LEVOFLOXACINO · ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A
Bula do profissional: 02/07/2026 → 15/09/2026
expediente 0654585261 → 0959522263 ·PDFs no Bulário da ANVISA
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Alterações
removidoadicionado
Apresentação 1: Comprimidos revestidos de 500 mg: embalagens com 7 ou 10 comprimidos
Apresentação 1 · 1. Indicações 2 palavras
Este medicamento é destinadoao tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, tais como: − Infecções do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite, exacerbações agudas de [… 57 palavras iguais …] não complicadas, exacerbações bacterianas agudas de bronquite crônica e sinusite aguda bacteriana podem ser autolimitadas, levofloxacino só deve ser indicado para tratamento destas infecções em pacientes para os quais não existam existem opções de tratamento alternativas.
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Este medicamento é destinadoao tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, tais como: − Infecções do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite, exacerbações agudas de bronquite crônica e pneumonia. − Infecções da pele e tecido subcutâneo, complicadas e não complicadas, tais como impetigo, abscessos, furunculose, celulite e erisipela. − Infecções do trato urinário, incluindo pielonefrite aguda. − Osteomielite. Como as fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino, têm sido associadas a reações adversas graves, e pelo fato de que, para alguns pacientes, infecções do trato urinário não complicadas, exacerbações bacterianas agudas de bronquite crônica e sinusite aguda bacteriana podem ser autolimitadas, levofloxacino só deve ser indicado para tratamento destas infecções em pacientes para os quais não existam existem opções de tratamento alternativas.
Apresentação 1 · 3. Características farmacológicas 12 palavras
Propriedades farmacodinâmicas Mecanismo de ação O levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro, para administração oral. Quimicamente, o levofloxacino é o isômero levógiro (isômero-L) do racemato [… 689 palavras iguais …] doses únicas e doses múltiplas. As concentrações plasmáticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses únicas orais, na faixa de 250 a 1.000 mg, conforme a seguir: Dose oral (mg) Pico da concentração plasmática (mcg/mL) Área sob a curva (mg) (mcg/mL) (AUC 0-∞ , 0-∞, mcg.h/mL) 250 2.8 27.2 500 5.1 47.9 750 7.1 82.2 1000 8.9 111.0 O estado de equilíbrio é atingido 48 horas após a administração de 500 mg em regimes de dose única e de duas doses diárias. O pico e o [… 311 palavras iguais …] vez que o fármaco é excretado basicamente inalterado na urina. Após a administração oral, aproximadamente 87% da dose administrada é recuperada inalterada na urina, num período de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose é recuperada nas fezes, num período de 72 horas. Menos de 5% da dose administrada é recuperada na urina como metabólitos desmetil e N-óxido, os [… 27 palavras iguais …] 8 horas, após a administração de doses únicas ou de doses múltiplas. A média aparente da depuração corpórea total e da depuração renal varia de aproximadamente 144 a 226 mL/min ml/min e 96 a 142 mL/min, ml/min, respectivamente. A excessiva depuração renal da filtração glomerular sugere que a secreção tubular de levofloxacino ocorre em adição a sua filtração glomerular. A administração concomitantemente de cimetidina ou de [… 12 palavras iguais …] de levofloxacino, indicando que a secreção de levofloxacino ocorre no túbulo renal proximal. Cristais de levofloxacino não foram encontrados em nenhuma amostra de urina recém coletada em indivíduos recebendo levofloxacino.
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Propriedades farmacodinâmicas Mecanismo de ação O levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro, para administração oral. Quimicamente, o levofloxacino é o isômero levógiro (isômero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinolônico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao isômero-L. O mecanismo de ação do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinolônicos envolve a inibição da topo-isomerase bacteriana IV e da DNA-girase (ambas são topo-isomerases tipo II), enzimas necessárias para a replicação, transcrição, restauração e recombinação do DNA. Nesse sentido, o isômero-L produz mais pontes de hidrogênio e, portanto, complexos mais estáveis, com a DNA-girase do que o isômero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o isômero-L, o levofloxacino, do que para o isômero-D. Os derivados quinolônicos inibem rápida e especificamente a síntese do DNA bacteriano. Microbiologia O levofloxacino apresenta atividade in vitro contra um amplo espectro de bactérias aeróbicas e anaeróbicas gram-positivas e gram- negativas. A atividade bactericida do levofloxacino é rápida e frequentemente ocorre em níveis próximos da Concentração Inibitória Mínima (CIM). O levofloxacino exibe atividade in vitro contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir, entretanto a segurança e eficácia do levofloxacino em tratamentos de infecções clínicas devido a esses organismos não foram estabelecidas em estudos clínicos adequados e controlados: Aeróbios Gram-positivos Enterococcus avium Enterococcus faecium Staphylococcus aureus Staphylococcus epidermidis Staphylococcus haemolyticus Staphylococcus hominis Streptococcus constellatus Streptococcus (Grupos C/F, D, G) Streptococcus milleri Streptococcus sanguis Streptococcus (Grupo Viridans) Anaeróbios Gram-positivos Clostridium perfringens Clostridium spp. Peptostreptococcus anaerobius Peptostreptococcus magnus Propionibacterium acnes Aeróbios Gram-negativos Acinetobacter baumannii Acinetobacter lwoffii Aeromonas hydrophila Bordetella pertussis Campylobacter jejuni Citrobacter (diversus) koseri Pantoea (Enterobacter) aerogenes Enterobacter agglomerans Enterobacter sakazakii Flavobacterium meningosepticum Legionella spp. Morganella morganii Neisseria gonorrhoeae N. gonorrhoeae (produtora de penicilinase) Proteus vulgaris Providencia rettgeri Providencia spp Providencia stuartii Pseudomonas fluorescens Pseudomonas putida Salmonella enteritidis Salmonella spp Serratia liquefaciens Serratia spp Shigella spp Stenotrophomonas maltophilia Vibrio cholerae Vibrio parahaemolyticus Yersinia enterocolitica Anaeróbios Gram-negativos Bacteroides distasonis Bacteroides fragilis Bacteroides intermedius Veillonella parvula Outros microrganismos Mycobacterium fortuitum Mycobacterium kansasii Mycobacterium marinum Mycobacterium tuberculosis Mycoplasma fermentans Mycoplasma hominis Ureaplasma urealyticum O levofloxacino é ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino não é ativo contra Treponema pallidum. Resistência ao levofloxacino devida a mutação espontânea in vitro é um fenômeno raro (média 10-9 a 10-10). Embora tenha sido observada resistência cruzada entre levofloxacino e outras fluoroquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sensíveis ao levofloxacino. Na falta de um teste de suscetibilidade ao levofloxacino, a suscetibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a suscetibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sensíveis ao ofloxacino possam ser considerados sensíveis ao levofloxacino, o contrário nem sempre é verdadeiro. O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas susceptíveis dos seguintes microrganismos, nos quais foi demonstrada eficácia clínica: Aeróbios Gram-positivos Enterococcus (Streptococcus) faecalis Staphylococcus aureus (MSSA) Staphylococcus epidermidis (MSSE) Staphylococcus saprophyticus Streptococcus agalactiae Streptococcus pneumoniae (incluindo cepas de S. pneumoniae resistentes a múltiplas drogas [MDRSP*]) Streptococcus pyogenes * Isolados de MDRSP (S. pneumoniae resistente a múltiplas drogas) são cepas resistentes a dois ou mais dos seguintes antibióticos: penicilina (MIC ≥ 2 mcg/mL), cefalosporinas de segunda geração, ex.: cefuroxima, macrolídeos, tetraciclinas e trimetoprima/sulfametoxazol. Aeróbios Gram-negativos Citrobacter freundii Enterobacter cloacae Escherichia coli Haemophilus influenzae Haemophilus parainfluenzae Klebsiella oxytoca Klebsiella pneumoniae Legionella pneumophila Moraxella (Branhamella) catarrhalis Proteus mirabilis Pseudomonas aeruginosa Serratia marcescens Outros microrganismos Chlamydia pneumoniae Mycoplasma pneumoniae Propriedades farmacocinéticas Absorção O levofloxacino é absorvido rapidamente e quase completamente após a administração oral. O pico de concentração plasmática (aproximadamente 5,1 mcg/mL) é obtido uma a duas horas após a ingestão. A biodisponibilidade absoluta do comprimido de 500 mg é de aproximadamente 99%. A administração de 500 mg de levofloxacino com alimentos prolonga ligeiramente o tempo para o pico de concentração em aproximadamente 1 hora e diminui ligeiramente o pico de concentração em aproximadamente 14%. A ingestão de alimentos não altera de maneira clinicamente significativa a absorção do levofloxacino. As concentrações plasmáticas do levofloxacino após a administração intravenosa são semelhantes e comparáveis, em extensão de exposição (AUC), às obtidas após a administração oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambiáveis. (Vide gráfico a seguir). A farmacocinética do levofloxacino é linear e previsível após a administração oral de doses únicas e doses múltiplas. As concentrações plasmáticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses únicas orais, na faixa de 250 a 1.000 mg, conforme a seguir: Dose oral (mg) Pico da concentração plasmática (mcg/mL) Área sob a curva (mg) (mcg/mL) (AUC 0-∞ , 0-∞, mcg.h/mL) 250 2.8 27.2 500 5.1 47.9 750 7.1 82.2 1000 8.9 111.0 O estado de equilíbrio é atingido 48 horas após a administração de 500 mg em regimes de dose única e de duas doses diárias. O pico e o vale da concentração plasmática atingidos após doses múltiplas em regimes de dose única diária oral foram de aproximadamente 5,7 e 0,5 mcg/mL, respectivamente; após doses múltiplas com regime de administração oral de 2 vezes ao dia, esses valores foram de aproximadamente 7,8 e 3,0 mcg/mL, respectivamente. Após doses intravenosas, o pico e o vale da concentração plasmática atingidos após múltiplas doses no regime de dose única diária foram de aproximadamente 6,4 e 0,6 mcg/mL, respectivamente. Após doses múltiplas com regime de administração intravenosa de 2 vezes ao dia, esses valores foram de aproximadamente 7,9 e 2,3 mcg/mL, respectivamente. Distribuição O volume médio de distribuição do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros após doses únicas ou múltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribuição pelos tecidos. A penetração do levofloxacino na pele é rápida e completa. A razão entre biopsia do tecido cutâneo e AUC plasmática é de aproximadamente 2. A razão entre o líquido da bolha e AUC plasmática é de aproximadamente 1. O levofloxacino também penetra rapidamente na porção esponjosa e cortical dos tecidos ósseos, tanto na cabeça do fêmur quanto na sua parte distal. Os picos de concentração tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e são obtidos cerca de 2 a 3 horas após a administração oral. A ligação do levofloxacino às proteínas séricas, in vitro, é de aproximadamente 24 a 38% em todas as espécies estudadas, conforme determinado pelo método de diálise de equilíbrio, numa faixa clinicamente relevante de 1 a 10 mcg/mL de concentrações de levofloxacino no soro/plasma; a ligação se faz principalmente com a albumina sérica em humanos. O levofloxacino liga-se às proteínas plasmáticas independentemente da concentração do fármaco. Metabolismo O levofloxacino é estereoquimicamente estável no plasma e na urina e não se converte metabolicamente no seu enantiômero, o D- ofloxacino. A biotransformação do levofloxacino é limitada em humanos, uma vez que o fármaco é excretado basicamente inalterado na urina. Após a administração oral, aproximadamente 87% da dose administrada é recuperada inalterada na urina, num período de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose é recuperada nas fezes, num período de 72 horas. Menos de 5% da dose administrada é recuperada na urina como metabólitos desmetil e N-óxido, os únicos metabólitos identificados no homem. Estes metabólitos não apresentam atividade farmacológica relevante. Eliminação A meia-vida de eliminação plasmática terminal média do levofloxacino varia aproximadamente de 6 a 8 horas, após a administração de doses únicas ou de doses múltiplas. A média aparente da depuração corpórea total e da depuração renal varia de aproximadamente 144 a 226 mL/min ml/min e 96 a 142 mL/min, ml/min, respectivamente. A excessiva depuração renal da filtração glomerular sugere que a secreção tubular de levofloxacino ocorre em adição a sua filtração glomerular. A administração concomitantemente de cimetidina ou de probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% na redução da depuração renal de levofloxacino, indicando que a secreção de levofloxacino ocorre no túbulo renal proximal. Cristais de levofloxacino não foram encontrados em nenhuma amostra de urina recém coletada em indivíduos recebendo levofloxacino.
Apresentação 1 · 5. Advertências e precauções 4 palavras
Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Essas reações frequentemente [… 1133 palavras iguais …] Cristalúria Embora não tenha sido relatada cristalúria nos estudos clínicos realizados com o levofloxacino, adequada hidratação deve ser mantida para prevenir a formação de urina altamente concentrada. Distúrbios Oftalmológicos oftalmológicos Existem dados disponíveis sobre a ocorrência de descolamento de retina e uveíte associada ao uso sistêmico de fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino. Entretanto, uma relação causal entre o uso destes [… 318 palavras iguais …] sinais de artropatia, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. máquinas O levofloxacino pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto o paciente deve ser aconselhado a não dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que [… 101 palavras iguais …] medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita).
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Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Essas reações frequentemente ocorrem após a primeira dose. Algumas reações foram acompanhadas por colapso cardiovascular, hipotensão/choque, convulsões, perda da consciência, formigamento, angioedema, obstrução das vias aéreas, dispneia, urticária, coceira e outras reações cutâneas sérias. O tratamento com o levofloxacino deve ser interrompido imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. Eventos decorrentes de mecanismos imunológicos desconhecidos Eventos graves e algumas vezes fatais devidos a um mecanismo imunológico desconhecido foram relatados em pacientes tratados com quinolonas, incluindo, raramente, o levofloxacino. Esses eventos podem ser graves e geralmente ocorrem após a administração de doses múltiplas. As manifestações clínicas, isoladas ou associadas, podem incluir: febre, erupção cutânea ou reações dermatológicas graves; vasculite; artralgia; mialgia; doença do soro; pneumonite alérgica; nefrite intersticial; falência ou insuficiência renal aguda; hepatite; icterícia; falência ou necrose hepática aguda; anemia, incluindo hemolítica e aplástica; trombocitopenia, leucopenia; agranulocitose; pancitopenia e/ou outras anormalidades hematológicas. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade e medidas de suporte devem ser adotadas. Hepatotoxicidade severa Foram recebidos relatos pós-comercialização muito raros de hepatotoxicidade severa (incluindo hepatite aguda e eventos fatais) de pacientes tratados com o levofloxacino. Não foram detectadas evidências de hepatotoxicidade grave associada ao medicamento em estudos clínicos com mais de 7.000 pacientes. A hepatotoxicidade severa geralmente ocorreu em 14 dias após o início da terapia e a maioria dos casos ocorreu em até 6 dias. A maioria dos casos de hepatotoxicidade severa não foi associada com hipersensibilidade. A maioria dos relatos de hepatotoxicidade fatal ocorreu em pacientes com 65 anos de idade ou mais e a maioria não estava associada com hipersensibilidade. O levofloxacino deve ser descontinuado imediatamente se o paciente desenvolver sinais e sintomas de hepatite. Miastenia grave O levofloxacino pode exacerbar a fraqueza muscular em pessoas com miastenia grave. Eventos adversos graves de pós- comercialização, incluindo morte e necessidade de suporte ventilatório, têm sido associados com o uso de fluoroquinolonas em pessoas com miastenia grave. Evitar o uso de levofloxacino em pacientes com histórico conhecido de miastenia grave. Efeitos no sistema nervoso central Foram relatados convulsões, psicoses tóxicas e aumento da pressão intracraniana (incluindo pseudotumor cerebral) em pacientes em tratamento com derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino. As quinolonas também podem provocar uma estimulação do sistema nervoso central, podendo desencadear tremores, inquietação, nervosismo, ansiedade, tontura, confusão, delírio, desorientação, alucinações, paranoia, depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos suicidas, incluindo suicídio consumado, especialmente em pacientes com histórico clínico de depressão ou com fator de risco para a depressão subjacente. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas reações ocorrerem em pacientes em tratamento com o levofloxacino, o fármaco deve ser descontinuado e medidas adequadas devem ser adotadas. Como todas as quinolonas, o levofloxacino deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbios do SNC, suspeitos ou confirmados, que possam predispor a convulsões ou diminuir o limiar de convulsão (por exemplo, arteriosclerose cerebral severa, epilepsia) ou na presença de outros fatores de risco que possam predispor a convulsões ou diminuição do limiar de convulsão (por exemplo, tratamento com outros fármacos, distúrbio renal). Neuropatia Foram relatados em pacientes recebendo quinolonas, inclusive levofloxacino, casos muito raros de polineuropatia axonal de nervos sensoriais ou sensomotores, afetando axônios curtos e/ou longos resultando em parestesias, hipoestesias, disestesias e fraqueza. Os sintomas podem ocorrer logo após o início do tratamento e podem ser irreversíveis. O levofloxacino deve ser descontinuado imediatamente em pacientes que apresentem qualquer um dos sintomas acima. Colite pseudomembranosa Colite pseudomembranosa foi relatada com quase todos os agentes antibacterianos, incluindo o levofloxacino e pode variar, em gravidade, de intensidade leve até com potencial risco de vida. Assim, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia após a administração de qualquer agente antibacteriano. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento excessivo de Clostridium. Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma das causas primárias de colite associada a antibióticos. Prolongamento do intervalo QT Algumas quinolonas, incluindo o levofloxacino, têm sido associadas ao prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e a casos infrequentes de arritmia. Durante o período pós-comercialização, casos muito raros de torsades de pointes foram relatados em pacientes tomando levofloxacino. Em geral, estes relatos envolveram pacientes que já apresentavam condições médicas associadas ou faziam uso concomitante de outros medicamentos que poderiam ter contribuído para o evento. Em um estudo com 48 voluntários sadios recebendo doses únicas de 500, 1000 e 1500 mg de levofloxacino e placebo foi observado um aumento no QTc médio do período basal ao pós-tratamento. Estas alterações foram pequenas e não estatisticamente significantes em relação ao placebo para a dose de 500 mg, com significância estatística variável para a dose de 1000 mg, dependendo do método de correção utilizado e estatisticamente significante para a dose de 1500 mg. A relevância clínica destas alterações é desconhecida. O levofloxacino deve ser evitado em pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT, pacientes com hipocalemia não tratada e pacientes recebendo agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, procainamida) ou classe III (amiodarona, sotalol). Rupturas dos tendões Rupturas dos tendões do ombro, da mão, do tendão de Aquiles ou outros tendões, exigindo reparação cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em pacientes que receberam quinolonas, incluindo o levofloxacino. Relatos ocorridos no período pós-comercialização indicam que o risco pode ser maior em pacientes que estejam recebendo concomitantemente corticosteroides, especialmente os idosos. O tratamento com levofloxacino deve ser descontinuado se o paciente apresentar dor, inflamação ou ruptura de tendão. Os pacientes devem repousar e evitar exercícios até que o diagnóstico de tendinite ou ruptura de tendão tenha sido seguramente excluído. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Insuficiência renal Deve-se ter cuidado ao administrar o levofloxacino em pacientes com insuficiência renal, pois o fármaco é excretado principalmente pelo rim. Em pacientes com insuficiência renal é necessário o ajuste das doses para evitar o acúmulo de levofloxacino devido à diminuição da depuração. Fototoxicidade Reações de fototoxicidade moderadas a severas foram observadas em pacientes expostos à luz solar direta ou à luz ultravioleta (UV), enquanto recebiam tratamento com quinolonas. A excessiva exposição à luz solar ou à luz ultravioleta deve ser evitada. Entretanto, em testes clínicos, a fototoxicidade foi observada em menos de 0,1% dos pacientes. Se ocorrer fototoxicidade, o tratamento deve ser descontinuado. Monitoramento da glicose sanguínea Como no caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na glicose sanguínea em pacientes tratados com levofloxacino, geralmente em pacientes diabéticos em tratamento concomitante com um agente hipoglicemiante oral ou com insulina. Casos graves de hipoglicemia que resultaram em coma ou morte foram observados em pacientes diabéticos. Recomenda-se cuidadoso monitoramento da glicose sanguínea, especialmente em pacientes diabéticos. Se ocorrer uma reação hipoglicemiante, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido. Cristalúria Embora não tenha sido relatada cristalúria nos estudos clínicos realizados com o levofloxacino, adequada hidratação deve ser mantida para prevenir a formação de urina altamente concentrada. Distúrbios Oftalmológicos oftalmológicos Existem dados disponíveis sobre a ocorrência de descolamento de retina e uveíte associada ao uso sistêmico de fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino. Entretanto, uma relação causal entre o uso destes medicamentos e a ocorrência de distúrbios oculares não pode ser afirmada e tão pouco excluída. Portanto, recomenda-se que os pacientes procurem imediatamente um oftalmologista, caso apresentem alterações na visão ou algum outro sintoma ocular. Aneurisma e dissecção da aorta Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do risco- benefício e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico preexistente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo: síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão e aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico. Gravidez e lactação Gravidez (Categoria C) Não foram realizados estudos controlados com levofloxacino em gestantes. Portanto, levofloxacino deverá ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício esperado superar o risco potencial para o feto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Lactação Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com o levofloxacino, deve-se decidir entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com o fármaco, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso pediátrico A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de artropatia, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. máquinas O levofloxacino pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto o paciente deve ser aconselhado a não dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental, até que se saiba qual a reação individual do paciente frente ao fármaco. Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro amarelo. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas até que se saiba qual a reação individual do paciente frente ao fármaco, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita).
Apresentação 1 · 6. Interações medicamentosas 3 palavras
− Embora a quelação entre o levofloxacino e cátions divalentes seja menos marcante que a observada com outros derivados quinolônicos, a administração concomitante de comprimidos de levofloxacino e antiácidos contendo [… 293 palavras iguais …] concomitantemente, o tempo de protrombina ou outros testes de coagulação aceitáveis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos. − Nenhum efeito significativo de probenecida ou cimetidina sobre a C máx Cmáx de levofloxacino foi observado em um estudo clínico envolvendo pacientes saudáveis. A AUC e a t 1/2 de levofloxacino foram maiores enquanto que o CL R foi menor durante o [… 149 palavras iguais …] resultado falso-positivo para opioides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opioides com métodos mais específicos.
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− Embora a quelação entre o levofloxacino e cátions divalentes seja menos marcante que a observada com outros derivados quinolônicos, a administração concomitante de comprimidos de levofloxacino e antiácidos contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como sucralfato, cátions metálicos como ferro, preparações multivitamínicas contendo zinco ou produtos que contenham qualquer uma dessas substâncias, podem interferir na absorção gastrintestinal do levofloxacino, resultando em níveis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desejável. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administração do levofloxacino. − Como no caso de outras quinolonas, a administração concomitante de levofloxacino e teofilina pode prolongar a meia-vida desta última, elevar os níveis de teofilina no soro e aumentar o risco de reações adversas relacionadas à teofilina. Portanto, os níveis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necessários ajustes em suas doses devem ser realizados, se necessário, quando o levofloxacino for coadministrado. Reações adversas, incluindo convulsões, podem ocorrer com ou sem a elevação do nível de teofilina no soro. Nenhum efeito significativo do levofloxacino sobre as concentrações plasmáticas, AUC e outros parâmetros de biodisponibilidade da teofilina foram detectados em um estudo clínico envolvendo 14 voluntários sadios. De modo semelhante, nenhum efeito aparente da teofilina sobre biodisponibilidade e absorção do levofloxacino foi observado. − A administração concomitante do levofloxacino com a digoxina não exige modificação das doses. Nenhum efeito significativo de levofloxacino sobre o pico de concentração plasmática, AUC, e outros parâmetros de biodisponibilidade da digoxina foi detectado em um estudo clínico com pacientes saudáveis. A cinética de absorção e disposição do levofloxacino foram similares na presença ou na ausência de digoxina. Portanto, não é necessário ajuste de dose de levofloxacino ou de digoxina quando administrados concomitantemente. − A administração concomitante do levofloxacino com ciclosporina não requer modificações de doses. − Certos derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do anticoagulante varfarina ou de seus derivados. Quando estas substâncias forem administradas concomitantemente, o tempo de protrombina ou outros testes de coagulação aceitáveis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos. − Nenhum efeito significativo de probenecida ou cimetidina sobre a C máx Cmáx de levofloxacino foi observado em um estudo clínico envolvendo pacientes saudáveis. A AUC e a t 1/2 de levofloxacino foram maiores enquanto que o CL R foi menor durante o tratamento concomitante de levofloxacino com probenecida ou com cimetidina comparado a levofloxacino sozinho. Entretanto estas alterações não justificam ajustes de dose para levofloxacino quando probenecida ou cimetidina são coadministrados. − A administração concomitante de fármacos anti-inflamatórios não esteroidais com derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimulação do SNC e de convulsões. − Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia e hipoglicemia, foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolonas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso da glicose sanguínea quando esses agentes forem coadministrados. − A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. − Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso-positivo para opioides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opioides com métodos mais específicos.
Apresentação 1 · 9. Reações adversas 147 palavras
As reações adversas estão apresentadas a seguir. As reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de levofloxacino, com base na avaliação detalhada das informações de [… 432 palavras iguais …] sonoa Anorexia Sonhos anormaisa Tremores Convulsões Parestesia Vertigem Distúrbios do sistema nervoso Hipertonia Hipercinesias Marcha anormal Sonolência Síncope Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Epistaxe Parada cardíaca Palpitação Distúrbios cardíacos Taquicardia ventricular Arritmia ventricular Distúrbios vasculares Flebite Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas Gastrite Estomatite Pancreatite Esofagite Distúrbios gastrintestinais Gastroenterite Glossite Colite pseudomembranosa / por C. Difficile Função hepática anormal Distúrbios hepatobiliares [… 17 palavras iguais …] musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Mialgia Dor esquelética Função renal anormal Distúrbios renais e urinários Insuficiência renal aguda a N = 7.247 Dados Pediátricos pediátricos Em um grupo de 1.534 pacientes pediátricos (6 meses a 16 anos de idade) tratados com o levofloxacino para infecções respiratórias, crianças de 6 meses a 5 anos receberam [… 372 palavras iguais …] estudos clínicos e epidemiológicos. Reações raras (ocorrendo em mais de 0,01% e menos de 0,1% dos pacientes que tomam este medicamento): – Distúrbios cutâneos e subcutâneos do tecido: Reação reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS) (DRESS). Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): − Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise [… 196 palavras iguais …] e doença do soro. − Distúrbios gerais: falência múltipla de órgãos e febre. − Laboratoriais: aumento do tempo de protrombina, prolongamento da taxa internacional normalizada e aumento das enzimas musculares. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. 10. SUPERDOSE Na eventualidade de ingestão de dose excessiva de levofloxacino e se a ingestão for ainda recente, pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na remoção do fármaco ainda não absorvido. O paciente deverá ser mantido em observação e deverão ser tomadas as medidas de hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise peritoneal. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III- DIZERES LEGAIS Registro: 1.0573.0656 Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 1º ao 4° andar São Paulo - SP CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 Guarulhos - SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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As reações adversas estão apresentadas a seguir. As reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de levofloxacino, com base na avaliação detalhada das informações de eventos adversos disponíveis. Nos casos individuais, a relação de causalidade com o levofloxacino não pode ser estabelecida de forma confiável. Além disso, tendo em vista que os ensaios clínicos são conduzidos em condições muito diferentes, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas observadas nos ensaios clínicos de outro medicamento, e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de estudos clínicos Os dados descritos a seguir refletem a exposição a levofloxacino em 7.537 pacientes em 29 estudos clínicos Fase 3 agrupados. A população estudada tinha idade média de 49,6 anos (74,2% da população era < 65 anos), 50,1% eram homens, 71,0% brancos, 18,8% negros. Os pacientes foram tratados com levofloxacino para uma ampla variedade de doenças infecciosas. A duração do tratamento foi normalmente de 3-14 dias, o número médio de dias em tratamento foi de 9,6 dias e o número médio de doses foi de 10,2. Os pacientes receberam doses de levofloxacino de 750 mg uma vez ao dia, 250 mg uma vez ao dia ou 500 mg uma ou duas vezes ao dia. A incidência global, o tipo e a distribuição de reações adversas foram semelhantes nos pacientes que receberam doses de levofloxacino de 750 mg uma vez ao dia, 250 mg uma vez por dia e 500 mg uma ou duas vezes ao dia. As reações adversas ocorridas em ≥1% dos pacientes tratados com o levofloxacino e reações adversas incomuns ocorridas em 0,1 a <1% dos pacientes tratados com o levofloxacino são apresentadas nas Tabelas 1 e 2 a seguir. Tabela 1. Reações adversas comuns (≥1%) relatadas em estudos clínicos com levofloxacino. Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas % (n=7.537) Infecções Monilíase 1 Distúrbios psiquiátricos Insôniaa 4 Distúrbios do sistema nervoso Cefaleia 6 Tontura 3 Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Dispneia 1 Distúrbios gastrintestinais Náusea 7 Diarreia 5 Constipação 3 Dor abdominal 2 Vômitos 2 Dispepsia 2 Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção cutânea 2 Prurido 1 Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas Vaginite 1b Distúrbios gerais e condições no local da administração Edema 1 Reação no local da administração 1 Dor torácica 1 a N = 7.274 b N = 3.758 (mulheres) Tabela 2. Reações adversas incomuns (0,1 a 1%) relatadas em estudos clínicos com levofloxacino. Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas Infecções Monilíase genital Anemia Distúrbios do sangue e do sistema linfático Trombocitopenia Granulocitopenia Distúrbios do sistema imunológico Reação alérgica Hiperglicemia Distúrbios metabólicos e nutricionais Hipoglicemia Hipercalemia Ansiedade Agitação Confusão Depressão Alucinações Distúrbios psiquiátricos Pesadelosa Distúrbios do sonoa Anorexia Sonhos anormaisa Tremores Convulsões Parestesia Vertigem Distúrbios do sistema nervoso Hipertonia Hipercinesias Marcha anormal Sonolência Síncope Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Epistaxe Parada cardíaca Palpitação Distúrbios cardíacos Taquicardia ventricular Arritmia ventricular Distúrbios vasculares Flebite Classe de Sistema / Órgão Reações Adversas Gastrite Estomatite Pancreatite Esofagite Distúrbios gastrintestinais Gastroenterite Glossite Colite pseudomembranosa / por C. Difficile Função hepática anormal Distúrbios hepatobiliares Enzimas hepáticas aumentadas Fosfatase alcalina aumentada Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Urticária Tendinite Artralgia Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Mialgia Dor esquelética Função renal anormal Distúrbios renais e urinários Insuficiência renal aguda a N = 7.247 Dados Pediátricos pediátricos Em um grupo de 1.534 pacientes pediátricos (6 meses a 16 anos de idade) tratados com o levofloxacino para infecções respiratórias, crianças de 6 meses a 5 anos receberam 10 mg/kg de levofloxacino duas vezes ao dia por aproximadamente 10 dias e as crianças com mais de 5 anos receberam 10 mg/kg a um máximo de 500 mg de levofloxacino uma vez ao dia por aproximadamente 10 dias. O perfil de reações adversas foi semelhante ao relatado em pacientes adultos, exceto por vômito e diarreia, que foram relatados mais frequentemente em crianças do que em pacientes adultos. Entretanto, a frequência de vômitos e diarreia foi semelhante entre as crianças tratadas com o levofloxacino e as tratadas com o antibiótico comparador não fluoroquinolona. Um subgrupo de 1.340 dessas crianças tratadas com o levofloxacino por aproximadamente 10 dias foi incluído em um estudo prospectivo de vigilância a longo prazo para avaliar a incidência de distúrbios musculoesqueléticos definidos pelo protocolo (artralgia, artrite, tendinopatia e anormalidade na marcha) durante 60 dias e 1 ano após a primeira dose do levofloxacino. Durante o período de 60 dias após a primeira dose, a incidência de distúrbios musculoesqueléticos definidos pelo protocolo foi maior nas crianças tratadas com o levofloxacino do que nas tratadas com o antibiótico comparador não fluoroquinolona (2,1% vs. 0,9%, respectivamente [p=0,038]). Em 22/28 (78%) dessas crianças, distúrbios relatados foram caracterizados como artralgia. Uma observação semelhante foi feita durante o período de 1 ano, com incidência maior de distúrbios musculoesqueléticos definidos pelo protocolo nas crianças tratadas com o levofloxacino do que nas tratadas com o antibiótico comparador não fluoroquinolona (3,4% vs. 1,8%, respectivamente [p=0,025]). A maioria desses distúrbios que ocorreu nas crianças tratadas com o levofloxacino foi leve e se resolveu em 7 dias. Os distúrbios foram moderados em 8 crianças e leves em 35 (76%). Dados de pós-comercialização Reações adversas provenientes de relatos espontâneos durante a experiência pós-comercialização mundial com levofloxacino segundo o critério de inclusão, estão apresentadas a seguir. As reações adversas são classificadas por frequência usando a seguinte convenção: Muito comum ≥ 1/10 Comum ≥ 1/100 e <1/10 Incomum ≥ 1/1.000 e <1/100 Raro ≥ 1/10.000 e <1/1.000 Muito raro <1/10.000, incluindo relatórios isolados. Desconhecido não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis As frequências a seguir refletem as taxas relatadas de reações adversas a partir de relatos espontâneos e não representam estimativas mais precisas da incidência que pode ser obtida em estudos clínicos e epidemiológicos. Reações raras (ocorrendo em mais de 0,01% e menos de 0,1% dos pacientes que tomam este medicamento): – Distúrbios cutâneos e subcutâneos do tecido: Reação reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS) (DRESS). Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): − Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica; erupções provocadas por medicamentos; pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA); eritema multiforme; vasculite leucocitoclástica e reação de fotossensibilidade e hiperpigmentação da pele. − Distúrbios do tecido musculoesquelético e conectivo: rabdomiólise, ruptura do tendão e dano muscular incluindo ruptura. − Distúrbios vasculares: vasodilatação. − Distúrbios do sistema nervoso: anosmia, ageusia, parosmia, disgeusia, neuropatia periférica (pode ser irreversível), casos isolados de encefalopatia, eletroencefalograma anormal, exacerbação de miastenia grave, disfonia e pseudotumor cerebral. − Distúrbios ópticos: uveíte, distúrbios visuais incluindo diplopia, redução da acuidade visual, visão turva e escotoma. − Distúrbio da audição e labirinto: hipoacusia e tinido. − Distúrbios psiquiátricos: psicose, paranoia, relatos isolados de ideação suicida, tentativa de suicídio e suicídio consumado. − Distúrbios hepáticos e biliares: insuficiência hepática (incluindo casos fatais), hepatite e icterícia. − Distúrbios cardíacos: taquicardia, relatos isolados de torsades de pointes e prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma. − Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: relatos isolados de pneumonite alérgica. − Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: pancitopenia, anemia aplásica, leucopenia, anemia hemolítica e eosinofilia. − Distúrbios renais e urinários nefrite intersticial. − Distúrbios do sistema imune: reação de hipersensibilidade às vezes fatal, incluindo reação anafilactoide e anafilática; choque anafilático; edema angioneurótico e doença do soro. − Distúrbios gerais: falência múltipla de órgãos e febre. − Laboratoriais: aumento do tempo de protrombina, prolongamento da taxa internacional normalizada e aumento das enzimas musculares. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. 10. SUPERDOSE Na eventualidade de ingestão de dose excessiva de levofloxacino e se a ingestão for ainda recente, pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na remoção do fármaco ainda não absorvido. O paciente deverá ser mantido em observação e deverão ser tomadas as medidas de hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise peritoneal. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III- DIZERES LEGAIS Registro: 1.0573.0656 Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 1º ao 4° andar São Paulo - SP CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 Guarulhos - SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Apresentação 1 · 10. Superdose 125 palavras
Na eventualidade de ingestão de dose excessiva de levofloxacino e se a ingestão for ainda recente, pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na remoção do fármaco ainda não absorvido. O paciente deverá ser mantido em observação e deverão ser tomadas as medidas de hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise peritoneal. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III- DIZERES LEGAIS Registro: 1.0573.0656 Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 1º ao 4° andar São Paulo - SP CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 Guarulhos - SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Apresentação 2: Comprimidos revestidos de 750 mg: embalagens com 5 ou 7 comprimidos
Apresentação 2 · 2. Resultados de eficácia 84 palavras
Dados de segurança pré-clínica Toxicidade aguda Os valores da dose letal média (DL 50) obtidos em camundongos e ratos após administração oral de levofloxacino foram de 1500- 2000 [… 216 palavras iguais …] indicação de potencial carcinogênico em estudo de 2 anos, em ratos com administração dietética (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia). Genotoxicidade Na ausência de ativação metabólica, o levofloxacino hemi-hidratado não induziu mutações gênicas em células bacterianas ou de mamíferos, porém induziu aberrações cromossômicas em células de pulmão de hamster chinês in vitro em concentrações iguais ou superiores a 100 μg/mL. Testes in vivo (micronúcleos, alteração de cromátides irmãs, síntese de DNA não programada e testes letais dominantes) não mostraram qualquer potencial genotóxico. Teratogenicidade O levofloxacino hemi-hidratado não foi teratogênico em ratos, em doses orais tão altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia. Toxicidade reprodutiva O levofloxacino hemi-hidratado não causou danos na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais tão altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino hemi-hidratado não apresentou efeito na fertilidade e seu único efeito no feto foi a maturação retardada como resultado de toxicidade materna. Fototoxicidade Estudos em ratos após administração oral mostraram que o levofloxacino hemi-hidratado apresenta atividade fototóxica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino não demonstrou qualquer potencial genotóxico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade. Toxicidade nas articulações Em comum com outras fluoroquinolonas, o levofloxacino hemi-hidratado mostrou efeito na cartilagem (vesículas e cavidades) em ratos e cães. Estes efeitos foram mais característicos em animais jovens. Estudos Clínicos clínicos A eficácia de levofloxacino hemi-hidratado oral/venoso 750 mg 1x/dia mg, 1x/dia, por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de não inferioridade randomizados, duplo-cegos, multicêntricos, comparativos [… 319 palavras iguais …] (7, 8) e de subanálises retrospectivas de PAC (11-13). Adaptado da referência 1. Tratamento Resposta Clinica % Intervalo Resposta Intervalo Estudos dose (1x) / mg (duração / b,c Confiança nfiança 95% Microbiológica % Confiança nfiança 95% (n) dias) b,c,d (n) Prospectivos Pacientes PACe PAC e LEV 750 (5) 92,4 (198) -7,0/4,4f 93,2 (103) -8,6/7,0 LEV 500 (10) 91,1 (192) 92,4 (92) Pacientes SABg SAB g LEV 750 (5) 91,4 (152) -10,0/4,2f 91,5 (153) NR LEV 500 (10) 88,6 (149) 89,4 (151) Retrospectivos Pacientes PAC LEV 750 (5) 95,5 (66) -6,8/8,8 NR NR (bact. atípicas)e atípicas) e LEV 500 (10) 96,5 (57) Pacientes PAC LEV 750 (5) 90,8 (76) -15,9/5,4 88,9 (36) -18,3/15,6 gravee Grave e LEV 500 (10) 85,5 (83) 87,5 (32) Pacientes PAC ≥ LEV 750 (5) 89 (73) -7,1/12,7 90,3 (31) NR 65 anosh anos h LEV 500 (10) 91,9(86) 87,5 (16) (a) Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias; (b) Resposta clínica (sucesso) definida como [… 36 palavras iguais …] dias 17 e 24 do estudo; (d) Pacientes avaliados com resposta clínica e com patógenos identificados no início do estudo, excluindo-se a culturas bacteriológicas inapropriadas; (e) População para analise análise clínica primária: intenção de tratar pacientes excluindo-se os diagnósticos não confirmados, desvio ou violação de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante; (f) A não inferioridade da levofloxacino hemi-hidratado 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confiança 95% para a diferença da taxa de resposta entre os grupos < 15%; (g) População para análise microbiológica primária: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagnóstico microbiológico confirmado; (h) População para análise primária: intenção de tratar pacientes que receberam uma ou [… 10 palavras iguais …] Eficácia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus ciprofloxacino (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com (pctes)com infecção do trato urinária complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de não inferioridade, randomizado, duplo-cego e multicêntrico (9) e de análise separada de pacientes com PA(10). PA (10). Adaptado da referência 1. Estudo (população análise Tratamento Resposta Clínica Intervalo Resposta Intervalo primária) dose/mg (duração/dias) % Confiança nfiança 95% Microbiológica % Confiança nfiança 95% a b (n) (n) Estudo principal Pctes ITUc ou PA LEV 750 1x (5) 81,1 (317) -7,2/5,3 79,8 (317) -6,3/6,3d população ITT modificadoc modificado c CIP 400/500 2x 80,1 (302) 79,8 (302) (10) Pcts avaliação LEV 750 1x (5) 86,4 (265) -3,9/7,8 86,0 (265) -2,5/8,9d microbiológica CIP 400/500 2x 88,6 (241) 89,2 (241) (10) Análise separada Pctes PA LEV 750 1x (5) 86,2 (94) -16,0/4,9 83,0 (94) -14,4/7,6d população ITT modificadoc modificado c CIP 400/500 2x 80,6 (98) 79,6 (98) (10) Pcts avaliação LEV 750 1x (5) 92,5 (80) -12,0/6,0 92,5 (80) -7,1/8,9d microbiológica CIP 400/500 2x 89,5 (76) 93,4 (76) (10) (a) Resposta clínica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiológica definida como erradicação ou erradicação presumida de todos os patógenos identificados no inicio início do estudo; (b) Desfecho primário foi a erradicação microbiológica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita após tratamento). (c) População ITT modificado (desfecho co-primário): intenção de tratar pacientes com diagnostico microbiológico, urocultura positiva com ≥ 105 UFC/mL UFC/ml e um ou mais patógenos urinários no início do estudo; (d) A não inferioridade de levofloxacino hemi-hidratado 750 mg 1xdia mg, 1xdia, por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confiança 95% para a diferença da taxa de resposta entre os grupos <15% (e) Pacientes com avaliação microbiológica (desfecho co-primário): intenção de tratar modificado de pacientes que não perderam o seguimento, tinham dados de avaliação após o tratamento e seguiram o protocolo de estudo. As conclusões destes estudos são: 1. O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi tão efetiva quanto 500 mg mg, uma vez ao dia dia, por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da população estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos atípicos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1); 2. No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi igualmente tão efetiva quanto 500 mg mg, uma vez ao dia dia, por 10 dias (Tabela 2); 3. O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi tão efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg mg, duas vezes ao dia dia, por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2). A utilização de tratamento antimicrobiano para exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) está indicada [… 592 palavras iguais …] Med 2005; 118: 21-8S. 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27–72. 44: S27–72. 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for community-acquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: [… 546 palavras iguais …] dissection: nationwide cohort study. BMJ 2018; 360: k678. 24. Daneman N, et al. Fluoroquinolones and collagen associated severe adverse events: a longitudinal cohort study. BMJ Open 2015; 5: e010077.
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Dados de segurança pré-clínica Toxicidade aguda Os valores da dose letal média (DL 50) obtidos em camundongos e ratos após administração oral de levofloxacino foram de 1500- 2000 mg/kg. A administração de 500 mg/kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos além de vômito. Toxicidade em doses repetidas Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com duração de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos. Os sinais de reações ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redução no consumo de alimentos e alteração leve dos parâmetros hematológicos e bioquímicos. Foi concluído nesse estudo que o NOEL (Nível de Efeito Adverso Não Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia após 1 e 6 meses, respectivamente. A toxicidade após dose oral em macacos foi mínima com redução no peso corpóreo de 100 mg/kg/dia concomitante com salivação, diarreia e diminuição do pH urinário em alguns animais nesta dose. Não foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia após 1 e 6 meses, respectivamente. No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente. Carcinogenicidade Não foi observada nenhuma indicação de potencial carcinogênico em estudo de 2 anos, em ratos com administração dietética (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia). Genotoxicidade Na ausência de ativação metabólica, o levofloxacino hemi-hidratado não induziu mutações gênicas em células bacterianas ou de mamíferos, porém induziu aberrações cromossômicas em células de pulmão de hamster chinês in vitro em concentrações iguais ou superiores a 100 μg/mL. Testes in vivo (micronúcleos, alteração de cromátides irmãs, síntese de DNA não programada e testes letais dominantes) não mostraram qualquer potencial genotóxico. Teratogenicidade O levofloxacino hemi-hidratado não foi teratogênico em ratos, em doses orais tão altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia. Toxicidade reprodutiva O levofloxacino hemi-hidratado não causou danos na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais tão altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino hemi-hidratado não apresentou efeito na fertilidade e seu único efeito no feto foi a maturação retardada como resultado de toxicidade materna. Fototoxicidade Estudos em ratos após administração oral mostraram que o levofloxacino hemi-hidratado apresenta atividade fototóxica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino não demonstrou qualquer potencial genotóxico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade. Toxicidade nas articulações Em comum com outras fluoroquinolonas, o levofloxacino hemi-hidratado mostrou efeito na cartilagem (vesículas e cavidades) em ratos e cães. Estes efeitos foram mais característicos em animais jovens. Estudos Clínicos clínicos A eficácia de levofloxacino hemi-hidratado oral/venoso 750 mg 1x/dia mg, 1x/dia, por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de não inferioridade randomizados, duplo-cegos, multicêntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos primários destes estudos foram a taxa de sucesso clínico (proporção de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias após o fim do tratamento (7) ou entre os dias 17-24 do estudo (8), ou a taxa de erradicação microbiológica entre os dias 15-22 do estudo (9-10). Os detalhes das populações analisadas nos diferentes estudos estão mostrados nas tabelas 1 e 2. As definições de resposta clínica e microbiológica variaram entre os estudos. Cura clínica foi definida como a resolução de sintomas e sinais clínicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora clínica foi caracterizada uma redução significativa de sinais e sintomas, mas sem resolução completa, ainda que não houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha clínica ocorreu na ausência de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiológicas foram determinadas em culturas de espécimes respiratórios ou sanguíneos e incluíram a erradicação (todos os patógenos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persistência (pelo menos um patógeno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) (7,8- 10). Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradicação foi baseada na redução de patógenos para ≤ 104 unidades/mL formadoras de colônias (9, 10). A classificação de erradicação presumida (7, 8) ou persistente presumida (7-9) foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso clínico ou falha clínica, mas a cultura não estava disponível para teste. As análises estatísticas destes estudos foram conduzidas com as variáveis clínicas ou microbiológicas (7, 9-12) ou com a intenção de tratar as diferentes populações (9, 10, 13, 14). TABELA 1: Eficácia de levofloxacino hemi-hidratado (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de não inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multicêntricos (7, 8) e de subanálises retrospectivas de PAC (11-13). Adaptado da referência 1. Tratamento Resposta Clinica % Intervalo Resposta Intervalo Estudos dose (1x) / mg (duração / b,c Confiança nfiança 95% Microbiológica % Confiança nfiança 95% (n) dias) b,c,d (n) Prospectivos Pacientes PACe PAC e LEV 750 (5) 92,4 (198) -7,0/4,4f 93,2 (103) -8,6/7,0 LEV 500 (10) 91,1 (192) 92,4 (92) Pacientes SABg SAB g LEV 750 (5) 91,4 (152) -10,0/4,2f 91,5 (153) NR LEV 500 (10) 88,6 (149) 89,4 (151) Retrospectivos Pacientes PAC LEV 750 (5) 95,5 (66) -6,8/8,8 NR NR (bact. atípicas)e atípicas) e LEV 500 (10) 96,5 (57) Pacientes PAC LEV 750 (5) 90,8 (76) -15,9/5,4 88,9 (36) -18,3/15,6 gravee Grave e LEV 500 (10) 85,5 (83) 87,5 (32) Pacientes PAC ≥ LEV 750 (5) 89 (73) -7,1/12,7 90,3 (31) NR 65 anosh anos h LEV 500 (10) 91,9(86) 87,5 (16) (a) Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias; (b) Resposta clínica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiológica definida como erradicação ou erradicação presumida de todos os patógenos identificados no início do estudo; (c) Desfecho primário foi a resposta clínica (taxa) após 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo; (d) Pacientes avaliados com resposta clínica e com patógenos identificados no início do estudo, excluindo-se a culturas bacteriológicas inapropriadas; (e) População para analise análise clínica primária: intenção de tratar pacientes excluindo-se os diagnósticos não confirmados, desvio ou violação de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante; (f) A não inferioridade da levofloxacino hemi-hidratado 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confiança 95% para a diferença da taxa de resposta entre os grupos < 15%; (g) População para análise microbiológica primária: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagnóstico microbiológico confirmado; (h) População para análise primária: intenção de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medicação de estudo. NR=Não relatado TABELA 2: Eficácia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus ciprofloxacino (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com (pctes)com infecção do trato urinária complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de não inferioridade, randomizado, duplo-cego e multicêntrico (9) e de análise separada de pacientes com PA(10). PA (10). Adaptado da referência 1. Estudo (população análise Tratamento Resposta Clínica Intervalo Resposta Intervalo primária) dose/mg (duração/dias) % Confiança nfiança 95% Microbiológica % Confiança nfiança 95% a b (n) (n) Estudo principal Pctes ITUc ou PA LEV 750 1x (5) 81,1 (317) -7,2/5,3 79,8 (317) -6,3/6,3d população ITT modificadoc modificado c CIP 400/500 2x 80,1 (302) 79,8 (302) (10) Pcts avaliação LEV 750 1x (5) 86,4 (265) -3,9/7,8 86,0 (265) -2,5/8,9d microbiológica CIP 400/500 2x 88,6 (241) 89,2 (241) (10) Análise separada Pctes PA LEV 750 1x (5) 86,2 (94) -16,0/4,9 83,0 (94) -14,4/7,6d população ITT modificadoc modificado c CIP 400/500 2x 80,6 (98) 79,6 (98) (10) Pcts avaliação LEV 750 1x (5) 92,5 (80) -12,0/6,0 92,5 (80) -7,1/8,9d microbiológica CIP 400/500 2x 89,5 (76) 93,4 (76) (10) (a) Resposta clínica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiológica definida como erradicação ou erradicação presumida de todos os patógenos identificados no inicio início do estudo; (b) Desfecho primário foi a erradicação microbiológica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita após tratamento). (c) População ITT modificado (desfecho co-primário): intenção de tratar pacientes com diagnostico microbiológico, urocultura positiva com ≥ 105 UFC/mL UFC/ml e um ou mais patógenos urinários no início do estudo; (d) A não inferioridade de levofloxacino hemi-hidratado 750 mg 1xdia mg, 1xdia, por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confiança 95% para a diferença da taxa de resposta entre os grupos <15% (e) Pacientes com avaliação microbiológica (desfecho co-primário): intenção de tratar modificado de pacientes que não perderam o seguimento, tinham dados de avaliação após o tratamento e seguiram o protocolo de estudo. As conclusões destes estudos são: 1. O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi tão efetiva quanto 500 mg mg, uma vez ao dia dia, por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da população estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos atípicos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1); 2. No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi igualmente tão efetiva quanto 500 mg mg, uma vez ao dia dia, por 10 dias (Tabela 2); 3. O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg mg, uma vez ao dia dia, por 5 dias foi tão efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg mg, duas vezes ao dia dia, por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2). A utilização de tratamento antimicrobiano para exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) está indicada em várias diretrizes nacionais e internacionais (15), em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite crônica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerbação de bronquite crônica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite crônica não complicada (VEF1 ≥ 50% previsto e < 4 exacerbações/ano) e bronquite crônica complicada (VEF1≤ 50% previsto ou entre 50 e 65% + presença co-morbidades ≥ 4 exacerbações/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino hemi-hidratado 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou azitromicina 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerbação por bronquite crônica complicada) os pacientes receberam levofloxacino hemi-hidratado 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxicilina 875 mg+clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avaliação de parâmetros clínicos (melhora de sintomas e retorno a condição basal) foi similar na comparação levofloxacino hemi-hidratado/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino hemi-hidratado/amoxi- clavulanato (79, 2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avaliação microbiológica, a resposta clínica com levofloxacino hemi-hidratado por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na comparação entre levofloxacino hemi-hidratado por 5 dias em relação a amoxicilina-clavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite crônica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradicação microbiológica foi superior com levofloxacino hemi-hidratado por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na comparação levofloxacino hemi-hidratado 5 dias com amoxicilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). (16) Em análise post-hoc deste mesmo estudo (17), 341 patógenos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerbações de bronquite crônica, 53,1% outros microorganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A suscetibilidade geral dos patógenos à levofloxacino hemi-hidratado foi de 97,1% e 90,6% à amoxicilina/clavulanato (p<0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerbação de bronquite crônica. Estudo clínico publicado em 2002 verificou a eficácia do levofloxacino hemi-hidratado na dose de 750 mg para o tratamento de infecções de pele e subcutâneo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na proporção 1:1 para receber levofloxacino hemi- hidratado 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina- clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na população clinicamente avaliável, os dois regimes mostraram equivalência terapêutica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente). Na população microbiologicamente avaliável, a taxa de erradicação foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino hemi-hidratado, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confiança de 95%: -24,3 a -0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino hemi-hidratado (750mg 1X/dia) é seguro e pelo menos tão efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infecção de pele e subcutâneo complicada. (19) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its use as a High-Dose, Short-Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565. 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802. 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8. 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high-dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87. 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S. 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, et al. 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A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45. 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community- acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63. 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36. 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10- day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged ≥65 years with community-acquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251- 9. 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5-day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81. 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009. 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, et al. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001–1010. 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, et al. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80. 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, et.al. Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among community-acquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68. 19. Aspinall SL, Good CB, Jiang R, et.al. Cunningham FE. Severe dysglycemia with the fluoroquinolones: a class effect? Clin Infect Dis. 2009 Aug 1;49(3):402-8. 20. Park-Wyllie LY, Juurlink DN, Kopp A, et.al. Outpatient gatifloxacin therapy and dysglycemia in older adults. N Engl J Med. 2006 Mar 30;354(13):1352-61. 21. Chou HW, Wang JL, Chang CH, et. Al. Risk of severe dysglycemia among diabetic patients receiving levofloxacin, ciprofloxacin, or moxifloxacin in Taiwan. Clin Infect Dis. 2013 Oct;57(7):971-80. 22. SAFETY ALERTS FOR HUMAN MEDICAL PRODUCTS, U.S FOOD &. DRUG ADMINISTRATION. Fluoroquinolone Antibiotics: FDA Requires Labeling Changes Due to Low Blood Sugar Levels and Mental Health Side Effects.: Safety Alerts for Human Medical Products. 2018. Disponível em:< https://www.fda.gov/>. Acesso em: 20 dez. 2018. 23. Pasternak B, et al. Fluoroquinolone use and risk of aortic aneurysm and dissection: nationwide cohort study. BMJ 2018; 360: k678. 24. Daneman N, et al. Fluoroquinolones and collagen associated severe adverse events: a longitudinal cohort study. BMJ Open 2015; 5: e010077.
Apresentação 2 · 3. Características farmacológicas 12 palavras
Propriedades farmacodinâmicas Mecanismo de ação O levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro, para administração oral ou infusão intravenosa. Quimicamente, o levofloxacino hemi-hidratado é o isômero levógiro (isômero-L) do racemato ofloxacina, ofloxacino, um agente antibacteriano quinolônico. A atividade antibacteriana da ofloxacina ofloxacino deve-se basicamente ao isômero-L. O mecanismo de ação do levofloxacino hemi- hidratado hemi-hidratado e de outros antibacterianos quinolônicos envolve a inibição da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necessária à replicação, transcrição, restauração e recombinação do DNA. Nesse sentido, o isômero-L produz mais [… 897 palavras iguais …] vez que a droga é basicamente excretada inalterada na urina. Após a administração oral, aproximadamente 87% da dose administrada é recuperada inalterada, na urina, num período de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose é recuperada nas fezes, num período de 72 horas. As concentrações urinárias médias, 8 - 12 horas após a administração de uma dose oral única de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino hemi- hidratado foram 44 mg/L, mg/l, 91 mg/L e 200 mg/L, mg/l, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada é recuperada na urina como desmetil e N-óxido metabólitos, os únicos metabólitos identificados no homem. Estes metabólitos não apresentam atividade farmacológica relevante. [… 82 palavras iguais …] sexo feminino e masculino demonstrou diferenças variando de pequenas à não significativas da farmacocinética do levofloxacino hemi-hidratado com relação ao sexo. O significado clínico destas diferenças ainda não está claro.
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Propriedades farmacodinâmicas Mecanismo de ação O levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro, para administração oral ou infusão intravenosa. Quimicamente, o levofloxacino hemi-hidratado é o isômero levógiro (isômero-L) do racemato ofloxacina, ofloxacino, um agente antibacteriano quinolônico. A atividade antibacteriana da ofloxacina ofloxacino deve-se basicamente ao isômero-L. O mecanismo de ação do levofloxacino hemi- hidratado hemi-hidratado e de outros antibacterianos quinolônicos envolve a inibição da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necessária à replicação, transcrição, restauração e recombinação do DNA. Nesse sentido, o isômero-L produz mais ligações de hidrogênio e, portanto, complexos mais estáveis com a DNA-girase do que o isômero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o isômero-L, o levofloxacino hemi-hidratado, do que para o isômero-D. Os derivados quinolônicos inibem rápida e especificamente a síntese do DNA bacteriano. Microbiologia O levofloxacino hemi-hidratado apresenta atividade in vitro contra um amplo espectro de bactérias aeróbicas e anaeróbicas gram- positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino hemi-hidratado é rápida e frequentemente ocorre em níveis próximos da concentração inibitória mínima (CIM). O levofloxacino hemi-hidratado exibe atividade in vitro contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir: • Aeróbios Gram-negativos Acitnetobacter baumannii* Citrobacter freudii* Eikenella corrodens Enterobacter aerogenes Enterobacter agglomerans Enterobacter cloacae* Escherichia coli* Haemophilus influenzae ampi-S/R* Haemophilus para-influenzae* Klebsiella oxytoca Klebsiella pneumoniae* Moraxella catarrhalis b+/ b- Morganella morganii* Pasteurella multocida Proteus mirabilis* Proteus vulgaris Providencia rettgeri Providencia stuartii Pseudomonas aeruginosa * Serratia marcescens* Microrganismos com suscetibilidade intermediária Aeróbios • Gram-positivos: Staphylococcus haemolyticus methi – R • Aeróbios Gram-negativos: Burkholderia cepacia • Anaeróbios: Bacteroides ovatus Bacteroides thetaiotamicron Bacteroides vulgatus e Clostridium difficile. Microrganismos resistentes • Aeróbios Gram-positivos: Staphylococcus aureus methi – R * A eficácia clínica foi comprovada através de estudos clínicos. • Aeróbios Gram-positivos Enterococcus faecalis* Staphylococcus aureus methi-S Staphylococcus haemolyticus methi-S Staphylococcus saprophyticus Streptococcus, grupo C e G Streptococcus agalactiae Streptococcus pneumoniae peni-l/S/R* Streptococcus pyogenes* • Anaeróbios Bacteroides fragilis Clostridium perfingens Peptostreptococcus • Outros microrganismos Chlamydia pneumoniae* Chlamydia psittaci Legionella pneumophila* Mycoplasma pneumoniae* * A eficácia clínica foi comprovada através de estudos clínicos. O levofloxacino hemi-hidratado é ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microorganismos listados anteriormente. O levofloxacino hemi-hidratado não é ativo contra o Treponema pallidum. Resistência ao levofloxacino hemi-hidratado devido à mutação espontânea in vitro é um fenômeno muito raro. Embora tenha sido observada resistência cruzada entre levofloxacino hemi-hidratado e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sensíveis ao levofloxacino hemi-hidratado. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino hemi-hidratado, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino hemi-hidratado. Contudo, embora microrganismos sensíveis ao ofloxacino possam ser considerados sensíveis ao levofloxacino hemi- hidratado, o contrário nem sempre é verdadeiro. Propriedades farmacocinéticas O levofloxacino hemi-hidratado é rápido e quase completamente absorvido após a administração oral. O pico de concentração plasmática é obtido uma a duas horas após a ingestão. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino hemi- hidratado é de aproximadamente 99%. A ingestão de alimentos não altera de maneira clinicamente significativa a absorção do levofloxacino hemi-hidratado. A atividade do levofloxacino hemi-hidratado depende de sua concentração, e o preditor mais utilizado para medir sua eficácia clínica e microbiológica é a relação entre a área sob a curva de tempo da concentração plasmática (ASC) dividida pela concentração inibitória mínina (MIC). Uma razão ASC/MIC maior que 30 é utilizada em alguns estudos para prever a atividade in vivo, particularmente contra o pneumococo, mas uma razão mais elevada (>100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer mutação bacteriana. Em análises farmacodinâmicas simuladas com levofloxacino hemi-hidratado 750 mg, a probabilidade de uma relação ASC/MIC ≥ 30 ser obtida no plasma foi ≥ 97%. (1) após a administração oral, o levofloxacino hemi-hidratado é rapidamente absorvido e concentrações plasmáticas máximas são alcançadas em 1 a 2 horas. As concentrações plasmáticas do levofloxacino hemi-hidratado após a administração intravenosa são semelhantes e comparáveis, em extensão (ASC), às obtidas após a administração oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambiáveis. A farmacocinética do levofloxacino hemi-hidratado é linear e previsível após a administração de doses únicas e doses múltiplas de 50 a 600 mg. As concentrações plasmáticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000 mg. O estado de equilíbrio é atingido em período de 3 dias. O volume médio de distribuição do levofloxacino hemi-hidratado varia, em geral, de 89 a 112 litros após doses únicas ou múltiplas de 500 mg, indicando ampla distribuição pelos tecidos. As concentrações máximas do levofloxacino hemi-hidratado na mucosa brônquica e fluído epitelial após a administração de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentrações foram alcançadas em aproximadamente uma hora após a administração. A concentração nos tecidos pulmonares após a administração de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcançada 4 a 6 horas após a administração. As concentrações nos pulmões constantemente excederam às do plasma. Nos fluídos vesicais as concentrações máximas de levofloxacino hemi-hidratado foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas após a administração, após 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente. O levofloxacino hemi-hidratado possui baixa penetração no fluído cérebro-espinhal. A penetração do levofloxacino hemi-hidratado na bile é rápida e completa. O levofloxacino hemi-hidratado também penetra rapidamente no tecido ósseo, tanto na cabeça do fêmur quanto na sua parte distal. Os picos de concentração tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e são obtidos cerca de 2 a 3 horas após a administração oral. A ligação do levofloxacino hemi-hidratado às proteínas séricas, é de aproximadamente 30 a 40%. O levofloxacino hemi-hidratado é esterioquimicamente estável no plasma e na urina e não se converte metabolicamente no seu enantiômero, a D-ofloxacina. A biotransformação do levofloxacino hemi-hidratado é limitada, uma vez que a droga é basicamente excretada inalterada na urina. Após a administração oral, aproximadamente 87% da dose administrada é recuperada inalterada, na urina, num período de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose é recuperada nas fezes, num período de 72 horas. As concentrações urinárias médias, 8 - 12 horas após a administração de uma dose oral única de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino hemi- hidratado foram 44 mg/L, mg/l, 91 mg/L e 200 mg/L, mg/l, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada é recuperada na urina como desmetil e N-óxido metabólitos, os únicos metabólitos identificados no homem. Estes metabólitos não apresentam atividade farmacológica relevante. A meia-vida de eliminação plasmática terminal média do levofloxacino hemi-hidratado varia de 6 a 8 horas, após a administração de doses únicas ou de doses múltiplas. A farmacocinética do levofloxacino hemi-hidratado fica alterada em pacientes com insuficiência renal, portanto é necessário o ajuste da dose (ver item 8. Posologia e modo de usar). Não há diferenças significativas na cinética do levofloxacino hemi-hidratado entre jovens e idosos, a não ser as diferenças associadas ao clearance de creatinina. A análise separada de indivíduos do sexo feminino e masculino demonstrou diferenças variando de pequenas à não significativas da farmacocinética do levofloxacino hemi-hidratado com relação ao sexo. O significado clínico destas diferenças ainda não está claro.
Apresentação 2 · 4. Contraindicações 8 palavras
O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg não deve ser utilizado em: - Pacientes com hipersensibilidade ao levofloxacino hemi-hidratado, a outras quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto; [… 41 palavras iguais …] está contraindicado porque, a julgar pelos experimentos em animais, o risco de danos causados na cartilagem de organismos em crescimento, não pode ser excluído completamente. Este medicamento é contraindicado para uso por crianças. na faixa etária pediátrica Categoria C de risco na gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
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O levofloxacino hemi-hidratado 750 mg não deve ser utilizado em: - Pacientes com hipersensibilidade ao levofloxacino hemi-hidratado, a outras quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto; - Pacientes com epilepsia; - Pacientes com história de problemas no tendão relacionadas à administração de fluoroquinolona; - Crianças ou adolescentes; - Durante a gravidez; - Mulheres lactantes. O uso em crianças e adolescentes, durante a gravidez e em mulheres lactantes está contraindicado porque, a julgar pelos experimentos em animais, o risco de danos causados na cartilagem de organismos em crescimento, não pode ser excluído completamente. Este medicamento é contraindicado para uso por crianças. na faixa etária pediátrica Categoria C de risco na gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Apresentação 2 · 5. Advertências e precauções 190 palavras
As fluoroquinolonas têm sido associadas a reações adversas graves potencialmente irreversíveis tais quais tendinite, rotura tendínea, artralgia, mialgia, neuropatia periférica e distúrbios do sistema nervoso central (alucinações, ansiedade, depressão, insônia, perda de memória, cefaleia ou confusão). Estas reações podem ocorrer horas a semanas após o início do tratamento, em pacientes de qualquer idade, com ou sem fatores de risco. Pacientes predispostos à convulsão Como com qualquer outra quinolona, o levofloxacino hemi-hidratado deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão. Estes pacientes podem estar com [… 153 palavras iguais …] tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com levofloxacino hemi-hidratado deve ser interrompido imediatamente e trocado para antibiótico de classe diferente das fluoroquinolonas , fluoroquinolonas, a fim de que o tratamento do paciente seja finalizado. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado. Gravidez Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. cirurgião-dentista. Estudos de reprodução em animais não levantaram qualquer preocupação específica. Entretanto, esta contraindicação é baseada na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos em estudos experimentais [… 98 palavras iguais …] Precauções Idosos Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham alterações na função renal. (Ver item 5. Advertências e precauções – “Prolongamento do Intervalo intervalo QT”). Crianças e adolescentes O uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos está contraindicado devido ao risco de danos causados na cartilagem de organismos em crescimento, [… 131 palavras iguais …] em um crescimento excessivo de organismos não suscetíveis. Avaliações repetidas das condições dos pacientes são essenciais. Devem ser tomadas medidas apropriadas, caso ocorra superinfecção durante o tratamento. Prolongamento do Intervalo intervalo QT Foram relatados casos muito raros de prolongamento do intervalo QT em pacientes utilizando fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado. Deve-se ter precaução quando do uso de fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado, em pacientes com fatores de risco conhecidos para o prolongamento do intervalo QT, tais como: • Idosos • Distúrbio eletrolítico (hipocalemia, hipomagnesemia). • Síndrome QT longo congênito • Doença cardíaca (por exemplo: insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, bradicardia). • Uso concomitante de medicamentos que são conhecidos por prolongar o Intervalo intervalo QT (por exemplo: antiarrítmica classe IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item 5. Advertências e precauções “Pacientes Idosos”; item 6. Interações medicamentosas; item 9. Reações adversas e item 10. Superdose). Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita). Pacientes com deficiência na enzima glicose-6-fosfato desidrogenase Pacientes com defeito latente ou atual na atividade da glicose-6-fosfato desidrogenase podem estar predispostos a reações hemolíticas quando tratados com agentes [… 133 palavras iguais …] à possibilidade destes sintomas aparecerem com apenas uma dose. Neuropatia periférica Foi relatada neuropatia periférica sensorial ou sensorimotora, a qual pode ser de início rápido, em pacientes recebendo fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado. Caso o paciente apresente sintomas de neuropatia, levofloxacino hemi-hidratado deve ser suspenso, isso minimizará o possível risco de desenvolvimento de uma condição irreversível. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Algumas reações adversas (por exemplo: tontura/vertigem, sonolência, distúrbios visuais) podem prejudicar a habilidade dos pacientes em se concentrar e reagir; portanto, podem constituir um risco em situações onde em que essas habilidades são de extrema importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas). Abuso e dependência Provavelmente, não há risco de ocorrência de abuso ou dependência com o [… 178 palavras iguais …] não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro amarelo. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita).
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As fluoroquinolonas têm sido associadas a reações adversas graves potencialmente irreversíveis tais quais tendinite, rotura tendínea, artralgia, mialgia, neuropatia periférica e distúrbios do sistema nervoso central (alucinações, ansiedade, depressão, insônia, perda de memória, cefaleia ou confusão). Estas reações podem ocorrer horas a semanas após o início do tratamento, em pacientes de qualquer idade, com ou sem fatores de risco. Pacientes predispostos à convulsão Como com qualquer outra quinolona, o levofloxacino hemi-hidratado deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão. Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti- inflamatórios não-esteroidais similares ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina (ver item 6. Interações medicamentosas). Colite pseudomembranosa A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino hemi-hidratado pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido a Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de levofloxacino hemi-hidratado deve ser interrompida imediatamente. O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo são contraindicados nesta situação. Tendinite A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com levofloxacino hemi-hidratado deve ser interrompido imediatamente e trocado para antibiótico de classe diferente das fluoroquinolonas , fluoroquinolonas, a fim de que o tratamento do paciente seja finalizado. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado. Gravidez Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. cirurgião-dentista. Estudos de reprodução em animais não levantaram qualquer preocupação específica. Entretanto, esta contraindicação é baseada na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos em estudos experimentais utilizando fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento. Lactação Levofloxacino hemi-hidratado não deve ser utilizado por mulheres lactantes. Na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos demonstrado em estudos experimentais, causados por fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento, esta atitude restritiva é justificada. (Ver item 2. Resultados de eficácia – “Dados de segurança pré-clínica” e item. 4 contraindicações). Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Precauções Idosos Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham alterações na função renal. (Ver item 5. Advertências e precauções – “Prolongamento do Intervalo intervalo QT”). Crianças e adolescentes O uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos está contraindicado devido ao risco de danos causados na cartilagem de organismos em crescimento, o que não pode ser excluído completamente, considerando os experimentos em animais. Restrições a grupos de risco Pacientes com insuficiência do fígado Não é necessário ajuste de dose, uma vez que levofloxacino hemi-hidratado não é extensivamente metabolizado pelo fígado, sendo sua principal via excreção a renal. Pacientes com insuficiência renal A dose de levofloxacino hemi-hidratado deve ser ajustada nos pacientes com insuficiência renal, uma vez que o levofloxacino hemi- hidratado é excretado principalmente pelos rins. Prevenção da fotossensibilização Embora a fotossensibilização seja muito rara com levofloxacino hemi-hidratado, é recomendado que os pacientes não se exponham desnecessariamente à excessiva luz solar direta ou aos raios U.V. artificiais (por exemplo: luz ultravioleta, solarium) a fim de prevenir a fotossensibilização. Superinfecção Como outros antibióticos, o uso de levofloxacino hemi-hidratado, especialmente se prolongado, pode resultar em um crescimento excessivo de organismos não suscetíveis. Avaliações repetidas das condições dos pacientes são essenciais. Devem ser tomadas medidas apropriadas, caso ocorra superinfecção durante o tratamento. Prolongamento do Intervalo intervalo QT Foram relatados casos muito raros de prolongamento do intervalo QT em pacientes utilizando fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado. Deve-se ter precaução quando do uso de fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado, em pacientes com fatores de risco conhecidos para o prolongamento do intervalo QT, tais como: • Idosos • Distúrbio eletrolítico (hipocalemia, hipomagnesemia). • Síndrome QT longo congênito • Doença cardíaca (por exemplo: insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, bradicardia). • Uso concomitante de medicamentos que são conhecidos por prolongar o Intervalo intervalo QT (por exemplo: antiarrítmica classe IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item 5. Advertências e precauções “Pacientes Idosos”; item 6. Interações medicamentosas; item 9. Reações adversas e item 10. Superdose). Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita). Pacientes com deficiência na enzima glicose-6-fosfato desidrogenase Pacientes com defeito latente ou atual na atividade da glicose-6-fosfato desidrogenase podem estar predispostos a reações hemolíticas quando tratados com agentes antibacterianos quinolônicos, e isto tem que ser levado em consideração quando da utilização do levofloxacino hemi-hidratado. Hipoglicemia Como com todas as quinolonas, foi relatada hipoglicemia, geralmente em pacientes diabéticos recebendo tratamento concomitante com agentes hipoglicemiantes orais (p.ex. glibenclamida) ou com insulina. Nesses pacientes diabéticos é recomendada monitorização cuidadosa da glicose sanguínea. As fluoroquinolonas tem o potencial de interferir na homeostase da glicose, acarretando hiper ou hipoglicemia. Estudos mostram que esse risco é maior com o gatifloxacino e com o levofloxacino, em especial hipoglicemia em pacientes idosos diabéticos recebendo tratamento com agentes hipoglicemiantes orais ou com insulina. Nesse grupo de pacientes, é recomendada monitorização cuidadosa da glicose sanguínea pelo potencial risco de coma. Além disso, o paciente deve ser informado quanto aos sintomas da hipoglicemia (sudorese, fraqueza, palidez, confusão mental, entre outros) e quanto à possibilidade destes sintomas aparecerem com apenas uma dose. Neuropatia periférica Foi relatada neuropatia periférica sensorial ou sensorimotora, a qual pode ser de início rápido, em pacientes recebendo fluorquinolonas, fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino hemi-hidratado. Caso o paciente apresente sintomas de neuropatia, levofloxacino hemi-hidratado deve ser suspenso, isso minimizará o possível risco de desenvolvimento de uma condição irreversível. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Algumas reações adversas (por exemplo: tontura/vertigem, sonolência, distúrbios visuais) podem prejudicar a habilidade dos pacientes em se concentrar e reagir; portanto, podem constituir um risco em situações onde em que essas habilidades são de extrema importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas). Abuso e dependência Provavelmente, não há risco de ocorrência de abuso ou dependência com o uso de levofloxacino hemi-hidratado. Risco de uso por via de administração não recomendada Não há estudos dos efeitos de levofloxacino hemi-hidratado administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral. Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício- risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico. (23, 24) Atenção: Contém lactose monoidratada (tipo açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimidos. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro amarelo. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita).
Apresentação 2 · 6. Interações medicamentosas 45 palavras
Alimentos Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino hemi-hidratado comprimidos com alimentos. Levofloxacino hemi- hidratado hemi-hidratado comprimido pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos (ver item 3. Características farmacológicas - “Propriedades farmacocinéticas”). Sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio É recomendado que preparações contendo cátions bivalentes ou trivalentes como sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio não sejam administradas duas horas antes ou depois da administração de levofloxacino hemi-hidratado comprimidos. Não foi observada interação com carbonato de cálcio. Sucralfato A biodisponibilidade de levofloxacino hemi-hidratados comprimidos é significativamente reduzida na administração concomitante com sucralfato. Caso o paciente esteja recebendo sucralfato e levofloxacino hemi-hidratado comprimidos, é recomendável administrar o sucralfato 2 horas após a administração de levofloxacino hemi-hidratado comprimidos. Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não-esteroidais similares Nos estudos clínicos, não houve interação farmacocinética com levofloxacino hemi-hidratado e teofilina. Entretanto, pode ocorrer uma redução pronunciada no limiar da convulsão cerebral na administração concomitante de quinolonas e teofilina, fármacos anti- inflamatórios anti-inflamatórios não-esteroidais ou outros agentes que diminuem o limiar da convulsão. As concentrações de levofloxacino hemi- hidratado foram cerca de 13% mais altas na presença de fenbufeno do que quando administrados separadamente. Probenecida e cimetidina Deve-se ter cautela na administração concomitante de levofloxacino hemi-hidratado com drogas que afetam a secreção tubular renal, como probenecida e cimetidina, especialmente em pacientes com insuficiência renal. A probenecida e cimetidina causaram um efeito estatisticamente significativo na eliminação do levofloxacino hemi- hidratado. levofloxacino. O clearance renal do levofloxacino hemi-hidratado foi reduzido pela cimetidina (24%) e probenecida (34%). Isto ocorre porque ambas as drogas são capazes de bloquear a secreção tubular renal de levofloxacino hemi- hidratado. levofloxacino. Entretanto, nas doses testadas no estudo, as diferenças cinéticas estatisticamente significativas não têm relevância clínica. Ciclosporina A meia-vida da ciclosporina é aumentada em 33% quando administrada concomitantemente a levofloxacino hemi- hidratado. levofloxacino. Não é requerido o ajuste de dose da ciclosporina, uma vez que este aumento não é clinicamente relevante. Antagonistas da vitamina K Tem-se relatado em pacientes tratados concomitantemente com levofloxacino hemi-hidratado e antagonistas da vitamina K (ex.: varfarina), alteração nos testes de coagulação (tempo de protrombina corrigido) e/ou sangramento, os quais podem ser graves. Portanto, os parâmetros de coagulação devem ser monitorados em pacientes tratados com antagonistas da vitamina K. Medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT O levofloxacino hemi-hidratado, levofloxacino, como outras fluoroquinolonas, devem ser utilizados com precaução em pacientes recebendo medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT (por exemplo: antiarrítmica classe IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item 5. Advertências e precauções – “Prolongamento do Intervalo intervalo QT”). Outros Foram conduzidos estudos clínicos farmacológicos para investigar possíveis interações farmacocinéticas entre levofloxacino hemi- hidratado e algumas drogas comumente prescritas. A farmacocinética do levofloxacino hemi- hidratado não foi afetada em qualquer proporção clinicamente significante quando esta foi administrada concomitantemente às seguintes drogas: carbonato de cálcio, digoxina, glibenclamida, ranitidina e varfarina. Testes laboratoriais O levofloxacino hemi-hidratado pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falsos negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose. Em pacientes tratados com levofloxacino hemi-hidratado, levofloxacino, a determinação de opioides na urina pode apresentar resultados falso- positivos. falso-positivos. Pode ser necessário confirmar exames de opioides através de métodos mais específicos.
Apresentação 2 · 8. Posologia e modo de usar 30 palavras
Adultos A posologia recomendada é de 1 comprimido uma vez ao dia de acordo com a indicação médica: 1) Sinusite aguda bacteriana (SAB): 1 comprimido uma vez ao [… 31 palavras iguais …] dia por 5 dias; 4) Pielonefrite aguda (PA): 1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias. Nos pacientes com função renal comprometida (clearance de creatinina < 50 mL/min), ml/min), o ajuste da posologia é necessário para evitar o acúmulo de levofloxacino hemi-hidratado devido à diminuição da depuração. • Depuração da creatinina entre 20 e 49 mL/min: ml/min: a dose é de 1 comprimido de 750 mg mg, a cada 48 horas. • Depuração da creatinina entre 10 e 19 mL/min: ml/min: a dose inicial é de 1 comprimido de 750 mg e depois de 1 comprimido de 500 mg mg, a cada 48 horas. • Hemodiálise ou diálise peritoneal crônica: a dose inicial é de 1 comprimido de 750 mg e depois continuar com 1 comprimido de 500 mg mg, a cada 48 horas. • Pacientes com infecção pelo HIV e doença renal crônica ou doença renal em estágio terminal: Clearance clearance de Creatinina creatinina < 50 mL/min ml/min devem receber uma dose de 500 mg, seguida de 250 mg a cada 48 horas. Pacientes com clearance de creatinina entre 50 e 80 mL/min ml/min devem receber uma dose inicial de 500 mg, seguidas de 250 mg a cada 24 horas; pacientes com clearance de creatinina < 30 mL/min ml/min devem receber 750 a 1000 mg 3X/semana. mg, 3 vezes por semana. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
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Adultos A posologia recomendada é de 1 comprimido uma vez ao dia de acordo com a indicação médica: 1) Sinusite aguda bacteriana (SAB): 1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias; 2) Pneumonia adquirida na comunidade (PAC): 1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias; 3) Infecções do trato urinário (ITU) complicadas: 1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias; 4) Pielonefrite aguda (PA): 1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias. Nos pacientes com função renal comprometida (clearance de creatinina < 50 mL/min), ml/min), o ajuste da posologia é necessário para evitar o acúmulo de levofloxacino hemi-hidratado devido à diminuição da depuração. • Depuração da creatinina entre 20 e 49 mL/min: ml/min: a dose é de 1 comprimido de 750 mg mg, a cada 48 horas. • Depuração da creatinina entre 10 e 19 mL/min: ml/min: a dose inicial é de 1 comprimido de 750 mg e depois de 1 comprimido de 500 mg mg, a cada 48 horas. • Hemodiálise ou diálise peritoneal crônica: a dose inicial é de 1 comprimido de 750 mg e depois continuar com 1 comprimido de 500 mg mg, a cada 48 horas. • Pacientes com infecção pelo HIV e doença renal crônica ou doença renal em estágio terminal: Clearance clearance de Creatinina creatinina < 50 mL/min ml/min devem receber uma dose de 500 mg, seguida de 250 mg a cada 48 horas. Pacientes com clearance de creatinina entre 50 e 80 mL/min ml/min devem receber uma dose inicial de 500 mg, seguidas de 250 mg a cada 24 horas; pacientes com clearance de creatinina < 30 mL/min ml/min devem receber 750 a 1000 mg 3X/semana. mg, 3 vezes por semana. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Apresentação 2 · 9. Reações adversas 8 palavras
As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino hemi- hidratado e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração. De acordo com as recomendações da CIOMS, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência: Muito Comuns: acima de 10% [… 435 palavras iguais …] Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. 10. SUPERDOSE De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino hemi-hidratado são: sintomas no sistema nervoso central como confusão, vertigens, alterações de consciência e convulsões. Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa. Em estudos de farmacologia clínica realizados [… 37 palavras iguais …] lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica. A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino hemi-hidratado do corpo. Não existe antídoto específico. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III - DIZERES LEGAIS Registro: 1.0573.0656 Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20° 1° ao 4° andar São Paulo - SP CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 Guarulhos - SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino hemi- hidratado e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração. De acordo com as recomendações da CIOMS, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência: Muito Comuns: acima de 10% Comuns: de 1% a 10% Incomuns: de 0,1% a 1% Raras: de 0,01% a 0,1% Muito raras: menos que 0,01% Casos isolados Frequência desconhecida -Reações anafiláticas/anafilactóides, reações cutâneas Comuns: rash e prurido. Incomuns: erupção cutânea, flebite e reação de hipersensibilidade. Raras: urticária, broncospasmo/dispneia e necrólise epidermal tóxica (síndrome de Lyell), Reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS). Muito raras: angioedema, hipotensão e fotossensibilização. Casos Isolados: erupções bolhosas graves como síndrome de Stevens Johnson, eritema multiforme exsudativo, fototoxicidade e choque anafilático / anafilactoide. Algumas vezes, as reações anafiláticas/anafilactoides e muco-cutâneas podem ocorrer mesmo após a primeira dose. Frequência desconhecida: pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA). - Gastrintestinal, metabolismo Comuns: náusea, vômito, diarreia, indigestão, constipação e dor abdominal. Incomuns: anorexia, dispepsia, hiperglicemia, hipoglicemia, hipercalemia, pancreatite, estomatite e diarreia com sangue, que em casos muito raros pode ser indicativa de enterocolite, incluindo colite pseudomembranosa. - Neurológica/Psiquiátrica Comuns: tontura / vertigem, cefaleia e insônia. Incomuns: sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade e depressão. Raras: reações psicóticas (por exemplo: alucinações), parestesia e agitação. Muito raras: neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora, distúrbios visuais (diplopia) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato. Casos isolados: desordens psicóticas com comportamentos de autorrisco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia, neuropatia periférica, pseudotumor cerebral, hipertensão intracraniana, delirium, paranoia. - Cardiovascular Comuns: dor torácica e edema. Incomuns: arritmia ventricular, taquicardia ventricular e parada cardíaca. Raras: taquicardia, hipotensão e vasculite. Muito rara: choque (anafilático/anafilactóide). Casos isolados: torsaide de pointes, prolongamento do intervalo QT. (Ver item 5. Advertências e precauções – “Advertências - Prolongamento do Intervalo QT”). - Musculoesquelética Incomuns: alterações na marcha, artralgia, artrite, artropatia, mialgia e tendinite. Muito rara: fraqueza muscular. Casos isolados: rabdomiólise, lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles). - Problemas hepáticos e renais Incomuns: aumento de enzimas hepáticas, aumentos da bilirrubina e creatinina sérica, alteração da função hepática e insuficiência renal aguda. Raras: necrose hepática, hepatite e icterícia. Muito rara: reações hepáticas. Casos isolados: nefrite intersticial, insuficiência hepática com casos fatais. - Distúrbios hematológicos Incomuns: anemia, leucopenia, distúrbios granolucitopênicos e trombocitopenia. Raras: neutropenia, leucopenia, pancitopenia, anemia aplástica, anemia hemolítica, agranulocitose e púrpura trombocitopênica. Casos isolados: eosinofilia, aumento do tempo de protrombina. - Outros Comuns: candidíase urogenital, vaginite e dispneia. Incomuns: astenia, supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismos resistentes. Raras: febre, pirexia e doença do soro. Muito rara: pneumonite alérgica. Casos isolados: alveolite extrínseca alérgica. - Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluoroquinolonas. Muito raras: sintomas extrapiramidais e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade e crises de porfiria em pacientes com porfiria. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. 10. SUPERDOSE De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino hemi-hidratado são: sintomas no sistema nervoso central como confusão, vertigens, alterações de consciência e convulsões. Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa. Em estudos de farmacologia clínica realizados com superdoses foram observados aumento do intervalo QT. Tratamento Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve ser implementado. Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica. A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino hemi-hidratado do corpo. Não existe antídoto específico. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III - DIZERES LEGAIS Registro: 1.0573.0656 Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20° 1° ao 4° andar São Paulo - SP CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 Guarulhos - SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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Apresentação 1: Comprimidos revestidos de 500 mg: embalagens com 7 ou 10 comprimidos
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | 2 |
| 2. Resultados de eficácia | |
| 3. Características farmacológicas | 12 |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | 4 |
| 6. Interações medicamentosas | 3 |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | |
| 9. Reações adversas | 147 |
| 10. Superdose | 125 |
Apresentação 2: Comprimidos revestidos de 750 mg: embalagens com 5 ou 7 comprimidos
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 84 |
| 3. Características farmacológicas | 12 |
| 4. Contraindicações | 8 |
| 5. Advertências e precauções | 190 |
| 6. Interações medicamentosas | 45 |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | 30 |
| 9. Reações adversas | 8 |
Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.