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omeprazol · EMS S/A

Bula do profissional: 17/12/2025 → 20/07/2026

expediente 1616702257 → 0715020269 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: I59III

4 = declarada pela empresa. 2 apresentações no mesmo PDF, comparadas uma a uma.

Alterações

removidoadicionado

Apresentação 1: Cápsula dura de liberação retardada de 10 mg. Embalagem contendo 14…

Sem alterações nesta apresentação.

Apresentação 2: Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg. Embalagem contendo 07…

Apresentação 2 · I – Identificação do medicamento 34 palavras

omeprazol “Medicamento Genérico, Lei n°. 9.787, de 1999” APRESENTAÇÕES Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg. Embalagem contendo 07, 14, 28, 30*, 60*, 90* 14 ou 350** 28 unidades. *Embalagem fracionável **Embalagem hospitalar Cápsula dura de liberação retardada de 40 mg. Embalagem contendo 07, 30*, 60*, 90* ou 350** 07 unidades. *Embalagem fracionável **Embalagem hospitalar USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS E COM MAIS DE 20 KG COMPOSIÇÃO Cada cápsula dura de liberação retardada de 20 mg contém: omeprazol................................................................................................................................................. 20 mg excipiente* q.s.p..................................................................................................................1 cap dura lib retard *manitol, lactose, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico. Componentes da cápsula: cetílico, azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, amarelo de tartrazina, óxido de ferro vermelho, dióxido de titânio e gelatina. Cada cápsula dura de liberação retardada de 40 mg contém: omeprazol ................................................................................................................................................ 40 mg excipiente* q.s.p..................................................................................................................1 cap dura lib retard *manitol, lactose, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose e álcool cetílico. Componentes da cápsula: cetílico, vermelho allura 129, azul brilhante, dióxido de titânio e gelatina.

Apresentação 2 · 5. Advertências e precauções5 27 palavras

Presença de Malignidade Gástrica Nos adultos, a resposta sintomática à terapêutica com omeprazol não exclui a presença de malignidade gástrica. Considerar acompanhamento adicional e testes diagnósticos em pacientes adultos [… 354 palavras iguais …] Reações Adversas Cutâneas Graves Reações adversas cutâneas graves, incluindo Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos e pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) foram relatadas em associação com o uso de IBPs. Interromper o uso de omeprazol aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas cutâneas graves, ou outros sinais [… 1390 palavras iguais …] não expostas a nenhum inibidor da bomba de prótons durante o primeiro trimestre. Um estudo de coorte retrospectivo relatou 689 mulheres grávidas expostas a bloqueadores H 2 ou omeprazol no primeiro trimestre (134 expostas a omeprazol) e 1.572 mulheres grávidas não expostas a nenhum dos dois durante o primeiro trimestre. A taxa geral de malformações em filhos nascidos de [… 799 palavras iguais …] uma diminuição estatisticamente significativa no peso do fêmur materno de até 14% (em comparação com o tratamento com placebo) em doses iguais ou superiores a 138 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Um estudo de desenvolvimento pré e pós-natal em [… 1465 palavras iguais …] in vivo de aberração cromossômica de células de medula óssea. O omeprazol foi negativo ao teste de Ames in vitro, num ensaio de mutação antecipada de células de linfoma de camundongo in vitro e num ensaio in vivo de danos no DNA do fígado de camundongo. Observou-se que o omeprazol em doses orais até 138 mg/kg/dia em ratos [… 143 palavras iguais …] 0,25g/cápsula Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Oriente seu paciente quanto à quantidade do medicamento que deve ser utilizada, pois o uso acima do recomendado na bula pode causar nefropatia aguda e insuficiência renal. Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg: Atenção: Contém os corantes azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, amarelo de tartrazina, óxido de ferro vermelho e dióxido de titânio [… 14 palavras iguais …] especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Cápsula dura de liberação retardada de 40 mg: Atenção: Contém os corantes vermelho allura 129, azul brilhante e dióxido de titânio
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Presença de Malignidade Gástrica Nos adultos, a resposta sintomática à terapêutica com omeprazol não exclui a presença de malignidade gástrica. Considerar acompanhamento adicional e testes diagnósticos em pacientes adultos que têm resposta subótima ou uma recidiva sintomática precoce após o término do tratamento com um IBP. Nos pacientes mais velhos, também considere uma endoscopia. Nefrite Tubulointersticial Aguda A nefrite tubulointersticial aguda foi observada em pacientes em uso de IBPs e pode ocorrer em qualquer momento durante a terapia com IBPs. Os pacientes podem apresentar sinais e sintomas variados, desde reações de hipersensibilidade sintomática até sintomas inespecíficos de diminuição da função renal (por exemplo, mal- estar, náusea, anorexia). Na série de casos relatados, alguns pacientes foram diagnosticados por biópsia e na ausência de manifestações extrarrenais (por exemplo, febre, erupção cutânea ou artralgia). Descontinuar o uso de omeprazol e avaliar pacientes com suspeita de nefrite tubulointersticial aguda (vide “4. Contraindicações”). Diarreia associada ao Clostridium difficile Estudos observacionais publicados sugerem que a terapia com IBP, como o omeprazol, pode estar associada a um aumento do risco de diarreia associada ao Clostridium difficile, especialmente em pacientes hospitalizados. Este diagnóstico deve ser considerado para diarreia que não melhora (vide “9. Reações Adversas”). Os pacientes devem utilizar a dose mais baixa e a duração mais curta do tratamento com IBP adequado à condição em tratamento. Diarreia associada a Clostridium difficile foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos. Para obter mais informações específicas sobre agentes antibacterianos (claritromicina e amoxicilina) indicados para uso em combinação com omeprazol, consulte as seções de “5. Advertências e Precauções” das bulas correspondentes. Fratura Óssea Vários estudos observacionais publicados sugerem que a terapia com inibidores da bomba de prótons (IBP) pode estar associada a um aumento do risco de fraturas relacionadas à osteoporose no quadril, no punho ou na coluna. O risco de fratura foi aumentado em pacientes que receberam altas doses, definidas como múltiplas doses diárias, e terapia a longo prazo com IBP (um ano ou mais). Os pacientes devem utilizar a dose mais baixa e a menor duração do tratamento com IBP adequado à condição em tratamento. Os pacientes com risco de fraturas relacionadas à osteoporose devem ser tratados de acordo com as diretrizes de tratamento estabelecidas (vide “9. Reações Adversas” e “8. Posologia e Modo de Usar – Posologia”). Reações Adversas Cutâneas Graves Reações adversas cutâneas graves, incluindo Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos e pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) foram relatadas em associação com o uso de IBPs. Interromper o uso de omeprazol aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas cutâneas graves, ou outros sinais de hipersensibilidade e considerar avaliação adicional. Lúpus Eritematoso Cutâneo e Sistêmico Lúpus Eritematoso Cutâneo (LEC) e Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) foram relatados em pacientes que tomam IBP, incluindo o omeprazol. Esses eventos ocorreram tanto como novo início quanto como exacerbação da doença autoimune existente. A maioria dos casos de lúpus eritematoso induzido por IBP eram LEC. A forma mais comum de LEC relatada em pacientes tratados com IBP foi LEC subaguda (LECS) e ocorreu dentro de semanas a anos após a terapia medicamentosa contínua em pacientes que vão desde bebês a idosos. Geralmente, os achados histológicos foram observados sem envolvimento de órgãos. O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é menos comumente relatado que o LEC em pacientes recebendo IBP. O LES associado a IBP é geralmente mais leve do que o LES não induzido por drogas. O início do LES ocorreu tipicamente dentro de dias a anos após o início do tratamento, principalmente em pacientes que variam de adultos jovens a idosos. A maioria dos pacientes apresentou erupção cutânea; entretanto, artralgia e citopenia também foram relatadas. Evitar a administração de IBP por mais tempo do que indicado clinicamente. Se sinais ou sintomas consistentes com LEC, ou LES são observados em pacientes que recebem omeprazol, descontinuar o medicamento e encaminhar o paciente ao especialista adequado para avaliação. A maioria dos pacientes melhora com a descontinuação do IBP isoladamente em 4 a 12 semanas. Os testes serológicos (por exemplo, ANA) podem ser positivos e os resultados dos testes sorológicos elevados podem levar mais tempo para serem resolvidos do que as manifestações clínicas. Interação com o clopidogrel Evitar o uso concomitante de omeprazol com clopidogrel. O clopidogrel é um pró-fármaco. Inibição da agregação de plaquetas por clopidogrel é inteiramente devido a um metabólito ativo. O metabolismo do clopidogrel ao seu metabólito ativo pode ser prejudicado pela utilização concomitantes de medicamentos, como o omeprazol, que inibem a atividade CYP2C19. O uso concomitante de clopidogrel com 80 mg de omeprazol reduz a atividade farmacológica do clopidogrel, mesmo quando administrados com 12 horas de intervalo. Ao usar omeprazol, considerar uma terapia antiplaquetária alternativa (vide “6. Interações Medicamentosas”). Deficiência de cianocobalamina (vitamina B-12) O tratamento diário com qualquer medicação supressora de ácido durante um longo período de tempo (por exemplo, mais de 3 anos) pode levar à má absorção de cianocobalamina (vitamina B-12) causada por hipo ou acloridria. Relatos raros de deficiência de cianocobalamina que ocorrem com a terapia supressora de ácidos foram relatados na literatura. Este diagnóstico deve ser considerado se os sintomas clínicos consistentes com a deficiência de cianocobalamina forem observados em pacientes tratados com omeprazol. Hipomagnesemia e Metabolismo Mineral Hipomagnesemia, sintomática e assintomática, foi raramente relatada em pacientes tratados com IBPs por pelo menos três meses, na maioria dos casos após um ano de terapia. Eventos adversos graves incluem tetania, arritmias e convulsões. A hipomagnesemia pode levar à hipocalcemia e/ou hipocalemia e pode exacerbar a hipocalcemia subjacente em pacientes de risco. Na maioria dos pacientes, o tratamento da hipomagnesemia exigiu reposição de magnésio e descontinuação do IBP. Para pacientes com tratamento prolongado ou que tomam IBPs com medicamentos como digoxina ou drogas que podem causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), os profissionais de saúde podem considerar monitoramento dos níveis de magnésio antes do início do tratamento com IBP e periodicamente. Considerar o monitoramento dos níveis de magnésio e cálcio antes do início do uso de omeprazol e periodicamente durante o tratamento em pacientes com risco pré-existente de hipocalcemia (por exemplo, hipoparatireoidismo). Suplementar com magnésio e/ou cálcio, se necessário. Se a hipocalcemia for refratária ao tratamento, considerar a descontinuação do IBP. Interação com Erva de São João ou rifampicina Os medicamentos que induzem CYP2C19 ou CYP3A4 (como a erva de São João ou rifampicina) podem diminuir substancialmente as concentrações de omeprazol (vide “6. Interações Medicamentosas”). Evitar o uso concomitante de omeprazol com erva de São João ou rifampicina. Interações com Investigações Diagnósticas para Tumores Neuroendócrinos Os níveis séricos de cromogranina A (CgA) aumentam de forma secundária às diminuições da acidez gástrica induzidas por drogas. O aumento do nível de CgA pode causar resultados falso-positivos em investigações diagnósticas para tumores neuroendócrinos. Os profissionais de saúde devem interromper temporariamente o tratamento com omeprazol pelo menos 14 dias antes de avaliar os níveis de CgA e considerar a repetição do teste se os níveis iniciais de CgA forem altos. Se forem realizados testes em série (por exemplo, para monitoramento), o mesmo laboratório comercial deve ser usado para testes, pois os intervalos de referência entre os testes podem variar (vide “6. Interações Medicamentosas”). Interação com metotrexato A literatura sugere que o uso concomitante de IBP com metotrexato (principalmente em altas doses) pode elevar e prolongar os níveis séricos de metotrexato e/ou do seu metabólito, possivelmente levando a toxicidades de metotrexato. Em altas doses de administração de metotrexato, uma suspensão temporária do IBP pode ser considerada em alguns pacientes (vide “6. Interações Medicamentosas”). Pólipos de glândulas fúndicas O uso de IBP está associado a um risco aumentado de pólipos de glândulas fúndicas que aumenta com o uso prolongado, especialmente após um ano. A maioria dos usuários de IBP que desenvolveram pólipos de glândulas fúndicas eram assintomáticos e os pólipos de glândulas fúndicas foram identificados acidentalmente na endoscopia. Usar a menor duração da terapia com IBP apropriada à condição em tratamento. Uso em populações específicas Gravidez Não existem estudos adequados e bem controlados com o omeprazol em mulheres grávidas. Dados epidemiológicos disponíveis não demonstram um risco aumentado de má formação congênita grave ou outros resultados adversos na gravidez com uso de omeprazol no primeiro trimestre. Ainda, estudos de reprodução em ratos e coelhos resultaram em letalidade embrionária dose-dependente em doses de omeprazol que foram de aproximadamente 3,4 a 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg (com base numa área de superfície corporal para uma pessoa com 60 kg). Teratogenicidade não foi observada em estudos de reprodução animal com administração oral de esomeprazol (um enantiômero de omeprazol) magnésio em ratos e coelhos durante a organogênese com doses cerca de 68 vezes e 42 vezes, respectivamente, uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol (com base na área de superfície corporal para uma pessoa de 60 kg). Alterações na morfologia óssea foram observadas em filhotes de ratos tratados durante a maior parte da gravidez e lactação com doses iguais ou superiores a aproximadamente 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol, ou 40 mg de omeprazol. Quando a administração materna estava restrita apenas à gestação, não havia efeitos na morfologia fisária dos ossos da prole em qualquer idade. Os riscos estimados de alterações congênitas graves e aborto espontâneo para a população indicada são desconhecidos. Toda gravidez tem um risco basal de alteração congênita, perda ou outros resultados adversos. Na população geral dos Estados Unidos, o risco basal estimado de alterações congênitas graves e aborto espontâneo em gestações clinicamente reconhecidas é de 2% a 4% e 15% a 20%, respectivamente. Dados em humanos Quatro estudos epidemiológicos publicados compararam a frequência de anormalidades congênitas entre bebês nascidos de mulheres que usaram omeprazol durante a gravidez com a frequência de anormalidades entre bebês de mulheres expostas a antagonistas dos receptores H 2 ou outros controles. Um estudo epidemiológico de coorte retrospectivo de base populacional do Registro Médico Sueco de Nascimento, cobrindo aproximadamente 99% das gestações, de 1995 a 1999, relatou 955 bebês (824 expostos durante o primeiro trimestre com 39 destes expostos além do primeiro trimestre e 131 expostos após o primeiro trimestre) cujas mães usaram omeprazol durante a gravidez. O número de bebês no útero expostos ao omeprazol que apresentavam qualquer malformação, baixo peso ao nascer, baixo índice de Apgar ou hospitalização foi semelhante ao número observado nessa população. O número de bebês nascidos com defeitos do septo ventricular e o número de bebês natimortos foi ligeiramente maior nos bebês expostos ao omeprazol do que o número esperado para esta população. Um estudo de coorte retrospectivo de base populacional cobrindo todos os nascidos vivos na Dinamarca de 1996 a 2009 relatou 1.800 nascidos vivos cujas mães usaram omeprazol durante o primeiro trimestre da gravidez e 837.317 nascidos vivos cujas mães não usaram nenhum inibidor da bomba de prótons. A taxa geral de defeitos congênitos em bebês nascidos de mães com exposição ao omeprazol no primeiro trimestre foi de 2,9% e 2,6% em bebês nascidos de mães não expostas a nenhum inibidor da bomba de prótons durante o primeiro trimestre. Um estudo de coorte retrospectivo relatou 689 mulheres grávidas expostas a bloqueadores H 2 ou omeprazol no primeiro trimestre (134 expostas a omeprazol) e 1.572 mulheres grávidas não expostas a nenhum dos dois durante o primeiro trimestre. A taxa geral de malformações em filhos nascidos de mães com exposição no primeiro trimestre ao omeprazol, um bloqueador H 2 , ou não expostas foi de 3,6%, 5,5% e 4,1%, respectivamente. Um pequeno estudo de coorte observacional prospectivo acompanhou 113 mulheres expostas ao omeprazol durante a gravidez (89% com exposições no primeiro trimestre). A taxa relatada de malformações congênitas maiores foi de 4% no grupo de omeprazol, 2% em controles expostos a não teratógenos e 2,8% em controles pareados com doença. As taxas de abortos espontâneos e eletivos, partos prematuros, idade gestacional no parto e peso médio ao nascer foram semelhantes entre os grupos. Vários estudos relataram nenhum efeito adverso aparente de curto prazo no lactente quando uma dose única oral ou intravenosa de omeprazol foi administrada a mais de 200 mulheres grávidas como pré-medicação para cesariana sob anestesia geral. Dados em animais omeprazol Estudos reprodutivos conduzidos com omeprazol em ratos em doses orais de até 138 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) e em coelhos em doses de até 69,1 mg/kg /dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) durante a organogênese não revelou nenhuma evidência de potencial teratogênico do omeprazol. Em coelhos, o omeprazol em uma faixa de dose de 6,9 a 69,1 mg/kg/dia (cerca de 3,4 a 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) administrado durante a organogênese produziu aumentos relacionados à dose na letalidade embrionária, reabsorções fetais e interrupções da gravidez. Em ratos, toxicidade embrionária/fetal relacionada à dose e toxicidade de desenvolvimento pós- natal foram observadas em descendentes resultantes de pais tratados com omeprazol em 13,8 a 138,0 mg/kg/dia (cerca de 3,4 a 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal), administrado antes do acasalamento até o período de lactação. esomeprazol Os dados descritos abaixo foram gerados a partir de estudos usando esomeprazol, um enantiômero do omeprazol. As doses múltiplas de animal para humano são baseadas na suposição de igual exposição sistêmica ao esomeprazol em humanos após a administração oral de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol. Não foram observados efeitos no desenvolvimento embriofetal em estudos de reprodução com esomeprazol magnésio em ratos em doses orais de até 280 mg/kg/dia (cerca de 68 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) ou em coelhos em doses orais de até 86 mg/kg/dia (cerca de 42 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal) administrada durante a organogênese. Um estudo de toxicidade de desenvolvimento pré e pós-natal em ratos com parâmetros adicionais para avaliar o desenvolvimento ósseo foi realizado com esomeprazol magnésio em doses orais de 14 a 280 mg/kg/dia (cerca de 3,4 a 68 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). A sobrevida neonatal/pós-natal precoce (do nascimento ao desmame) diminuiu com doses iguais ou superiores a 138 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). O peso corporal e o ganho de peso corporal foram reduzidos e atrasos neurocomportamentais ou de desenvolvimento geral no período pós-desmame imediato foram evidentes em doses iguais ou superiores a 69 mg/kg/dia (cerca de 17 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Além disso, diminuição do comprimento do fêmur, largura e espessura do osso cortical, diminuição da espessura da placa de crescimento tibial e mínima a leve hipocelularidade da medula óssea foram observadas em doses iguais ou superiores a 14 mg/kg/dia (cerca de 3,4 vezes uma dose oral humana dose de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Displasia fisária no fêmur foi observada em descendentes de ratos tratados com doses orais de esomeprazol magnésio em doses iguais ou superiores a 138 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Efeitos no osso materno foram observados em ratas grávidas e lactantes no estudo de toxicidade pré e pós- natal quando esomeprazol magnésio foi administrado em doses orais de 14 a 280 mg/kg/dia (cerca de 3,4 a 68 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Quando os ratos receberam doses desde o 7º dia de gestação até o desmame no 21º dia pós-natal, foi observada uma diminuição estatisticamente significativa no peso do fêmur materno de até 14% (em comparação com o tratamento com placebo) em doses iguais ou superiores a 138 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal). Um estudo de desenvolvimento pré e pós-natal em ratos com esomeprazol estrôncio (usando doses equimolares em comparação com o estudo de esomeprazol magnésio) produziu resultados semelhantes em mães e filhotes conforme descritos acima. Um estudo de toxicidade de desenvolvimento de acompanhamento em ratos com pontos de tempo adicionais para avaliar o desenvolvimento ósseo dos filhotes desde o dia 2 pós-natal até a idade adulta foi realizado com esomeprazol magnésio em doses orais de 280 mg/kg/dia (cerca de 68 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) em que a administração de esomeprazol foi do 7º dia de gestação ou do 16º dia de gestação até o parto. Quando a administração materna foi confinada apenas à gestação, não houve efeitos na morfologia do osso fisário da prole em qualquer idade. Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Lactação Dados limitados sugerem que o omeprazol pode estar presente no leite materno. Não existem dados clínicos sobre os efeitos de omeprazol no lactente amamentado ou na produção de leite. Os benefícios da amamentação para a saúde e desenvolvimento devem ser considerados em relação a necessidade clínica de omeprazol pela mãe ou em relação à qualquer potencial evento adverso na criança amamentada decorrentes de omeprazol, ou da condição subjacente da mãe. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Idosos O omeprazol foi administrado em mais de 2000 idosos (≥ 65 anos de idade) em ensaios clínicos nos Estados Unidos e na Europa. Não houve diferenças na segurança e eficácia entre os idosos e jovens. Outras experiências clínicas relatadas não identificaram diferenças na resposta entre os idosos e jovens, mas a maior sensibilidade de alguns indivíduos mais velhos não pode ser descartada. Estudos farmacocinéticos mostraram que a taxa de eliminação foi um pouco diminuída nos idosos e a biodisponibilidade foi aumentada. A depuração plasmática do omeprazol foi de 250 mL/min (cerca de metade dos jovens voluntários) e a sua meia-vida plasmática foi em média de uma hora, cerca de duas vezes a dos jovens voluntários saudáveis. No entanto, não é necessário ajuste posológico em idosos (vide “3. Características Farmacológicas”). Uso pediátrico A segurança e eficácia das cápsulas de liberação retardada de omeprazol foram estabelecidas em pacientes pediátricos com idade acima de 2 anos para o tratamento da DRGE sintomático, tratamento de EE devido à DRGE mediada por ácido, e manutenção da cicatrização de EE devido à DRGE mediada por ácido. O uso de omeprazol para estes pacientes é apoiado por estudos adequados e bem controlados em adultos e estudos não controlados em segurança, eficácia e farmacocinética realizados em pacientes pediátricos e adolescentes. Para uso em crianças abaixo de 2 anos e com peso entre 10kg até 20 Kg, para as indicações mencionadas, a concentração indicada é de 10 mg. Na população pediátrica, as reações adversas do sistema respiratório foram frequentemente relatadas na faixa etária de 2 a 16 anos. Lesões acidentais foram relatadas com frequência no grupo de 2 e 16 anos de idade (vide “9. Reações Adversas”). A segurança e a eficácia do omeprazol não foram estabelecidas em: Pacientes com menos de 1 ano de idade para: - Tratamento da DRGE sintomático; - Manutenção da cicatrização de EE devido à DRGE mediada por ácido. Pacientes pediátricos para: - Tratamento da úlcera duodenal ativa; - Erradicação do H. pylori para reduzir o risco de recorrência da úlcera duodenal; - Tratamento de úlcera gástrica benigna ativa; - Condições hipersecretoras patológicas. Pacientes com menos de 1 mês de idade para qualquer indicação. Dados de animais jovens O esomeprazol, um enantiômero do omeprazol, mostrou diminuir o peso corporal, diminuir o ganho de peso corporal, o peso do fêmur, o comprimento do fêmur e o crescimento geral em doses orais de 34 a 68 vezes por dose diária humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal em um estudo de toxicidade em ratos jovens. Da dose animal para múltiplas doses humanas baseia- se no pressuposto de exposição sistêmica igual ao esomeprazol em humanos após administração oral de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol. Um estudo de toxicidade de 28 dias com uma fase de recuperação de 14 dias foi realizado em ratos jovens com esomeprazol magnésio em doses de 70 a 280 mg/kg/dia (cerca de 17 a 68 vezes a dose oral humana diária de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg omeprazol com base na área de superfície corporal). Um aumento no número de mortes na dose alta de 280 mg/kg/dia foi observado quando ratos jovens receberam esomeprazol magnésio do dia 7 pós-natal até o dia 35. Além disso, doses iguais ou superiores a 140 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes a dose oral diária humana de 40 mg de esomeprazol ou 40 mg de omeprazol com base na área de superfície corporal), produziu decréscimos relacionados com o tratamento no peso corporal (aproximadamente 14%) e ganho de peso corporal, diminuições no peso e comprimento do fêmur, e afetou o crescimento global. Achados comparáveis aos descritos acima também foram observados neste estudo com outro sal de esomeprazol, o esomeprazol estrôncio, em doses equimolares de esomeprazol. Insuficiência hepática Em pacientes com insuficiência hepática (Child-Pugh Classe A, B ou C), a exposição ao omeprazol aumentou substancialmente em comparação com indivíduos saudáveis. Recomenda-se a redução da dose de omeprazol para 10 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência hepática para manutenção da cicatrização de EE. O omeprazol é indicado para pacientes com insuficiência hepática para manutenção da cicatrização de EE devido a DRGE mediada por ácido, visto que há disponibilidade deste medicamento na concentração de 10 mg. População Asiática Em estudos de indivíduos saudáveis, os asiáticos tiveram uma exposição aproximadamente quatro vezes maior do que os caucasianos. A redução de dosagem de omeprazol para 10 mg uma vez por dia é recomendada para pacientes asiáticos para a manutenção da cicatrização de EE. O omeprazol é indicado para a população asiática para manutenção da cicatrização de EE devido a DRGE mediada por ácido, visto que há disponibilidade deste medicamento na concentração de 10 mg. Carcinogênese, mutagênese, prejuízo da fertilidade Em dois estudos de carcinogenicidade de 24 meses em ratos, o omeprazol em doses diárias de 1,7, 3,4, 13,8, 44 e 140,8 mg/kg/dia (cerca de 0,4 a 34 vezes a dose humana de 40 mg/dia, expressa numa área de superfície corporal base) produziu carcinoides de células ECL gástricas de uma maneira relacionada com a dose em ratos machos e fêmeas; a incidência deste efeito foi marcadamente mais elevada em ratos fêmeas, que tiveram níveis sanguíneos mais elevados de omeprazol. Carcinoides gástricos raramente ocorrem no rato não tratado. Além disso, a hiperplasia de células ECL estava presente em todos os grupos tratados de ambos os sexos. Num destes estudos, as fêmeas foram tratadas com 13,8 mg de omeprazol/kg/dia (cerca de 3,4 vezes a dose humana de 40 mg/dia, com base na área da superfície corporal) durante um ano e seguidas por mais um ano sem a droga. Nenhum carcinoide foi visto nestes ratos. Um aumento da incidência de hiperplasia das células ECL relacionada com o tratamento foi observado no final de um ano (94% tratados versus 10% controles). No segundo ano, a diferença entre ratos tratados e controle foi muito menor (46% vs. 26%), mas ainda mostrou mais hiperplasia no grupo tratado. Adenocarcinoma gástrico foi visto em um rato (2%). Nenhum tumor similar foi observado em ratos, machos ou fêmeas, tratados por dois anos. Para esta espécie de rato, nenhum tumor semelhante foi observado historicamente, mas uma descoberta envolvendo apenas um tumor é difícil de interpretar. Num estudo de toxicidade de 52 semanas em ratos Sprague-Dawley, astrocitomas cerebrais foram encontrados num pequeno número de machos que receberam omeprazol a níveis de dose de 0,4, 2 e 16 mg/kg/dia (cerca de 0,1 a 3,9 vezes a dose humana de 40 mg/dia, com base numa área de superfície corporal base). Não foram observados astrocitomas em ratos fêmeas neste estudo. Num estudo de carcinogenicidade de 2 anos em ratos Sprague- Dawley, não foram encontrados astrocitomas em machos ou fêmeas com a dose elevada de 140,8 mg/kg/dia (cerca de 34 vezes a dose humana de 40 mg/dia com base na área de superfície corporal). Um estudo de carcinogenicidade de 78 semanas do omeprazol em camundongos não mostrou aumento na ocorrência de tumores, mas o estudo não foi conclusivo. Um estudo de carcinogenicidade de 26 semanas com camundongos transgênicos p53 (+/-) não foi positivo. O omeprazol foi positivo para efeitos clastogênicos em um ensaio de aberração cromossômica de linfócitos humanos in vitro, em um dos dois testes de micronúcleos de camundongo in vivo e em um ensaio in vivo de aberração cromossômica de células de medula óssea. O omeprazol foi negativo ao teste de Ames in vitro, num ensaio de mutação antecipada de células de linfoma de camundongo in vitro e num ensaio in vivo de danos no DNA do fígado de camundongo. Observou-se que o omeprazol em doses orais até 138 mg/kg/dia em ratos (cerca de 34 vezes uma dose oral humana de 40 mg com base na área de superfície corporal) não teve efeito na fertilidade e no desempenho reprodutivo. Nos estudos de carcinogenicidade de 24 meses em ratos, observou-se um aumento significativo dos tumores carcinoides gástricos e da hiperplasia das células ECL em animais machos e fêmeas relacionados com a dose (vide “5. Advertências e Precauções). Também foram observados tumores carcinoides em ratos submetidos a fundectomia ou tratamento a longo prazo com outros inibidores da bomba de prótons, ou doses elevadas de antagonistas do receptor H 2 . Cada cápsula de omeprazol 20 mg contém 0,04 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 40 mg contém 0,08 g de sacarose. Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/cápsula. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes. Contém sacarose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/cápsula Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Oriente seu paciente quanto à quantidade do medicamento que deve ser utilizada, pois o uso acima do recomendado na bula pode causar nefropatia aguda e insuficiência renal. Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg: Atenção: Contém os corantes azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, amarelo de tartrazina, óxido de ferro vermelho e dióxido de titânio Este produto contém amarelo de TARTRAZINA, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Cápsula dura de liberação retardada de 40 mg: Atenção: Contém os corantes vermelho allura 129, azul brilhante e dióxido de titânio

Apresentação 2 · 9. Reações adversas9 49 palavras

Experiência em Ensaios Clínicos com omeprazol Monoterapia Como os ensaios clínicos são conduzidos em condições muito variadas, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de um [… 792 palavras iguais …] Sistema urinário: nefrite intersticial, hematúria, proteinúria, creatinina sérica elevada, piúria microscópica, infecção do trato urinário, glicosúria, frequência urinária, dor testicular. Hematológicas: agranulocitose (algumas fatais), anemia hemolítica, pancitopenia, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, leucocitose. Frequência desconhecida: Distúrbios do ouvido e do labirinto: zumbido e surdez Foi identificado potencial sinal de segurança referente à ocorrência de zumbido e surdez associada ao uso de inibidores de bomba de prótons (IBP). Embora as evidências disponíveis não permitam, até o momento, o estabelecimento de relação causal definitiva. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Experiência em Ensaios Clínicos com omeprazol Monoterapia Como os ensaios clínicos são conduzidos em condições muito variadas, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de um medicamento não podem ser comparadas diretamente com as taxas nos ensaios clínicos de outro medicamento e podem não refletir as taxas observadas na prática. Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição a cápsulas de liberação retardada de omeprazol em 3.096 pacientes de estudos clínicos em todo o mundo (465 pacientes de estudos nos EUA e 2.631 pacientes de estudos internacionais). As indicações estudadas clinicamente em ensaios nos EUA incluíram úlcera duodenal, úlcera resistente e síndrome de Zollinger-Ellison. Os ensaios clínicos internacionais foram duplo- cegos e de desenho aberto. As reações adversas mais comuns relatadas (ou seja, com uma taxa de incidência ≥ 2%) de pacientes tratados com omeprazol incluídos nesses estudos incluíram dor de cabeça (7%), dor abdominal (5%), náusea (4%), diarreia (4%), vômitos (3%) e flatulência (3%). As reações adversas adicionais que foram relatadas com uma incidência ≥ 1% incluíram regurgitação ácida (2%), infecção respiratória superior (2%), constipação (2%), tontura (2%), erupção cutânea (2%), astenia (1%), dor nas costas (1%) e tosse (1%). O perfil de segurança nos estudos clínicos em pacientes com mais de 65 anos de idade foi semelhante ao de pacientes com 65 anos de idade ou menos. O perfil de segurança nos estudos clínicos em pacientes pediátricos que receberam cápsulas de liberação retardada de omeprazol foi semelhante ao de pacientes adultos. Exclusivo para a população pediátrica, no entanto, reações adversas do sistema respiratório foram frequentemente relatadas na faixa etária de 2 a 16 anos, e lesões acidentais foram frequentemente relatadas na faixa etária de 2 a 16 anos (4%). Experiência de Ensaios Clínicos com omeprazol em Terapia Combinada para Erradicação de H. pylori Em ensaios clínicos usando terapia dupla com omeprazol e claritromicina, ou terapia tripla com omeprazol, claritromicina e amoxicilina, não foram observadas reações adversas exclusivas dessas combinações de medicamentos. As reações adversas observadas foram limitadas àquelas previamente relatadas com omeprazol, claritromicina ou amoxicilina isoladamente. Terapia dupla (omeprazol /claritromicina) As reações adversas observadas em ensaios clínicos controlados usando terapia combinada com omeprazol e claritromicina que diferiram daquelas previamente descritas para o omeprazol isolado foram alteração do paladar (15%), descoloração da língua (2%), rinite (2%), faringite (1%) e síndrome gripal (1%). Terapia tripla (omeprazol /claritromicina/amoxicilina) As reações adversas mais frequentes observadas em ensaios clínicos usando terapia combinada com omeprazol, claritromicina e amoxicilina foi diarreia (14%), alteração do paladar (10%) e cefaleia (7%). Deste modo, a frequência das reações adversas nos estudos clínicos com omeprazol pode ser classificada: Reação comum (≥ 1% e < 10%): dor de cabeça, dor abdominal, náusea, diarreia, vômitos, flatulência, regurgitação ácida, infecção do trato respiratório superior, constipação, tontura, erupção cutânea, astenia, dor nas costas e tosse. As reações adversas consideradas graves para omeprazol são (vide “5. Advertências e Precauções”): • Nefrite tubulointersticial aguda; • Diarreia associada a Clostridium difficile; • Fratura óssea; • Lúpus eritematoso cutâneo e sistêmico; • Deficiência de cianocobalamina (vitamina B-12); • Hipomagnesemia e Metabolismo Mineral; • Pólipos de glândulas fúndicas. Experiência pós-comercialização: as reações adversas descritas abaixo foram identificadas durante a comercialização de omeprazol. Estas reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho desconhecido, portanto não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade com o medicamento. Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, choque anafilático, angioedema, broncoespasmo, nefrite intersticial, urticária, febre; dor, fadiga, mal-estar, lúpus eritematoso sistêmico. Cardiovasculares: dor no peito ou angina, taquicardia, bradicardia, palpitações, pressão arterial elevada, edema periférico. Endócrinas: ginecomastia. Gastrointestinais: pancreatite (algumas fatais), anorexia, cólon irritável, descoloração fecal, candidíase esofágica, atrofia da mucosa da língua, estomatite, inchaço abdominal, boca seca, colite microscópica, pólipos de glândulas fúndicas. Foram notificados carcinoides gastroduodenais em pacientes com síndrome Zollinger- Ellison em tratamento a longo prazo com omeprazol. Acredita-se que esse achado seja uma manifestação da condição de base, que sabidamente está associada a tais tumores. Hepáticas: doença hepática, incluindo insuficiência hepática (algumas fatais), necrose hepática (algumas fatais), encefalopatia hepática, doença hepatocelular, doença colestática, hepatite mista, icterícia e elevações dos testes de função hepática (alanina, aminotransferase, aspartato aminotransferase, gama glutamiltransferase, fosfatase alcalina e bilirrubina). Infecções e Infestações: diarreia associada a Clostridium difficile. Distúrbios do Metabolismo e Nutricionais: hipoglicemia, hipomagnesemia com ou sem hipocalcemia e/ou hipocalemia, hiponatremia, ganho de peso. Musculoesqueléticas: fraqueza muscular, mialgia, cãibras musculares, dor nas articulações, dor nas pernas, fratura óssea. Sistema Nervoso/Psiquiátrico: distúrbios psiquiátricos e do sono, incluindo depressão, agitação, agressividade, alucinações, confusão, insônia, nervosismo, apatia, sonolência, ansiedade e anormalidades dos sonhos, tremores, parestesia, vertigem. Respiratórias: epistaxe, dor faríngea. Pele: reações cutâneas generalizadas graves, incluindo necrólise epidérmica tóxica (algumas fatais), síndrome de Stevens-Johnson, lúpus eritematoso cutâneo e eritema multiforme, fotossensibilidade, urticária, erupção, inflamação da pele, prurido, petéquias, púrpura, alopecia, pele seca, hiperidrose. Alterações sensoriais: zumbido, perversão gustativa. Oculares: atrofia óptica, neuropatia óptica isquêmica anterior, neurite óptica, síndrome do olho seco, irritação ocular, visão turva, visão dupla. Sistema urinário: nefrite intersticial, hematúria, proteinúria, creatinina sérica elevada, piúria microscópica, infecção do trato urinário, glicosúria, frequência urinária, dor testicular. Hematológicas: agranulocitose (algumas fatais), anemia hemolítica, pancitopenia, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, leucocitose. Frequência desconhecida: Distúrbios do ouvido e do labirinto: zumbido e surdez Foi identificado potencial sinal de segurança referente à ocorrência de zumbido e surdez associada ao uso de inibidores de bomba de prótons (IBP). Embora as evidências disponíveis não permitam, até o momento, o estabelecimento de relação causal definitiva. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

Apresentação 2 · III – Dizeres legais 19 palavras

Registro: 1.0235.0616 Registrado e produzida por: EMS S/A Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP – CEP: 13186-901 CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA Indústria Brasileira Ou Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Manaus/AM Av. Torquato Tapajós,17.703 - Área de Transição Manaus/AM- CEP: 69.041-025 VENDA SOB PRESCRIÇÃO SAC: 0800-019 19 14 Esta bula foi atualizada conforme e Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 03/10/2025 12/05/2026 bula-prof-011956-EMS-v2 bula-prof-011956-EMS-v3

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Apresentação 1: Cápsula dura de liberação retardada de 10 mg. Embalagem contendo 14…

SeçãoPalavras alteradasSemelhança
I – Identificação do medicamento100%
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde100%
1. Indicações100%
2. Resultados de eficácia100%
3. Características farmacológicas100%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções100%
6. Interações medicamentosas100%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar100%
9. Reações adversas100%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais100%

Apresentação 2: Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg. Embalagem contendo 07…

SeçãoPalavras alteradasSemelhança
I – Identificação do medicamento3488%
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde100%
1. Indicações100%
2. Resultados de eficácia100%
3. Características farmacológicas100%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções27100%
6. Interações medicamentosas100%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar100%
9. Reações adversas4997%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais1987%

Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.