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omeprazol · EMS S/A

Bula do profissional: 23/04/2021 → 27/08/2021

expediente 1558798213 → 3379836214 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: 3589III

4 = declarada pela empresa.

Alterações

removidoadicionado

3. Características farmacológicas 63 palavras

O omeprazol é um agente inibidor específico da bomba de prótons, quimicamente denominado como 5- metoxi-2[t2[(4- metoxi-3,5- dimetil-2-piridinil) metoxi-3,5-dimetil-2-piridinil) metil] sulfinil]-1H-benzimidazol, uma mistura racêmica de dois enantiômeros que inibem a secreção ácida gástrica. Sua fórmula empírica é C17 H19 N3O3S e seu peso molecular, 345,42. O omeprazol age por [… 391 palavras iguais …] insignificantes do fármaco inalterado foram eliminadas via renal ou pelas fezes. Nas doses terapêuticas, o omeprazol não se apresentou como indutor enzimático dos citocromos da subfamília do P450 (CYP) isorforme S- mefenitoína S-mefenitoína hidroxilase também conhecido como CYP 2C19. Muitos pacientes com deficiência nesse sistema enzimático serão metabolizadores lentos do omeprazol, podendo alcançar concentrações plasmáticas cinco ou mais vezes mais altas do que [… 128 palavras iguais …] diminuindo para 70 mL/min em pacientes com doença hepática crônica e para 250 mL/min em pacientes geriátricos. A meia-vida de eliminação é cerca de meia a uma hora e aumenta para quase três horas em pacientes com doença hepática crônica. mL/min/1,73 m2) é de 0,6 hora, não sendo significantemente diferente de voluntários sadios. A meia-vida plasmática média de 80 mg de omeprazol administrados oralmente em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance síndrome de creatinina Zollinger-Ellinson foi de 10 mL/min/1,73 m2 2,4 +/-0,5 h (variação de 1,2 a 62 5,6 horas). Essa meia-vida é significantemente mais longa empacientes em pacientes sadios, mas não em indivíduos mais velhos.
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O omeprazol é um agente inibidor específico da bomba de prótons, quimicamente denominado como 5- metoxi-2[t2[(4- metoxi-3,5- dimetil-2-piridinil) metoxi-3,5-dimetil-2-piridinil) metil] sulfinil]-1H-benzimidazol, uma mistura racêmica de dois enantiômeros que inibem a secreção ácida gástrica. Sua fórmula empírica é C17 H19 N3O3S e seu peso molecular, 345,42. O omeprazol age por inibição da H+K+ATPase, enzima localizada especificamente na célula parietal do estômago e responsável por uma das etapas finais no mecanismo de produção de ácido gástrico. Essa ação farmacológica, dose- dependente, inibe a etapa final da formação de ácido no estômago, proporcionando assim uma inibição altamente efetiva tanto da secreção ácida basal quanto da estimulada, independentemente do estímulo. O omeprazol atua de forma específica nas células parietais, não possuindo ação sobre os receptores de acetilcolina e histamina. A administração diária do omeprazol em dose única via oral causa rápida inibição da secreção ácida gástrica. Absorção: a biodisponibilidade oral é cerca de 30% a 40%. Após doses orais de 20 mg a 40 mg, a biodisponibilidade absoluta é de 30%-40% (comparada à administração intravenosa), sendo que essa porcentagem aumenta após administrações repetidas em cerca de 65% do estado de equilíbrio. O baixo grau de biodisponibilidade é principalmente devido ao metabolismo pré-sistêmico. A biodisponibilidade do omeprazol está aumentada em cerca de 100% comparada às doses intravenosas em pacientes com doenças hepáticas crônicas. A biodisponibilidade do omeprazol é maior em pacientes mais velhos comparados aos pacientes mais jovens. E, em pacientes com síndrome Zollinger- Ellinson (68%), não foi significantemente diferente de pacientes sadios mais velhos (79%) ou mais jovens (54%). A disponibilidade média sistêmica do omeprazol oral em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10-62 mL/min/1,43 m2) foi de 70%. A presença de alimento afeta o nível, mas não a extensão da absorção. Distribuição: a taxa de ligação às proteínas plasmáticas é de 95%-96%. O fármaco se liga principalmente à albumina sérica e à glicoproteína alfa-1-ácida. A ligação proteica média (95,2%) do omeprazol em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10 mL/min/1,73 m 2 a 62 mL/min/1,73 m2) não foi significantemente diferente de voluntários sadios. O volume de distribuição é de 0,34 L/kg a 0,37 L/kg, sendo menor em idosos do que em pacientes mais jovens. De acordo com estudo realizado, o volume de distribuição de 0,24 L/kg foi relatado em pacientes mais velhos comparados aos 0,34 L/kg a 0,37 L/kg dos pacientes mais jovens. Metabolismo: após administração de omeprazol radiomarcado (intravenoso e oral), 60% da radioatividade total foi recuperada na urina durante as primeiras seis horas. Durante os quatro dias seguintes, 75% a 78% da dose administrada foi recuperada na urina e 18% a 19% nas fezes. Quantidades insignificantes do fármaco inalterado foram eliminadas via renal ou pelas fezes. Nas doses terapêuticas, o omeprazol não se apresentou como indutor enzimático dos citocromos da subfamília do P450 (CYP) isorforme S- mefenitoína S-mefenitoína hidroxilase também conhecido como CYP 2C19. Muitos pacientes com deficiência nesse sistema enzimático serão metabolizadores lentos do omeprazol, podendo alcançar concentrações plasmáticas cinco ou mais vezes mais altas do que os pacientes com a enzima normal. Em pacientes idosos, o clearance plasmático do omeprazol está diminuído e a ASC da concentração plasmática está aumentada em comparação aos indivíduos jovens sadios. Alterações nesses parâmetros farmacocinéticos são próprias da redução do metabolismo secundário pela diminuição do fluxo e do volume sanguíneo hepático. Os metabólitos detectados, hidroxiomeprazol, sulfonomeprazol e sulfetomeprazol são inativos. Eliminação: a excreção do omeprazol é predominantemente renal (77%). Após administração de uma dose única oral de solução de omeprazol, uma pequena quantidade do fármaco inalterado foi eliminada via renal. A maior parte da dose (77%) é excretada na urina na forma de seis ou mais metabólitos. A quantidade remanescente da dose foi excretada nas fezes. O clearance corpóreo total é de cerca de 500 mL/min a 600 mL/min, diminuindo para 70 mL/min em pacientes com doença hepática crônica e para 250 mL/min em pacientes geriátricos. A meia-vida de eliminação é cerca de meia a uma hora e aumenta para quase três horas em pacientes com doença hepática crônica. mL/min/1,73 m2) é de 0,6 hora, não sendo significantemente diferente de voluntários sadios. A meia-vida plasmática média de 80 mg de omeprazol administrados oralmente em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance síndrome de creatinina Zollinger-Ellinson foi de 10 mL/min/1,73 m2 2,4 +/-0,5 h (variação de 1,2 a 62 5,6 horas). Essa meia-vida é significantemente mais longa empacientes em pacientes sadios, mas não em indivíduos mais velhos.

5. Advertências e precauções5 167 palavras

O omeprazol não provocou alterações laboratoriais relativas à função hepática e renal em indivíduos normais. Entretanto, deve ser administrado com supervisão adequada a indivíduos com função hepática ou renal alteradas. [… 15 palavras iguais …] de úlcera gástrica, a possibilidade de malignidade da lesão deve ser precocemente afastada, uma vez que o uso do omeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico dessa doença. Os inibidores da bomba de prótons estão associados, em casos raros, com a ocorrência de Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo (LECS). Se ocorrerem lesões, especialmente nas áreas da pele expostas ao sol, principalmente se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar orientação médica prontamente e o profissional de saúde deve considerar interromper o uso do produto. A ocorrência de LECS após um tratamento prévio com um inibidor da bomba de prótons pode aumentar o risco de LECS com outros inibidores da bomba de prótons. Uso em idosos: embora não seja necessário ajuste de dose em pacientes idosos, o nível de eliminação estará reduzido e sua biodisponibilidade, aumentada. Os pacientes devem ser monitorados adequadamente. Uso [… 297 palavras iguais …] para a mãe. Outros efeitos relacionados à inibição ácida: durante tratamento em longo prazo, foi relatado aumento na frequência de cistos glandulares gástricos. Essas inibições são consequência fisiológica da inibição pronunciada da secreção ácida, são benignas e parecem reversíveis. A acidez gástrica reduzida devido a qualquer motivo, incluindo tratamento com inibidores de bomba de prótons, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no trato gastrintestinal. O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de infecções gastrintestinais por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Ruigomez (1977). Deve-se considerar o risco de ocorrer hipersecreção gástrica de rebote em pacientes que interrompem um tratamento prolongado com inibidores da bomba de prótons. Uma redução gradual da dose do inibidor de bomba de prótons até a interrupção completa do tratamento pode ser considerada. Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Cada cápsula de omeprazol 10 mg contém 0,02 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 20 mg contém 0,04 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 40 mg contém 0,08 g de sacarose.
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O omeprazol não provocou alterações laboratoriais relativas à função hepática e renal em indivíduos normais. Entretanto, deve ser administrado com supervisão adequada a indivíduos com função hepática ou renal alteradas. Na terapia de longo prazo com omeprazol, há o risco de gastrite atrófica. Na presença de úlcera gástrica, a possibilidade de malignidade da lesão deve ser precocemente afastada, uma vez que o uso do omeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico dessa doença. Os inibidores da bomba de prótons estão associados, em casos raros, com a ocorrência de Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo (LECS). Se ocorrerem lesões, especialmente nas áreas da pele expostas ao sol, principalmente se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar orientação médica prontamente e o profissional de saúde deve considerar interromper o uso do produto. A ocorrência de LECS após um tratamento prévio com um inibidor da bomba de prótons pode aumentar o risco de LECS com outros inibidores da bomba de prótons. Uso em idosos: embora não seja necessário ajuste de dose em pacientes idosos, o nível de eliminação estará reduzido e sua biodisponibilidade, aumentada. Os pacientes devem ser monitorados adequadamente. Uso em pacientes com insuficiência renal ou hepática: não é necessário ajuste de dosagem nos pacientes com comprometimento renal. Em pacientes com insuficiência renal crônica com clearance de creatinina entre 10 mL/min/1,73 m2 e 62 mL/min/1,73 m2, a disposição do omeprazol não foi significantemente diferente da encontrada nos pacientes com função renal normal. Como os metabólitos do omeprazol são principalmente eliminados via hepática, sua eliminação diminui na proporção do clearance de creatinina individual. Porém, a disposição do omeprazol não é afetada pelos variados graus de disfunção renal, nos quais é compensada pela secreção biliar aumentada. É recomendado ajuste de dosagem em pacientes com disfunção hepática, principalmente nos tratamentos de longo prazo. Teratogenicidade, mutagenicidade e reprodução: estudos com animais revelaram reações adversas nos fetos (teratogênicos, embriogênicos ou outros) e não existem estudos controlados em mulheres grávidas ou mulheres em idade fértil. Estudos em animais revelaram evidência do aumento da ocorrência de dano fetal, mas sem evidência confirmada em humanos. Mulheres grávidas: Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não existem estudos adequados e bem controlados sobre o uso do omeprazol durante a gravidez e lactação. Concentrações de omeprazol foram detectadas no leite materno após a administração oral de 20 mg. O pico da concentração de omeprazol no leite materno foi menor do que 7% do pico sérico. Essa concentração corresponde a 0,004 mg de omeprazol em 200 mL de leite. Tendo em vista que o omeprazol é excretado no leite materno, o risco potencial de reações adversas sérias em lactentes e o risco potencial de tumorigenicidade mostrado pelo omeprazol em estudos de carcinogenicidade em ratos devem ser considerados para a decisão entre interromper a amamentação ou o omeprazol, levando-se em conta a importância da medicação para a mãe. Outros efeitos relacionados à inibição ácida: durante tratamento em longo prazo, foi relatado aumento na frequência de cistos glandulares gástricos. Essas inibições são consequência fisiológica da inibição pronunciada da secreção ácida, são benignas e parecem reversíveis. A acidez gástrica reduzida devido a qualquer motivo, incluindo tratamento com inibidores de bomba de prótons, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no trato gastrintestinal. O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de infecções gastrintestinais por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Ruigomez (1977). Deve-se considerar o risco de ocorrer hipersecreção gástrica de rebote em pacientes que interrompem um tratamento prolongado com inibidores da bomba de prótons. Uma redução gradual da dose do inibidor de bomba de prótons até a interrupção completa do tratamento pode ser considerada. Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Cada cápsula de omeprazol 10 mg contém 0,02 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 20 mg contém 0,04 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 40 mg contém 0,08 g de sacarose.

8. Posologia e modo de usar8 6 palavras

- Adultos Úlceras duodenais: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante duas a quatro semanas. Úlceras gástricas e esofagite de refluxo: 20 mg uma vez [… 52 palavras iguais …] ácida abaixo de 10 mEq durante a hora anterior à próxima dose. A posologia inicial é normalmente de 60 mg em dose única; posologias superiores a 80 mg/d devem ser administradas em duas vezes. - Esofagite de refluxo em crianças Crianças com mais de 1 ano de idade: 10 mg me em dose única administrada pela manhã com o auxílio de líquido (água ou suco de frutas; mas não leite). Crianças acima de 20 kg: 20 mg. Caso a criança tenha dificuldade [… 61 palavras iguais …] microgrânulos intactos misturados com pequena quantidade de suco de frutas ou água fria e tomados imediatamente. Os microgrânulos não devem ser mastigados e nem misturados com leite antes da administração.
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- Adultos Úlceras duodenais: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante duas a quatro semanas. Úlceras gástricas e esofagite de refluxo: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante quatro a oito semanas. Profilaxia de úlceras duodenais e esofagite de refluxo: 10 mg ou 20 mg antes do café da manhã. Síndrome de Zollinger-Ellison: a dosagem deve ser individualizada de maneira a se administrar a menor dose capaz de reduzir a secreção gástrica ácida abaixo de 10 mEq durante a hora anterior à próxima dose. A posologia inicial é normalmente de 60 mg em dose única; posologias superiores a 80 mg/d devem ser administradas em duas vezes. - Esofagite de refluxo em crianças Crianças com mais de 1 ano de idade: 10 mg me em dose única administrada pela manhã com o auxílio de líquido (água ou suco de frutas; mas não leite). Crianças acima de 20 kg: 20 mg. Caso a criança tenha dificuldade para engolir, as cápsulas podem ser abertas e o seu conteúdo pode ser misturado com líquido e ingerido imediatamente. Se necessário, a dose poderá ser aumentada, a critério médico, até, no máximo, 40 mg/d. As cápsulas devem ser tomadas imediatamente antes das refeições, preferencialmente pela manhã. Para os pacientes que tiverem dificuldade em engolir, as cápsulas podem ser abertas e os microgrânulos intactos misturados com pequena quantidade de suco de frutas ou água fria e tomados imediatamente. Os microgrânulos não devem ser mastigados e nem misturados com leite antes da administração.

9. Reações adversas9 65 palavras

Reação comum cefaleia, diarreia, constipação, dor abdominal, náusea, flatulência, comum vômito, regurgitação, (≥ 1% e < 10%) vômito, regurgitação, infecção do trato respiratório superior, tontura, rash, astenia, dor nas costas e tosse. Reação incomum parestesia, sonolência, insônia, vertigem. Aumento das enzimas hepáticas incomum (alanina, (≥ 0,1% e < 1%) hepáticas (alanina, aminotransferase, transaminase-glutâmico-oxalacética-sérica, transaminase-glutâmico- oxalacética-sérica, transpeptidase-gamaglutamil, fosfatase alcalina e bilirrubina). Erupção ou prurido, urticária, mal-estar. Reação rara confusão mental reversível, agitação, agressividade, depressão, alucinações (≥ 0,01% e < 0,1%) alucinações (especialmente em estado grave), ginecomastia, xerostomia, trombocitopenia, agranulocitose, pancitopenia, encefalopatia hepática (em pacientes com insuficiência hepática grave pré- existente), pré-existente), hepatite com ou sem icterícia, insuficiência hepática, artralgia, fraqueza muscular, mialgia, fotossensibilidade, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, alopecia, reações de hipersensibilidade (angioedema, febre, broncoespasmo, nefrite intersticial, choque anafilático), aumento da transpiração, edema periférico, turvação da visão, alteração do paladar, hiponatremia. hiponatremia, lúpus eritematoso cutâneo subagudo. - Experiência pós-comercialização As reações adversas descritas abaixo foram identificadas durante a comercialização de omeprazol. Estas reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho desconhecido, portanto não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade com o medicamento. Desordens cardíacas angina, taquicardia, bradicardia, palpitação. Desordens da pele e tecido eritema nodoso, rash , inflamação da pele, petéquias, púrpura, pele subcutâneo seca. tecido subcutâneo Desordens do ouvido e Tinido. e labirinto Desordens do sistema anemia, leucopenia, leucocitose, neutropenia, anemia hemolítica, anemia sistema megaloblástica. linfático e hematológicas anemia megaloblástica. Desordens do sistema tremor, letargia. sistema nervoso Desordens do sistema dor testicular. sistema reprodutivo e mama Desordens do tecido dor nas costas, espasmo muscular (cãibra), distúrbio muscular, fratura músculo esquelético e óssea, miosite, dor nos membros inferiores, rabdomiólise. conectivo Desordens gastrintestinais pancreatite, cólon irritável, descoloração fecal, estomatite, colite microscópica, gastrite atrófica, polipose glandular fúndica de estômago, hipergastrinemia, esofagite, duodenite, distensão abdominal. abdominal, hipersecreção ácida de rebote Durante o tratamento prolongado, foi observada alta frequência de aparecimento de cistos glandulares gástricos. Essas alterações são consequências fisiológicas da pronunciada inibição da secreção ácida, sendo benignas e parecendo reversíveis. Desordens genéticas, mutação genética. genéticas, familiares ou congênitas Desordens gerais e fadiga, dor no peito, edema periférico, atrofia da mucosa da língua. problemas no local de administração Desordens hepatobiliares necrose hepática, doença hepatocelular, doença colestática. Desordens metabólicas e Hipomagnesemia, hipoglicemia, hipercalemia, diminuição da absorção nutricionais de e nutricionais vitamina B12, anorexia. diplopia, irritação e inflamação ocular, síndrome do olho seco, atrofia Desordens oculares óptica, neuropatia óptica isquêmica anterior e neurite óptica. Desordens psiquiátricas desordens psiquiátricas, desordens do sono, apatia, nervosismo, ansiedade, sonhos anormais. Desordens renais e urinárias polaciúria, nefrite intersticial, piúria microscópica, proteinúria, hematúria, urinárias glicosúria, lesões renais, dificuldade urinária. Desordens respiratórias, epistaxe, dor de garganta, dispneia. respiratórias, torácicas e mediastinais Desordens vasculares hipotensão, vasculite leucoclástica cutânea. Infecções e infestações infecções do trato urinário, pneumonia, candidíase esofágica, diarreia por Clostridium difficile, superinfecção. Investigação creatinina sérica elevada, aumento da pressão arterial, aumento de peso. Lesão, envenenamento ou efeito carcinogênico. complicações por procedimentos Neoplasias benignas, câncer gastroduodenal tem sido reportado em pacientes com síndrome ZE benignas, malígnas e indefinidas ZE em tratamentos longos com omeprazol e acredita-se ser uma indefinidas manifestação da doença subjacente, que é conhecido por estar associado com tais tumores. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

III – Dizeres legais 4 palavras

Reg. M.S. nº. 1.0235.0616 Farm. Resp.: Dra. Telma Elaine Spina CRF/SP nº. 22.234 EMS S/A Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08 Bairro: Chácara Assay Hortolândia/SP CEP: 13186-901 CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA SAC: 0800 191914 0191914 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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SeçãoPalavras alteradasSemelhança
1. Indicações100%
2. Resultados de eficácia100%
3. Características farmacológicas6396%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções16786%
6. Interações medicamentosas100%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar699%
9. Reações adversas6594%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais495%

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