervalos  2 semanas 0,5 mg – 1,5 mg  20 kg 0,5 mg 1,0 mg +0,5 mg em intervalos  2 semanas 1,0 mg – 2,5 mg* * pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia. Risperdal® pode ser administrado a cada 2 semanas. Crianças Risperdal® Consta não foi avaliado em pacientes com idade inferior a 18 anos. REAÇÕES ADVERSAS Ao longo deste item, são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados com o uso de risperidona baseado em avaliação abrangente das informações disponíveis de eventos adversos. Uma relação causal com risperidona não pode ser estabelecida de forma confiável em casos individuais. Além disso, como os ensaios clínicos são conduzidos sob condições muito variáveis, as taxas observadas de reações adversas em ensaios clínicos de um medicamento não podem ser comparadas diretamente a taxas em ensaios clínicos de outro medicamento, e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de Estudos Clínicos A segurança do Risperdal® Consta foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos de 2.392 pacientes expostos a uma vez ao dia ou mais doses do Risperdal® Consta para o tratamento da esquizofrenia. Desses 2.392 pacientes, 332 eram duas vezes ao dia. Os pacientes que receberam o Risperdal® Consta durante apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a sua participação em redução gradual da dose para obter um estudo duplo-cego e placebo-controlado de 12 semanas de duração. Um total de 202 dos 332 eram pacientes esquizofrênicos que receberam 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta. As condições e a duração do tratamento com o Risperdal® Consta variaram muito e incluíram (em categorias sobrepostas) estudos duplo-cegos, de doses fixas e flexíveis, controlados por placebo ou medicamento ativo e fases abertas dos estudos, em regime de internação e ambulatorial, e exposição de curto prazo (até 12 semanas) e longo prazo (até 4 anos). Em adição aos estudos em pacientes com esquizofrenia, dados de segurança são apresentados de um ensaio de avaliação equilíbrio ótimo de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar e quando administrado como monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I. No estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo de monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I, os pacientes adultos selecionados foram os que preencheram os critérios DSM-IV para o transtorno bipolar tipo I e apresentavam-se estáveis em uso de risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) ou outros antipsicóticos ou estabilizadores de humor, ou apresentando um episódio agudo. Após um período aberto de três semanas de tratamento com risperidona oral (n = 440), pacientes que demonstraram uma resposta inicial à risperidona oral neste período e àqueles que foram estáveis à risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) no início do estudo, entraram em um período aberto de estabilização de 26 semanas com Risperdal® Consta (n = 501). Os pacientes que desmonstraram uma manutenção da resposta durante este período foram randomizados em um estudo duplo-cego, controlado por placebo de 24 meses no qual receberam Risperdal® Consta (n = 154) ou placebo (n = 149) como monoterapia. Os pacientes que recaíram ou que completaram o período duplo-cego puderam escolher entrar em um período de estudo aberto de 8 semanas de extensão com Risperdal® Consta (n = 160). No estudo de tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar, os indivíduos neste estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo eram pacientes adultos que preencheram os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I ou II e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor necessitando intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses anteriores ao início do estudo. No início deste estudo, todos os pacientes (n = 275) entraram em uma fase aberta de tratamento de 16 semanas, na qual receberam Risperdal® Consta em adição ao seu tratamento prévio, os quais consistiam em vários estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. Os pacientes que alcançaram remissão no final das 16 semanas da fase aberta de tratamento (n=139) foram randomizados em uma fase duplo-cega, controlada por placebo de 52 semanas e receberam Risperdal® Consta (n=72) ou placebo (n=67) como tratamento adjuvante continuando o seu tratamento prévio. Os pacientes que não alcançaram a remissão no final da fase aberta de 16 semanas de tratamento puderam escolher entre continuar recebendo tratamento com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em fase aberta, mantendo o seu tratamento prévio, por mais 36 semanas conforme indicação clínica por um período total de até 52 semanas; estes pacientes (n=70) foram também incluídos em uma avaliação de segurança. A maioria de todas as reações adversas foram leves a moderadas em gravidade. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Esquizofrenia As reações adversas relatadas por  2% dos pacientes com esquizofrenia, tratados com Risperdal® Consta em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 12 semanas de duração, são apresentadas na Tabela 1. Tabela 1. Reações adversas relatadas por  2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com o Risperdal® Consta em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 12 semanas de duração Risperdal® Consta Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão 25 mg Consta 50 mg (n=98) Reação Adversa (n=99) (n=103) % % % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório 2 0 1 superior Distúrbios do Sistema Nervoso Cefaleia 15 21 12 Parkinsonismo* 8 15 9 Tontura 7 11 6 Acatisia** 4 11 6 Sonolência 4 4 0 Tremores 0 3 0 Sedação 2 2 3 Síncope 2 1 0 Hipoestesia 2 0 0 Distúrbios Oftalmológicos Visão turva 2 3 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4 2 3 Congestão sinusal 2 0 0 Distúrbios Gastrintestinais Constipação 5 7 1 Boca seca 0 7 1 Dispepsia 6 6 0 Náusea 3 4 5 Dor de dente 1 3 0 Hipersecreção salivar 4 1 0 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Acne 2 2 0 Pele seca 2 0 0 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas extremidades 6 2 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 3 6 0 Astenia 0 3 0 Edema periférico 2 3 1 Dor 4 1 0 Febre 2 1 0 Testes Ganho de peso 5 4 2 Perda de peso 4 1 1 *Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, rigidez muscular e bradicinesia. **Acatisia inclui acatisia e agitação. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Transtorno bipolar A Tabela 2 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas em 2% ou mais dos pacientes no período de 24 meses de tratamento duplo-cego e controlado por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia de tratamento de manutenção em pacientes com trastorno bipolar tipo I. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  2% de pacientes tratados com o Risperdal® Consta como monoterapia de tratamento em pacientes com transtorno bipolar tipo I em um estudo duplo- cego e controlado por placebo de 24 meses de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo Reação Adversa (n=154) (n=149) % % Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura 3 1 Distúrbios Vasculares Hipertensão 3 1 Testes Aumento de peso 5 1 A Tabela 3 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas por  4% de pacientes no período de 52 semanas em uma fase de tratamento duplo-cega, controlada por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  4% dos pacientes com Transtorno Bipolar tratados com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 52 semanas de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo + tratamento Reação Adversa + tratamento usual a usual (n=72) % (n=67) % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório superior 6 3 Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Diminuição do apetite 6 1 Aumento do apetite 4 0 Distúrbios do Sistema Nervoso Tremor 24 16 Parkinsonismo b 15 6 Discinesia b 6 3 Sedação 6 0 Distúrbios da atenção 4 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4 1 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Artralgia 4 3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Amenorreia 4 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Marcha anormal 4 0 Testes Aumento de peso 7 1 a Pacientes que receberam Risperdal® Consta ou placebo de maneira duplo-cega em adição ao seu tratamento prévio o qual incluiu estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. b Parkinsonismo inclui rigidez muscular, hipocinesia, rigidez da roda denteada e bradicinesia. Discinesia inclui contração muscular e discinesia. Outros dados de estudos clínicos A paliperidona é o metabólito ativo da risperidona, portanto os perfis de reações adversas destes compostos (incluindo formulações orais e injetáveis) são relevantes uns aos outros. As reações adversas adicionais relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 2% de pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4a. Tabela 4a. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Psiquiátricos Agitação, ansiedade, depressão, insônia* Distúrbios do Sistema Nervoso Acatisia*, parkinsonismo* Distúrbios Cardíacos Taquicardia Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal, diarreia, vômitos Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Dor nas costas, espasmos musculares, dor musculoesquelética Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Edema* *Insônia inclui: insônia inicial, insônia média; Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas, inquietação; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Infecção de ouvido, infecção, gripe, sinusite Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Redução do apetite, aumento do apetite Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional, redução da libido, pesadelo Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura postural, disartria, discinesia*, parestesia Distúrbios Oftalmológicos Fotofobia Distúrbios do Ouvido e Labirinto Dor de ouvido Distúrbios Cardíacos Bradicardia, transtorno de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, palpitações Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Dispneia, dor faringolaríngea, chiado Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas Distúrbios do Tecido da Pele e Subcutâneo Prurido, dermatite seborreica, transtorno da pele Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Rigidez articular, fraqueza muscular Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, transtorno da ejaculação, disfunção erétil, galactorreia Distúrbios Gerais e Condiçõs no Local da Administração Desconforto no peito, sensação anormal, reação no local de injeção Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, transtorno do movimento, contração muscular, mioclonia. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (25 mg ou 50 mg), são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta ( 25 mg ou 50 mg) (Os termos de cada Classe de Sistema/ Órgão estão ordenadas alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, celulite, cistite, infecção no olho, infecção localizada, onicomicose, pneumonia, infecção no trato respiratório, abscesso subcutâneo, tonsilite, infecção no trato urinário, infecção viral Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Anemia, contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, hiperinsulinemia, polidipsia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia, embotamento afetivo, transtorno do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Transtorno de equilíbrio, acidente vascular cerebral, transtorno vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, nível reduzido de consciência, coma diabético, distonia*, instabilidade da cabeça, perda da consciência, síndrome neuroléptica maligna, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite, olhos secos, transtorno do movimento dos olhos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios de Ouvido e Labirinto Zumbido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, síndrome da taquicardia postural ortostática, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor, hipotensão, hipotensão ortostática Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, epistaxe, hiperventilação, pneumonia por aspiração, congestão pulmonar, estertores, transtornos respiratórios, congestão do trato respiratório Distúrbios Gastrintestinais Queilite, disfagia, incontinência fecal, fecaloma, flatulência, gastroenterite, obstrução intestinal, edema da língua Distúrbios Hepatobiliares Aumento das transaminases Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, eczema, eritema, hiperqueratose, descoloração da pele, lesão da pele, urticária Distúrbios do Tecido Conjuntivo, Musculoesquelético e Ossos Aumento da creatina fosfoquinase sanguínea, edema articular, dor no pescoço, postura anormal, rabdomiólise Distúrbios Renais e Urinários Disúria, polaciúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e de Mamas Secreção das mamas, ingorgitamento das mamas, aumento das mamas, ginecomastia, transtorno menstrual*, atraso na menstruação, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corporal, aumento da temperatura corporal, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência, edema de face, endurecimento, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações Posturais Queda, dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo; Transtorno da menstrução inclui: menstruação irregular, oligomenorreia. Dados Pós-comercialização Os eventos adversos identificados primeiramente como reações adversas durante a experiência pós- comercialização com a risperidona e/ou paliperidona, por categoria de frequência estimada a partir das taxas de relatos espontâneos com risperidona, estão descritos a seguir. Reação muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados: Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose, trombocitopenia; Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético; Distúrbios metabólicos e nutricionais: cetoacidose diabética, diabetes mellitus, hipoglicemia, intoxicação por água; Distúrbios psiquiátricos: mania; Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia; Distúrbios oculares: oclusão da artéria retinianaa; síndrome de íris flácida (intraoperatória); Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial; Distúrbios vasculares: trombose de veia profunda, embolia pulmonar; Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono; Distúrbios gastrintestinais: íleo, pancreatite; Distúrbios hepatobiliares: icterícia; Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema, alopecia; Distúrbios renais e urinários: retenção urinária; Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal; Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo; Distúrbios gerais: hipotermia; reação no local da administração, incluindo abscesso, celulite, cisto, hematoma, necrose e úlcera. Nota: a Apenas com a formulação de Risperdal® Consta, na presença de defeitos intracardíacos predispondo a “shunt” direita-esquerda (por exemplo, forame oval patente). Muito raramente, casos de reações anafiláticas após aplicação de Risperdal® Consta® foram relatados durante o período pós-comercialização, em pacientes que apresentaram tolerância prévia à risperidona oral. Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. SUPERDOSE Embora a ocorrência de superdose seja menos provável com a administração parenteral do que com a oral, são apresentadas as informações referentes à superdose por via oral. Risperdal® Consta deve ser aplicado por profissional da área da saúde através de injeção glútea ou deltóide, e não pelo paciente como no caso do tratamento oral. Portanto, dentro destas circunstâncias, o risco de superdose com Risperdal® Consta é considerado insignificante. Sintomas Em geral, os sinais e sintomas relatados são resultantes do excesso de efeitos farmacológicos conhecidos da risperidona. Estes incluem sonolência e sedação, taquicardia e hipotensão arterial e sintomas extrapiramidais. Aumento do intervalo QT e convulsões foram relatados com superdose. Torsade de Pointes foi relatado na presença de superdose combinada de Risperdal® oral e paroxetina. Em caso de superdose aguda, deve-se considerar a possibilidade do envolvimento de múltiplos fármacos. Tratamento Estabelecer e manter vias aéreas livres, garantindo boa ventilação, com oxigenação adequada. Monitorização cardiovascular deve ser instituída imediatamente, incluindo ECG contínuo para detecção de possíveis arritmias. Não existe antídoto específico para Risperdal® Consta. Portanto, apenas medidas de suporte devem ser instituídas. Hipotensão arterial e colapso circulatório devem ser tratados com medidas adequadas, como infusão de líquidos e/ou administração de agentes simpatomiméticos. Na ocorrência de sintomas extrapiramidais graves, medicação anticolinérgica deve ser administrada. Monitorização intensiva, com rigorosa supervisão médica, deve ser mantida até a recuperação do paciente. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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INDICAÇÕES Risperdal® Consta é indicado no tratamento de uma ampla gama de pacientes com esquizofrenia, incluindo o primeiro episódio psicótico, esquizofrênicos incluindo: - a primeira manifestação da psicose; - exacerbações esquizofrênicas agudas, esquizofrenia crônica agudas; -- psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas e outros transtornos psicóticos, psicóticos nos quais os sintomas positivos (como (tais como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança), e/ou negativos (como (tais como embotamento afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) sejam proeminentes. são proeminentes; - alívio de outros sintomas afetivos associados à esquizofrenia (tais como depressão, sentimentos de culpa, ansiedade); - tratamento de longa duração para a prevenção da recaída (exacerbações agudas) nos pacientes esquizofrênicos crônicos. Risperdal® Consta é eficaz na manutenção da melhora clínica, durante indicado para o tratamento de manutenção em pacientes que tenham apresentado uma resposta inicial ao tratamento curto prazo para a mania aguda ou episódios mistos associados com a risperidona transtorno bipolar I. Risperdal® é indicado, por via oral. Risperdal® Consta é indicado até 12 semanas, para o tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I em monoterapia. Risperdal® Consta é indicado para tratamento transtornos de manutenção do transtorno bipolar como terapia adjuvante agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência do tipo Alzheimer moderada a grave. Risperdal® também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno bipolar com recaídas frequentes. autista, em crianças e adolescentes, incluindo desde sintomas de agressividade até outros, como autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor. RESULTADOS DE EFICÁCIA Esquizofrenia A evidência de eficácia de Risperdal® Consta (25 mg e 50 mg) curto prazo com risperidona oral no tratamento de manifestações esquizofrenia é proveniente de transtornos psicóticos (esquizofrenia) 3 estudos clínicos duplo-cegos, comparados com ativo, que no total envolveram mais de 2.200 pacientes com esquizofrenia. Dois dos 3 estudos também tiveram um braço placebo. A eficácia da risperidona oral no tratamento de manutenção da esquizofrenia foi estabelecida demonstrada em um 2 estudos duplo-cegos, comparados com ativo: 1 estudo controlado com placebo, uma duração de 12 semanas meses e 1 estudo com uma duração de duração, em pacientes psicóticos adultos em regime de internação e ambulatoriais, que preencheram os critérios do DSM-IV para esquizofrenia. Em um estudo comparativo de 12 semanas, em pacientes com esquizofrenia estabilizados, Risperdal® Consta mostrou eficácia semelhante à formulação comprimidos de uso oral. A 1 a 2 anos. Para estabelecer a segurança e a eficácia do tratamento com risperidona oral em um regime de dose única diária, 3 estudos duplo-cegos foram conduzidos. Um destes 3 estudos incluiu um braço placebo. Um total de 815 pacientes nestes estudos foram tratados com risperidona, dos quais 328 receberam um regime posológico de duas doses diárias e 487 um regime posológico de uma dose diária. Ambos os estudos de curta e longa duração, e os estudos de regime posológico de dose única diária, incluíram pacientes adultos com um diagnóstico de esquizofrenia de acordo com o critério do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Um estudo aberto de 12 semanas foi conduzido para avaliar a segurança e tolerabilidade da risperidona oral em pacientes idosos com idade de 65 anos ou mais com um diagnóstico DSM de esquizofrenia. Os estudos mencionados anteriormente utilizaram diversos instrumentos para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos, incluindo a Escala das Síndromes Positiva e Negativa (PANSS), a Escala de Avaliação Psiquiátrica Breve (BPRS), a Escala de Impressão Clínica Global de Mudança (CGI-C) e Gravidade (CGI-S), e a Escala de Avaliação de Sintomas Negativos (SANS). Transtorno bipolar I A evidência da eficácia e segurança da risperidona em monoterapia no tratamento da mania do transtorno bipolar I é baseada nos resultados de 3 estudos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo. Dois destes estudos foram estudos de 3 semanas de duração e avaliaram a eficácia e segurança da risperidona versus placebo. Todos os pacientes que completaram estes estudos puderam entrar em um estudo de extensão, aberto, de 9 semanas. Um estudo teve um período de tratamento duplo-cego de 3 semanas (risperidona, haloperidol ou placebo), seguido por um período de manutenção de 9 semanas, com tratamento tanto duplo-cego (risperidona ou haloperidol) quanto aberto (risperidona). Um braço de haloperidol foi incluído como uma referência interna em ambos os períodos: a fase aguda de três semanas e o período de manutenção consecutivo de nove semanas. O desenho do estudo RIS-INT-69 para estabelecer a manutenção do efeito seguiu de maneira próxima o desenho que consistiu em uma comparação direta dos braços de tratamento ativo (produto teste e comparador ativo) cobrindo um período de 12 semanas. Os pacientes do grupo placebo que permaneceram no período duplo-cego após três semanas receberam risperidona. As comparações estatísticas de 12 semanas incluíram apenas aqueles pacientes randomizados destinados à risperidona ou ao haloperidol no início do estudo. Pacientes do grupo placebo que mudaram para risperidona não foram incluídos nesta análise. Dois estudos foram executados para avaliar a eficácia e a segurança da risperidona em combinação com estabilizadores de humor (lítio ou valproato; e lítio, valproato e carbamazepina) versus placebo em combinação com estabilizadores de humor no tratamento de pacientes com episódios de mania do transtorno bipolar. O estudo também incluiu um braço de haloperidol apenas como uma referência interna para avaliar a validade do desenho e para facilitar a interpretação correta dos resultados dos estudos. Ambos os estudos incluíram um fase duplo-cega de 3 semanas, seguida por uma fase aberta, não controlada, de dez semanas. Todos os estudos clínicos foram conduzidos em pacientes que tiveram transtorno bipolar I de acordo com os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4ª edição (DSM-IV). Os estudos RIS-INT- 69 e RIS-USA-239 incluíram apenas pacientes com episódios de mania. Os estudos RIS-IND-2, RIS-USA-102 e RIS-INT-46 também incluíram pacientes com episódios mistos, ou seja, episódios de mania com sintomas concomitantes de depressão maior por ao menos sete dias. Em todos os estudos clínicos, a risperidona foi administrada em uma faixa de dose flexível de 1 a 6 mg. Transtornos do comportamento em pacientes com demência A risperidona demonstrou sua segurança e eficácia no tratamento de um ou mais Sintomas Comportamentais e Psicológicos de Demência (BPSD) em três estudos duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes idosos com demência. A análise agrupada da eficácia destes estudos representa dados de 1.150 pacientes idosos internados em instituição (722 tratados com risperidona). Dados de segurança de longo prazo (50 semanas) de Risperdal® Consta foi avaliada, também, em um estudo aberto (até 12 meses) com risperidona em pacientes psicóticos estabilizados, idosos com demência também estão disponíveis. A população em regime cada um destes estudos era de internação pacientes que estavam internados em uma casa de repouso ou hospital e ambulatorial, apresentavam distúrbios comportamentais que preencheram foram pelo menos problemas moderados para os cuidadores ou perigosos para eles próprios. Os estudos incluíram pacientes com uma ampla faixa de BPSD, baseado na pontuação total na BEHAVE-AD; o estudo RIS-AUS-5 especificamente considerou pacientes exibindo comportamento agressivo, baseado em uma pontuação mínima de agressão total na subscala do Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield (CMAI). Os pacientes foram recrutados de um espectro completo de gravidade de demência e debilitação cognitiva e apresentavam demência de Alzheimer, demência vascular ou diagnóstico misto de acordo com os critérios do DSM-IV DSM-IV. Pacientes com demências de Lewy-body foram excluídos do RIS-AUS-5. Pacientes com outras demências ou outras condições neurológicas, as quais diminuem as funções cognitivas, foram excluídos de todos os estudos, assim como pacientes com outros distúrbios psicológicos. Nos estudos controlados de fase 3, a eficácia foi avaliada por meio da BEHAVE-AD e CMAI para esquizofrenia. avaliar a gravidade e a frequência dos sintomas, respectivamente. A relevância das mudanças na escala de comportamento foi avaliada usando a escala CGI. Dois estudos adicionais, controlados por placebo, duplo-cegos, foram conduzidos em um subgrupo de pacientes com BPSD, no caso, pacientes com psicose na Doença de Alzheimer. Autismo em crianças e adolescentes A evidência de eficácia de risperidona oral em crianças e adolescentes diagnosticadas com autismo, conforme definido pelos critérios DSM-IV, foi baseada principalmente em dois estudos duplo-cego, controlados por placebo, com duração de 8 semanas, em crianças e adolescentes com autismo ou outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID). Um dos estudos era randomizado, duplo-cego, com grupo-paralelo, dose flexível, com duração de 8 semanas, de segurança e eficácia de risperidona em crianças e adolescentes (com idade de 5 a 17 anos e 2 meses) com autismo. O estudo foi conduzido por uma rede de unidades de pesquisa de psicofarmacologia pediátrica e patrocinado pelo Instituto Nacional de Doenças Mentais. Outro estudo era duplo- cego, randomizado, com grupo-paralelo, controlado por placebo, dose flexível, de 8 semanas, de segurança e eficácia da risperidona em crianças com idade entre 5 a 12 anos com autismo ou outros TIDs. A variável primária de eficácia em ambos estudos foi a mudança frente a linha de base no desfecho final na subescala de irritabilidade da ABC, como preenchida pelo pai ou cuidador sob orientação de um clínico. A resposta CGI-C foi uma variável coprimária ou secundária de eficácia nestes estudos. Os estudos demonstraram que a risperidona, a uma dose oral mediana modal de 2,0 mg/dia, melhora significativamente os sintomas de autismo em crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. A melhora foi observada na semana 2 e foi mantida nas semanas 4, 6 e 8. Os resultados do estudo indicaram que uma dose oral mediana modal de 0,04 mg/kg/dia de risperidona melhora significativamente os sintomas de autismo ou outros TIDs em crianças com idade de 5 a 12 anos. Uma melhora clinicamente significativa com risperidona foi observada nas subescalas ABC que correspondem aos sintomas do autismo, incluindo os sintomas principais de prejuízo na interação social, prejuízo na comunicação, comportamentos repetitivos e esteriotipados, interesses e atividades associadas aos sintomas de hiperatividade, falta de atenção, agressividade para com os outros e consigo mesmo, e acessos de raiva. A eficácia foi mantida no decorrer do tratamento com Risperdal® Consta. Figura 1: Média das pontuações totais na PANSS observada independente dos subgrupos demográficos (idade/raça/sexo), presença/ausência de sonolência como um evento adverso, ou quociente de inteligência. A risperidona oral foi significativamente superior ao longo do tempo (LOCF) em pacientes com esquizofrenia. Base Desfecho Semana Figura 2: Alteração média na pontuação total placebo para reduzir irritabilidade e melhorou significativamente os sintomas de PANSS frente à autismo, conforme demonstrado por alterações nas diferenças dos quadrados mínimos da linha de base para todas as doeses testadas subescalas ABC (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade e discurso inapropriado) e 3 subgrupos de subescalas ABC em 50 semanas, em um estudo aberto. Base Desfecho Semana Alterações negativas indicam melhora Tratamento autismo (irritabilidade, letargia e reclusão social, comportamento estereotipado, hiperatividade). Os resultados clínicos mensurados pela CGI-C confirmam que as alterações na ABC (mensuradas pelos pais ou cuidador) são clinicamente relevantes e a porcentagem de manutenção em transtorno bipolar tipo I pacientes que foram responsivos à CGI-C (“muita melhora” ou “extrema melhora”) foi significativa com a risperidona – monoterapia A eficácia de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia para o tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em dois estudos multicêntricos, duplo-cegos, controlados por placebo, em pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-IV para transtorno bipolar tipo I, apresentando-se estáveis ou apresentando episódios mistos ou maníacos agudos. Em um primeiro estudo clínico, um total de 585 aproximadamente mais 64,0% e 32,4% (subgrupo autismo) pacientes foram tratados durante 12 semanas em um período de fase aberta CGI-C responsivos com Risperdal® Consta (com dose inicial de 25 mg, e titulação, se fosse considerada clinicamente desejável, para 37,5 mg ou 50 mg). Durante a fase aberta, 410 (70%) pacientes obtiveram remissão estável e foram randomizados para um tratamento duplo-cego com a mesma dose de Risperdal® Consta, placebo ou olanzapina, e foram monitorados para recaída durante um período de 18 meses. O desfecho primário foi o tempo para ocorrer a recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania, ou uma combinação desses sintomas). O tempo para ocorrer a recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o grupo placebo (p = 0,032, teste de log rank). Ao longo dos 18 meses de estudo, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 38,5% dos pacientes do grupo do Risperdal® Consta e 55,8% dos pacientes do grupo placebo tiveram recaída. Os pacientes do grupo placebo foram 1,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado com pacientes do grupo do Risperdal® Consta. A maioria das recaídas ocorreram devido à mania, ao invés de sintomas de depressão. As evidências foram insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta em retardar o tempo para ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I no presente estudo. Baseado nos seus históricos de transtorno bipolar, os indivíduos que participaram desse estudo tinham tido, em média, mais episódios de mania risperidona do que episódios de depressão. Em um segundo estudo clínico, um total de 501 com placebo. Aproximadamente mais 40,1% e 26,1% (subgrupo autismo) pacientes foram tratados durante um período aberto de 26 semanas ABC responsivos com Risperdal® Consta (dose inicial de 25 mg, e titulação para 37,5 e 50 mg, se julgado clinicamente desejável; em pacientes risperidona do que não toleraram a dose de 25 mg, esta pôde ser reduzida para 12,5 mg). Na fase aberta, 303 (60%) dos pacientes alcançaram remissão e foram randomizados para o tratamento duplo-cego também com a mesma dose de Risperdal® Consta ou placebo, e monitorados para recaídas durante um período de 24 meses. O desfecho primário foi o tempo de recaída para qualquer episódio de humor (depressão, mania, hipomania ou episódios mistos). O tempo de recaída foi retardado em pacientes recebendo Risperdal® Consta em monoterapia quando comparado com o placebo (p<0,001, teste (diminuição ou melhora ≥ 50% da linha de log rank). O tempo no qual 25% dos pacientes apresentaram recaída foi de 82 dias no grupo placebo versus 173 dias no grupo Risperdal® Consta. No decorrer de 24 meses, na fase duplo-cega de prevenção de recaída, 30% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta e 56% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Os pacientes no grupo placebo foram 2,5 vezes mais propensos a ter recaídas quando comparado a pacientes do grupo Risperdal® Consta. A maioria das recaídas foi devido a sintomas maníacos ao invés de depressivos. Há evidências insuficientes para determinar a eficácia de Risperdal® Consta base em retardar o tempo de ocorrência de depressão em pacientes com transtorno bipolar tipo I nesse estudo. Baseado nos seus históricos do transtorno bipolar, os pacientes teriam apresentado em média, mais episódios maníacos do que depressivos. Transtorno bipolar tipo I – tratamento adjuvante A efeticácia de Risperdal® Consta como tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar tipo I foi estabelecida em um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo em pacientes adultos que atenderam os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor requerendo intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses antecedentes ao início do estudo. Os pacientes tiveram que alcançar remissão estável pelo menos nas últimas 4 semanas na fase aberta inicial de 16 semanas com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em adição ao seu tratamento prévio para transtorno bipolar, que consistia em estabilizadores do humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos, antes de entrar em um período de estudo duplo-cego controlado por placebo de terapia adjuvante de 52 semanas de duração. Todos os antipsicóticos orais foram descontinuados após as 3 primeiras semanas da aplicação inicial de Risperdal® Consta. O tempo para recaída (recorrência) para um novo episódio de humor, o desfecho primário, foi retardado em pacientes recebendo terapia adjuvante com Risperdal® Consta quando comparado ao placebo (p= 0,01; teste de log rank). No decorrer de 52 semanas de fase duplo-cega de prevenção de recaída, 23% dos pacientes no grupo Risperdal® Consta subescalas ABC e 46% dos pacientes no grupo placebo recaíram. Risperdal® Consta foi eficaz como tratamento adjuvante na prevenção de recorrência de episódios de humor de mania quanto depressivos. nenhuma ABC demonstrou aumento ou piora ≥ 10%). Referências 1. Gelders YG, Heylen SLE, Vanden Bussche Borison RL, Pathiraja AP, Diamond BI, Meibach RC. Risperidone: clinical safety and efficacy in schizophrenia. Psychopharmacol Bull. 1992; 28(2):213. 2. Chouinard G, Reyntjens AJM, Janssen PAJ. 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The effects of risperidone, olanzapine, dozapine and conventional antipsychotics risperidone on Type II diabeted: findings from a large health plan database. the five dimensions of schizophrenia derived by factor analysis: combined results of the North American trials. J Clin Psychiatry. 1997; 58: 538–546. 6. Csernansky J, Mahmoud et al. A Comparison of Risperidone vs Haloperidol for the Prevention of Relapse in patients with Schizophrenia. N Engl J Med. Jan 2002; 63: 920-930. 3. Kane J, 346(1): 16-22. 7. Sachs, Grossman, Ghaemi, Okamoto, Bowden. Combination of a mood stabilizer with RIS or HAL for treatment of acute mania: a double-blind, placebo-controlled comparison of efficacy and safety. Am J Psychiatry 2002, 159: 1146-1154. 8. Hirschfeld R, Keck P, Kramer M, Karcher K, Keith S, Lindenmayer J, Lessem Canuso C, Eerdekens, M, Eerdekens M.Long-acting, injectable Risperidone: Efficacy and safety Grossman F. 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A risperidona não tem afinidade por pelos receptores colinérgicos. Apesar de a risperidona ser um antagonista D 2 D2 potente, ao o que se atribui a é considerado como ação responsável pela melhora dos sintomas positivos da esquizofrenia, ela produz menos depressão o seu efeito depressor da atividade motora e indução indutor de catalepsia é menos potente do que os neurolépticos convencionais. clássicos. O antagonismo equilibrado balanceado serotoninérgico e dopaminérgico central pode reduzir a possibilidade de desenvolvimento de desenvolver efeitos colaterais extrapiramidais e ampliar estende a atividade terapêutica a sobre os sintomas negativos e afetivos da esquizofrenia. Farmacocinética Características gerais A solução oral e os comprimidos revestidos de Risperdal® são bioequivalentes. Propriedades Farmacocinéticas Absorção A risperidona é completamente absorvida após administração oral, alcançando um pico de concentrações plasmáticas em 1 a 2 horas. A absorção não é alterada pela alimentação, e, portanto, a risperidona pode ser ingerida durante as refeições ou não. Distribuição A risperidona é rapidamente distribuída. O volume de distribuição é de 1-2 L/kg. No plasma, a risperidona se liga à albumina e à alfa1 glicoproteína ácida. A ligação da risperidona à proteína plasmática é de 88% e 77% para a 9- hidróxi-risperidona. Uma semana após a administração, 70% da dose é excretada na urina e 14% nas fezes. Na urina, a risperidona mais 9-hidróxi-risperidona representam 35-45% da dose. O restante são metabólitos inativos. Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 em 9-hidróxi-risperidona, que apresenta uma atividade farmacológica similar à risperidona. A fração antipsicótica ativa é assim formada pela risperidona e pela 9- hidróxi-risperidona juntas. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. Eliminação Após administração de Risperdal ® Consta Após injeção intramuscular única de Risperdal® Consta, o perfil de liberação consiste de oral a pacientes psicóticos, a risperidona é eliminada com uma pequena liberação inicial (<1% da dose) do fármaco, seguida de um intervalo inativo meia-vida de 3 semanas. horas. A liberação principal do fármaco se inicia após 3 semanas, mantém-se meia- vida de eliminação da 4ª até a 6ª semana 9-hidróxi-risperidona e desaparece por volta da 7ª semana. Portanto, a complementação com antipsicótico por via oral deve ser realizada durante as três primeiras semanas de tratamento com Risperdal® Consta. Após injeções intramusculares repetidas de 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta a cada duas semanas, as concentrações plasmáticas medianas de vale e de pico da fração antipsicótica ativa flutuaram entre 9,9-19,2 ng/mL é de 24 horas. Proporcionalidade de dose O estado de equilíbrio é alcançado em um dia para a risperidona e 17,9-45,5 ng/mL, respectivamente. em 4-5 dias para a 9-hidróxi-risperidona, na maioria dos pacientes. As concentrações plasmáticas de risperidona são proporcionais à dose, dentro da faixa terapêutica. Pacientes pediátricos A farmacocinética da risperidona risperidona, da 9-hidróxi-risperidona e da fração antipsicótica ativa em crianças é linear no intervalo de doses de 25-50 mg, administrados a cada duas semanas. Não foi observado acúmulo de risperidona durante uso prolongado (12 meses), similar àquela em pacientes tratados com 25-50 mg a cada duas semanas. Os estudos acima foram conduzidos com administração na região glútea. As injeções intramusculares das mesmas doses na região deltoide ou glútea são bioequivalentes e, portanto, intercambiáveis. adultos. Insuficiência renal e hepática Um estudo de com dose única oral mostrou aumento da concentração ativa no plasma concentrações plasmáticas ativas mais altas e redução uma diminuição na depuração plasmática do antipsicótico ativo da fração antipsicótica ativa de 30% nos em idosos e 60% em pacientes com insuficiência renal. A concentração plasmática As concentrações plasmáticas de risperidona foi normal nos foram normais em pacientes com insuficiência hepática, mas a média da fração média livre de risperidona livre no plasma aumentou em cerca de 35%. Relação farmacocinética/farmacodinâmica Não houve relação entre as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa e a alteração das pontuações totais da PANSS (Escala das Síndromes Positiva e Negativa) e da ESRS (Escala de Avaliação de Sintomas Extrapiramidais) entre as visitas de avaliação, em qualquer um dos Dados pré-clínicos Em estudos de fase III para verificação toxicidade (sub)crônica, nos quais a administração foi iniciada em ratos e cães sexualmente imaturos, efeitos dose-dependentes estavam presentes no trato genital de eficácia machos e segurança. - Absorção A absorção fêmeas e na glândula mamária. Estes efeitos estavam relacionados com os níveis aumentados de prolactina sérica, resultantes da atividade da risperidona de Risperdal® Consta é completa. - Distribuição A risperidona tem distribuição rápida. bloqueio do receptor dopaminérgico D2. Em um estudo de toxicidade juvenil em ratos, observou-se o aumento na mortalidade dos filhotes e o atraso no desenvolvimento físico. Em um estudo de 40 semanas em cães jovens, a maturação sexual foi atrasada em cães jovens. O volume crescimento de distribuição é de 1-2L/kg. No plasma, a risperidona liga-se à albumina e à glicoproteína ácida. A taxa de ligação às proteínas plasmáticas é de 90% para a risperidona e 77% para a 9-hidróxi-risperidona. - Metabolismo A risperidona é metabolizada pela CYP2D6 para 9-hidróxi-risperidona, que possui atividade ossos longos não foi afetado em uma dose semelhante à da risperidona. A risperidona mais dose máxima para adolescentes humanos (6 mg/dia). Efeitos foram observados em uma dose 4 vezes (com base na AUC) ou 7 vezes (com base em mg/m2) a 9-hidróxi-risperidona formam a fração antipsicótica ativa. Outra via metabólica da risperidona é a N-desalquilação. - Eliminação A depuração plasmática da fração antipsicótica ativa e da risperidona são 5,0 e 13,7 L/h, respectivamente, dose máxima em metabolizadores rápidos, e 3,2 e 3,3 L/h, respectivamente, em metabolizadores lentos da CYP2D6. A combinação do perfil de liberação e o regime posológico (injeção intramuscular a cada duas semanas) resulta na manutenção de concentrações plasmáticas terapêuticas, que permanecem por até 4-6 semanas após a última injeção de Risperdal® Consta. A fase de eliminação se completa em aproximadamente 7-8 semanas após a última injeção. adolescentes humanos. CONTRAINDICAÇÕES Risperdal® Consta é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à risperidona ou a qualquer componente de sua da fórmula. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Em pacientes virgens de tratamento com a risperidona, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade da risperidona oral antes de iniciar o tratamento com Risperdal® Consta. Pacientes idosos com demência - Mortalidade Geral geral Pacientes idosos com demência tratados com antipsicóticos atípicos tiveram um aumento na mortalidade quando comparado ao com placebo em uma metanálise de 17 estudos controlados de antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal®. Em estudos clínicos de Risperdal® oral controlados com por placebo nesta população, a incidência de mortalidade foi 4,0% para pacientes tratados com Risperdal® comparado a com 3,1% em pacientes tratados com placebo. A idade média de pacientes que vieram a óbito era de 86 anos (intervalo de 67 a 100 anos). - Uso Concomitante concomitante de furosemida Em estudos controlados de Risperdal® oral com por placebo em pacientes idosos com demência, uma maior incidência de mortalidade foi observada em pacientes tratados com furosemida e risperidona (7,3%; idade média: média de 89 anos, intervalo de 75 a 97 anos) quando comparado aos pacientes tratados com risperidona isolada (3,1%; idade média: média de 84 anos, intervalo de 70 a 96 anos) ou furosemida isolada (4,1%; idade média: média de 80 anos, intervalo de 67 a 90 anos). O aumento na mortalidade em pacientes tratados com furosemida e risperidona foi observado em dois de quatro estudos clínicos. O mecanismo fisiopatológico não foi claramente identificado para explicar este achado e não há um padrão consistente para a causa do óbito. Apesar disto, deve-se ter cautela e avaliar os riscos e os benefícios desta combinação, combinação antes da decisão de uso. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente à com risperidona. Independente do tratamento, desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência. - Eventos Adversos Vasculares Cerebrais adversos vasculares cerebrais Estudos clínicos controlados com por placebo realizados em pacientes idosos com demência mostraram uma incidência maior de eventos adversos vasculares cerebrais (acidentes vasculares cerebrais e episódios de isquemia transitória), incluindo óbitos, em pacientes tratados com Risperdal® comparado aos que receberam placebo (idade média: média de 85 anos, intervalo de 73 a 97 anos) tratados com Risperdal® oral comparados aos que receberam placebo. anos). Hipotensão Ortostática Em razão ortostática Devido à atividade de bloqueio alfa-adrenérgico, alfa-adrenérgico da risperidona, pode ocorrer hipotensão (ortostática), especialmente durante o início do tratamento. Observou-se hipotensão período inicial de adequação posológica. Hipotensão clinicamente significativa, pós-comercialização, significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e de tratamento anti-hipertensivo. A risperidona Risperdal® deve ser usada usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular (por exemplo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, distúrbios da condução, desidratação, hipovolemia ou doença vascular cerebral). A relação risco-benefício do tratamento com Risperdal® Consta cerebral), e a dose deve ser avaliada, se a hipotensão ortostática clinicamente relevante persistir. adaptada gradualmente, como recomendado. A dose deve ser reduzida em caso de hipotensão. Leucopenia, neutropenia, neutropenia e agranulocitose Eventos de leucopenia, neutropenia e agranulocitose foram relatados com agentes antipsicóticos, incluindo Risperdal® Consta. Risperdal®. Agranulocitose foi relatada muito raramente (< 1/10.000 pacientes) durante a vigilância pós- comercialização. Pacientes com histórico de contagem baixa e clinicamente significativa de leucócitos ou leucopenia/neutropenia induzida por medicamento devem ser monitorados durante os primeiros meses de tratamento e deve-se considerar a descontinuação de Risperdal® Consta ao primeiro sinal de queda clinicamente significativa na contagem de leucócitos células brancas na ausência de outros fatores causadores. Pacientes com neutropenia clinicamente significativa devem ser cuidadosamente monitorados para febre ou outros sintomas ou sinais de infecção e tratados imediatamente se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave (contagem absoluta de neutrófilos < 1 X 10 9/L) x 109/L) devem descontinuar Risperdal® Consta e ter a contagem as contagens de leucócitos acompanhada acompanhadas até sua recuperação. Tromboembolismo venoso Casos de tromboembolismo venoso (TEV) foram relatados com medicamentos antipsicóticos. Já que pacientes tratados com antipsicóticos frequentemente apresentam fatores de risco adquiridos para TEV, tromboembolismo venoso, todos os possíveis fatores de risco para TEV tromboembolismo venoso devem ser identificados antes e durante o tratamento com Risperdal® Consta e medidas preventivas devem ser tomadas. Discinesia tardia / Sintomas extrapiramidais Fármacos Os medicamentos com propriedades antagonistas dopaminérgicas têm sido foram associados à indução de discinesia tardia, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente orofaciais. A ocorrência da língua e/ou da face. No entanto, foi descrito que o aparecimento de sintomas extrapiramidais tem sido relatada como representa um fator de risco para o no desenvolvimento de discinesia tardia. Como Risperdal® tem um potencial menor potencial de indução de para induzir sintomas extrapiramidais em comparação aos neurolépticos convencionais, a risperidona clássicos. Assim, Risperdal® deve ter apresentar um risco reduzido menor do que os neurolépticos clássicos na indução de induzir discinesia tardia. Se ocorrerem sinais e sintomas de discinesia tardia, deve-se considerar tardia aparecerem em pacientes tratados com Risperdal®, a interrupção de todos os medicamentos antipsicóticos. descontinuação do medicamento deve ser considerada. Síndrome Neuroléptica Maligna A ocorrência de Síndrome Neuroléptica Maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração do nível de da consciência e elevação dos níveis plasmáticos de creatina fosfoquinase sérica, tem sido foi relatada com o uso de antipsicóticos. Outros sinais podem incluir mioglobinúria (rabdomiólise) e insuficiência renal aguda. Neste caso, todos os medicamentos antipsicóticos, incluindo a risperidona, Risperdal®, devem ser interrompidos. Após a última administração de Risperdal® Consta, níveis plasmáticos de risperidona estão presentes por (no mínimo) até 6 semanas. Doença de Parkinson e Demência com de Corpos de Lewy O risco-benefício deve ser avaliado ao prescrever antipsicóticos, incluindo Risperdal® Consta, Risperdal®, para pacientes com Doença de Parkinson ou Demência de Corpos de Lewy, em razão do possível aumento do risco de Síndrome Neuroléptica Malígna Maligna nestes pacientes, bem como um aumento na sensibilidade aos antipsicóticos. A manifestação deste aumento na sensibilidade pode incluir confusão, obnubilação, instabilidade postural com quedas frequentes em adição aos sintomas extrapiramidais. Reações de hipersensibilidade Embora a tolerabilidade da risperidona oral ou da paliperidona deva ser estabelecida antes do início do tratamento com Risperdal® Consta, foram relatados casos muito raros de reações anafiláticas durante a experiência pós-comercialização em pacientes que anteriormente toleraram risperidona oral. Se ocorrerem reações de hipersensibilidade, descontinue o uso de Risperdal® Consta. Inicie medidas gerais de suporte, conforme clinicamente apropriado e monitore o paciente até que os sinais e sintomas desapareçam. Hiperglicemia e Diabetes diabetes mellitus Hiperglicemia, diabetes mellitus e exacerbação de diabetes preexistente pré-existente têm sido relatadas durante o tratamento com Risperdal®. A avaliação da relação entre o uso de antipsicótico atípico e anormalidades da glicose é intrincada pela possibilidade de um aumento do risco preexistente pré-existente para diabetes mellitus em pacientes com esquizofrenia e a incidência crescente do diabetes mellitus na população em geral. Considerando estes múltiplos fatores, a relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e os eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida. Qualquer paciente tratado com antipsicóticos atípicos, incluindo Risperdal Consta, Risperdal, deve ser monitorado para sintomas de hiperglicemia e diabetes mellitus. Ganho de peso Um aumento significativo aumento de peso foi relatado. Aconselha-se monitoramento de do aumento de peso durante o uso de Risperdal® Consta. Risperdal®. Intervalo QT Assim como com outros antipsicóticos, deve-se ter cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta em pacientes com história de arritmias cardíacas, em pacientes com Síndrome síndrome do intervalo QT prolongado congênita e em uso concomitante de medicamentos que sabidamente prolongam conhecidos por prolongar o intervalo QT. Priapismo Há relatos de priapismo induzido priapismos induzidos por medicamentos com efeitos bloqueadores alfa-adrenérgicos. Priapismo foi relatado com Risperdal® Consta durante a vigilância pós-comercialização. Regulação da temperatura corporal O comprometimento da capacidade de reduzir a temperatura corporal central foi atribuído a agentes antipsicóticos. Recomenda-se cuidado adequado ao prescrever Risperdal® Consta a pacientes que apresentarem condições que podem contribuir para a elevação da temperatura corproal corporal central, como por exemplo, a realização de exercícios extenuantes, exposição a calor intenso, uso de medicamento medicação concomitante à com atividade anticolinérgica ou estar sujeito à desidratação. Efeito antiemético Efeito antiemético foi observado nos Nos estudos pré-clínicos com a risperidona. risperidona, foi observado efeito antiemético. Esse efeito, se ocorrer em humanos, pode mascarar os sinais e sintomas da superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Convulsões Como ocorre com outros antipsicóticos, Risperdal® Consta deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou outras condições que potencialmente reduzam reduzem o limiar de convulsão. Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória (IFIS) foi observada durante cirurgia de catarata em pacientes tratados com medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos, incluindo Risperdal® Consta. Risperdal®. A IFIS pode aumentar o risco de complicações oftálmicas durante e após a cirurgia. O cirurgião oftalmologista deve ser informado, previamente à cirurgia, sobre o uso atual ou anterior de medicamentos com efeitos antagonistas alfa 1a-adrenérgicos. Os benefícios potenciais da interrupção do tratamento de bloqueio de receptores alfa 1 previamente à cirurgia de catarata não foram estabelecidos e devem ser considerados contra o risco de interromper o tratamento antipisicótico. Administração Deve-se evitar a administração inadvertida antipsicótico. Gravidez (Categoria C) A segurança de Risperdal® Consta em vasos sanguíneos. Uso durante a gestação (Categoria C) e lactação Gravidez A segurança da risperidona para uso durante a gestação gravidez não foi estabelecida em seres humanos não está estabelecida. humanos. Apesar de estudos realizados em animais não indicarem toxicidade direta da risperidona na sobre a reprodução, alguns efeitos indiretos, mediados pela prolactina e pelo SNC, foram observados. Nenhum efeito teratogênico foi observado em nenhum estudo. Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo Risperdal®) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares. Risperdal® Consta só deve ser usado durante a gestação gravidez se os benefícios compensarem superarem os riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Lactação Em estudos em animais, a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas no leite. Demonstrou-se que a risperidona e a 9-hidróxi-risperidona são excretadas também no leite humano. Portanto, Assim, mulheres em uso de recebendo Risperdal® Consta não devem amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas A risperidona Risperdal® pode interferir com as atividades que exijam atenção. exigem uma boa vigilância. Portanto, durante o tratamento você tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Para os comprimidos de Risperdal®: Este medicamento contém lactose. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações de Risperdal® Consta com a administração concomitante de outros medicamentos não foi avaliada de maneira sistemática. Os dados sobre interações apresentados são baseados nos estudos com Risperdal® oral. Interações relacionadas à farmacodinâmica - Medicamentos com ação central e álcool A risperidona Devido a seus efeitos primários sobre o SNC, Risperdal® deve ser administrada administrado com cautela em associação com outros medicamentos com ação central ou álcool, em razão de seus efeitos primários no sistema nervoso central. álcool. - Levodopa A levodopa e agonistas dopaminérgicos A risperidona Risperdal® pode antagonizar o efeito da levodopa e de outros agonistas dopaminérgicos. - Medicamentos com efeito hipotensor Observou-se hipotensão Hipotensão clinicamente significativa foi observada, após a comercialização, com o uso concomitante da risperidona e do de tratamento anti- hipertensivo no período de pós-comercialização. anti-hipertensivo. - Medicamentos que prolongam o intervalo QT Recomenda-se cuidado ao prescrever o Risperdal® Consta com medicamentos que sabidamente prolongam o intervalo QT. Interações relacionadas à farmacocinética Interação com alimentos Os alimentos não afetam a absorção de Risperdal®. A risperidona é metabolizada principalmente através da CYPD26 e, em menor extensão, através da CYP3A4. Tanto a risperidona como seu metabólito ativo 9-hidróxi-risperidona são substratos da glicoproteína-P (P-gp). As substâncias que modificam a atividade da CYP2D6 ou as substâncias que inibem ou induzem fortemente a atividade da CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P, glicoproteína-P podem influenciar a farmacocinética da fração antipsicótica da risperidona. - Inibidores fortes potentes da CYP2D6 A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor forte potente da CYP2D6 pode aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. Doses maiores de um inibidor forte potente da CYP2D6 podem elevar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona (por exemplo, paroxetina; veja a seguir). Quando a paroxetina ou outro inibidor forte potente da CYP2D6, especialmente em doses altas, são forem iniciados concomitantemente ou descontinuados, o médico deve reavaliar a posologia do Risperdal® Consta. Risperdal®. - Inibidores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um inibidor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp pode aumentar de forma substancial substancialmente as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de itraconazol ou outro inibidor forte potente da CYP3A4 e/ou da P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal® Consta. Risperdal®. - Indutores da CYP3A4 e/ou da P-gp A administração concomitante de Risperdal® Consta e de um indutor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp pode diminuir as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Quando a administração concomitante de carbamazepina ou outro indutor forte potente da CYP3A4 e/ou P-gp for iniciada ou descontinuada, o médico deve reavaliar a posologia de Risperdal® Consta. Risperdal®. - Medicamentos com alta ligação às proteínas Quando Risperdal® Consta é administrado em associação tomado junto a fármacos medicamentos com alto teor índice de ligação às proteica, não há um deslocamento das proteínas plasmáticas, não ocorre deslocamento plasmáticas clinicamente relevante da fração ligada de qualquer dos fármacos. relevantes em nenhum deles. Quando estes medicamentos forem administrados concomitantemente, consultar as respectivas bulas sobre a via de metabolismo e a possível necessidade de ajustar as doses. - População pediátrica Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. A relevância dos resultados destes estudos para os pacientes pediátricos é desconhecida. - Exemplos de medicamentos com potencial para interação ou que não apresentaram interação com a risperidona: - Antibacterianos: A eritromicina, um inibidor moderado da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. A rifampicina, um indutor forte da CYP3A4 e indutor da P-gp, diminuiu as concentrações plasmáticas da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Inibidores da colinesterase: A galantamina e a donepezila, ambas substrato substratos de CYP2D6 e CYP3A4, não mostraram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Antiepilépticos: Antiepiléticos: A carbamazepina, um indutor forte de da CYP3A4 e indutor de da P-gp, diminui as concentrações plasmáticas os níveis plasmáticos da fração antipsicótica ativa da risperidona. de risperidona.. O topiramato reduziu ligeiramente a biodisponibilidade da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. Portanto, esta interação provavelmente não apresenta significância clínica. A risperidona não apresentou efeitos demonstra efeito clinicamente relevantes significante na farmacocinética do valproato ou do topiramato. - Antifúngicos: O itraconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da fração antipsicótica ativa em cerca de 70%, com doses de risperidona de 2 mg/dia a 8 mg/dia. O cetoconazol, um inibidor forte da CYP3A4 e inibidor da P-gp, na dose de 200 mg/dia, aumentou as concentrações plasmáticas da risperidona e diminuiu as concentrações plasmáticas da 9-hidróxi-risperidona. - Antipsicóticos: Os fenotiazínicos podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não as da fração antipsicótica ativa. No caso do O aripiprazol, um substrato de CYP2D6 e CYP3A4: a risperidona, na forma de comprimidos ou injetável, não afetou a farmacocinética da soma do aripiprazol e de seu metabólito ativo, de-hidroaripiprazol. - Antivirais: Inibidores de protease: não há dados disponíveis de estudos formais. No entanto, como o ritonavir é um inibidor forte de CYP3A4 e um inibidor fraco de CYP2D6, o ritonavir e inibidores de protease potencializados com ritonavir podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. - Betabloqueadores: Alguns betabloqueadores podem aumentar as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não da fração antipsicótica ativa. - Bloqueadores de canal de cálcio: O verapamil, um inibidor moderado de CYP3A4 e um inibidor de P-gp, aumenta a concentração plasmática de risperidona e da fração antipsicótica ativa. - Glicosídeos digitálicos: A risperidona não demonstra efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina. - Diuréticos: Sobre a furosemida: veja, Furosemida: veja no item “ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”, PRECAUÇÕES” o aumento da mortalidade em pacientes idosos com demência que estão recebendo tratamento concomitante de furosemidae Risperdal® oral. com furosemida. - Medicamentos gastrintestinais: Antagonistas de receptor H2: a cimetidina e a ranitidina, ambas inibidores fracos de CYP2D6 e CYP3A4, aumentaram a biodisponibilidade da risperidona, mas apenas marginalmente aquela da fração antipsicótica ativa. - Lítio: A risperidona não demonstra efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética do lítio. - Antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos da recaptação de serotonina: A fluoxetina, um inibidor forte da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas menos da fração antipsicótica ativa. A paroxetina, um inibidor forte de da CYP2D6, aumenta a concentração plasmática da risperidona, mas mas, em doses de até 20 mg/dia, menos da fração antipsicótica ativa. Entretanto, doses maiores de paroxetina podem elevar a concentração da fração antipsicótica ativa. ativa da risperidona. Os antidepressivos tricíclicos podem aumentar a concentração plasmática de as concentrações plasmáticas da risperidona, mas não aquelas da fração antipsicótica ativa. A amitriptilina não afeta a farmacocinética da risperidona ou da fração antipsicótica ativa. A sertralina, um inibidor fraco de CYPD26 e a fluvoxamina, um inibidor fraco de CYP3A4, em doses de até 100 mg/dia, não estão associadas a com alterações clinicamente significativas da fração antipsicótica ativa da risperidona. Entretanto, doses superiores a 100 mg/dia de sertralina ou fluvoxamina podem aumentar as concentrações da fração antipsicótica ativa da risperidona. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Risperdal® Consta deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2C Comprimidos revestidos Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 8C). 30C). Proteger da luz. luz e umidade. Comprimidos revestidos de 0,25 mg e 0,5 mg Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. Comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Solução oral Conservar em temperatura ambiente (entre 15C e 30C). Proteger do congelamento. Após aberto, válido por 3 meses. Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspecto físico Risperdal® Consta Comprimidos revestidos A concentração dos comprimidos revestidos pode ser identificada pela sua cor e tamanho. Isto é importante porque há 5 tipos de comprimidos revestidos, cada um pó branco a quase branco. O diluente contendo uma quantidade diferente de risperidona: - Comprimidos ocre-amarelados: oblongos contendo 0,25 mg de risperidona; - Comprimidos vermelho-amarronzados: oblongos e sulcados contendo 0,5 mg de risperidona; - Comprimidos brancos: oblongos e sulcados contendo 1 mg de risperidona; - Comprimidos laranjas: oblongos e sulcados contendo 2 mg de risperidona; - Comprimidos amarelos: oblongos e sulcados contendo 3 mg de risperidona. Solução oral A solução oral é uma solução aquosa límpida e incolor. Quando misturada apropriadamente, a suspensão fica uniforme, espessa e com coloração leitosa. NÃO GUARDE O FRASCO APÓS A RECONSTITUIÇÃO, POIS A SUSPENSÃO IRÁ SE DEPOSITAR. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. POSOLOGIA E MODO DE USAR Modo de usar Informação Importante Risperdal® Consta requer muita atenção pode ser administrado sob a forma de comprimidos ou solução oral. A solução oral não deve ser adicionada ao passo chá. Instruções para a passo descrito nesta seção abertura do frasco de bula, solução oral e utilização da pipeta dosadora Fig. 1: O frasco vem fechado com uma tampa de segurança, que deve ser aberta da seguinte maneira: - Empurre a tampa plástica para garantir uma administração correta. Aguardar 30 minutos baixo e gire-a no sentido anti-horário. - Remova a embalagem tampa. Fig. 2: Introduza a pipeta no frasco. Segure o anel inferior e puxe o anel superior para cima até a marca correspondente à quantidade de mililitros ou miligramas que você deve tomar. Fig. 3: Segure o anel inferior e retire toda a pipeta do frasco. Esvazie a pipeta em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, deslizando o anel superior para baixo, até o final da pipeta. Feche o frasco e enxágue a pipeta com um pouco de água. - Esquizofrenia Adultos Risperdal® Consta pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado ao Risperdal® quando uma sedação adicional for necessária. Populações especiais Pacientes idosos (65 anos ou mais) A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 a 2 mg, duas vezes ao dia. Pacientes pediátricos (13 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da geladeira e aguarde até que atinja a temperatura ambiente durante pelo menos 30 minutos antes administração de metade da reconstituição. dose diária duas vezes por dia. Não aqueça de qualquer outra maneira. Usar os componentes fornecidos Os componentes fornecidos na embalagem são especificamente desenvolvidos para existem estudos sobre o uso de Risperdal® Consta. em crianças menores de 13 anos de idade. Transferência de outros antipsicóticos para Risperdal® Consta Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Risperdal® é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Risperdal® no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser reconstituído somente com o diluente fornecido na embalagem. Não substituir QUALQUER componente presente na embalagem. Não armazenar a suspensão após a reconstituição Administrar a dose assim que possível após a reconstituição, para evitar que a suspensão se deposite. Dose apropriada O conteúdo total do frasco deve ser administrado para garantir que a dose pretendida de Risperdal® Consta seja administrada. DISPOSITIVO DE USO ÚNICO Não reutilizar. Dispositivos médicos requerem características específicas para agir conforme programado. Estas características foram verificadas apenas para uso único. Qualquer tentativa de reprocessar o dispositivo para reutilizá-lo subsequentemente pode afetar de maneira adversa a integridade do mesmo periodicamente reavaliada. - Agitação, agressividade ou levar ao prejuízo do desempenho. Componentes fornecidos na embalagem Dispositivo Auxiliar Seringa Preenchida (adaptador) West Medimop® Anel Branco Haste do êmbolo Abertura do conector Extre- midade perfura Tampa Branca -dora Borda Diluente Frasco Tampa colorida Agulhas de injeção Terumo SurGuard®-3 Protetor transparente da agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Dispositivo de segurança da agulha Microesferas Passo 1 Preparo dos componentes Conectar o frasco no adaptador do frasco Remova a tampa do frasco Prepare o adaptador do frasco Segure o protetor estéril do adaptador, conforme mostrado na figura. Conectar o adaptador no frasco Coloque o frasco em uma superfície plana e firme e segure o frasco pela base. Centralize o adaptador na superfície da tampa de borracha cinza. Empurre o adaptador para baixo até haver um encaixe seguro. Puxe a tampa colorida do frasco. Puxe e remova o suporte de papel. Com um lenço umidecido com álcool, limpe a superfície da tampa cinza. Deixe no ambiente até secar. Não remova o adaptador do frasco do protetor. Não coloque o adaptador no frasco em um ângulo, pois o diluente pode vazar durante a trasnferência para o frasco. place vial adapter on at an angle or diluent may leak Não remova a tampa de borracha cinza. upon transfer to the vial. Não toque na extremidade perfuradora em qualquer momento. Isto pode levar a uma contaminação. Incorreto Conectar a seringa preenchida no adaptador do frasco Remova o protetor estéril Pegue no local Remova a tampa Conecte a seringa ao apropriado Segure pelo anel branco na ponta da seringa. Segurando pelo anel adaptador do frasco branco, retire a tampa Segure o adaptador do Remova o adaptador do Não segure a seringa pelo vidro durante o manuseio. branca. frasco pela borda para frasco da embalagem estéril manter parado. somente quando estiver Não torça ou corte a tampa pronto para remover a tampa branca. Segure a seringa pelo branca da seringa Incorreto preenchida. anel branco e então insira Não toque a ponta da a ponta no conector da Mantenha o frasco na vertical para evitar vazamento. Segure a base do frasco e puxe para cima a tampa estéril para removê-la. seringa. Isto levará a uma agulha do adaptador do contaminação. frasco. Não agite. Não segure a seringa de Não vidro pelo corpo. Isto toque o conector enquanto estiver abrindo o adaptador do frasco. Isto levará a uma contaminação. pode causar a perda do Quando a tampa é removida a anel branco ou seringa fica como demonstrado desacoplamento. nesta figura. A tampa removida pode Acople a seringa ao ser descartada. adaptador do frasco girando de maneira firme no sentido horário até sentir que está encaixado. Não force. Ao forçar a ponta da seringa pode quebrar. Passo 2 Reconstitua as microesferas Seg. Injete o diluente Suspenda as microesferas Transfira a suspensão Remova o adaptador do Injete a quantidade total no diluente para a seringa frasco do diluente da seringa para o frasco.. Continue a segurar a haste do Inverta o frasco Segure o anel branco da êmbolo para baixo, agite completamente. seringa e desacople-a do vigorosamente por pelo Vagarosamente puxe a adaptador do frasco. O conteúdo do frasco não estará sob pressão. menos 10 segundos, haste do êmbolo para Continue segurando o conforme demonstrado. baixo para injetar todo Destaque a etiqueta do êmbolo para baixo, com o conteúdo do frasco para a frasco no picote. Aplicar polegar. Verifique a suspensão. a etiqueta destacada na seringa. Quando misturada seringa para fins de apropriadamente, trata-se de identificação. uma suspensão Descarte o frasco e o aparentemente uniforme, adaptador do frasco espessa e de coloração apropriadamente. leitosa. As microesferas serão visíveis no líquido. Imediatamente vá para o próximo passo para evitar que a suspensão sedimente. Passo 3 Acople a agulha Deltoide Glúteo 1-pol 2-pol Acople a agulha Ressuspenda as microesferas Escolha a agulha apropriada Escolha a agulha apropriada com Remova completamente o sachê. Abra o sachê pela metade e usar base no local da injeção (glútea ou para agarrar a base da agulha, Logo antes da injeção, agite a deltoide). conforme demonstrado a seguir. seringa vigorosamente de novo, já Segurando o anel branco da que alguma sedimentação pode ter seringa, acople a seringa ao ocorrido. conector da agulha com uma torção firme no sentido horário até encaixar. Não toque o conector da agulha. Isto resultará em contaminação. Passo 4 Injete a dose Após Remover o Remova as bolhas Injete Certifique que a Descarte protetor de ar agulha está dentro do adequadamente as transparente da Segure a agulha para Imediatamente injete protetor de segurança agulhas agulha cima e bata o conteúdo da da agulha seringa por via Verifique se o gentilmente para Usando uma mão, Mova a agulha intramuscular (IM) protetor da agulha fazer com que coloque o protetor de para dentro do no músculo glúteo está totalmente qualquer bolha de ar segurança da agulha protetor de ou deltoide do envolvido. Descarte suba para a em ângulo de 45 graus segurança da paciente. em recipiente superfície. Vagarosa em uma superfície agulha de volta adequado para e cuidadosamente rígida, plana. Pressione para a seringa. A injeção glútea pérfurocortantes. pressione a haste do para baixo com um Depois segure o deve ser feita no Também descarte a êmbolo para cima movimento firme e anel branco da para remover o ar. quadrante superior agulha não utilizada externo da região rápido até a agulha fornecida na seringa e estar completamente cuidadosamente glútea. Não embalagem. envolvida pelo empurre o protetor administre por via dispositivo de transparente da intravenosa. segurança. agulha para fora. Não torça o Evite que a agulha protetor cause perfurações: transparente da agulha, pois a Não use duas mãos. conexão com o conector da agulha Não desconecte intencionalmente ou pode afrouxar. manuseie incorretamente o dispositivo protetor da agulha. Não tente desentortar a agulha ou engate o dispositivo de segurança, se a agulha estiver torta ou danificada. Posologia Para pacientes recebendo a risperidona pela primeira vez, recomenda-se estabelecer a tolerabilidade com a risperidona oral antes de iniciar o tratamento com o Risperdal® Consta. Risperdal® Consta deve ser administrado a cada duas semanas por injeção intramuscular profunda na região deltoide ou glútea utilizando agulha apropriada para cada região. Para administração na região deltoide, utilize agulha de 1 polegada alternando as injeções entre os dois braços. Para administração na região glútea, utilize a agulha de 2 polegadas, alternando-se o lado da injeção. NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Adultos A dose recomendada é 25 mg em injeção intramuscular a cada duas semanas. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses maiores, de 37,5 mg ou 50 mg. Em estudos clínicos com 75 mg não foram observados benefícios adicionais sintomas psicóticos em pacientes com esquizofrenia. Doses acima de 50 mg não foram estudadas em pacientes com transtorno bipolar. Doses maiores que 50 mg por duas semanas não são recomendadas. Cobertura antipsicótica suficiente deve ser assegurada durante o intervalo de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. demência do tipo Alzheimer A dose não deve ser aumentada com frequência maior do que uma vez a cada 4 semanas. O efeito do ajuste posológico não deve ser esperado antes de 3 semanas após o aumento da dose. Pacientes Idosos A dose inicial recomendada é de 25 0,25 mg em injeção intramuscular a cada 2 semanas. Cobertura antipsicótica suficiente deve duas vezes ao dia. Esta dose pode ser assegurada por via oral durante o intervalo ajustada individualmente, com incrementos de 3 semanas após a primeira injeção de Risperdal® Consta. Pacientes com insuficiência renal ou hepática Risperdal® Consta não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática e renal. Se houver necessidade de tratar este grupo de pacientes, recomenda-se iniciar o tratamento com 0,5 0,25 mg de risperidona, por via oral, duas vezes ao dia, durante com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a primeira semana. Na segunda semana, pode-se administrar maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia ou pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. - Transtorno do humor bipolar: Mania Adultos Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Risperdal® de 2 mg uma vez ao dia. Se Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose oral inicial de pelo menos Risperdal® de 2 mg/dia for bem tolerada, Risperdal® Consta (na ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 25 mg) 2-6 mg/dia. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Risperdal® deve ser avaliado e justificado periodicamente. Populações especiais Pacientes pediátricos (10 a 17 anos) Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de, no mínimo, 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Risperdal® deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem estudos sobre Risperdal® no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade. - Autismo Pacientes pediátricos (5 a 17 anos) A dose de Risperdal® deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. No Dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso  20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos  2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes  20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes  20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos. Doses de Risperdal® em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia) Peso Dias 1-3 Dias 4-14+ Incrementos quando for necessário Intervalo aumentar a dose posológico < 20kg 0,25 mg 0,5 mg +0,25 mg em intervalos  2 semanas 0,5 mg – 1,5 mg  20 kg 0,5 mg 1,0 mg +0,5 mg em intervalos  2 semanas 1,0 mg – 2,5 mg* * pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia. Risperdal® pode ser administrado a cada 2 semanas. Crianças Risperdal® Consta não foi avaliado em pacientes com idade inferior a 18 anos. REAÇÕES ADVERSAS Ao longo deste item, são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados com o uso de risperidona baseado em avaliação abrangente das informações disponíveis de eventos adversos. Uma relação causal com risperidona não pode ser estabelecida de forma confiável em casos individuais. Além disso, como os ensaios clínicos são conduzidos sob condições muito variáveis, as taxas observadas de reações adversas em ensaios clínicos de um medicamento não podem ser comparadas diretamente a taxas em ensaios clínicos de outro medicamento, e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de Estudos Clínicos A segurança do Risperdal® Consta foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos de 2.392 pacientes expostos a uma vez ao dia ou mais doses do Risperdal® Consta para o tratamento da esquizofrenia. Desses 2.392 pacientes, 332 eram duas vezes ao dia. Os pacientes que receberam o Risperdal® Consta durante apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a sua participação em redução gradual da dose para obter um estudo duplo-cego e placebo-controlado de 12 semanas de duração. Um total de 202 dos 332 eram pacientes esquizofrênicos que receberam 25 mg ou 50 mg de Risperdal® Consta. As condições e a duração do tratamento com o Risperdal® Consta variaram muito e incluíram (em categorias sobrepostas) estudos duplo-cegos, de doses fixas e flexíveis, controlados por placebo ou medicamento ativo e fases abertas dos estudos, em regime de internação e ambulatorial, e exposição de curto prazo (até 12 semanas) e longo prazo (até 4 anos). Em adição aos estudos em pacientes com esquizofrenia, dados de segurança são apresentados de um ensaio de avaliação equilíbrio ótimo de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar e quando administrado como monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I. No estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo de monoterapia para tratamento de manutenção do transtorno bipolar tipo I, os pacientes adultos selecionados foram os que preencheram os critérios DSM-IV para o transtorno bipolar tipo I e apresentavam-se estáveis em uso de risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) ou outros antipsicóticos ou estabilizadores de humor, ou apresentando um episódio agudo. Após um período aberto de três semanas de tratamento com risperidona oral (n = 440), pacientes que demonstraram uma resposta inicial à risperidona oral neste período e àqueles que foram estáveis à risperidona (oral ou injetável de liberação prolongada) no início do estudo, entraram em um período aberto de estabilização de 26 semanas com Risperdal® Consta (n = 501). Os pacientes que desmonstraram uma manutenção da resposta durante este período foram randomizados em um estudo duplo-cego, controlado por placebo de 24 meses no qual receberam Risperdal® Consta (n = 154) ou placebo (n = 149) como monoterapia. Os pacientes que recaíram ou que completaram o período duplo-cego puderam escolher entrar em um período de estudo aberto de 8 semanas de extensão com Risperdal® Consta (n = 160). No estudo de tratamento adjuvante de manutenção do transtorno bipolar, os indivíduos neste estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo eram pacientes adultos que preencheram os critérios DSM-IV para transtorno bipolar tipo I ou II e que apresentaram pelo menos 4 episódios de transtorno do humor necessitando intervenção clínica/psiquiátrica nos 12 meses anteriores, incluindo pelo menos 2 episódios nos 6 meses anteriores ao início do estudo. No início deste estudo, todos os pacientes (n = 275) entraram em uma fase aberta de tratamento de 16 semanas, na qual receberam Risperdal® Consta em adição ao seu tratamento prévio, os quais consistiam em vários estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. Os pacientes que alcançaram remissão no final das 16 semanas da fase aberta de tratamento (n=139) foram randomizados em uma fase duplo-cega, controlada por placebo de 52 semanas e receberam Risperdal® Consta (n=72) ou placebo (n=67) como tratamento adjuvante continuando o seu tratamento prévio. Os pacientes que não alcançaram a remissão no final da fase aberta de 16 semanas de tratamento puderam escolher entre continuar recebendo tratamento com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em fase aberta, mantendo o seu tratamento prévio, por mais 36 semanas conforme indicação clínica por um período total de até 52 semanas; estes pacientes (n=70) foram também incluídos em uma avaliação de segurança. A maioria de todas as reações adversas foram leves a moderadas em gravidade. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Esquizofrenia As reações adversas relatadas por  2% dos pacientes com esquizofrenia, tratados com Risperdal® Consta em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 12 semanas de duração, são apresentadas na Tabela 1. Tabela 1. Reações adversas relatadas por  2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com o Risperdal® Consta em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 12 semanas de duração Risperdal® Consta Risperdal® Placebo Classe de Sistema/Órgão 25 mg Consta 50 mg (n=98) Reação Adversa (n=99) (n=103) % % % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório 2 0 1 superior Distúrbios do Sistema Nervoso Cefaleia 15 21 12 Parkinsonismo* 8 15 9 Tontura 7 11 6 Acatisia** 4 11 6 Sonolência 4 4 0 Tremores 0 3 0 Sedação 2 2 3 Síncope 2 1 0 Hipoestesia 2 0 0 Distúrbios Oftalmológicos Visão turva 2 3 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4 2 3 Congestão sinusal 2 0 0 Distúrbios Gastrintestinais Constipação 5 7 1 Boca seca 0 7 1 Dispepsia 6 6 0 Náusea 3 4 5 Dor de dente 1 3 0 Hipersecreção salivar 4 1 0 Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Acne 2 2 0 Pele seca 2 0 0 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Dor nas extremidades 6 2 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga 3 6 0 Astenia 0 3 0 Edema periférico 2 3 1 Dor 4 1 0 Febre 2 1 0 Testes Ganho de peso 5 4 2 Perda de peso 4 1 1 *Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, rigidez muscular e bradicinesia. **Acatisia inclui acatisia e agitação. Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo – Transtorno bipolar A Tabela 2 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas em 2% ou mais dos pacientes no período de 24 meses de tratamento duplo-cego e controlado por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como monoterapia de tratamento de manutenção em pacientes com trastorno bipolar tipo I. Tabela 2. Reações adversas relatadas por  2% de pacientes tratados com o Risperdal® Consta como monoterapia de tratamento em pacientes com transtorno bipolar tipo I em um estudo duplo- cego e controlado por placebo de 24 meses de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo Reação Adversa (n=154) (n=149) % % Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura 3 1 Distúrbios Vasculares Hipertensão 3 1 Testes Aumento de peso 5 1 A Tabela 3 lista de reações adversas provenientes do tratamento com Risperdal® Consta relatadas por  4% de pacientes no período de 52 semanas em uma fase de tratamento duplo-cega, controlada por placebo de um ensaio de avaliação de eficácia e segurança de Risperdal® Consta quando administrado como tratamento adjuvante de manutenção em pacientes com transtorno bipolar. Tabela 3. Reações adversas relatadas por  4% dos pacientes com Transtorno Bipolar tratados com Risperdal® Consta como terapia adjuvante em um estudo duplo-cego e controlado por placebo de 52 semanas de duração Classe de Sistema/Órgão Risperdal® Consta Placebo + tratamento Reação Adversa + tratamento usual a usual (n=72) % (n=67) % Infecções e Infestações Infecção do trato respiratório superior 6 3 Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Diminuição do apetite 6 1 Aumento do apetite 4 0 Distúrbios do Sistema Nervoso Tremor 24 16 Parkinsonismo b 15 6 Discinesia b 6 3 Sedação 6 0 Distúrbios da atenção 4 0 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Tosse 4 1 Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo Artralgia 4 3 Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Amenorreia 4 1 Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Marcha anormal 4 0 Testes Aumento de peso 7 1 a Pacientes que receberam Risperdal® Consta ou placebo de maneira duplo-cega em adição ao seu tratamento prévio o qual incluiu estabilizadores de humor, antidepressivos e/ou ansiolíticos. b Parkinsonismo inclui rigidez muscular, hipocinesia, rigidez da roda denteada e bradicinesia. Discinesia inclui contração muscular e discinesia. Outros dados de estudos clínicos A paliperidona é o metabólito ativo da risperidona, portanto os perfis de reações adversas destes compostos (incluindo formulações orais e injetáveis) são relevantes uns aos outros. As reações adversas adicionais relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 2% de pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4a. Tabela 4a. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por ≥ 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Distúrbios Psiquiátricos Agitação, ansiedade, depressão, insônia* Distúrbios do Sistema Nervoso Acatisia*, parkinsonismo* Distúrbios Cardíacos Taquicardia Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Congestão nasal Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal, diarreia, vômitos Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção cutânea Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Dor nas costas, espasmos musculares, dor musculoesquelética Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Edema* *Insônia inclui: insônia inicial, insônia média; Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas, inquietação; Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, hipersalivação, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética; Edema inclui: edema generalizado, edema periférico, edema depressível. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta são mostradas na Tabela 4b. Tabela 4b. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona por < 2% dos pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (Os termos de cada Classe de Sistema/Órgão estão ordenados alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Infecção de ouvido, infecção, gripe, sinusite Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Redução do apetite, aumento do apetite Distúrbios Psiquiátricos Estado confusional, redução da libido, pesadelo Distúrbios do Sistema Nervoso Tontura postural, disartria, discinesia*, parestesia Distúrbios Oftalmológicos Fotofobia Distúrbios do Ouvido e Labirinto Dor de ouvido Distúrbios Cardíacos Bradicardia, transtorno de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, palpitações Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Dispneia, dor faringolaríngea, chiado Distúrbios Hepatobiliares Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas Distúrbios do Tecido da Pele e Subcutâneo Prurido, dermatite seborreica, transtorno da pele Distúrbios do Tecido Conjuntivo e Musculoesquelético Rigidez articular, fraqueza muscular Distúrbios Renais e Urinários Incontinência urinária Distúrbios do Sistema Reprodutor e das Mamas Desconforto das mamas, transtorno da ejaculação, disfunção erétil, galactorreia Distúrbios Gerais e Condiçõs no Local da Administração Desconforto no peito, sensação anormal, reação no local de injeção Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, transtorno do movimento, contração muscular, mioclonia. As reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta (25 mg ou 50 mg), são mostradas na Tabela 4c. Tabela 4c. Reações adversas relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes com esquizofrenia tratados com Risperdal® Consta ( 25 mg ou 50 mg) (Os termos de cada Classe de Sistema/ Órgão estão ordenadas alfabeticamente). Classe de Sistema/Órgão Reação Adversa Infecções e Infestações Acarodermatite, bronquite, celulite, cistite, infecção no olho, infecção localizada, onicomicose, pneumonia, infecção no trato respiratório, abscesso subcutâneo, tonsilite, infecção no trato urinário, infecção viral Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático Anemia, contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos Distúrbios do Sistema Imunológico Reação anafilática Distúrbios Endócrinos Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia Distúrbios Metabólicos e Nutricionais Anorexia, aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia, hiperinsulinemia, polidipsia Distúrbios Psiquiátricos Anorgasmia, embotamento afetivo, transtorno do sono Distúrbios do Sistema Nervoso Transtorno de equilíbrio, acidente vascular cerebral, transtorno vascular cerebral, convulsão*, coordenação anormal, nível reduzido de consciência, coma diabético, distonia*, instabilidade da cabeça, perda da consciência, síndrome neuroléptica maligna, hiperatividade psicomotora, discinesia tardia, ausência de resposta a estímulos Distúrbios Oftalmológicos Conjuntivite, olhos secos, transtorno do movimento dos olhos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma, aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular Distúrbios de Ouvido e Labirinto Zumbido, vertigem Distúrbios Cardíacos Bloqueio atrioventricular, síndrome da taquicardia postural ortostática, arritmia sinusal Distúrbios Vasculares Rubor, hipotensão, hipotensão ortostática Distúrbios Respiratórios, Torácicos e do Mediastino Disfonia, epistaxe, hiperventilação, pneumonia por aspiração, congestão pulmonar, estertores, transtornos respiratórios, congestão do trato respiratório Distúrbios Gastrintestinais Queilite, disfagia, incontinência fecal, fecaloma, flatulência, gastroenterite, obstrução intestinal, edema da língua Distúrbios Hepatobiliares Aumento das transaminases Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Erupção medicamentosa, eczema, eritema, hiperqueratose, descoloração da pele, lesão da pele, urticária Distúrbios do Tecido Conjuntivo, Musculoesquelético e Ossos Aumento da creatina fosfoquinase sanguínea, edema articular, dor no pescoço, postura anormal, rabdomiólise Distúrbios Renais e Urinários Disúria, polaciúria Distúrbios do Sistema Reprodutor e de Mamas Secreção das mamas, ingorgitamento das mamas, aumento das mamas, ginecomastia, transtorno menstrual*, atraso na menstruação, disfunção sexual, secreção vaginal Distúrbios Gerais e Condições no Local de Administração Redução da temperatura corporal, aumento da temperatura corporal, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência, edema de face, endurecimento, mal-estar, frieza nas extremidades, sede Lesões, Envenenamento e Complicações Posturais Queda, dor do procedimento *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal; Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo; Transtorno da menstrução inclui: menstruação irregular, oligomenorreia. Dados Pós-comercialização Os eventos adversos identificados primeiramente como reações adversas durante a experiência pós- comercialização com a risperidona e/ou paliperidona, por categoria de frequência estimada a partir das taxas de relatos espontâneos com risperidona, estão descritos a seguir. Reação muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados: Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose, trombocitopenia; Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético; Distúrbios metabólicos e nutricionais: cetoacidose diabética, diabetes mellitus, hipoglicemia, intoxicação por água; Distúrbios psiquiátricos: mania; Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia; Distúrbios oculares: oclusão da artéria retinianaa; síndrome de íris flácida (intraoperatória); Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial; Distúrbios vasculares: trombose de veia profunda, embolia pulmonar; Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono; Distúrbios gastrintestinais: íleo, pancreatite; Distúrbios hepatobiliares: icterícia; Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema, alopecia; Distúrbios renais e urinários: retenção urinária; Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal; Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo; Distúrbios gerais: hipotermia; reação no local da administração, incluindo abscesso, celulite, cisto, hematoma, necrose e úlcera. Nota: a Apenas com a formulação de Risperdal® Consta, na presença de defeitos intracardíacos predispondo a “shunt” direita-esquerda (por exemplo, forame oval patente). Muito raramente, casos de reações anafiláticas após aplicação de Risperdal® Consta® foram relatados durante o período pós-comercialização, em pacientes que apresentaram tolerância prévia à risperidona oral. Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. SUPERDOSE Embora a ocorrência de superdose seja menos provável com a administração parenteral do que com a oral, são apresentadas as informações referentes à superdose por via oral. Risperdal® Consta deve ser aplicado por profissional da área da saúde através de injeção glútea ou deltóide, e não pelo paciente como no caso do tratamento oral. Portanto, dentro destas circunstâncias, o risco de superdose com Risperdal® Consta é considerado insignificante. Sintomas Em geral, os sinais e sintomas relatados são resultantes do excesso de efeitos farmacológicos conhecidos da risperidona. Estes incluem sonolência e sedação, taquicardia e hipotensão arterial e sintomas extrapiramidais. Aumento do intervalo QT e convulsões foram relatados com superdose. Torsade de Pointes foi relatado na presença de superdose combinada de Risperdal® oral e paroxetina. Em caso de superdose aguda, deve-se considerar a possibilidade do envolvimento de múltiplos fármacos. Tratamento Estabelecer e manter vias aéreas livres, garantindo boa ventilação, com oxigenação adequada. Monitorização cardiovascular deve ser instituída imediatamente, incluindo ECG contínuo para detecção de possíveis arritmias. Não existe antídoto específico para Risperdal® Consta. Portanto, apenas medidas de suporte devem ser instituídas. Hipotensão arterial e colapso circulatório devem ser tratados com medidas adequadas, como infusão de líquidos e/ou administração de agentes simpatomiméticos. Na ocorrência de sintomas extrapiramidais graves, medicação anticolinérgica deve ser administrada. Monitorização intensiva, com rigorosa supervisão médica, deve ser mantida até a recuperação do paciente. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

III – Dizeres legais 91 palavras

MS - 1.1236.0031 Farm. Resp.: Marcos R. Pereira-CRF/SP n° 12.304 Registrado por: JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA. Rua Gerivatiba, 207, São Paulo – SP CNPJ 51.780.468/0001-87 Fabricado por: Pó injetável: Alkermes Inc., Wilmington, Ohio - EUA Diluente: Cilag AG, Hochstrasse – Suíça Embalado por: Cilag AG, Hochstrasse – Suíça Importado por: Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Rodovia Presidente Dutra, Km 154 São José dos Campos -SP CNPJ 51.780.468/0002-68  Marca Registrada Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita. Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 11/04/2016. CCDS 1502 VPS 04

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I – Identificação do medicamento4049%
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde1029234%
III – Dizeres legais910%

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