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GLIFAGE · MERCK S/A

Bula do profissional: 14/09/2026 → 14/09/2026

expediente 0108905268 → 0953744264 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: 13569III

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Alterações

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1. Indicações 4 palavras

Uso Adulto e Pediátrico acima de 10 anos Como agente antidiabético, associado ao regime alimentar, para o tratamento de: − Diabetes mellitus tipo 2, não dependente de insulina [… 58 palavras iguais …] precauções”). − Prevenção de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes com sobrepeso (IMC ≥ 24 kg/m2; 22 kg/m2 entre asiáticos) com pré-diabetes (IGT e/ou IFG e/ou HbA1c aumentada) ▪ e pelo menos um fator de risco adicional (tais como hipertensão arterial, idade acima de 40 anos, dislipidemia, histórico familiar de diabetes ou histórico de diabetes gestacional) para desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 evidente e ▪ nos quais a modificação intensiva no estilo de vida (dieta rigorosa e exercícios físicos regulares) isoladamente não proporcionou controle glicêmico adequado. Também indicado na Síndrome dos Ovários Policísticos (Síndrome de Stein-Leventhal).
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Uso Adulto e Pediátrico acima de 10 anos Como agente antidiabético, associado ao regime alimentar, para o tratamento de: − Diabetes mellitus tipo 2, não dependente de insulina (diabetes da maturidade, diabetes do obeso, diabetes em adultos de peso normal), isoladamente ou complementando a ação de outros antidiabéticos (como as sulfonilureias). Uso Adulto Como agente antidiabético, associado ao regime alimentar, para o tratamento de: − Diabetes mellitus tipo 1, dependente de insulina, como complemento da insulinoterapia em casos de diabetes instável ou insulino-resistente (ver “Advertências e precauções”). − Prevenção de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes com sobrepeso (IMC ≥ 24 kg/m2; 22 kg/m2 entre asiáticos) com pré-diabetes (IGT e/ou IFG e/ou HbA1c aumentada) ▪ e pelo menos um fator de risco adicional (tais como hipertensão arterial, idade acima de 40 anos, dislipidemia, histórico familiar de diabetes ou histórico de diabetes gestacional) para desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 evidente e ▪ nos quais a modificação intensiva no estilo de vida (dieta rigorosa e exercícios físicos regulares) isoladamente não proporcionou controle glicêmico adequado. Também indicado na Síndrome dos Ovários Policísticos (Síndrome de Stein-Leventhal).

3. Características farmacológicas 23 palavras

Propriedades farmacodinâmicas A metformina é um fármaco antidiabético da família das biguanidas com efeitos antihiperglicêmicos tanto na hiperglicemia basal quanto na hiperglicemia pós-prandial. A metformina não estimula a secreção [… 102 palavras iguais …] glucagon 1 (GLP-1) e uma diminuição na reabsorção de ácidos biliares. A metformina também altera o microbiota intestinal. A metformina pode melhorar o perfil lipídico em indivíduos com hiperlipidemia. Níveis elevados do hormônio tireoestimulante (TSH) estão associados à resistência à insulina; a metformina reduz os níveis de TSH em indivíduos com hipotireoidismo. Em estudos clínicos, o uso de metformina foi associado à estabilização do peso corporal ou a uma modesta perda de peso. Alguns, mas não todos esses efeitos, ocorrem [… 769 palavras iguais …] pré-clínica Dados pré-clínicos não evidenciaram nenhum risco especial em humanos, com base em estudos convencionais de segurança, farmacologia, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogênico e toxicidade na reprodução.
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Propriedades farmacodinâmicas A metformina é um fármaco antidiabético da família das biguanidas com efeitos antihiperglicêmicos tanto na hiperglicemia basal quanto na hiperglicemia pós-prandial. A metformina não estimula a secreção de insulina, não tendo, por isso, ação hipoglicemiante. A metformina reduz a hiperinsulinemia basal e, em associação com a insulina, reduz a necessidade de insulina. A metformina pode agir através de diversos mecanismos: - A metformina reduz a produção hepática de glicose; - A metformina facilita a captação e utilização periférica da glicose, em parte pelo aumento da ação da insulina; - A metformina altera o metabolismo da glicose no intestino: a captação a partir da circulação é aumentada e a absorção a partir dos alimentos é reduzida. Mecanismos adicionais atribuídos ao intestino incluem um aumento na liberação do peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1) e uma diminuição na reabsorção de ácidos biliares. A metformina também altera o microbiota intestinal. A metformina pode melhorar o perfil lipídico em indivíduos com hiperlipidemia. Níveis elevados do hormônio tireoestimulante (TSH) estão associados à resistência à insulina; a metformina reduz os níveis de TSH em indivíduos com hipotireoidismo. Em estudos clínicos, o uso de metformina foi associado à estabilização do peso corporal ou a uma modesta perda de peso. Alguns, mas não todos esses efeitos, ocorrem por meio da ativação da via da proteína quinase ativada por monofosfato de adenosina (AMPK) e do eixo intestino-cérebro-fígado. Propriedades farmacocinéticas Absorção: após uma dose administrada por via oral o Cmax é atingido em 2,5 horas (Tmax) entre 1,5 e 3,5. A biodisponibilidade absoluta de um comprimido de metformina 500 mg ou 850 mg é de aproximadamente 50-60% em indivíduos saudáveis. Após uma dose oral, a fração não absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%. Após administração oral, a absorção de metformina é saturável e incompleta. É assumido que a farmacocinética da absorção de metformina é não-linear. Nas doses e esquemas posológicos recomendados, as concentrações plasmáticas de metformina em estado estacionário são atingidas no prazo de 24 a 48 horas, sendo geralmente inferiores a 1 micrograma/mL. Em estudos clínicos controlados, os níveis plasmáticos máximos de metformina (Cmax) não excederam 5 microgramas/mL, inclusive nas doses mais elevadas. A ingestão de alimentos reduz a quantidade de metformina absorvida e retardam ligeiramente sua absorção. Após administração de uma dose de 850 mg observou-se concentração plasmática máxima 40% menor, redução de 25% na AUC (área sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos no tempo para atingir a concentração plasmática máxima. Desconhece-se a importância clínica destas reduções. Distribuição: a ligação às proteínas plasmáticas é negligenciável. A metformina é distribuída pelos eritrócitos. A concentração máxima sanguínea é mais baixa do que a concentração máxima plasmática, ocorrendo aproximadamente ao mesmo tempo. Os glóbulos vermelhos representam, provavelmente, um compartimento secundário de distribuição. O volume de distribuição médio (Vd) encontra-se na faixa 63-276 l. Metabolismo: a metformina é excretada na urina sob forma inalterada. Não foram identificados metabólitos em humanos. Eliminação: a depuração renal (clearance) da metformina é superior a 400 mL/min, o que indica que a eliminação se dá por filtração glomerular e secreção tubular. Após uma dose oral, a meia-vida de eliminação terminal aparente é de aproximadamente 6,5 horas. Quando a função renal estiver prejudicada, a depuração renal diminui proporcionalmente à depuração da creatinina e, assim, a meia-vida de eliminação é prolongada, levando ao aumento dos níveis plasmáticos de metformina. Farmacocinética em populações especiais Estudos com dose única: após doses únicas de 500 mg de cloridrato de metformina, pacientes pediátricos apresentaram perfil farmacocinético similar ao observado em adultos saudáveis. Estudos com dose múltipla: os dados são restritos a um estudo. Após doses repetidas de 500 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia durante sete dias em pacientes pediátricos, a concentração plasmática máxima (Cmax) e a exposição sistêmica (AUC0-t) foram reduzidas aproximadamente em 33% e 40 % respectivamente, em comparação com pacientes adultos que receberam doses repetidas de 500 mg duas vezes ao dia durante 14 dias. Isso apresenta relevância clínica limitada, uma vez que a dose é titulada individualmente com base no controle glicêmico. Estudos de interação medicamentosa Nifedipino Estudo de interação em dose única metformina-nifedipino em voluntários sadios normais demonstrou que a coadministração destes dois fármacos aumentou o Cmax e a AUC da metformina no plasma em 20% e 9% respectivamente, e aumentou a quantidade de metformina excretada na urina. Tmax e a meia-vida de metformina não foram afetadas. O nifedipino parece aumentar a absorção de metformina. A metformina acarretou efeitos mínimos sobre a farmacocinética do nifedipino. Furosemida Estudo de interação em dose única metformina-furosemida em indivíduos sadios demonstrou que os parâmetros farmacocinéticos de ambos os fármacos foram afetados pela coadministração. A furosemida aumentou o Cmax da metformina no plasma e no sangue em 22% e a AUC no sangue em 15%, sem nenhuma alteração significativa na depuração renal da metformina. Quando administrada com metformina, a furosemida apresentou Cmax e AUC respectivamente 31% e 12% menores do que quando administrada isoladamente, sendo que a meia-vida terminal foi reduzida em 32%, sem nenhuma alteração significativa na depuração renal da furosemida. Não existem informações disponíveis a respeito da interação entre metformina e furosemida quando administradas de forma crônica. Antagonistas da vitamina K Em um estudo de interação farmacocinética, a metformina aumentou a taxa de eliminação da varfarina. Fármacos catiônicos Além da interação com substratos/inibidores/indutores de OCT (ver “Interações medicamentosas”), outros fármacos catiônicos (como amilorida, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, triantereno, trimetoprima ou vancomicina) que são eliminados por secreção tubular renal possuem teoricamente potencial para interagir com a metformina por meio da competição pelos sistemas comuns de transporte tubular renal. Propranolol Em voluntários sadios, as farmacocinéticas da metformina e do propranolol não foram afetadas quando em coadministração em um estudo de interação com dose única. Ibuprofeno Em voluntários sadios, as farmacocinéticas da metformina e do ibuprofeno não foram afetadas quando em coadministração em um estudo de interação com dose única. Dados de segurança pré-clínica Dados pré-clínicos não evidenciaram nenhum risco especial em humanos, com base em estudos convencionais de segurança, farmacologia, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogênico e toxicidade na reprodução.

5. Advertências e precauções 38 palavras

Acidose láctica A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave (com elevada mortalidade caso não se proceda a um tratamento imediato). Fatores de risco incluem diabetes [… 1297 palavras iguais …] níveis baixos de vitamina B12 se eleva com o aumento da dose de metformina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco conhecidos por causar deficiência de vitamina B12 B12. A metformina reduz os níveis de hormônio tireoestimulante (TSH) em pacientes com hipotireoidismo. Esse efeito não foi observado em pacientes eutireoideanos. Recomenda-se o monitoramento regular dos níveis de TSH em pacientes com hipotireoidismo tratados com metformina (ver “Reações adversas”).
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Acidose láctica A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave (com elevada mortalidade caso não se proceda a um tratamento imediato). Fatores de risco incluem diabetes mal controlada, cetose, jejum prolongado, consumo excessivo de álcool, infecção grave, insuficiência hepática e qualquer condição associada à hipóxia (tais como insuficiência cardíaca descompensada, infarto agudo do miocárdio) ou o uso concomitante de medicamentos que possam causar acidose láctica, como os NRTIs – Nucleosídeos Inibidores da Transcriptase Reversa (ver também “Contraindicações”). A acidose láctica pode ocorrer devido à acumulação de metformina. Foram relatados casos de acidose láctica em pacientes tratados com metformina, principalmente em pessoas com diabetes e com insuficiência renal aguda ou agravamento agudo da função renal. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose láctica. Em situações que a função renal possa tornar-se prejudicada de forma aguda (ver também “Contraindicações”) como, por exemplo, em casos de desidratação (redução da ingestão de líquidos, febre, diarreia ou vômitos graves ou prolongados), a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida. Alguns medicamentos também podem comprometer a função renal de forma aguda, aumentando o risco de acidose láctica, por exemplo: anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 (COX-2), medicamentos anti- hipertensivos como inibidores da ECA, antagonistas dos receptores de angiotensina II e diuréticos, especialmente os diuréticos de alça. A utilização desses medicamentos em combinação com metformina deve ser feita com cautela e acompanhada de monitoramento rigoroso da função renal. A acidose láctica é caracterizada por dispneia acidótica, dor abdominal e hipotermia, seguido de coma. Os seguintes sintomas não-específicos podem ser sinais de acidose láctica: cãibras musculares, distúrbios digestivos como dor abdominal e astenia grave. O diagnóstico laboratorial consiste em queda do pH sanguíneo (abaixo de 7,35), níveis plasmáticos de lactato acima de 5 mmol/L e um aumento do hiato aniônico e da relação lactato/piruvato. Caso ocorram sintomas suspeitos de acidose láctica, o paciente deve procurar imediatamente atendimento médico e descontinuar o uso de metformina. A reintrodução da metformina deve ser decidida pelo médico levando-se em conta a relação risco/benefício em bases individuais bem como a condição da função renal. Pacientes com doenças mitocondriais conhecidas ou suspeitas Em pacientes com doenças mitocondriais raras, conhecidas ou suspeitas, como a Síndrome Encefalomiopatia Mitocondrial com Acidose Láctica e Episódios Semelhantes a Acidente Vascular Cerebral (AVC) – MELAS – e a Diabetes e Surdez Herdados Maternalmente (DSHM), o uso de metformina não é recomendado devido ao risco de exacerbação da acidose láctica e complicações neurológicas, que podem levar ao agravamento da doença. Caso ocorram sinais e sintomas sugestivos da síndrome MELAS ou DSHM após a administração de metformina, o tratamento deve ser interrompido imediatamente, e uma avaliação diagnóstica urgente deve ser realizada. Função renal A taxa de filtração glomerular (TFG) deve ser monitorada antes de iniciar o tratamento e também regularmente durante o tratamento (ver “Posologia e modo de usar”). A metformina é contraindicada para pacientes com taxa de filtração glomerular < 30 mL/min e deve ser temporariamente descontinuada na presença de condições que alterem a função renal. A diminuição da função renal em pacientes idosos é frequente e assintomática. É necessária cautela especial em situações nas quais a função renal possa estar marcantemente prejudicada, como devido à desidratação (diarreia ou vômitos graves ou prolongados) ou quando se inicia tratamento com fármacos que possam comprometer a função renal agudamente (como anti- hipertensivos, diuréticos e AINEs). Nas condições agudas mencionadas, a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida. Nestes casos, é igualmente recomendado verificar a função renal antes de se iniciar o emprego da metformina. Função cardíaca Pacientes com insuficiência cardíaca apresentam maior risco de hipóxia e insuficiência renal. Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica estável, metformina deve ser utilizada com monitoramento regular das funções cardíaca e renal. Para pacientes com insuficiência cardíaca instável ou aguda, metformina é contraindicada. Associação com contrastes iodados A metformina deve ser descontinuada antes ou no momento do procedimento com administração de contraste à base de iodo, e só deve ser reiniciada após pelo menos 48 horas do exame, desde que a função renal tenha sido reavaliada e verificada como estável. Cirurgia A metformina deve ser descontinuada 48 horas antes de cirurgias sob anestesia geral, raquidiana ou peridural. A terapia só pode ser reiniciada após 48 horas da cirurgia ou reinício da alimentação e desde que a função renal tenha sido reavaliada e considerada estável. Gravidez e lactação Gravidez Categoria de risco B. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. O diabetes sem controle durante a gravidez (gestacional ou permanente) é associado com aumento do risco de anomalias congênitas e mortalidade perinatal. Uma quantidade limitada de dados sobre a utilização de metformina em mulheres grávidas não indica um risco aumentado de anomalias congênitas. Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais à gestação, desenvolvimento embrionário ou fetal, parturição ou desenvolvimento pós-natal. Entretanto, ao planejar uma gravidez e durante o período gestacional, recomenda-se que o pré-diabetes e o diabetes não sejam tratados com metformina. Em indivíduos com diabetes, a insulina deve ser utilizada para manter os níveis glicêmicos o mais próximo dos valores normais, de forma a reduzir o risco de malformações fetais associadas a níveis anormais da glicemia. Lactação Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. A metformina é excretada no leite de ratas lactantes. A metformina é excretada no leite humano em quantidades muito pequenas. Nenhum efeito adverso foi observado em recém- nascidos amamentados. No entanto, como os dados disponíveis são limitados, a amamentação não é recomendada durante o tratamento com metformina. Deve-se decidir entre interromper a lactação ou descontinuar o tratamento com metformina, levando-se em conta os benefícios do aleitamento materno, a importância do medicamento para a mãe e o risco potencial de efeitos adversos no lactente. Efeito na habilidade de dirigir e operar máquinas A metformina como monoterapia não causa hipoglicemia e, portanto, não tem efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, pacientes devem ser alertados para o risco de hipoglicemia quando a metformina é utilizada em combinação com outro agente antidiabético (como sulfonilureia, insulina, meglitinidas). Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Idosos: é recomendável que a dose de metformina seja ajustada com base na função renal, devido ao potencial para redução desta função em idosos. É necessária avaliação regular da função renal. Crianças e adolescentes: o diagnóstico da diabetes mellitus tipo 2 deve ser confirmado antes de se iniciar o tratamento com metformina. Durante estudos clínicos controlados com a duração de um ano, não foram observados efeitos sobre o crescimento e puberdade, não havendo, contudo, informação disponível em longo prazo nestes pontos específicos. Por isso, recomenda-se acompanhamento cuidadoso destes parâmetros em crianças tratadas com metformina, especialmente na pré-puberdade. Crianças com idades compreendidas entre 10 e 12 anos: Somente 15 crianças com idade compreendida entre 10 e 12 anos foram incluídas nos estudos clínicos controlados conduzidos em crianças e adolescentes. Embora a eficácia e segurança da metformina nestas crianças não difiram daquelas em crianças mais velhas e adolescentes, recomenda-se um cuidado especial na prescrição a crianças com idades compreendidas entre 10 e 12 anos. Este medicamento não é indicado para crianças abaixo de 10 anos. Outras precauções Todos os pacientes devem prosseguir em sua dieta, com distribuição regular de consumo de carboidratos ao longo do dia. Pacientes com excesso de peso devem continuar com dieta de restrição calórica. As análises laboratoriais habituais para controle do diabetes devem ser realizadas regularmente. A metformina, utilizada isoladamente, não causa hipoglicemia, embora se recomende precaução ao utilizá-la em associação com insulina ou outros antidiabéticos orais (ex. sulfonilureias ou meglitinidas). A metformina, em associação com a insulina, tem sido utilizada no tratamento do diabetes Tipo 1, em pacientes selecionados; os benefícios clínicos desta combinação, porém, não estão formalmente estabelecidos. Recomenda-se que os níveis séricos de vitamina B12 sejam monitorados anualmente. O risco de níveis baixos de vitamina B12 se eleva com o aumento da dose de metformina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco conhecidos por causar deficiência de vitamina B12 B12. A metformina reduz os níveis de hormônio tireoestimulante (TSH) em pacientes com hipotireoidismo. Esse efeito não foi observado em pacientes eutireoideanos. Recomenda-se o monitoramento regular dos níveis de TSH em pacientes com hipotireoidismo tratados com metformina (ver “Reações adversas”).

6. Interações medicamentosas 1 palavras

Associações contraindicadas Meios de contraste iodados: o uso da metformina deve ser descontinuado 48 horas antes do exame em pacientes com depuração de creatinina abaixo de 45 mL/min ou [… 27 palavras iguais …] quando a administração for intra-arterial (ver “Contraindicações”). Associações a serem empregadas com cautela Medicamentos com atividade hiperglicêmica intrínseca, como glicocorticoides, tetracosactida (vias sistêmica e local), agonistas beta-2, danazol, levotiroxina, clorpromazina em altas doses de 100 mg ao dia, diuréticos: pode ser necessário um controle mais frequente da glicose sanguínea, notadamente no início do tratamento. Caso necessário, ajustar a dose [… 142 palavras iguais …] acidose láctica no caso de intoxicação alcoólica aguda, especialmente em situações de: jejum ou má-nutrição, insuficiência hepática. Deve-se evitar o consumo de álcool e a utilização de medicamentos contendo álcool.
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Associações contraindicadas Meios de contraste iodados: o uso da metformina deve ser descontinuado 48 horas antes do exame em pacientes com depuração de creatinina abaixo de 45 mL/min ou TFGe abaixo de 45 mL/min/1,73m2 recebendo administração intravenosa de meios de contraste iodados ou depuração de creatinina abaixo de 60 mL/min ou TFGe abaixo de 60 mL/min/1,73m2 quando a administração for intra-arterial (ver “Contraindicações”). Associações a serem empregadas com cautela Medicamentos com atividade hiperglicêmica intrínseca, como glicocorticoides, tetracosactida (vias sistêmica e local), agonistas beta-2, danazol, levotiroxina, clorpromazina em altas doses de 100 mg ao dia, diuréticos: pode ser necessário um controle mais frequente da glicose sanguínea, notadamente no início do tratamento. Caso necessário, ajustar a dose de metformina durante tratamento com o outro medicamento e após sua interrupção. Diuréticos, especialmente os de alça: podem aumentar o risco de acidose láctica devido ao seu potencial para diminuir a função renal. Transportadores de cátions orgânicos (OCT): a metformina é um substrato tanto de transportadores OCT1 quanto de OCT2. A coadministração de metformina com: − Substratos/inibidores de OCT1 (como verapamil) podem reduzir a eficácia de metformina. − Indutores do OCT1 (como a rifampicina) podem aumentar a absorção gastrointestinal e a eficácia. − Substratos/inibidores de OCT2 (como cimetidina, dolutegravir, crizotinibe, olaparibe, daclatasvir, vandetanibe) podem diminuir a eliminação renal da metformina e assim levar a uma concentração aumentada de metformina no plasma. Portanto, recomenda-se cautela quando estes fármacos são coadministrados com metformina e um ajuste de dose pode ser considerado, particularmente em pacientes com insuficiência renal. Interação com álcool Aumento do risco de acidose láctica no caso de intoxicação alcoólica aguda, especialmente em situações de: jejum ou má-nutrição, insuficiência hepática. Deve-se evitar o consumo de álcool e a utilização de medicamentos contendo álcool.

9. Reações adversas 16 palavras

Podem ocorrer as reações indesejáveis descritas a seguir (as frequências são definidas em muito comuns (> 1/10); comuns (> 1/100 e < 1/10); incomuns (> 1/1.000 e < 1/100); raras [… 126 palavras iguais …] cutâneas como eritema, prurido e urticária. Distúrbios hepatobiliares: Muito raros: casos isolados de alterações nos testes da função hepática ou hepatite, que regridem com descontinuação do tratamento. Investigações: Frequência não conhecida: Redução dos níveis sanguíneos do hormônio tireoestimulante (TSH) (ver “Advertências e precauções”). Nos dados provenientes da literatura, da farmacovigilância e de estudos clínicos controlados com população pediátrica limitada (com idade entre 10 e 16 anos e tratada durante um ano), as reações adversas relatadas foram similares, em natureza e gravidade, àquelas reportadas em adultos. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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Podem ocorrer as reações indesejáveis descritas a seguir (as frequências são definidas em muito comuns (> 1/10); comuns (> 1/100 e < 1/10); incomuns (> 1/1.000 e < 1/100); raras (> 1/10.000 e < 1/1.000); muito raras (< 1/10.000); frequência não conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis. Metabolismo e nutrição Comuns: deficiência de vitamina B12. Recomenda-se levar em consideração tal etiologia caso o paciente apresente-se com anemia megaloblástica (ver “Advertências e precauções”). Muito raras: acidose láctica (ver “Advertências e precauções”). Sistema nervoso central: Comuns: distúrbios do paladar. Distúrbios gastrointestinais: Muito comuns: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal e inapetência. Estas reações ocorrem mais frequentemente durante o início do tratamento e regridem espontaneamente na maioria das vezes. Para prevení-las, recomenda-se que o produto seja administrado em 2 ou 3 tomadas diárias, durante ou após as refeições. Um aumento gradual da dose também pode melhorar a tolerabilidade gastrointestinal. Pele e tecido subcutâneo: Muito raras: reações cutâneas como eritema, prurido e urticária. Distúrbios hepatobiliares: Muito raros: casos isolados de alterações nos testes da função hepática ou hepatite, que regridem com descontinuação do tratamento. Investigações: Frequência não conhecida: Redução dos níveis sanguíneos do hormônio tireoestimulante (TSH) (ver “Advertências e precauções”). Nos dados provenientes da literatura, da farmacovigilância e de estudos clínicos controlados com população pediátrica limitada (com idade entre 10 e 16 anos e tratada durante um ano), as reações adversas relatadas foram similares, em natureza e gravidade, àquelas reportadas em adultos. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

III – Dizeres legais 292 palavras

Registro: 1.0089.0193 Glifage® 500 mg, 850 mg e 1 g Registrado e produzido por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro [… 30 palavras iguais …] 22710-571 Indústria Brasileira Produzido por: Merck S.A. de C.V. – Naucalpan de Juárez – México VENDA SOB PRESCRIÇÃO. Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 03/02/2026. 14/09/2026. VP: O que devo saber antes de usar este medicamento? / Quais 10451 - 10451 - os males que este MEDICAMENTO MEDICAMENTO medicamento pode me Comprimidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação Não se causar? revestidos 14/09/2026 de Alteração de 14/09/2026 VP/VPS de Alteração de Texto aplica VPS: Características 500mg / 850mg / Texto de Bula – de Bula – publicação farmacológicas / 1g publicação no no Bulário RDC 60/12 Advertências e Bulário RDC 60/12 precauções / Interações medicamentosas / Reações adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO MEDICAMENTO VP: Como devo usar Comprimidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação Não se este medicamento? revestidos 03/02/2026 0108905/26-8 de Alteração de 03/02/2026 0108905/26-8 VP/VPS de Alteração de Texto aplica VPS: Posologia e modo 500mg / 850mg / Texto de Bula – de Bula – publicação de usar 1g publicação [… 16 palavras iguais …] indicado? / O que devo saber antes de usar este medicamento? / Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? / 10451 - Como devo usar este medicamento? / Quais os males que este 10451 - medicamento pode me 10451 - MEDICAMENTO causar? medicamento? / Dizeres legais Quais MEDICAMENTO Comprimidos NOVO - Notificação VPS: Composição / os males que este NOVO - Notificação Não se revestidos 06/06/2025 0764899/25-2 de Alteração de 06/06/2025 0764899/25-2 Indicações / Resultado medicamento pode me VP/VPS de Alteração de Texto aplica 500mg / 850mg / Texto de Bula – de eficácia causar? / Dizeres legais de Bula – publicação 1g publicação no Características VPS: Composição / no Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 Indicações / Resultado de eficácia / Características farmacológicas / Contraindicações / Advertências e precauções / Interações medicamentosas / Cuidados de armazenamento do medicamento / Posologia e modo de usar / Reações adversas / Dizeres legais Bulário RDC 60/12 VPS: Advertências e precauções / Reações adversas 10451 - 10451 - VP: O que devo saber MEDICAMENTO MEDICAMENTO 10451 - antes de usar este 10451 - MEDICAMENTO medicamento? / Quais MEDICAMENTO Comprimidos NOVO - Notificação os males que este NOVO - Notificação Não se medicamento? / Quais revestidos 27/08/2021 3382014/21-1 de Alteração de 27/08/2021 3382014/21-1 medicamento pode me VP/VPS de Alteração de de Alteração de Texto aplica os males que este 500mg / 850mg / Texto de Bula – causar? de Bula – publicação medicamento pode me 1g publicação no VPS: Advertências e no Bulário RDC 60/12 causar? Bulário RDC 60/12 precauções / Reações adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se VPS: Reações adversas revestidos 01/04/2021 1253863/21-9 01/04/2021 1253863/21-9 NOVO - Notificação VPS [… 173 palavras iguais …] de Alteração de aplica 500mg / 850mg / de Alteração de Texto empresa. Texto de Bula – 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 Posologia e modo de usar / Reações adversas / Superdose 10451 - 10451 - Não se VP: Quando não devo Comprimidos 15/08/2016 2184815/16-7 15/08/2016 2184815/16-7 VP/VPS MEDICAMENTO MEDICAMENTO aplica usar este medicamento? revestidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação O que devo saber antes de usar este 10451 - medicamento? Como 10451 - MEDICAMENTO devo usar este Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se medicamento? revestidos 15/08/2016 2184815/16-7 15/08/2016 2184815/16-7 NOVO - Notificação VP/VPS de Alteração de aplica VPS: Indicações / 500mg / 850mg / de Alteração de de Alteração de Texto de usar este 1g Texto de Bula – Características 1g de Bula – RDC 60/12 medicamento? Como RDC 60/12 devo usar este medicamento? VPS: Indicações / Características farmacológicas / Contraindicações / Advertências e precauções / Interações medicamentosas / Posologia e modo de usar / Reações adversas / Superdose 10451 - 10451 - MEDICAMENTO VP/VPS Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se Dizeres legais revestidos 05/07/2016 2030141/16-3 05/07/2016 2030141/16-3 NOVO - Notificação VP/VPS [… 209 palavras iguais …] Inclusão VP/VPS aplica (versão inicial) 500mg / 850mg / Inicial de Texto de Inicial de Texto de 1g Bula – RDC 60/12 Bula – RDC 60/12
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Registro: 1.0089.0193 Glifage® 500 mg, 850 mg e 1 g Registrado e produzido por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571 Indústria Brasileira Glifage® 500mg e 850mg Importado e registrado por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571 Indústria Brasileira Produzido por: Merck S.A. de C.V. – Naucalpan de Juárez – México VENDA SOB PRESCRIÇÃO. Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 03/02/2026. 14/09/2026. VP: O que devo saber antes de usar este medicamento? / Quais 10451 - 10451 - os males que este MEDICAMENTO MEDICAMENTO medicamento pode me Comprimidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação Não se causar? revestidos 14/09/2026 de Alteração de 14/09/2026 VP/VPS de Alteração de Texto aplica VPS: Características 500mg / 850mg / Texto de Bula – de Bula – publicação farmacológicas / 1g publicação no no Bulário RDC 60/12 Advertências e Bulário RDC 60/12 precauções / Interações medicamentosas / Reações adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO MEDICAMENTO VP: Como devo usar Comprimidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação Não se este medicamento? revestidos 03/02/2026 0108905/26-8 de Alteração de 03/02/2026 0108905/26-8 VP/VPS de Alteração de Texto aplica VPS: Posologia e modo 500mg / 850mg / Texto de Bula – de Bula – publicação de usar 1g publicação no no Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 VP: Composição / Para que este medicamento é indicado? / O que devo saber antes de usar este medicamento? / Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? / 10451 - Como devo usar este medicamento? / Quais os males que este 10451 - medicamento pode me 10451 - MEDICAMENTO causar? medicamento? / Dizeres legais Quais MEDICAMENTO Comprimidos NOVO - Notificação VPS: Composição / os males que este NOVO - Notificação Não se revestidos 06/06/2025 0764899/25-2 de Alteração de 06/06/2025 0764899/25-2 Indicações / Resultado medicamento pode me VP/VPS de Alteração de Texto aplica 500mg / 850mg / Texto de Bula – de eficácia causar? / Dizeres legais de Bula – publicação 1g publicação no Características VPS: Composição / no Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 Indicações / Resultado de eficácia / Características farmacológicas / Contraindicações / Advertências e precauções / Interações medicamentosas / Cuidados de armazenamento do medicamento / Posologia e modo de usar / Reações adversas / Dizeres legais Bulário RDC 60/12 VPS: Advertências e precauções / Reações adversas 10451 - 10451 - VP: O que devo saber MEDICAMENTO MEDICAMENTO 10451 - antes de usar este 10451 - MEDICAMENTO medicamento? / Quais MEDICAMENTO Comprimidos NOVO - Notificação os males que este NOVO - Notificação Não se medicamento? / Quais revestidos 27/08/2021 3382014/21-1 de Alteração de 27/08/2021 3382014/21-1 medicamento pode me VP/VPS de Alteração de de Alteração de Texto aplica os males que este 500mg / 850mg / Texto de Bula – causar? de Bula – publicação medicamento pode me 1g publicação no VPS: Advertências e no Bulário RDC 60/12 causar? Bulário RDC 60/12 precauções / Reações adversas 10451 - 10451 - MEDICAMENTO Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se VPS: Reações adversas revestidos 01/04/2021 1253863/21-9 01/04/2021 1253863/21-9 NOVO - Notificação VPS de Alteração de aplica (alerta VigiMed) 500mg / 850mg / de Alteração de Texto Texto de Bula – 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 VP: Para que este medicamento é Ampliação de Ampliação de 11119 RDC 73/2016 - indicado? O que devo Uso: Uso: 10451 - NOVO - Ampliação de Resolução- saber antes de usar este 24/11/17 2235900/17-1 MEDICAMENTO Uso RE nº 97, de medicamento? Como Comprimidos NOVO - Notificação 11 de devo usar este revestidos 24/01/2018 0058926/18-8 Inclusão de Inclusão de VP/VPS de Alteração de 1449 MEDICAMENTO janeiro de medicamento? 500mg / 850mg / Indicação Indicação Texto de Bula – NOVO - Inclusão de 2018 (DOU VPS: Indicações / 1g Terapêutica Terapêutica RDC 60/12 Indicação Terapêutica 15/01/2018) Resultados de eficácia / Nova no País: Nova no País: Nova no País Advertências e 28/07/14 0612386/14-4 precauções / Posologia e modo de usar 10451 - 10451 - MEDICAMENTO Comprimidos MEDICAMENTO VP & VPS: Inserção da NOVO - Notificação Não se revestidos 01/06/2017 1076516/17-6 01/06/2017 1076516/17-6 NOVO - Notificação nova logomarca da VP/VPS de Alteração de aplica 500mg / 850mg / de Alteração de Texto empresa. Texto de Bula – 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 Posologia e modo de usar / Reações adversas / Superdose 10451 - 10451 - Não se VP: Quando não devo Comprimidos 15/08/2016 2184815/16-7 15/08/2016 2184815/16-7 VP/VPS MEDICAMENTO MEDICAMENTO aplica usar este medicamento? revestidos NOVO - Notificação NOVO - Notificação O que devo saber antes de usar este 10451 - medicamento? Como 10451 - MEDICAMENTO devo usar este Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se medicamento? revestidos 15/08/2016 2184815/16-7 15/08/2016 2184815/16-7 NOVO - Notificação VP/VPS de Alteração de aplica VPS: Indicações / 500mg / 850mg / de Alteração de de Alteração de Texto de usar este 1g Texto de Bula – Características 1g de Bula – RDC 60/12 medicamento? Como RDC 60/12 devo usar este medicamento? VPS: Indicações / Características farmacológicas / Contraindicações / Advertências e precauções / Interações medicamentosas / Posologia e modo de usar / Reações adversas / Superdose 10451 - 10451 - MEDICAMENTO VP/VPS Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se Dizeres legais revestidos 05/07/2016 2030141/16-3 05/07/2016 2030141/16-3 NOVO - Notificação VP/VPS de Alteração de aplica (Farmacêutico 500mg / 850mg / de Alteração de Texto Texto de Bula – Responsável) 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 10250- DOU 10451 - MEDICAMENTO 17/08/2015 MEDICAMENTO NOVO_Inclusão de Comprimidos (Resolução - VP/VPS NOVO - Notificação local de fabricação do revestidos 15/09/2015 0820996/15-1 15/07/2015 0628277/15-6 RE 2.323, Dizeres legais VP/VPS de Alteração de medicamento de 500mg / 850mg / de 14 de (Local de fabricação) Texto de Bula – liberação 1g agosto de RDC 60/12 convencional com 2015) prazo de análise 10451 - 10451- MEDICAMENTO VP/VPS Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se Dizeres legais revestidos 08/12/2014 1098254/14-0 08/12/2014 1098254/14-0 NOVO - Notificação VP/VPS de Alteração de aplica (Farmacêutico 500mg / 850mg / de Alteração de Texto Texto de Bula – Responsável) 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 10451 - VPS 10451- MEDICAMENTO Reações adversas Comprimidos MEDICAMENTO NOVO - Notificação Não se VP/VPS revestidos 21/02/2014 0136025/14-6 21/02/2014 0136025/14-6 NOVO - Notificação VP/VPS de Alteração de aplica Dizeres legais 500mg / 850mg / de Alteração de Texto Texto de Bula – (Farmacêutico 1g de Bula – RDC 60/12 RDC 60/12 Responsável) 10458 - 10458- Comprimidos MEDICAMENTO MEDICAMENTO Não se Não se aplica revestidos 08/04/2013 0262203/13-3 NOVO - Inclusão 08/04/2013 0262203/13-3 NOVO - Inclusão VP/VPS aplica (versão inicial) 500mg / 850mg / Inicial de Texto de Inicial de Texto de 1g Bula – RDC 60/12 Bula – RDC 60/12

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SeçãoPalavras alteradasSemelhança
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde100%
1. Indicações499%
2. Resultados de eficácia100%
3. Características farmacológicas2399%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções3899%
6. Interações medicamentosas1100%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar100%
9. Reações adversas1697%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais29285%

Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.