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Glivance XR · MERCK S/A

Bula do profissional: 14/09/2026 → 14/09/2026

expediente 0126571261 → 0952538261 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: 3569III

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3. Características farmacológicas 23 palavras

Glivance® XR combina dois fármacos anti-hiperglicêmicos com mecanismos de ação complementares para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2: o cloridrato de metformina, da classe das biguanidas [… 110 palavras iguais …] e da glicogenólise; 2. no músculo, aumentando a sensibilidade à insulina, melhorando a captação e utilização de glicose periférica; 3. e retardando a absorção de glicose no intestino. Níveis elevados do hormônio tireoestimulante (TSH) estão associados à resistência à insulina; a metformina reduz os níveis de TSH em indivíduos com hipotireoidismo. A metformina estimula a síntese de glicogênio intracelular atuando na glicogênio sintase. A metformina aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de glicose de membrana. [… 882 palavras iguais …] em populações especiais com o produto em associação de doses fixas. ESTUDOS DE INTERAÇÃO Não foram conduzidos estudos de interação com o produto em associação de doses fixas.
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Glivance® XR combina dois fármacos anti-hiperglicêmicos com mecanismos de ação complementares para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2: o cloridrato de metformina, da classe das biguanidas e a gliclazida, da classe das sulfonilureias. A gliclazida atua principalmente estimulando a secreção de insulina pelo pâncreas, enquanto a metformina reduz a resistência celular à insulina agindo na sensibilidade periférica (músculo esquelético) e hepática à insulina. Código ATC: A10B D02 FARMACODINÂMICA Ambos os medicamentos possuem efeito hipoglicêmico, porém atuam por meio de mecanismos e locais de ação distintos. Suas ações são complementares. Metformina A metformina possui efeitos hipoglicêmicos, reduzindo tanto a glicose plasmática basal quanto a pós-prandial. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, não produz hipoglicemia. A metformina reduz a glicemia provavelmente através de 3 mecanismos: 1. redução da produção de glicose hepática, por inibição da gliconeogênese e da glicogenólise; 2. no músculo, aumentando a sensibilidade à insulina, melhorando a captação e utilização de glicose periférica; 3. e retardando a absorção de glicose no intestino. Níveis elevados do hormônio tireoestimulante (TSH) estão associados à resistência à insulina; a metformina reduz os níveis de TSH em indivíduos com hipotireoidismo. A metformina estimula a síntese de glicogênio intracelular atuando na glicogênio sintase. A metformina aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de glicose de membrana. Gliclazida A gliclazida exerce seu efeito hipoglicêmico por meio da estimulação da secreção de insulina pela inibição dos canais de potássio sensíveis ao ATP (KATP) nas células β pancreáticas via receptor de sulfonilureia 1. A gliclazida restaura o primeiro pico de secreção de insulina em resposta à glicose e aumenta a segunda fase de secreção de insulina. Além destas propriedades metabólicas, a gliclazida possui propriedades hemovasculares. FARMACOCINÉTICA METFORMINA E GLICLAZIDA Uma dose única da associação em doses fixas (comprimido de liberação prolongada de metformina 500 mg e gliclazida 30 mg) mostrou ser bioequivalente a uma dose única de comprimido de liberação prolongada de metformina 500 mg e comprimido de ação modificada de gliclazida 30 mg, respectivamente. Com base nos resultados dos dois estudos de bioequivalência comparando a associação de doses fixas com a combinação livre dos produtos de referência em condições de jejum ou alimentada, o seguinte efeito de alimentos pode ser assumido: após administração oral da associação de dose fixa 500 mg/30 mg de cloridrato de metformina e gliclazida na forma de comprimidos de liberação prolongada, alimentos não apresentaram efeito sobre a ASC de gliclazida, enquanto que a C máx média foi elevada em aproximadamente 20%. Para a metformina, a taxa e a absorção médias foram aumentadas na condição alimentada; C máx e ASC em aproximadamente 18% e 65% respectivamente em comparação com o estado em jejum. Absorção Após administração oral única no estado em jejum da associação de dose fixa (comprimido de liberação prolongada de cloridrato de metformina 500 mg e gliclazida 30 mg), a concentração plasmática média máxima (C máx ) de 575,3 ng/mL para a metformina foi atingida após 3,7 h (T máx média), e a C máx de 765,4 ng/mL para gliclazida foi atingida com uma T máx média após 8,7 h. A meia-vida plasmática média (T 1/2 ) foi de 3,1 h para metformina e 17,5 h para gliclazida, respectivamente. Após a administração oral única no estado alimentado de um comprimido da associação de dose fixa (comprimido de liberação prolongada de cloridrato de metformina 500 mg e gliclazida 30 mg), a concentração plasmática média máxima (C máx ) de 669,7 ng/mL para a metformina foi atingida após 6,0 h (T máx média), e a C máx de 936,7 ng/mL para a gliclazida foi atingida com uma T máx média após 8,4 h. A meia-vida plasmática média (T 1/2 ) foi de 3,0 h para metformina e 17,0 h para gliclazida, respectivamente. Os dados a seguir refletem as propriedades farmacocinéticas individuais dos princípios ativos: METFORMINA Absorção Após uma dose oral do comprimido de liberação prolongada de cloridrato de metformina 500 mg, a absorção de metformina é significativamente retardada em comparação com o comprimido de liberação imediata (T máx de 2,5 h), com um T máx de 7 h. A variabilidade intraindivíduos da C máx e ASC do comprimido de liberação prolongada de metformina é comparável àquela observada com o comprimido de liberação imediata de metformina. Estudos com comprimidos de liberação prolongada de cloridrato de metformina sugerem que a ASC é o parâmetro mais relevante para definir a bioequivalência terapêutica e não o T máx e o C máx . Portanto, dados clínicos sobre a eficácia de metformina de liberação imediata podem ser transferidos para metformina de liberação prolongada. Outros estudos farmacocinéticos avaliaram a bioequivalência de doses iguais de comprimidos de liberação prolongada de metformina 500 mg, comprimidos de liberação prolongada de metformina 750 mg e comprimidos de liberação prolongada de metformina 1.000 mg. A absorção de metformina da formulação de liberação prolongada não foi alterada pela composição da refeição. Nenhum acúmulo foi observado após administração repetida de metformina de liberação prolongada de até 2000 mg. Distribuição A ligação às proteínas plasmáticas é insignificante. A metformina distribui-se pelos eritrócitos. O pico sanguíneo é inferior ao pico plasmático e parece aproximadamente ao mesmo tempo. Os eritrócitos muito provavelmente representam um compartimento secundário de distribuição. O volume médio de distribuição (Vd) variou entre 63-276 l. Metabolismo A metformina é excretada sob forma não metabolizada na urina. Nenhum metabólito foi identificado em humanos. Eliminação O clearance renal de metformina é > 400 mL/min, indicando que a metformina é eliminada por filtração glomerular e secreção tubular. Após uma dose oral, a meia-vida de eliminação terminal aparente é de aproximadamente 6,5 h. Quando a função renal está comprometida, o clearance renal é diminuído na proporção da creatinina; assim, a meia-vida de eliminação é prolongada, levando a níveis elevados de metformina no plasma. GLICLAZIDA Absorção Os níveis plasmáticos aumentam progressivamente durante as 6 primeiras horas, atingindo um platô que é mantido desde a sexta até a décima-segunda hora após a administração. A variabilidade intraindividual é baixa. A gliclazida é completamente absorvida. A ingestão de alimentos não afeta a taxa ou o grau de absorção. Distribuição A ligação às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 95%. O volume de distribuição é de cerca de 30 litros. Uma ingestão diária única de comprimidos de liberação modificada de gliclazida 30 mg mantém as concentrações plasmáticas de gliclazida eficazes ao longo de 24 horas. Metabolismo A gliclazida é metabolizada principalmente no fígado. Nenhum metabólito ativo foi detectado no plasma. Eliminação Os metabólitos do fármaco são excretados pelos rins e menos de 1% da dose oral administrada é encontrado na urina. FARMACOCINÉTICA EM POPULAÇÕES ESPECIAIS Não foram conduzidos estudos farmacocinéticos em populações especiais com o produto em associação de doses fixas. ESTUDOS DE INTERAÇÃO Não foram conduzidos estudos de interação com o produto em associação de doses fixas.

5. Advertências e precauções 39 palavras

Acidose láctica A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave (com elevada mortalidade caso não se proceda a um tratamento imediato). Fatores de risco incluem diabetes [… 1213 palavras iguais …] se eleva com o aumento da dose de metformina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco conhecidos por causar deficiência de vitamina B12 (ver “Reações adversas”). A metformina reduz os níveis de hormônio tireoestimulante (TSH) em pacientes com hipotireoidismo. Esse efeito não foi observado em pacientes eutireoideanos. Recomenda-se o monitoramento regular dos níveis de TSH em pacientes com hipotireoidismo tratados com metformina (ver “Reações adversas”). Efeitos sobre a capacidade de dirigir e utilizar máquinas Glivance® XR não possui efeito direto sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, é recomendável que os pacientes [… 234 palavras iguais …] conhecido nenhum dado sobre a fertilidade em humanos para o produto em associações de doses fixas. Atenção: Contém os corantes óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.
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Acidose láctica A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave (com elevada mortalidade caso não se proceda a um tratamento imediato). Fatores de risco incluem diabetes mal controlada, cetose, jejum prolongado, consumo excessivo de álcool, infecção grave, insuficiência hepática e qualquer condição associada à hipóxia (tais como insuficiência cardíaca descompensada, infarto agudo do miocárdio), ou o uso concomitante de medicamentos que possam causar acidose láctica, como os NRTIs – Nucleosídeos Inibidores da Trascriptase Reversa (ver também “Contraindicações”). A acidose láctica pode ocorrer devido à acumulação de metformina. Foram relatados casos de acidose láctica em pacientes tratados com metformina, principalmente diabéticos com insuficiência renal aguda ou agravamento agudo da função renal. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose láctica. Em situações que a função renal possa tornar-se prejudicada de forma aguda (ver também “Contraindicações”) como, por exemplo, em casos de desidratação (redução da ingestão de líquidos, febre, diarreia ou vômitos graves ou prolongados), a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida. Alguns medicamentos também podem comprometer a função renal de forma aguda, aumentando o risco de acidose láctica, por exemplo: anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 (COX-2), medicamentos anti- hipertensivos como inibidores da ECA, antagonistas dos receptores de angiotensina II e diuréticos, especialmente os diuréticos de alça. A utilização desses medicamentos em combinação com metformina deve ser feita com cautela e acompanhada de monitoramento rigoroso da função renal. A acidose láctica é caracterizada por dispneia acidótica, dor abdominal e hipotermia, seguido de coma. Os seguintes sintomas não-específicos podem ser sinais de acidose láctica: cãibras musculares, distúrbios digestivos como dor abdominal e astenia grave. O diagnóstico laboratorial consiste em queda do pH sanguíneo (abaixo de 7,35), níveis plasmáticos de lactato acima de 5 mmol/L e um aumento do hiato aniônico e da relação lactato/piruvato. Caso ocorram sintomas suspeitos de acidose láctica, o paciente deve procurar imediatamente atendimento médico e descontinuar o uso de metformina. A reintrodução da metformina deve ser decidida pelo médico levando-se em conta a relação risco/benefício em bases individuais bem como a condição da função renal. Pacientes com doenças mitocondriais conhecidas ou suspeitas Em pacientes com doenças mitocondriais raras conhecidas ou suspeitas, como a Síndrome Encefalomiopatia Mitocondrial com Acidose Láctica e Episódios Semelhantes a Acidente Vascular Cerebral (AVC) - MELAS - e a Diabetes e Surdez Herdados Maternalmente (DSHM), o uso de metformina não é recomendado devido ao risco de exacerbação da acidose láctica e complicações neurológicas, que podem levar ao agravamento da doença. Caso ocorram sinais e sintomas sugestivos da síndrome MELAS ou DSHM após a administração de metformina, o tratamento deve ser interrompido imediatamente, e uma avaliação diagnóstica urgente deve ser realizada. Hipoglicemia Sulfonilureias, como a gliclazida, são conhecidas por causar hipoglicemia. Pode ocorrer hipoglicemia em pacientes recebendo Glivance® XR (ver “Reações adversas”). A fim de reduzir o risco de hipoglicemia, o tratamento deve ser iniciado apenas se o paciente tiver sido claramente instruído e estiver propenso a ter uma ingestão regular de carboidratos e a dose for selecionada cuidadosamente. A hipoglicemia é mais provável de ocorrer durante dietas de baixas calorias, após exercícios prolongados ou extenuantes, ingestão de álcool ou se uma combinação de agentes hipoglicêmicos estiver sendo utilizada. Alguns casos podem se apresentar graves ou prolongados. Hospitalização pode ser necessária, assim como administração contínua de glicose por vários dias. Fatores que aumentam o risco de hipoglicemia: − Recusa ou incapacidade (mais particularmente em idosos) do paciente em cooperar; − Desnutrição, refeições irregulares, saltar refeições, períodos de jejum ou alterações da dieta; − Desequilíbrio entre exercício físico e ingestão de carboidratos; − Insuficiência renal; − Insuficiência hepática grave; − Superdose de gliclazida; − Determinados distúrbios endócrinos: distúrbios tireoidianos, hipopituitarismo e insuficiência adrenal; − Administração concomitante de outros medicamentos (ver “Interações medicamentosas”). Insuficiência renal e hepática: a farmacocinética e/ou farmacodinâmica da gliclazida podem estar alteradas em pacientes com insuficiência hepática ou insuficiência renal grave. Um episódio hipoglicêmico que ocorra nestes pacientes pode ser prolongado, requerendo que seja iniciado controle adequado. Devem ser explicados ao paciente e familiares os riscos da hipoglicemia, juntamente com seus sintomas, tratamento e condições que predispõem ao seu desenvolvimento. O paciente deve ser informado sobre a importância de seguir a orientação dietética, de realizar exercícios regulares e de monitorar regularmente os níveis de glicemia. Controle glicêmico inadequado: o controle da glicemia em pacientes recebendo tratamento antidiabético pode ser afetado por qualquer um dos seguintes fatores: febre, trauma, infecção ou intervenção cirúrgica. Em alguns casos, pode ser necessária a administração de insulina. A eficácia hipoglicêmica de alguns agentes antidiabéticos orais, incluindo a gliclazida, é atenuada ao longo do tempo em muitos pacientes, podendo se dever à progressão na gravidade do diabetes ou a uma resposta reduzida ao tratamento. Este fenômeno, conhecido como insuficiência secundária, distingue-se da insuficiência primária, quando um princípio ativo mostra-se ineficaz como tratamento de primeira linha. Ajuste de dose e adesão à dieta adequados devem ser considerados antes de se classificar o paciente como com insuficiência secundária. Testes laboratoriais: A medição dos níveis de hemoglobina glicada (ou glicose plasmática venosa em jejum) é recomendada na avaliação do controle da glicemia. O automonitoramento da glicemia também pode ser útil. O paciente deve ser informado sobre a importância de orientação dietética, exercícios regulares e monitoramento periódico dos níveis de glicemia. Função renal Como a metformina e os metabólitos da gliclazida são excretados pelos rins, é recomendado que a depuração de creatinina ou a TFGe sejam determinadas antes de se dar início ao tratamento e, posteriormente, de forma regular, pelo menos: − anualmente, em pacientes com função renal normal; − duas a quatro vezes por ano em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73m2 e em idosos; − quatro vezes por ano em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73m2. Caso a depuração da creatinina ou TFGe seja inferior a 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2 respectivamente, a combinação de metformina e gliclazida é contraindicada (ver “Contraindicações”). A diminuição da função renal em pacientes idosos é frequente e assintomática. É necessária cautela especial em situações nas quais a função renal possa estar marcantemente prejudicada, como devido à desidratação (diarreia ou vômitos graves ou prolongados) ou quando se inicia tratamento com fármacos que possam comprometer a função renal agudamente (como anti- hipertensivos, diuréticos e AINEs). Nas condições agudas mencionadas, a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida. Nestes casos, é igualmente recomendado verificar a função renal antes de se iniciar o emprego do Glivance® XR. Função cardíaca Pacientes com insuficiência cardíaca apresentam maior risco de hipóxia e insuficiência renal. Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica estável, Glivance® XR pode ser usado com um monitoramento regular das funções cardíaca e renal. Para pacientes com insuficiência cardíaca aguda e instável, Glivance® XR está contraindicado devido ao princípio ativo metformina (ver “Contraindicações”). Eventos macrovasculares: Os estudos realizados até o momento não indicam aumento de risco cardiovascular com o uso de Glivance® XR; entretanto, ainda não existem dados clínicos que comprovem redução de risco ou benefício cardiovascular com o uso desta medicação. Outras precauções O tratamento com sulfonilureias, como gliclazida, em pacientes apresentando deficiência de G6PD pode levar à anemia hemolítica. O revestimento dos comprimidos pode estar presente nas fezes. É recomendado que os pacientes sejam informados de que isto é normal. Recomenda-se que os níveis séricos de vitamina B12 sejam monitorados anualmente. O risco de níveis baixos de vitamina B12 se eleva com o aumento da dose de metformina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco conhecidos por causar deficiência de vitamina B12 (ver “Reações adversas”). A metformina reduz os níveis de hormônio tireoestimulante (TSH) em pacientes com hipotireoidismo. Esse efeito não foi observado em pacientes eutireoideanos. Recomenda-se o monitoramento regular dos níveis de TSH em pacientes com hipotireoidismo tratados com metformina (ver “Reações adversas”). Efeitos sobre a capacidade de dirigir e utilizar máquinas Glivance® XR não possui efeito direto sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, é recomendável que os pacientes sejam alertados sobre o risco de hipoglicemia quando Glivance® XR for utilizado, especialmente no início do tratamento. GRAVIDEZ E LACTAÇÃO Gravidez Categoria de risco B: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas. Diabetes não controlado (gestacional ou permanente) durante a gravidez está associado com aumento de anormalidades congênitas e mortalidade perinatal. O uso de Glivance® XR não foi estudado em mulheres grávidas. Dados em quantidade limitada a respeito do uso de metformina em mulheres grávidas não indicam risco elevado de anormalidades congênitas. Estudos em animais com metformina não indicam efeitos prejudiciais em relação à gravidez, desenvolvimento embrionário ou fetal, parto ou desenvolvimento após o nascimento. Embora não tenham sido relatados efeitos teratogênicos com gliclazida em estudos com animais, foi observado peso do feto mais baixo em animais recebendo doses 25 vezes maiores do que a dose máxima recomendada em humanos. Nenhum comprometimento da fertilidade foi observado em um estudo com ratos machos e fêmeas. Quando a paciente planeja engravidar e durante a gravidez, é recomendado que o diabetes não seja tratado com Glivance® XR, devendo a insulina ser usada para manter os níveis de glicemia o mais próximo possível do normal. Lactação Devido ao risco de hipoglicemia, Glivance® XR está contraindicado em mulheres que estão amamentando. Fertilidade Não é conhecido nenhum dado sobre a fertilidade em humanos para o produto em associações de doses fixas. Atenção: Contém os corantes óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.

6. Interações medicamentosas 1 palavras

Associações contraindicadas Relacionadas à metformina Contrastes iodados: Glivance® XR deve ser descontinuado 48 horas antes de exame envolvendo o uso de contrastes iodados em pacientes com depuração de [… 152 palavras iguais …] usadas com cautela Relacionadas à metformina e gliclazida Medicamentos com atividade hiperglicêmica intrínseca (por exemplo, glicocorticoides e tetracosactida [vias local e sistêmica], beta-2-agonistas (por exemplo, ritodrina, salbutamol, terbutalina), levotiroxina, clorpromazina em doses altas de 100 mg por dia, diuréticos): pode ser necessário monitoramento mais frequente da glicemia, especialmente no início do tratamento. Alerte o paciente, enfatizando a importância do [… 254 palavras iguais …] álcool aumenta a reação hipoglicêmica (pela inibição das reações compensatórias), podendo levar ao início do coma hipoglicêmico. É recomendado que o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool sejam evitados.
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Associações contraindicadas Relacionadas à metformina Contrastes iodados: Glivance® XR deve ser descontinuado 48 horas antes de exame envolvendo o uso de contrastes iodados em pacientes com depuração de creatinina abaixo de 45 mL/min ou TFGe abaixo de 45 mL/min/1,73m2 (administração intravenosa do contraste) ou em pacientes com depuração de creatinina ou TFG < 60 mL/min/1,73m2 (administração intra-arterial do contraste). Relacionadas à gliclazida Miconazol (via sistêmica, gel oral): aumento do efeito hipoglicêmico com possível início de sintomas hipoglicêmicos, ou até mesmo coma. Associações não recomendadas Relacionadas à gliclazida Danazol: efeito diabetogênico do danazol. Caso danazol seja estritamente indicado, alerte o paciente e certifique-se do monitoramento da glicose na urina e sangue. Pode ser necessário ajustar a dose do agente antidiabético durante e após o tratamento com danazol. Fenilbutazona (via sistêmica): aumenta o efeito hipoglicêmico de sulfonilureias (desloca a ligação às proteínas plasmáticas e/ou reduz a eliminação). É preferível usar um agente anti- inflamatório diferente, ou então alertar o paciente, enfatizando a importância do automonitoramento. Quando necessário, ajustar a dose durante e após o tratamento com o agente anti-inflamatório. Associações a serem usadas com cautela Relacionadas à metformina e gliclazida Medicamentos com atividade hiperglicêmica intrínseca (por exemplo, glicocorticoides e tetracosactida [vias local e sistêmica], beta-2-agonistas (por exemplo, ritodrina, salbutamol, terbutalina), levotiroxina, clorpromazina em doses altas de 100 mg por dia, diuréticos): pode ser necessário monitoramento mais frequente da glicemia, especialmente no início do tratamento. Alerte o paciente, enfatizando a importância do monitoramento da glicemia. Se necessário, ajuste a dose de Glivance® XR durante a terapia com o outro medicamento e após sua descontinuação. Relacionadas à metformina Diuréticos, especialmente diuréticos de alça, podem aumentar o risco de acidose láctica devido ao seu potencial para diminuir a função renal (adicional ao seu efeito hiperglicêmico intrínseco, vide acima). Transportadores de cátions orgânicos (OCT): a metformina é um substrato tanto de transportadores OCT1 quanto de OCT2. A coadministração de metformina com: − Substratos/inibidores de OCT1 (como verapamil) podem reduzir a eficácia de metformina. − Indutores do OCT1 (como a rifampicina) podem aumentar a absorção gastrointestinal e a eficácia. − Substratos/inibidores de OCT2 (como cimetidina, dolutegravir, crizotinibe, olaparibe, daclatasvir, vandetanibe) podem diminuir a eliminação renal da metformina e assim levar a uma concentração aumentada de metformina no plasma. Portanto, recomenda-se cautela quando estes fármacos são coadministrados com metformina e um ajuste de dose pode ser considerado, particularmente em pacientes com insuficiência renal. Relacionadas à gliclazida Potencialização do efeito hipoglicemiante e, em alguns casos, hipoglicemia podem ocorrer quando da associação com outros agentes antidiabéticos, betabloqueadores, fluconazol, inibidores da enzima conversora da angiotensina, antagonistas do receptor H 2 , IMAOs, sulfonamidas, claritromicina e anti-inflamatórios não esteroidais. Associações a serem consideradas Relacionadas à gliclazida Terapia anticoagulante (varfarina): sulfonilureias podem levar à potencialização da anticoagulação durante tratamento concomitante. Ajuste do anticoagulante pode ser necessário. Interação com álcool Relacionada à metformina e gliclazida O risco de acidose láctica é aumentado na intoxicação aguda por álcool, particularmente no caso de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática. O álcool aumenta a reação hipoglicêmica (pela inibição das reações compensatórias), podendo levar ao início do coma hipoglicêmico. É recomendado que o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool sejam evitados.

9. Reações adversas 17 palavras

Hipoglicemia Assim como outras sulfonilureias, o tratamento com Glivance® XR pode levar a ocorrência de hipoglicemia, em particular, se as refeições forem puladas ou realizadas em intervalos irregulares. Os [… 365 palavras iguais …] tecido subcutâneo Muito raros: Reações cutâneas, como eritema, prurido ou urticária. Frequência desconhecida: Angioedema, erupções cutâneas maculopapulares e reações bolhosas (como síndrome Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica). Investigações: Frequência desconhecida: Redução dos níveis sanguíneos do hormônio tireoestimulante (TSH) (ver “Advertências e precauções”). Relacionadas às sulfonilureias (efeitos atrabuíveis atribuíveis à classe): Uma vez que um dos princípios ativos no Glivance® XR pertence à classe das sulfonilureias, os seguintes eventos adversos foram observados: casos de eritrocitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica, [… 18 palavras iguais …] e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Hipoglicemia Assim como outras sulfonilureias, o tratamento com Glivance® XR pode levar a ocorrência de hipoglicemia, em particular, se as refeições forem puladas ou realizadas em intervalos irregulares. Os possíveis sintomas são: dor de cabeça, fome intensa, náusea, vômito, cansaço, distúrbios do sono, agitação, agressividade, diminuição da capacidade de concentração e atenção, reações lentas, depressão, confusão, distúrbios da visão e da fala, afasia, tremores, paresias, desordens sensoriais, tonteira, sensação de impotência, perda do autocontrole, delírio, convulsões, respiração dificultada, bradicardia, sonolência, perda da consciência e até mesmo coma possivelmente fatal. Também podem ser observados sinais de disfunção adrenérgica como: transpiração, pele fria e úmida, ansiedade, taquicardia, hipertensão arterial, palpitações, angina pectoris e arritmia cardíaca. Geralmente os sintomas desaparecem após a ingestão de carboidratos (açúcar). No entanto, adoçantes artificiais não apresentam efeito. A experiência com outras sulfonilureias mostra que a hipoglicemia pode recorrer mesmo quando medidas provam ser eficazes inicialmente. Se um episódio hipoglicêmico for grave ou prolongado, e mesmo se for temporariamente controlado pela ingestão de açúcar, tratamento médico imediato ou até mesmo hospitalização são necessários. Podem ocorrer as reações indesejáveis descritas a seguir. As frequências são definidas em muito comuns (> 1/10); comuns (> 1/100 e ≤ 1/10); incomuns (> 1/1.000 e ≤ 1/100); raras (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000); muito raras (≤ 1/10.000) e frequência desconhecida (que não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático Raros: Distúrbios hematológicos que podem incluir anemia, leucopenia, trombocitopenia, granulocitopenia. Estes são em geral reversíveis após a descontinuação da medicação. Distúrbios metabólicos e nutricionais Comuns: deficiência de vitamina B12. Recomenda-se levar em consideração tal etiologia caso o paciente apresente-se com anemia megaloblástica (ver “Advertências e precauções”). Muito raros: Acidose láctica (ver “Advertências e precauções”). Frequência desconhecida: Hipoglicemia. Distúrbios do sistema nervoso Comum: Distúrbio no paladar. Distúrbios oculares Frequência desconhecida: Distúrbios visuais transitórios podem ocorrer especialmente no início do tratamento, devido a alterações nos níveis de glicemia. Distúrbios gastrointestinais Muito comuns: Distúrbios gastrointestinais como náusea, vômito, diarreia, dor abdominal e perda de apetite. Frequência desconhecida: Constipação e dispepsia. Estes efeitos indesejáveis podem ser evitados ou minimizados se a dose for aumentada lentamente e Glivance® XR for tomado com o café da manhã. Distúrbios hepatobiliares Muito raros: Anormalidades nos exames de função hepática ou hepatite, reversíveis após a descontinuação do tratamento. Descontinuar o tratamento se ocorrer icterícia colestática. Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Muito raros: Reações cutâneas, como eritema, prurido ou urticária. Frequência desconhecida: Angioedema, erupções cutâneas maculopapulares e reações bolhosas (como síndrome Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica). Investigações: Frequência desconhecida: Redução dos níveis sanguíneos do hormônio tireoestimulante (TSH) (ver “Advertências e precauções”). Relacionadas às sulfonilureias (efeitos atrabuíveis atribuíveis à classe): Uma vez que um dos princípios ativos no Glivance® XR pertence à classe das sulfonilureias, os seguintes eventos adversos foram observados: casos de eritrocitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica, pancitopenia, vasculite alérgica, hiponatremia. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

III – Dizeres legais 136 palavras

Registro: 1.0089.0404 Registrado e produzido por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 06/02/2026. 14/09/2026. VP: O que devo saber antes de usar este medicamento? / Quais os 10451 - 10451 - males que este MEDICAMENTO MEDICAMENTO medicamento pode me NOVO - comprimidos de NOVO - Notificação causar? Notificação de liberação 14/09/2026 de Alteração de 14/09/2026 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto prolongada Texto de Bula – VPS: Características de Bula – 500 mg + 30 mg publicação no farmacológicas / publicação no Bulário RDC 60/12 Advertências e Bulário RDC 60/12 precauções / Interações medicamentosas / Reações Adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO VP: O que devo saber MEDICAMENTO NOVO - antes de usar este comprimidos de NOVO - Notificação Notificação de medicamento? liberação 06/02/2026 0126571/26-1 de Alteração de 06/02/2026 0126571/26-1 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto VPS: Advertências e prolongada Texto de Bula – de Bula – precauções 500 mg + 30 mg publicação no [… 235 palavras iguais …] Bula – 500 mg + 30 mg publicação no VPS: Advertências e publicação no Bulário RDC 60/12 precauções / Reações Bulário RDC 60/12 adversas Texto de Bula – de Bula – RDC RDC 60/12 60/12 10451 - 10451 - MEDICAMENTO MEDICAMENTO comprimidos de MEDICAMENTO NOVO - VPS: Advertências e MEDICAMENTO NOVO - Notificação liberação 03/09/2020 2982301/20-3 03/09/2020 2982301/20-3 NOVO - Notificação de Não se aplica precauções / Reações VPS NOVO - Notificação prolongada Notificação de adversas de Alteração de prolongada Alteração de Texto adversas Texto de Bula – 500 mg + 30 mg Alteração de Texto Bula – RDC RDC 60/12 60/12 10458 - 11315 - Alteração 17/04/2020 comprimidos de MEDICAMENTO de texto de bula Ofício Não se aplica liberação 14/07/2020 2281828/20-6 NOVO - Inclusão 10/06/2019 0513497/19-8 por avaliação de VP/VPS 1173897209 da (versão inicial) prolongada Inicial de Texto de dados clínicos - GESEF 500 mg + 30 mg Bula – RDC 60/12 GESEF
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Registro: 1.0089.0404 Registrado e produzido por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 06/02/2026. 14/09/2026. VP: O que devo saber antes de usar este medicamento? / Quais os 10451 - 10451 - males que este MEDICAMENTO MEDICAMENTO medicamento pode me NOVO - comprimidos de NOVO - Notificação causar? Notificação de liberação 14/09/2026 de Alteração de 14/09/2026 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto prolongada Texto de Bula – VPS: Características de Bula – 500 mg + 30 mg publicação no farmacológicas / publicação no Bulário RDC 60/12 Advertências e Bulário RDC 60/12 precauções / Interações medicamentosas / Reações Adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO VP: O que devo saber MEDICAMENTO NOVO - antes de usar este comprimidos de NOVO - Notificação Notificação de medicamento? liberação 06/02/2026 0126571/26-1 de Alteração de 06/02/2026 0126571/26-1 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto VPS: Advertências e prolongada Texto de Bula – de Bula – precauções 500 mg + 30 mg publicação no publicação no VP & VPS: Composição Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 10451 - VP: Quando não devo 10451 - MEDICAMENTO usar este medicamento / MEDICAMENTO NOVO - O que devo saber antes comprimidos de NOVO - Notificação Notificação de de usar este liberação 10/10/2025 1365382/25-7 de Alteração de 10/10/2025 1365382/25-7 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto medicamento? prolongada Texto de Bula – de Bula – VPS: Contraindicações / 500 mg + 30 mg publicação no publicação no Advertências e Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 precauções VP: O que devo saber antes de usar este 10451 - medicamento? / Onde, 10451 - MEDICAMENTO como e por quanto tempo MEDICAMENTO NOVO - posso guardar este comprimidos de NOVO - Notificação Notificação de medicamento? liberação 12/05/2025 0635202/25-5 de Alteração de 12/05/2025 0635202/25-5 Não se aplica VP/VPS Alteração de Texto VPS: Advertências e prolongada Texto de Bula – de Bula – precauções / Cuidados de 500 mg + 30 mg publicação no publicação no armazenamento do Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 medicamento VP & VPS: Composição / Dizeres legais VP: O que devo saber 10451 - 10451 - antes de usar este MEDICAMENTO MEDICAMENTO medicamento? / Quais os NOVO - comprimidos de NOVO - Notificação males que este Notificação de liberação 31/08/2021 3427767/21-3 de Alteração de 31/08/2021 3427767/21-3 Não se aplica medicamento pode me VP/VPS Alteração de Texto prolongada Texto de Bula – causar? de Bula – 500 mg + 30 mg publicação no VPS: Advertências e publicação no Bulário RDC 60/12 precauções / Reações Bulário RDC 60/12 adversas Texto de Bula – de Bula – RDC RDC 60/12 60/12 10451 - 10451 - MEDICAMENTO MEDICAMENTO comprimidos de MEDICAMENTO NOVO - VPS: Advertências e MEDICAMENTO NOVO - Notificação liberação 03/09/2020 2982301/20-3 03/09/2020 2982301/20-3 NOVO - Notificação de Não se aplica precauções / Reações VPS NOVO - Notificação prolongada Notificação de adversas de Alteração de prolongada Alteração de Texto adversas Texto de Bula – 500 mg + 30 mg Alteração de Texto Bula – RDC RDC 60/12 60/12 10458 - 11315 - Alteração 17/04/2020 comprimidos de MEDICAMENTO de texto de bula Ofício Não se aplica liberação 14/07/2020 2281828/20-6 NOVO - Inclusão 10/06/2019 0513497/19-8 por avaliação de VP/VPS 1173897209 da (versão inicial) prolongada Inicial de Texto de dados clínicos - GESEF 500 mg + 30 mg Bula – RDC 60/12 GESEF

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SeçãoPalavras alteradasSemelhança
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde100%
1. Indicações100%
2. Resultados de eficácia100%
3. Características farmacológicas2399%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções3999%
6. Interações medicamentosas1100%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar100%
9. Reações adversas1798%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais13686%

Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.