omeprazol · EMS S/A
Bula do profissional: 11/04/2021 → 23/04/2021
expediente 1382081218 → 1558798213 ·PDFs no Bulário da ANVISA
Alterações
removidoadicionado
2. Resultados de eficácia 28 palavras
Efeito na secreção ácido-gástrica: o omeprazol atua de forma específica, exclusivamente nas células parietais, não possuindo ação sobre receptores de acetilcolina e histamina, segundo estudo de Larsson et al. (1985). [… 89 palavras iguais …] gástrica reduzida devido a qualquer motivo, incluindo tratamento com inibidores da bomba de prótons, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no trato gastrintestinal. O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de infecções gastrintestinais, como por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Rui Gomez (1997).
ver a seção completa
Efeito na secreção ácido-gástrica: o omeprazol atua de forma específica, exclusivamente nas células parietais, não possuindo ação sobre receptores de acetilcolina e histamina, segundo estudo de Larsson et al. (1985). A inibição da secreção ácida está relacionada à área sob a curva da concentração plasmática versus tempo (ASC) de omeprazol e não à concentração plasmática real no devido tempo. Não foi observado até o momento fenômeno de taquifilaxia durante o tratamento com omeprazol, conforme estudo de Merki e Wilder-Smith (1994). Outros efeitos relacionados à inibição ácida: durante tratamento de longo prazo, foi relatado aumento na frequência de cistos glandulares gástricos. Essas inibições são consequência fisiológica da inibição pronunciada da secreção ácida, são benignas e parecem ser reversíveis. A acidez gástrica reduzida devido a qualquer motivo, incluindo tratamento com inibidores da bomba de prótons, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no trato gastrintestinal. O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de infecções gastrintestinais, como por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Rui Gomez (1997).
3. Características farmacológicas 57 palavras
O omeprazol é um agente inibidor específico da bomba de prótons, quimicamente denominado como 5-metoxi-2[t2[(4- 5- metoxi-2[t2[(4- metoxi-3,5- dimetil-2-piridinil) metil] sulfinil]-1H-benzimidazol, uma mistura racêmica de dois enantiômeros que inibem a secreção ácida gástrica. Sua fórmula empírica é C17 H19 N3O3S e seu peso molecular, 345,42. O omeprazol age por inibição da H+K+ATPase, enzima localizada especificamente na célula parietal do estômago e responsável por uma das etapas finais no mecanismo de produção de ácido gástrico. Essa ação farmacológica, dose-dependente, dose- dependente, inibe a etapa final da formação de ácido no estômago, proporcionando assim uma inibição altamente efetiva tanto da secreção ácida basal quanto da estimulada, independentemente do estímulo. O omeprazol atua [… 194 palavras iguais …] fármaco se liga principalmente à albumina sérica e à glicoproteína alfa-1-ácida. A ligação proteica média (95,2%) do omeprazol em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10 mL/min/1,73 m2 m 2 a 62 mL/min/1,73 m2) não foi significantemente diferente de voluntários sadios. O volume de distribuição é de 0,34 L/kg a 0,37 L/kg, sendo menor em idosos do que em pacientes [… 294 palavras iguais …] aumenta para quase três horas em pacientes com doença hepática crônica. A meia-vida plasmática média em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10 mL/min/1,73 m2 a 62 mL/min/1,73 m2) é de 0,6 hora, não sendo significantemente diferente de voluntários sadios. A meia-vida plasmática média de 80 mg de omeprazol administrados oralmente em pacientes com síndrome de Zollinger-Ellinson foi de 2,4 +/-0,5 h (variação de 1,2 a 5,6 horas). Essa meia-vida é significantemente mais longa em pacientes empacientes sadios, mas não em indivíduos mais velhos.
ver a seção completa
O omeprazol é um agente inibidor específico da bomba de prótons, quimicamente denominado como 5-metoxi-2[t2[(4- 5- metoxi-2[t2[(4- metoxi-3,5- dimetil-2-piridinil) metil] sulfinil]-1H-benzimidazol, uma mistura racêmica de dois enantiômeros que inibem a secreção ácida gástrica. Sua fórmula empírica é C17 H19 N3O3S e seu peso molecular, 345,42. O omeprazol age por inibição da H+K+ATPase, enzima localizada especificamente na célula parietal do estômago e responsável por uma das etapas finais no mecanismo de produção de ácido gástrico. Essa ação farmacológica, dose-dependente, dose- dependente, inibe a etapa final da formação de ácido no estômago, proporcionando assim uma inibição altamente efetiva tanto da secreção ácida basal quanto da estimulada, independentemente do estímulo. O omeprazol atua de forma específica nas células parietais, não possuindo ação sobre os receptores de acetilcolina e histamina. A administração diária do omeprazol em dose única via oral causa rápida inibição da secreção ácida gástrica. Absorção: a biodisponibilidade oral é cerca de 30% a 40%. Após doses orais de 20 mg a 40 mg, a biodisponibilidade absoluta é de 30%-40% (comparada à administração intravenosa), sendo que essa porcentagem aumenta após administrações repetidas em cerca de 65% do estado de equilíbrio. O baixo grau de biodisponibilidade é principalmente devido ao metabolismo pré-sistêmico. A biodisponibilidade do omeprazol está aumentada em cerca de 100% comparada às doses intravenosas em pacientes com doenças hepáticas crônicas. A biodisponibilidade do omeprazol é maior em pacientes mais velhos comparados aos pacientes mais jovens. E, em pacientes com síndrome Zollinger- Ellinson (68%), não foi significantemente diferente de pacientes sadios mais velhos (79%) ou mais jovens (54%). A disponibilidade média sistêmica do omeprazol oral em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10-62 mL/min/1,43 m2) foi de 70%. A presença de alimento afeta o nível, mas não a extensão da absorção. Distribuição: a taxa de ligação às proteínas plasmáticas é de 95%-96%. O fármaco se liga principalmente à albumina sérica e à glicoproteína alfa-1-ácida. A ligação proteica média (95,2%) do omeprazol em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10 mL/min/1,73 m2 m 2 a 62 mL/min/1,73 m2) não foi significantemente diferente de voluntários sadios. O volume de distribuição é de 0,34 L/kg a 0,37 L/kg, sendo menor em idosos do que em pacientes mais jovens. De acordo com estudo realizado, o volume de distribuição de 0,24 L/kg foi relatado em pacientes mais velhos comparados aos 0,34 L/kg a 0,37 L/kg dos pacientes mais jovens. Metabolismo: após administração de omeprazol radiomarcado (intravenoso e oral), 60% da radioatividade total foi recuperada na urina durante as primeiras seis horas. Durante os quatro dias seguintes, 75% a 78% da dose administrada foi recuperada na urina e 18% a 19% nas fezes. Quantidades insignificantes do fármaco inalterado foram eliminadas via renal ou pelas fezes. Nas doses terapêuticas, o omeprazol não se apresentou como indutor enzimático dos citocromos da subfamília do P450 (CYP) isorforme S- mefenitoína hidroxilase também conhecido como CYP 2C19. Muitos pacientes com deficiência nesse sistema enzimático serão metabolizadores lentos do omeprazol, podendo alcançar concentrações plasmáticas cinco ou mais vezes mais altas do que os pacientes com a enzima normal. Em pacientes idosos, o clearance plasmático do omeprazol está diminuído e a ASC da concentração plasmática está aumentada em comparação aos indivíduos jovens sadios. Alterações nesses parâmetros farmacocinéticos são próprias da redução do metabolismo secundário pela diminuição do fluxo e do volume sanguíneo hepático. Os metabólitos detectados, hidroxiomeprazol, sulfonomeprazol e sulfetomeprazol são inativos. Eliminação: a excreção do omeprazol é predominantemente renal (77%). Após administração de uma dose única oral de solução de omeprazol, uma pequena quantidade do fármaco inalterado foi eliminada via renal. A maior parte da dose (77%) é excretada na urina na forma de seis ou mais metabólitos. A quantidade remanescente da dose foi excretada nas fezes. O clearance corpóreo total é de cerca de 500 mL/min a 600 mL/min, diminuindo para 70 mL/min em pacientes com doença hepática crônica e para 250 mL/min em pacientes geriátricos. A meia-vida de eliminação é cerca de meia a uma hora e aumenta para quase três horas em pacientes com doença hepática crônica. A meia-vida plasmática média em pacientes com insuficiência renal crônica (clearance de creatinina de 10 mL/min/1,73 m2 a 62 mL/min/1,73 m2) é de 0,6 hora, não sendo significantemente diferente de voluntários sadios. A meia-vida plasmática média de 80 mg de omeprazol administrados oralmente em pacientes com síndrome de Zollinger-Ellinson foi de 2,4 +/-0,5 h (variação de 1,2 a 5,6 horas). Essa meia-vida é significantemente mais longa em pacientes empacientes sadios, mas não em indivíduos mais velhos.
5. Advertências e precauções 33 palavras
O omeprazol não provocou alterações laboratoriais relativas à função hepática e renal em indivíduos normais. Entretanto, deve ser administrado com supervisão adequada a indivíduos com função hepática ou renal alteradas. [… 454 palavras iguais …] de infecções gastrintestinais por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Ruigomez (1977). Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Cada cápsula de omeprazol 10 mg contém 0,02 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 20 mg contém 0,04 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 40 mg contém 0,08 g de sacarose.
ver a seção completa
O omeprazol não provocou alterações laboratoriais relativas à função hepática e renal em indivíduos normais. Entretanto, deve ser administrado com supervisão adequada a indivíduos com função hepática ou renal alteradas. Na terapia de longo prazo com omeprazol, há o risco de gastrite atrófica. Na presença de úlcera gástrica, a possibilidade de malignidade da lesão deve ser precocemente afastada, uma vez que o uso do omeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico dessa doença. Uso em idosos: embora não seja necessário ajuste de dose em pacientes idosos, o nível de eliminação estará reduzido e sua biodisponibilidade, aumentada. Os pacientes devem ser monitorados adequadamente. Uso em pacientes com insuficiência renal ou hepática: não é necessário ajuste de dosagem nos pacientes com comprometimento renal. Em pacientes com insuficiência renal crônica com clearance de creatinina entre 10 mL/min/1,73 m2 e 62 mL/min/1,73 m2, a disposição do omeprazol não foi significantemente diferente da encontrada nos pacientes com função renal normal. Como os metabólitos do omeprazol são principalmente eliminados via hepática, sua eliminação diminui na proporção do clearance de creatinina individual. Porém, a disposição do omeprazol não é afetada pelos variados graus de disfunção renal, nos quais é compensada pela secreção biliar aumentada. É recomendado ajuste de dosagem em pacientes com disfunção hepática, principalmente nos tratamentos de longo prazo. Teratogenicidade, mutagenicidade e reprodução: estudos com animais revelaram reações adversas nos fetos (teratogênicos, embriogênicos ou outros) e não existem estudos controlados em mulheres grávidas ou mulheres em idade fértil. Estudos em animais revelaram evidência do aumento da ocorrência de dano fetal, mas sem evidência confirmada em humanos. Mulheres grávidas: Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não existem estudos adequados e bem controlados sobre o uso do omeprazol durante a gravidez e lactação. Concentrações de omeprazol foram detectadas no leite materno após a administração oral de 20 mg. O pico da concentração de omeprazol no leite materno foi menor do que 7% do pico sérico. Essa concentração corresponde a 0,004 mg de omeprazol em 200 mL de leite. Tendo em vista que o omeprazol é excretado no leite materno, o risco potencial de reações adversas sérias em lactentes e o risco potencial de tumorigenicidade mostrado pelo omeprazol em estudos de carcinogenicidade em ratos devem ser considerados para a decisão entre interromper a amamentação ou o omeprazol, levando-se em conta a importância da medicação para a mãe. Outros efeitos relacionados à inibição ácida: durante tratamento em longo prazo, foi relatado aumento na frequência de cistos glandulares gástricos. Essas inibições são consequência fisiológica da inibição pronunciada da secreção ácida, são benignas e parecem reversíveis. A acidez gástrica reduzida devido a qualquer motivo, incluindo tratamento com inibidores de bomba de prótons, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no trato gastrintestinal. O tratamento com medicamentos que reduzem a acidez gástrica pode levar ao risco um pouco maior de infecções gastrintestinais por Salmonella e Campylobacter, segundo estudo de Garcia Rodriguez e Ruigomez (1977). Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Cada cápsula de omeprazol 10 mg contém 0,02 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 20 mg contém 0,04 g de sacarose. Cada cápsula de omeprazol 40 mg contém 0,08 g de sacarose.
7. Cuidados de armazenamento do medicamento 54 palavras
9. Reações adversas9 53 palavras
Reação comum cefaleia, diarreia, constipação, dor abdominal, náusea, flatulência, comum vômito, regurgitação, infecção (≥ 1% e < 10%) infecção do trato respiratório superior, tontura, rash, astenia, dor nas costas e tosse. Reação incomum parestesia, sonolência, insônia, vertigem. Aumento das enzimas hepáticas incomum (alanina, (≥ 0,1% e < 1%) aminotransferase, transaminase-glutâmico-oxalacética-sérica, transpeptidase-gamaglutamil, fosfatase alcalina e bilirrubina). Erupção ou prurido, urticária, mal-estar. Reação rara confusão mental reversível, agitação, agressividade, depressão, alucinações (especialmente em (≥ 0,01% e < 0,1%) (especialmente em estado grave), ginecomastia, xerostomia, trombocitopenia, agranulocitose, pancitopenia, encefalopatia hepática (em pacientes com insuficiência hepática grave pré-existente), pré- existente), hepatite com ou sem icterícia, insuficiência hepática, artralgia, fraqueza muscular, mialgia, fotossensibilidade, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, alopecia, reações de hipersensibilidade (angioedema, febre, broncoespasmo, nefrite intersticial, choque [… 36 palavras iguais …] de tamanho desconhecido, portanto não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade com o medicamento. Desordens cardíacas angina, taquicardia, bradicardia, palpitação. Desordens da pele e tecido eritema nodoso, rash , inflamação da pele, petéquias, púrpura, pele seca. tecido subcutâneo Desordens do ouvido Tinido. e Tinido. labirinto Desordens do sistema anemia, leucopenia, leucocitose, neutropenia, anemia hemolítica, anemia sistema megaloblástica. linfático e hematológicas Desordens do sistema tremor, letargia. sistema nervoso Desordens do sistema dor testicular. sistema reprodutivo e mama Desordens do tecido dor nas costas, espasmo muscular (cãibra), distúrbio muscular, fratura músculo esquelético e óssea, miosite, dor nos músculo esquelético e membros inferiores, rabdomiólise. conectivo Desordens gastrintestinais pancreatite, cólon irritável, descoloração fecal, estomatite, colite microscópica, gastrite atrófica, polipose glandular fúngica fúndica de estômago, hipergastrinemia, esofagite, duodenite, distensão abdominal. Durante o tratamento prolongado, foi observada alta frequência de aparecimento de cistos glandulares gástricos. Essas alterações são consequências fisiológicas da pronunciada inibição da secreção ácida, sendo benignas e parecendo reversíveis. Desordens genéticas, mutação genética. genéticas, familiares ou congênitas Desordens gerais e fadiga, dor no peito, edema periférico, atrofia da mucosa da língua. problemas no local de administração Desordens hepatobiliares necrose hepática, doença hepatocelular, doença colestática. Desordens metabólicas e Hipomagnesemia, hipoglicemia, hipercalemia, diminuição da absorção de e nutricionais vitamina B12, nutricionais anorexia. Desordens oculares diplopia, irritação e inflamação ocular, síndrome do olho seco, atrofia Desordens oculares óptica, neuropatia óptica isquêmica anterior e neurite óptica. Desordens psiquiátricas desordens psiquiátricas, desordens do sono, apatia, nervosismo, ansiedade, sonhos anormais. Desordens renais e polaciúria, nefrite intersticial, piúria microscópica, proteinúria, hematúria, urinárias glicosúria, lesões urinárias renais, dificuldade urinária. Desordens respiratórias, epistaxe, dor de garganta, dispneia. respiratórias, torácicas e mediastinais Desordens vasculares hipotensão, vasculite leucoclástica cutânea. Infecções e infestações infecções do trato urinário, pneumonia, candidíase esofágica, diarreia por Clostridium difficile, superinfecção. Investigação creatinina sérica elevada, aumento da pressão arterial, aumento de peso. Lesão, envenenamento ou efeito carcinogênico. complicações por procedimentos Neoplasias benignas, câncer gastroduodenal tem sido reportado em pacientes com síndrome ZE benignas, malígnas e em tratamentos malígnas e indefinidas longos com omeprazol e acredita-se ser uma indefinidas manifestação da doença subjacente, que é conhecido por estar associado com tais tumores. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
ver a seção completa
Reação comum cefaleia, diarreia, constipação, dor abdominal, náusea, flatulência, comum vômito, regurgitação, infecção (≥ 1% e < 10%) infecção do trato respiratório superior, tontura, rash, astenia, dor nas costas e tosse. Reação incomum parestesia, sonolência, insônia, vertigem. Aumento das enzimas hepáticas incomum (alanina, (≥ 0,1% e < 1%) aminotransferase, transaminase-glutâmico-oxalacética-sérica, transpeptidase-gamaglutamil, fosfatase alcalina e bilirrubina). Erupção ou prurido, urticária, mal-estar. Reação rara confusão mental reversível, agitação, agressividade, depressão, alucinações (especialmente em (≥ 0,01% e < 0,1%) (especialmente em estado grave), ginecomastia, xerostomia, trombocitopenia, agranulocitose, pancitopenia, encefalopatia hepática (em pacientes com insuficiência hepática grave pré-existente), pré- existente), hepatite com ou sem icterícia, insuficiência hepática, artralgia, fraqueza muscular, mialgia, fotossensibilidade, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, alopecia, reações de hipersensibilidade (angioedema, febre, broncoespasmo, nefrite intersticial, choque anafilático), aumento da transpiração, edema periférico, turvação da visão, alteração do paladar, hiponatremia. - Experiência pós-comercialização As reações adversas descritas abaixo foram identificadas durante a comercialização de omeprazol. Estas reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho desconhecido, portanto não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade com o medicamento. Desordens cardíacas angina, taquicardia, bradicardia, palpitação. Desordens da pele e tecido eritema nodoso, rash , inflamação da pele, petéquias, púrpura, pele seca. tecido subcutâneo Desordens do ouvido Tinido. e Tinido. labirinto Desordens do sistema anemia, leucopenia, leucocitose, neutropenia, anemia hemolítica, anemia sistema megaloblástica. linfático e hematológicas Desordens do sistema tremor, letargia. sistema nervoso Desordens do sistema dor testicular. sistema reprodutivo e mama Desordens do tecido dor nas costas, espasmo muscular (cãibra), distúrbio muscular, fratura músculo esquelético e óssea, miosite, dor nos músculo esquelético e membros inferiores, rabdomiólise. conectivo Desordens gastrintestinais pancreatite, cólon irritável, descoloração fecal, estomatite, colite microscópica, gastrite atrófica, polipose glandular fúngica fúndica de estômago, hipergastrinemia, esofagite, duodenite, distensão abdominal. Durante o tratamento prolongado, foi observada alta frequência de aparecimento de cistos glandulares gástricos. Essas alterações são consequências fisiológicas da pronunciada inibição da secreção ácida, sendo benignas e parecendo reversíveis. Desordens genéticas, mutação genética. genéticas, familiares ou congênitas Desordens gerais e fadiga, dor no peito, edema periférico, atrofia da mucosa da língua. problemas no local de administração Desordens hepatobiliares necrose hepática, doença hepatocelular, doença colestática. Desordens metabólicas e Hipomagnesemia, hipoglicemia, hipercalemia, diminuição da absorção de e nutricionais vitamina B12, nutricionais anorexia. Desordens oculares diplopia, irritação e inflamação ocular, síndrome do olho seco, atrofia Desordens oculares óptica, neuropatia óptica isquêmica anterior e neurite óptica. Desordens psiquiátricas desordens psiquiátricas, desordens do sono, apatia, nervosismo, ansiedade, sonhos anormais. Desordens renais e polaciúria, nefrite intersticial, piúria microscópica, proteinúria, hematúria, urinárias glicosúria, lesões urinárias renais, dificuldade urinária. Desordens respiratórias, epistaxe, dor de garganta, dispneia. respiratórias, torácicas e mediastinais Desordens vasculares hipotensão, vasculite leucoclástica cutânea. Infecções e infestações infecções do trato urinário, pneumonia, candidíase esofágica, diarreia por Clostridium difficile, superinfecção. Investigação creatinina sérica elevada, aumento da pressão arterial, aumento de peso. Lesão, envenenamento ou efeito carcinogênico. complicações por procedimentos Neoplasias benignas, câncer gastroduodenal tem sido reportado em pacientes com síndrome ZE benignas, malígnas e em tratamentos malígnas e indefinidas longos com omeprazol e acredita-se ser uma indefinidas manifestação da doença subjacente, que é conhecido por estar associado com tais tumores. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
10. Superdose 65 palavras
Doses únicas orais de até 160 mg foram bem toleradas. Os relatos de superdose em humanos referem-se a doses acima de 2.400 mg (120 vezes a dose clínica recomendada). As [… 96 palavras iguais …] Os animais apresentaram sedação, ptose, tremores, convulsões e atividade reduzida da temperatura corporal e respiratória. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III) DIZERES LEGAIS Reg. MS: nº. 1.0235.0616 Farm. Resp.: Dr. Ronoel Caza de Dio CRF-SP nº 19.710 Registrado, fabricado e embalado por: EMS S/A Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08 Bairro Chácara Assay CEP 13186-901 - Hortolândia/SP CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA Ou Fabricado por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Manaus/AM Embalado por: EMS S/A. Hortolândia/SP SAC: 0800 191914 www.ems.com.br VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ver a seção completa
Doses únicas orais de até 160 mg foram bem toleradas. Os relatos de superdose em humanos referem-se a doses acima de 2.400 mg (120 vezes a dose clínica recomendada). As manifestações foram variáveis e incluíram confusão, sonolência, visão embaçada, taquicardia, náusea, vômito, diaforese, flushing, dor de cabeça, boca seca e outras reações similares às observadas na experiência clínica. Os sintomas foram transitórios e nenhum efeito clínico sério foi relatado quando o omeprazol foi tomado sozinho. Não há antídoto específico para o omeprazol, ele é extensivamente metabolizado pelas proteínas plasmáticas e não é facilmente dialisável. Na ocorrência de superdose, deve ser adotado tratamento de suporte e sintomático. Doses únicas de omeprazol a 1.350 mg/kg, 1.139 mg/kg e 1.200 mg/kg foram letais em camundongos, ratos e cachorros, respectivamente. Os animais apresentaram sedação, ptose, tremores, convulsões e atividade reduzida da temperatura corporal e respiratória. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III) DIZERES LEGAIS Reg. MS: nº. 1.0235.0616 Farm. Resp.: Dr. Ronoel Caza de Dio CRF-SP nº 19.710 Registrado, fabricado e embalado por: EMS S/A Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08 Bairro Chácara Assay CEP 13186-901 - Hortolândia/SP CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA Ou Fabricado por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Manaus/AM Embalado por: EMS S/A. Hortolândia/SP SAC: 0800 191914 www.ems.com.br VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
III – Dizeres legais 39 palavras
Reg. M.S. nº. 1.0235.0616 Farm. Resp.: Dra. Telma Elaine Spina CRF/SP nº. 22.234 EMS S/A Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08 Bairro: Chácara Assay Hortolândia/SP CEP: 13186-901 CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA SAC: 0800 191914 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Todas as seções
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 28 |
| 3. Características farmacológicas | 57 |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | 33 |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | 54 |
| 8. Posologia e modo de usar | |
| 9. Reações adversas | 53 |
| 10. Superdose | 65 |
| III – Dizeres legais | 39 |
PDF sem marcação de estrutura: o texto foi extraído linha a linha, sem parágrafos, e quebras de página ou tabelas podem gerar diferenças que não existem na bula. Na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.