AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTASSIO · EMS S/A
Bula do profissional: 03/06/2022 → 31/07/2023
expediente 4250946223 → 0796103232 ·PDFs no Bulário da ANVISA
Alterações
removidoadicionado
2. Resultados de eficácia 7 palavras
Dados recentes indicam que as taxas de sucesso clínico para a amoxicilina/clavulanato no tratamento da infecção do trato respiratório e otite média aguda (OMA) são mantidas ~ mantida 90%. A amoxicilina/clavulanato, é amoxicilina/clavulanato é, portanto, um tratamento de grande valia para as infecções do trato respiratório, em especial porque o médico muitas vezes não é capaz de determinar o patógeno causador subjacente, e nestes [… 111 palavras iguais …] e 94,2% para o de três vezes ao dia. (Balgos AA, Rodriguez-Gomez G, et al. Efficacy of twice-daily amoxycillin/clavulanate in lower respiratory tract infections. Int J Clin Pract. 1999; 53(5):325-30.)
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Dados recentes indicam que as taxas de sucesso clínico para a amoxicilina/clavulanato no tratamento da infecção do trato respiratório e otite média aguda (OMA) são mantidas ~ mantida 90%. A amoxicilina/clavulanato, é amoxicilina/clavulanato é, portanto, um tratamento de grande valia para as infecções do trato respiratório, em especial porque o médico muitas vezes não é capaz de determinar o patógeno causador subjacente, e nestes casos faz-se necessária a terapia empírica. (White AR, Kaye C, et al. Augmentin® (amoxicillin/clavulanate) in the treatment of community-acquired respiratory tract infection: a review of the continuing development of an innovative antimicrobial agent. Journal of Antimicrobial Chemotherapy (2004) 53, Suppl. S1, i3–i20). Em um estudo duplo-cego envolvendo 324 pacientes com evidência clínica de pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou uma exacerbação aguda da bronquite crônica, que foram randomizados para receber tratamento de 10 dias com amoxicilina/clavulanato 875/125 mg duas vezes ao dia ou amoxicilina/ácido clavulânico 500/125 mg três vezes ao dia. No final da terapia, as taxas de sucesso clínico foram de 92,4% para o regime de duas vezes por dia e 94,2% para o de três vezes ao dia. (Balgos AA, Rodriguez-Gomez G, et al. Efficacy of twice-daily amoxycillin/clavulanate in lower respiratory tract infections. Int J Clin Pract. 1999; 53(5):325-30.)
5. Advertências e precauções 307 palavras
Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa sobre as reações prévias de hipersensibilidade a penicilinas e cefalosporinas ou a outros alérgenos. Há Houve relatos de reações de hipersensibilidade graves e ocasionalmente fatais em pacientes (incluindo reações adversas anafilactoides e cutâneas) em pacientes que recebem tratamento com derivados penicilânicos (vide “Contraindicações”). Essas reações ocorrem, mais provavelmente, em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou a múltiplos alérgenos (vide (ver “Contraindicações”. As reações de hipersensibilidade também podem progredir para a síndrome de Kounis, uma reação alérgica grave que pode resultar em infarto do miocárdio. Os sintomas destas reações podem incluir dor torácica que ocorre em associação com uma reação alérgica à amoxicilina-clavulanato (vide “Reações Adversas”). Caso haja amoxicilina-clavulanato. Ver Reações Adversas). A síndrome de enterocolite induzida por medicamentos foi relatada principalmente em crianças recebendo amoxicilina (ver Reações Adversas). A síndrome de enterocolite induzida por medicamentos é uma reação alérgica cujo sintoma principal é o vômito prolongado (1-4 horas após a administração do medicamento) na ausência de sintomas alérgicos na pele ou respiratórios. Outros sintomas podem incluir dor abdominal, letargia, diarreia, hipotensão ou leucocitose com neutrofilia. Em casos graves, a síndrome de enterocolite induzida por medicamentos pode evoluir para choque. Essas reações ocorrem, mais provavelmente, em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou a múltiplos alérgenos (ver Contraindicações). Se houver reação alérgica, recomenda-se descontinuar imediatamente deve-se interromper o uso de tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio e instituir uma terapia alternativa adequada. terapias alternativas adequadas. As reações anafiláticas graves requerem tratamento de emergência com epinefrina. Se necessário, pode-se adrenalina. Pode ser requerido também instituir tratamento com oxigênio, esteroides intravenosos (i.v.) (i.v) e assistência respiratória, inclusive intubação. gerenciamento das vias aéreas (incluindo intubação). Deve-se evitar o uso de amoxicilina + clavulanato de potássio em pacientes sob suspeita de mononucleose, uma vez que a ocorrência de rash cutâneo erupção cutânea de aspecto morbiliforme tem sido associada à amoxicilina. (ver Contraindicações). O uso prolongado também pode, ocasionalmente, resultar em crescimento excessivo de organismos microrganismos não sensíveis. Foi relatada colite pseudomembranosa com o uso de antibióticos, que pode ter gravidade variada entre leve e risco à vida. Portanto, é importante considerar o diagnóstico de doentes [… 40 palavras iguais …] do tempo de protrombina (aumento da razão normalizada internacional, INR) em alguns pacientes que receberam tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio e anticoagulantes orais. Deve-se fazer o monitoramento apropriado quando anticoagulantes forem prescritos para uso concomitante. em caso de prescrição concomitante de anticoagulantes. Podem ser necessários ajustes de dose de anticoagulantes orais para manter o nível desejado de anticoagulação. Observaram-se mudanças da alterações nos testes de função hepática em alguns pacientes sob tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio. A importância significância clínica dessas mudanças é incerta, mas amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser usada com cautela em pacientes que apresentam evidência de disfunção hepática. Houve relatos raros de icterícia colestática, que pode ser grave, mas geralmente é reversível. Os sinais e sintomas de icterícia talvez não surjam tardiamente e só se manifestem no período de até seis várias semanas após a interrupção do tratamento. Para os pacientes com disfunção insuficiência renal, deve-se ajustar a dosagem (vide “Posologia e Modo de Usar”). Nos Os relatos de cristalúria, em pacientes que apresentaram redução do volume de produção de urina, muito raramente se observou cristalúria, que ocorreu sobretudo com diurese reduzida foram raros e ocorreram predominantemente naqueles sob terapia parenteral. Durante a administração de altas doses de amoxicilina + clavulanato de potássio, deve-se manter ingestão adequada de líquidos, assim como eliminação normal de urina, a fim de minimizar para reduzir a possibilidade de cristalúria. cristalúria associada ao uso da amoxicilina (ver Superdose). A insuficiência renal não retarda a excreção do clavulanato de potássio nem da amoxicilina. Contudo, para os pacientes com insuficiência renal moderada ou grave, deve-se ajustar a dose de amoxicilina [… 247 palavras iguais …] leite materno, não existem efeitos nocivos para a criança. Categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento.
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Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa sobre as reações prévias de hipersensibilidade a penicilinas e cefalosporinas ou a outros alérgenos. Há Houve relatos de reações de hipersensibilidade graves e ocasionalmente fatais em pacientes (incluindo reações adversas anafilactoides e cutâneas) em pacientes que recebem tratamento com derivados penicilânicos (vide “Contraindicações”). Essas reações ocorrem, mais provavelmente, em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou a múltiplos alérgenos (vide (ver “Contraindicações”. As reações de hipersensibilidade também podem progredir para a síndrome de Kounis, uma reação alérgica grave que pode resultar em infarto do miocárdio. Os sintomas destas reações podem incluir dor torácica que ocorre em associação com uma reação alérgica à amoxicilina-clavulanato (vide “Reações Adversas”). Caso haja amoxicilina-clavulanato. Ver Reações Adversas). A síndrome de enterocolite induzida por medicamentos foi relatada principalmente em crianças recebendo amoxicilina (ver Reações Adversas). A síndrome de enterocolite induzida por medicamentos é uma reação alérgica cujo sintoma principal é o vômito prolongado (1-4 horas após a administração do medicamento) na ausência de sintomas alérgicos na pele ou respiratórios. Outros sintomas podem incluir dor abdominal, letargia, diarreia, hipotensão ou leucocitose com neutrofilia. Em casos graves, a síndrome de enterocolite induzida por medicamentos pode evoluir para choque. Essas reações ocorrem, mais provavelmente, em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou a múltiplos alérgenos (ver Contraindicações). Se houver reação alérgica, recomenda-se descontinuar imediatamente deve-se interromper o uso de tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio e instituir uma terapia alternativa adequada. terapias alternativas adequadas. As reações anafiláticas graves requerem tratamento de emergência com epinefrina. Se necessário, pode-se adrenalina. Pode ser requerido também instituir tratamento com oxigênio, esteroides intravenosos (i.v.) (i.v) e assistência respiratória, inclusive intubação. gerenciamento das vias aéreas (incluindo intubação). Deve-se evitar o uso de amoxicilina + clavulanato de potássio em pacientes sob suspeita de mononucleose, uma vez que a ocorrência de rash cutâneo erupção cutânea de aspecto morbiliforme tem sido associada à amoxicilina. (ver Contraindicações). O uso prolongado também pode, ocasionalmente, resultar em crescimento excessivo de organismos microrganismos não sensíveis. Foi relatada colite pseudomembranosa com o uso de antibióticos, que pode ter gravidade variada entre leve e risco à vida. Portanto, é importante considerar o diagnóstico de doentes que desenvolvam diarreia durante ou após o uso de antibióticos. Se ocorrer diarreia prolongada ou significativa, ou o paciente sentir cólicas abdominais, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e a condição do paciente investigada. Houve relatos raros de prolongamento anormal do tempo de protrombina (aumento da razão normalizada internacional, INR) em alguns pacientes que receberam tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio e anticoagulantes orais. Deve-se fazer o monitoramento apropriado quando anticoagulantes forem prescritos para uso concomitante. em caso de prescrição concomitante de anticoagulantes. Podem ser necessários ajustes de dose de anticoagulantes orais para manter o nível desejado de anticoagulação. Observaram-se mudanças da alterações nos testes de função hepática em alguns pacientes sob tratamento com amoxicilina + clavulanato de potássio. A importância significância clínica dessas mudanças é incerta, mas amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser usada com cautela em pacientes que apresentam evidência de disfunção hepática. Houve relatos raros de icterícia colestática, que pode ser grave, mas geralmente é reversível. Os sinais e sintomas de icterícia talvez não surjam tardiamente e só se manifestem no período de até seis várias semanas após a interrupção do tratamento. Para os pacientes com disfunção insuficiência renal, deve-se ajustar a dosagem (vide “Posologia e Modo de Usar”). Nos Os relatos de cristalúria, em pacientes que apresentaram redução do volume de produção de urina, muito raramente se observou cristalúria, que ocorreu sobretudo com diurese reduzida foram raros e ocorreram predominantemente naqueles sob terapia parenteral. Durante a administração de altas doses de amoxicilina + clavulanato de potássio, deve-se manter ingestão adequada de líquidos, assim como eliminação normal de urina, a fim de minimizar para reduzir a possibilidade de cristalúria. cristalúria associada ao uso da amoxicilina (ver Superdose). A insuficiência renal não retarda a excreção do clavulanato de potássio nem da amoxicilina. Contudo, para os pacientes com insuficiência renal moderada ou grave, deve-se ajustar a dose de amoxicilina + clavulanato de potássio (vide “Posologia e Modo de Usar”). Embora a amoxicilina + clavulanato de potássio tenha a característica de baixa toxicidade do grupo dos antibióticos penicilânicos, recomenda-se, durante tratamentos prolongados, o acompanhamento periódico das funções orgânicas, inclusive renais, hepáticas e hematopoiéticas. Deve-se considerar a possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias durante o tratamento. Se ocorrer superinfecção (que usualmente envolve Pseudomonas ou Candida), recomenda-se descontinuar a droga e/ou instituir terapia apropriada. A amoxicilina + clavulanato de potássio comprimidos não contém sacarose, tartrazina ou quaisquer outros corantes azo. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas. Gravidez e Lactação Gravidez Estudos sobre reprodução em animais (camundongos e ratos) nos quais amoxicilina + clavulanato de potássio foi administrado por via oral e parenteral não demonstraram efeitos teratogênicos. Em um único estudo, feito com mulheres que haviam tido parto prematuro com ruptura precoce da bolsa amniótica, relatou-se que o uso profilático de amoxicilina + clavulanato de potássio pode estar associado ao aumento do risco de o neonato apresentar enterocolite necrotizante. Como ocorre com todos os medicamentos, deve-se evitar o uso de amoxicilina + clavulanato de potássio na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, a menos que o médico o considere essencial. Lactação A amoxicilina + clavulanato de potássio pode ser administrado durante o período de lactação. Com exceção do risco de sensibilidade associado à excreção de pequenas quantidades da droga no leite materno, não existem efeitos nocivos para a criança. Categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento.
6. Interações medicamentosas 47 palavras
O uso concomitante de probenecida não é recomendável. A probenecida retarda diminui a excreção secreção tubular renal da amoxicilina. Seu O uso concomitante com o de amoxicilina + clavulanato de potássio pode resultar em aumento e prolongamento do nível de amoxicilina no sangue, mas não de ácido clavulânico, não sendo, portanto, recomendável. A administração concomitante clavulânico. O uso de alopurinol e durante o tratamento com amoxicilina aumenta consideravelmente a incidência de rash em comparação ao uso isolado de amoxicilina. Não se sabe se essa potencialização do efeito da amoxicilina se deve ao alopurinol ou à [… 186 palavras iguais …] 50% após o início do uso de amoxicilina + ácido clavulânico por via oral. A mudança no nível pré-dose pode não representar com precisão alterações na exposição geral ao MPA. As penicilinas podem reduzir a excreção de metotrexato causando um potencial aumento na toxicidade.
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O uso concomitante de probenecida não é recomendável. A probenecida retarda diminui a excreção secreção tubular renal da amoxicilina. Seu O uso concomitante com o de amoxicilina + clavulanato de potássio pode resultar em aumento e prolongamento do nível de amoxicilina no sangue, mas não de ácido clavulânico, não sendo, portanto, recomendável. A administração concomitante clavulânico. O uso de alopurinol e durante o tratamento com amoxicilina aumenta consideravelmente a incidência de rash em comparação ao uso isolado de amoxicilina. Não se sabe se essa potencialização do efeito da amoxicilina se deve ao alopurinol ou à hiperuricemia presente nesses casos. Não há dados sobre a administração concomitante de amoxicilina + clavulanato de potássio e alopurinol. Da mesma forma que outros antibióticos, amoxicilina + clavulanato de potássio pode afetar a flora intestinal e assim reduzir a reabsorção de estrógenos. Com isso, se amoxicilina + clavulanato de potássio é usado em combinação com contraceptivos orais, estes podem ter sua eficácia reduzida. A amoxicilina + clavulanato de potássio não deve ser administrado junto com dissulfiram. Relatou-se prolongamento do tempo de sangramento e do tempo de protrombina em alguns pacientes tratados com amoxicilina + clavulanato de potássio. Assim, este medicamento deve ser usado com cautela nos pacientes sob tratamento com anticoagulantes. Há, na literatura, raros casos de aumento da INR em pacientes em uso de acenocumarol ou varfarina que recebem um ciclo de tratamento com amoxicilina. Se a coadministração for necessária, o tempo de protrombina e a INR devem ser cuidadosamente monitorados com o início ou interrupção da terapia com amoxicilina + clavulanato de potássio. Em pacientes que receberam micofenolato de mofetila, foi relatada uma redução na concentração do metabólito ativo ácido micofenólico de cerca de 50% após o início do uso de amoxicilina + ácido clavulânico por via oral. A mudança no nível pré-dose pode não representar com precisão alterações na exposição geral ao MPA. As penicilinas podem reduzir a excreção de metotrexato causando um potencial aumento na toxicidade.
9. Reações adversas 151 palavras
Usaram-se dados de estudos clínicos feitos com grande número de pacientes para determinar a frequência das reações indesejáveis (de muito comuns a raras). A frequência de todas as outras reações [… 79 palavras iguais …] 1/100 e ˂ 1/10) - candidíase mucocutânea; - náusea e vômitos (em adultos)*; - diarreia, náusea e vômitos (em crianças)*; - vaginite. Reações incomuns (> 1/1.000 e ˂ 1/100) - tontura; vertigem; - dor de cabeça; cefaleia; - indigestão; - aumento moderado de AST e/ou ALT em pacientes tratados com antibióticos betalactâmicos, mas o significado a significância desse achado ainda é desconhecido**; - rash, erupção cutânea, prurido e urticária. (se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado). Reações raras (> 1/10.000 e ˂ 1/1.000) - leucopenia reversível (inclusive neutropenia) neutropenia grave ou agranulocitose) e trombocitopenia; - eritema multiforme. multiforme se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado). Reações muito raras (< 1/10.000) - agranulocitose reversível e anemia hemolítica, prolongamento do tempo de sangramento e do tempo de protrombina; - edema angioneurótico, anafilaxia, síndrome semelhante à - (Advertências e Precauções), vasculite por hipersensibilidade e doença do soro e vasculite de hipersensibilidade; - Síndrome de Kounis (vide “Advertências e Precauções”); soro; - hiperatividade reversível e reversível, meningite asséptica convulsões (estas podem ocorrer em pacientes com função renal reduzida prejudicada ou naqueles que tomam altas doses); - Síndrome de Kounis (ver Advertências e Precauções); - colite associada a antibióticos (entre elas, (inclusive, colite pseudomembranosa e hemorrágica) (vide “Advertências (síndrome de enterocolite induzida por medicamentos (ver Advertências e Precauções”) Precauções); - língua pilosa negra; - hepatite e icterícia colestática (esses eventos foram observados também ocorreram com outros penicilínicos e cefalosporínicos)**; outras penicilinas ou cefalosporinas); - síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite esfoliativa bolhosa, bolhosa esfoliativa, exantema pustuloso generalizado agudo e reações do medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS); (DRESS e doença de IgA linear (se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado) - nefrite intersticial e cristalúria; - meningite asséptica. cristalúria (ver Superdose); Outras reações adversas - trombocitopenia e púrpura; - ansiedade, insônia e confusão mental (relatos raros); - glossite. Se ocorrer qualquer reação dermatológica de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado. *A náusea está comumente associada a altas dosagens orais. Caso Se forem evidentes, as reações gastrintestinais se tornem evidentes, é possível minimizá-las podem ser reduzidas administrando-se a dose do produto no início das refeições. **Houve relatos de eventos hepáticos, predominantemente em homens e idosos, que podem estar associados a tratamentos prolongados. São muito raros os [… 63 palavras iguais …] grave ou que faziam uso de outros medicamentos com conhecido potencial para provocar efeitos hepáticos indesejáveis. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Usaram-se dados de estudos clínicos feitos com grande número de pacientes para determinar a frequência das reações indesejáveis (de muito comuns a raras). A frequência de todas as outras reações indesejáveis (isto é, aquelas que ocorreram em nível menor que 1/10.000) foi determinada utilizando-se principalmente dados de pós-comercialização e se refere à taxa de relatos, e não à frequência real. Utilizou-se a seguinte convenção na classificação da frequência das reações: muito comuns (> 1/10), comuns (> 1/100 a ˂ 1/10), incomuns (> 1/1.000 a < 1/100), raras (> 1/10.000 a < 1/1.000) e muito raras (˂ 1/10.000). Reações muito comuns (> 1/10) - diarreia (em adultos) Reações comuns (> 1/100 e ˂ 1/10) - candidíase mucocutânea; - náusea e vômitos (em adultos)*; - diarreia, náusea e vômitos (em crianças)*; - vaginite. Reações incomuns (> 1/1.000 e ˂ 1/100) - tontura; vertigem; - dor de cabeça; cefaleia; - indigestão; - aumento moderado de AST e/ou ALT em pacientes tratados com antibióticos betalactâmicos, mas o significado a significância desse achado ainda é desconhecido**; - rash, erupção cutânea, prurido e urticária. (se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado). Reações raras (> 1/10.000 e ˂ 1/1.000) - leucopenia reversível (inclusive neutropenia) neutropenia grave ou agranulocitose) e trombocitopenia; - eritema multiforme. multiforme se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado). Reações muito raras (< 1/10.000) - agranulocitose reversível e anemia hemolítica, prolongamento do tempo de sangramento e do tempo de protrombina; - edema angioneurótico, anafilaxia, síndrome semelhante à - (Advertências e Precauções), vasculite por hipersensibilidade e doença do soro e vasculite de hipersensibilidade; - Síndrome de Kounis (vide “Advertências e Precauções”); soro; - hiperatividade reversível e reversível, meningite asséptica convulsões (estas podem ocorrer em pacientes com função renal reduzida prejudicada ou naqueles que tomam altas doses); - Síndrome de Kounis (ver Advertências e Precauções); - colite associada a antibióticos (entre elas, (inclusive, colite pseudomembranosa e hemorrágica) (vide “Advertências (síndrome de enterocolite induzida por medicamentos (ver Advertências e Precauções”) Precauções); - língua pilosa negra; - hepatite e icterícia colestática (esses eventos foram observados também ocorreram com outros penicilínicos e cefalosporínicos)**; outras penicilinas ou cefalosporinas); - síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite esfoliativa bolhosa, bolhosa esfoliativa, exantema pustuloso generalizado agudo e reações do medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS); (DRESS e doença de IgA linear (se ocorrer qualquer reação de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado) - nefrite intersticial e cristalúria; - meningite asséptica. cristalúria (ver Superdose); Outras reações adversas - trombocitopenia e púrpura; - ansiedade, insônia e confusão mental (relatos raros); - glossite. Se ocorrer qualquer reação dermatológica de hipersensibilidade, o tratamento deve ser descontinuado. *A náusea está comumente associada a altas dosagens orais. Caso Se forem evidentes, as reações gastrintestinais se tornem evidentes, é possível minimizá-las podem ser reduzidas administrando-se a dose do produto no início das refeições. **Houve relatos de eventos hepáticos, predominantemente em homens e idosos, que podem estar associados a tratamentos prolongados. São muito raros os relatos desses eventos em crianças. Crianças e adultos: alguns sinais e sintomas usualmente ocorrem durante o tratamento ou logo após, mas em certos casos podem não se tornar aparentes até várias semanas depois do término da terapia. São normalmente reversíveis. Os eventos hepáticos podem ser graves; em circunstâncias extremamente raras, houve relatos de mortes. Estas ocorreram quase sempre entre pacientes com doença subjacente grave ou que faziam uso de outros medicamentos com conhecido potencial para provocar efeitos hepáticos indesejáveis. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
10. Superdose 9 palavras
É pouco provável que ocorram problemas causados por superdosagem de amoxicilina + clavulanato de potássio. Caso sintomas gastrintestinais e distúrbios do balanço hidreletrolítico se tornem evidentes, deve-se instituir tratamento sintomático. sintomático, com atenção para o balanço de água/eletrólitos. A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise. O peso molecular, o grau de ligação proteica e o perfil farmacocinético do ácido clavulânico, em conjunto com informações sobre um [… 201 palavras iguais …] de ligação sérica; cerca de 70% permanecem livres no soro. A duplicação da dosagem de amoxicilina + clavulanato de potássio pode aumentar os níveis séricos a valores proporcionalmente mais altos.
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É pouco provável que ocorram problemas causados por superdosagem de amoxicilina + clavulanato de potássio. Caso sintomas gastrintestinais e distúrbios do balanço hidreletrolítico se tornem evidentes, deve-se instituir tratamento sintomático. sintomático, com atenção para o balanço de água/eletrólitos. A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise. O peso molecular, o grau de ligação proteica e o perfil farmacocinético do ácido clavulânico, em conjunto com informações sobre um paciente com insuficiência renal, sugerem que essa droga também pode ser removida por hemodiálise. Observou-se cristalúria causada pelo uso de amoxicilina, que em alguns casos levou à falência renal (vide “Advertências e Precauções”). Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. INFORMAÇÕES ADICIONAIS A resistência a muitos dos antibióticos é causada por enzimas bacterianas que os destroem antes que eles possam agir sobre o patógeno. O clavulanato existente em amoxicilina + clavulanato de potássio antecipa esse mecanismo de defesa bloqueando as enzimas betalactamases e, dessa forma, neutralizando os organismos sensíveis ao rápido efeito bactericida da amoxicilina em concentrações prontamente atingidas no corpo. Usado isoladamente, o clavulanato apresenta baixa atividade antibacteriana; entretanto, em associação com a amoxicilina, como em amoxicilina + clavulanato de potássio, torna-se um agente antibiótico de amplo espectro e de larga aplicação em hospitais e na clínica geral. A farmacocinética dos dois componentes de amoxicilina + clavulanato de potássio é quase equivalente. O pico dos níveis séricos das duas substâncias ocorre cerca de 1 hora após a administração oral. A absorção de amoxicilina + clavulanato de potássio é favorecida no início da refeição. Tanto o clavulanato quanto a amoxicilina têm baixos níveis de ligação sérica; cerca de 70% permanecem livres no soro. A duplicação da dosagem de amoxicilina + clavulanato de potássio pode aumentar os níveis séricos a valores proporcionalmente mais altos.
III – Dizeres legais 4 palavras
MS-1.0235.0532 Farm. Resp.: Dra. Telma Elaine Spina CRF-SP nº 22.234 Registrado por: EMS S/A Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP - CEP: 13186-901 CNPJ: 57.507.378/0003-65 INDÚSTRIA BRASILEIRA Fabricado e embalado por: MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Jaguariúna/SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 18/05/2022. bula-prof-024229-EMS-180522 11/05/2023. bula-prof-024229-EMS-v1
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| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | 7 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | |
| 5. Advertências e precauções | 307 |
| 6. Interações medicamentosas | 47 |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | |
| 9. Reações adversas | 151 |
| 10. Superdose | 9 |
| III – Dizeres legais | 4 |
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