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SINCRO XR · EUROFARMA LABORATORIOS S.A.

Bula do profissional: 10/09/2026 → 10/09/2026

expediente 0940545268 → 1628788259 ·PDFs no Bulário da ANVISA

Seções alteradas: 2569III

4 = declarada pela empresa.

Alterações

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2. Resultados de eficácia 4 palavras

O risco relativo de recorrência de depressão maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam paroxetina, após um período de dois [… 109 palavras iguais …] o comprometimento funcional [5]. A paroxetina de liberação modificada também foi eficaz em tratamento contínuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinuação [6]. • No transtorno do pânico, o uso de paroxetina de liberação modificada resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas após dois meses de tratamento. O perfil de tolerabilidade mostrou-se bastante próximo do de placebo: descontinuação em 11% dos pacientes e eventos adversos graves na mesma proporção observada com placebo, de 2%. • Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, a paroxetina de liberação modificada é eficaz e bem tolerada, com resposta até 140% superior à obtida com placebo e índices [… 215 palavras iguais …] clinical trials. Clin Ther, 27(12):1901-11, 2005. 8 TRIVEDI, MH. et al. Effectiveness of low doses of paroxetine-controlled release in the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiatry, 65(10):1356-64, 2004.
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O risco relativo de recorrência de depressão maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam paroxetina, após um período de dois anos de acompanhamento [1]. Em pacientes com transtorno de ansiedade generalizada (GAD), a paroxetina é eficaz, mesmo a longo prazo, propiciando resolução dos sintomas, redução da ansiedade, melhora funcional significativa (redução média de 57% na escala HAM-A) e perfil de tolerabilidade superior ao dos benzodiazepínicos. Os índices de remissão são significativos e proporcionais à duração do tratamento, especialmente após três meses [2], [3], [4]. No transtorno disfórico pré-menstrual (PMDD), a paroxetina de liberação modificada – administrada de forma intermitente em doses de 12,5 ou 25 mg/dia durante a segunda metade do ciclo menstrual – melhorou significativamente o humor durante a fase lútea, bem como a gravidade dos sintomas e o comprometimento funcional [5]. A paroxetina de liberação modificada também foi eficaz em tratamento contínuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinuação [6]. • No transtorno do pânico, o uso de paroxetina de liberação modificada resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas após dois meses de tratamento. O perfil de tolerabilidade mostrou-se bastante próximo do de placebo: descontinuação em 11% dos pacientes e eventos adversos graves na mesma proporção observada com placebo, de 2%. • Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, a paroxetina de liberação modificada é eficaz e bem tolerada, com resposta até 140% superior à obtida com placebo e índices de descontinuação por eventos adversos inferiores a 10% [7]. Em casos moderados, a dose de 25 mg/dia reduziu significativamente as manifestações depressivas e ansiosas, com chances de remissão 96% superiores às observadas com placebo. Adicionalmente, a paroxetina de liberação modificada apresentou boa tolerabilidade em doses de até 50 mg/dia [8]. 1 REYNOLDS, CF. et al. Maintenance treatment of major depression in old age. N Engl J Med, 354(11):1130-8, 2006. 2 VAN AMERINGEN, M. et al. An evaluation of paroxetine in generalised social anxiety disorder. Expert Opin Pharmacother, 6(5):819-30, 2005. 3 BALL, SG. et al. Selective serotonin reuptake inhibitor treatment for generalized anxiety disorder: a double- blind, prospective comparison between paroxetine and sertraline. J Clin Psychiatry, 66(1):94-9, 2005. 4 BALLENGER, JC. et al. Remission rates in patients with anxiety disorders treated with paroxetine. J Clin Psychiatry, 65(12):1696-707, 2004. 5 STEINER, M. et al. Luteal phase dosing with paroxetine-controlled release (CR) in the treatment of premenstrual dysphoric disorder. Am J Obstet Gynecol, 193(2):352-60, 2005. 6 COHEN, LS. et al. Paroxetine controlled release for premenstrual dysphoric disorder: a double-blind, placebo- controlled trial. Psychosom Med, 66(5): 707-13, 2004. 7 DUNNER, DL. et al. Efficacy and tolerability of controlled-release paroxetine in the treatment of severe depression: post hoc analysis of pooled data from a subset of subjects in four double-blind clinical trials. Clin Ther, 27(12):1901-11, 2005. 8 TRIVEDI, MH. et al. Effectiveness of low doses of paroxetine-controlled release in the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiatry, 65(10):1356-64, 2004.

5. Advertências e precauções5 75 palavras

Crianças e adolescentes (com menos de 18 anos) O uso cloridrato de paroxetina é contraindicado para menores de 18 anos. O tratamento com antidepressivos é associado a aumento do risco de pensamento e comportamento suicidas em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior e outros distúrbios psiquiátricos. Em estudos clínicos [… 376 palavras iguais …] do quadro (o que inclui o desenvolvimento de novos sintomas) e a suicídios durante o tratamento, especialmente no início dele, assim como em qualquer momento em que haja alteração de dosagem, dose, seja aumento, seja redução. Também é necessário alertar os pacientes e as pessoas que cuidam deles sobre a necessidade de estar atentos a qualquer piora do quadro geral (o que [… 653 palavras iguais …] E 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Insuficiência renal/hepática Em pacientes com insuficiência renal grave ou hepática, este medicamento deve ser administrado com cautela (ver o item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Diabetes Em pacientes com diabetes, o tratamento com um ISRS (inibidor seletivo da recaptação de serotonina) pode alterar o controle glicêmico. A dose de insulina e/ou de hipoglicemiantes orais pode necessitar de ajuste. Além disso, estudos sugerem que pode ocorrer aumento dos níveis de glicose no sangue quando paroxetina e pravastatina são administradas concomitantemente (ver seção Interações Medicamentosas). Epilepsia Da mesma forma que outros antidepressivos, cloridrato de paroxetina deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia. Convulsões Em geral, a incidência de convulsões é < 0,1% em [… 845 palavras iguais …] trimestre de gravidez, mostraram aumento do risco de malformações congênitas, particularmente cardiovasculares (como defeitos do septo atrial e ventricular), associado ao uso de paroxetina. Os dados sugerem que o risco de o do feto ter um defeito cardiovascular após a exposição materna a paroxetina é de aproximadamente 1/50, enquanto a taxa esperada desses efeitos na população em geral é de aproximadamente 1/100. O [… 465 palavras iguais …] (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido revestido. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má absorção de glicose-galactose. Atenção: contém o corante óxido de ferro vermelho
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Crianças e adolescentes (com menos de 18 anos) O uso cloridrato de paroxetina é contraindicado para menores de 18 anos. O tratamento com antidepressivos é associado a aumento do risco de pensamento e comportamento suicidas em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior e outros distúrbios psiquiátricos. Em estudos clínicos que utilizaram paroxetina em crianças e adolescentes, eventos adversos relacionados à possibilidade de suicídio (pensamento ou comportamento suicidas) e à hostilidade (predominantemente agressão, comportamento opositor ou raiva) foram mais frequentemente observados em pacientes tratados com paroxetina do que nos que receberam placebo (ver o item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Existem poucos dados da segurança de longo prazo em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental. Piora do quadro clínico e risco de suicídio em adultos Adultos jovens, especialmente aqueles com transtorno depressivo maior, podem apresentar aumento do risco de comportamento suicida durante o tratamento com paroxetina. Uma análise de estudos placebo-controlados em adultos com distúrbios psiquiátricos demonstrou maior frequência de comportamento suicida em adultos jovens (prospectivamente definidos como entre 18 e 24 anos) tratados com paroxetina, em comparação com placebo [17/776 (2,19%) versus 5/542 (0,92%)]. Essa diferença, entretanto, não foi estatisticamente significativa. Em outro grupo, com maior idade (acima de 25 anos), tal aumento não foi observado. Em adultos com transtorno depressivo maior, de todas as idades, houve aumento significativo da frequência do comportamento suicida em pacientes tratados com paroxetina em comparação com placebo [11/3.455 (0,32%) versus 1/1.978 (0,05%)]; todos esses eventos foram tentativas de suicídio. Entretanto, a maior parte dessas tentativas de suicídio observadas com paroxetina (ou seja, 8 em 11) ocorreu em adultos jovens entre 18 e 30 anos. Esses dados relativos a transtorno depressivo maior sugerem que a frequência mais alta observada na população adulta jovem com distúrbios psiquiátricos pode ser estendida para além dos 24 anos de idade. Pacientes com depressão podem apresentar piora dos sintomas depressivos e/ou pensamento e comportamento suicidas, independentemente de tomarem medicação antidepressiva. O risco persiste até que uma regressão significativa ocorra. A experiência clínica com antidepressivos indica, em geral, que o risco de suicídio aumenta no estágio inicial de recuperação. Outros distúrbios psiquiátricos para os quais a paroxetina é indicada podem estar associados a aumento do risco de comportamento suicida, e essas condições também podem ser comorbidades associadas ao transtorno depressivo maior. Ademais, pacientes com história de comportamento ou pensamento suicidas, adultos jovens e aqueles pacientes que exibem um grau significativo de potencial suicida antes do início do tratamento possuem alto risco de cometer suicídio. O médico deve monitorar os seus pacientes quanto à piora do quadro (o que inclui o desenvolvimento de novos sintomas) e a suicídios durante o tratamento, especialmente no início dele, assim como em qualquer momento em que haja alteração de dosagem, dose, seja aumento, seja redução. Também é necessário alertar os pacientes e as pessoas que cuidam deles sobre a necessidade de estar atentos a qualquer piora do quadro geral (o que inclui o desenvolvimento de novos sintomas), bem como ao aparecimento de comportamento/pensamento suicidas ou pensamentos de ferir a si mesmo, e de procurar cuidados médicos imediatamente caso esses sintomas apareçam. A piora pode ser reconhecida com o aparecimento de alguns sintomas, como agitação, acatisia e mania, que podem estar relacionados com a situação da doença subjacente ou com o uso do medicamento (ver Acatisia, Mania, Transtorno Bipolar, no item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Ademais, o médico deve considerar alterações do regime terapêutico, e até a possibilidade de descontinuação da medicação, nos pacientes com experiência de piora clínica (que inclui o desenvolvimento de novos sintomas), bem como nos pacientes em que observar o surgimento de pensamento ou comportamento suicidas. Isso é ainda mais importante se tais sintomas forem graves, iniciarem-se abruptamente ou se não faziam parte dos sintomas do paciente. Acatisia Raramente o uso de paroxetina ou outros inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) tem sido associado ao desenvolvimento de acatisia – caracterizada pela sensação de inquietude e agitação psicomotora, representada pela incapacidade de permanecer sentado ou levantado e geralmente associada a desconforto subjetivo. É mais provável que isso ocorra nas primeiras semanas de tratamento. Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica maligna Em raros casos, o desenvolvimento de eventos relacionados à síndrome serotoninérgica ou à síndrome neuroléptica maligna pode ocorrer durante o tratamento com paroxetina, particularmente quando administrada em associação com outra medicação serotoninérgica ou neuroléptica. Esses eventos são caracterizados pelo seguinte grupo de sintomas: hipertermia, rigidez, mioclonus, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais e mudanças de estado mental (que incluem confusão, irritabilidade, agitação extrema e progridem para delírio e coma). Como essa síndrome pode resultar numa potencial condição de risco de vida, se tais sintomas ocorrerem o médico deve descontinuar o tratamento com paroxetina e iniciar o tratamento sintomático de suporte. Ainda devido ao risco de síndrome serotoninérgica, a paroxetina não deve ser usada em associação com precursores de serotonina, como L-triptofano e oxitriptano (ver os itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ). Mania e transtorno bipolar Um episódio depressivo grave pode ser a manifestação inicial do transtorno bipolar. Geralmente se acredita (embora essa hipótese não tenha sido confirmada em ensaios clínicos) que o tratamento desse episódio com um único antidepressivo pode aumentar a probabilidade de precipitação de um episódio de mania ou misto em paciente sob risco de apresentar transtorno bipolar. Antes de usar um antidepressivo, os pacientes devem ser adequadamente avaliados para determinar o risco de transtorno bipolar. O médico deve incluir nessa avaliação a história psiquiátrica detalhada, que abrange história familiar de suicídios, transtorno bipolar e depressão. Note-se que a paroxetina não é aprovada para tratamento de transtorno bipolar e que, como todo antidepressivo, deve ser usada com cautela em pacientes com história de mania. Tamoxifeno Alguns estudos têm demonstrado que a eficácia do tamoxifeno, medida pelo risco de recaída do câncer de mama/mortalidade, pode ser reduzida quando prescrito em associação com cloridrato de paroxetina como um resultado da inibição irreversível da paroxetina ao CYP2D6 (ver o item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Este risco pode aumentar com a longa duração da coadministração. Quando o tamoxifeno é usado para o tratamento ou prevenção de câncer de mama, os médicos devem considerar o uso de um antidepressivo alternativo com pouca ou nenhuma inibição de CYP2D6. Fratura óssea Os estudos epidemiológicos sobre risco de fratura após a exposição a alguns antidepressivos, entre eles os ISRSs, têm relatado uma associação entre tratamento e fraturas. O risco ocorre durante o uso do medicamento e é maior nas fases iniciais. O médico deve considerar este risco no tratamento de seus pacientes com cloridrato de paroxetina. Inibidores da monoaminoxidase (MAO) O tratamento com cloridrato de paroxetina deve ser evitado por pelo menos duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO, e a dose de cloridrato de paroxetina deve ser aumentada gradativamente, até que uma resposta ótima seja alcançada (ver os itens 4. CONTRAINDICAÇÕES E 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Insuficiência renal/hepática Em pacientes com insuficiência renal grave ou hepática, este medicamento deve ser administrado com cautela (ver o item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Diabetes Em pacientes com diabetes, o tratamento com um ISRS (inibidor seletivo da recaptação de serotonina) pode alterar o controle glicêmico. A dose de insulina e/ou de hipoglicemiantes orais pode necessitar de ajuste. Além disso, estudos sugerem que pode ocorrer aumento dos níveis de glicose no sangue quando paroxetina e pravastatina são administradas concomitantemente (ver seção Interações Medicamentosas). Epilepsia Da mesma forma que outros antidepressivos, cloridrato de paroxetina deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia. Convulsões Em geral, a incidência de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com cloridrato de paroxetina de liberação modificada. A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão. Eletroconvulsoterapia (ECT) Há pouca experiência clínica com a administração concomitante de cloridrato de paroxetina em pacientes sob ECT. Glaucoma Da mesma forma que outros ISRSs, a paroxetina pode causar midríase e deve ser usada com cautela em pacientes com glaucoma de ângulo agudo. Hiponatremia Há raros relatos de hiponatremia, a maioria em idosos. A hiponatremia geralmente se reverte com a descontinuação da paroxetina. Hemorragia Relatou-se sangramento na pele e nas membranas mucosas (inclusive sangramento gastrintestinal e ginecológico) após tratamento com cloridrato de paroxetina de liberação modificada. Portanto, este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento concomitante com drogas que aumentam o risco de sangramento e naqueles que têm predisposição ou tendência conhecida a sangramento (ver o item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os ISRS podem aumentar o risco de hemorragia pós-parto (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - Gravidez e Lactação). Problemas cardíacos Da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, cloridrato de paroxetina deve ser utilizado com cautela em pacientes com problemas cardíacos. Prolongamento do Intervalo QT Casos de prolongamento do intervalo QT tem sido reportados, embora a casualidade com cloridrato de paroxetina não foi estabelecida. Em um estudo com indivíduos sadios, a paroxetina administrada em doses diárias repetidas de até 60 mg não prolongou o intervalo QTc (ver 3. Características Farmacológicas).. O cloridrato de paroxetina deve ser utilizado com cuidado em pacientes com histórico de intervalo QT prolongado, pacientes tomando anti-arrítmicos ou outros medicamentos que possam potencialmente prolongar o intervalo QT, ou aqueles com doenças cardíacas pré-existentes relevantes. Para mais informações, veja o item 4. CONTRAINDICAÇÕES. Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo "torsades de pointes", que é potencialmente fatal (morte súbita). Sintomas observados com a descontinuação de cloridrato de paroxetina em adultos Em estudos clínicos conduzidos com adultos, observaram-se eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento em 30% dos pacientes que receberam cloridrato de paroxetina em comparação a 20% dos tratados com placebo. Os sintomas decorrentes da descontinuação são diferentes dos resultantes da dependência produzida pelo abuso de substâncias lícitas ou ilícitas. Há relatos de vertigens, distúrbios sensoriais (inclusive parestesia, sensação de choque elétrico e zumbido), distúrbios do sono (inclusive sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náuseas, tremor, confusão, sudorese, cefaleia e diarreia. Geralmente esses sintomas variam de leves a moderados; entretanto, em alguns casos, podem ser graves. Eles ocorrem, normalmente, nos dias seguintes à descontinuação do tratamento, mas existem raros relatos de ocorrências após o esquecimento de uma dose. Esses sintomas são, de modo geral, autolimitados e desaparecem em duas semanas, embora, em alguns indivíduos, esse tempo se prolongue (de dois a três meses ou mais). Dessa forma, recomenda-se retirar cloridrato de paroxetina gradualmente, por várias semanas ou meses, até a descontinuação total do tratamento, de acordo com as necessidades do paciente (ver o item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR - Descontinuação). Disfunção sexual Inibidores seletivos de receptação de serotonina (ISRS) podem causar sintomas de disfunção sexual. Houve relatos de relações sexuais duradouras, disfunção em que os sintomas continuaram apesar da descontinuação dos ISRS. Sintomas observados com a descontinuação de cloridrato de paroxetina em crianças e adolescentes Em estudos clínicos conduzidos com crianças e adolescentes, observaram-se eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento em 32% dos pacientes que receberam cloridrato de paroxetina em comparação a 24% dos tratados com placebo. Houve relatos de eventos causados pela descontinuação de cloridrato de paroxetina em pelo menos 2% dos pacientes e cuja ocorrência foi no mínimo duas vezes maior do que entre os pacientes tratados com placebo. Esses eventos foram labilidade emocional (inclusive ideação suicida, tentativa de suicídio, alterações de humor e vontade de chorar), nervosismo, vertigem, náusea e dor abdominal (ver o item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Experiências clínicas têm demonstrado que o tratamento com cloridrato de paroxetina não está associado à deterioração das funções cognitiva e psicomotora. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto a prováveis limitações em sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas. Embora a paroxetina não potencialize a redução da capacidade motora e mental causada pelo álcool, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado. Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes. Fertilidade Alguns estudos clínicos têm demonstrado que os ISRSs (incluindo cloridrato de paroxetina de liberação modificada), podem afetar a qualidade do esperma. Este efeito parece ser reversível após a descontinuação do tratamento. Alterações na qualidade do esperma pode afetar a fertilidade em alguns homens. Gravidez e lactação Estudos em animais não demonstraram nenhum efeito teratogênico ou embriotóxico seletivo. Estudos epidemiológicos em grávidas, especialmente na gravidez avançada, após exposição materna a antidepressivos durante o primeiro trimestre de gravidez, mostraram aumento do risco de malformações congênitas, particularmente cardiovasculares (como defeitos do septo atrial e ventricular), associado ao uso de paroxetina. Os dados sugerem que o risco de o do feto ter um defeito cardiovascular após a exposição materna a paroxetina é de aproximadamente 1/50, enquanto a taxa esperada desses efeitos na população em geral é de aproximadamente 1/100. O médico deve avaliar a possibilidade de tratamentos alternativos em mulheres grávidas ou que planejam engravidar; a prescrição de cloridrato de paroxetina somente deve ser feita quando os benefícios potenciais justificarem os riscos. Se optar pela descontinuação do tratamento, deve observar as recomendações da seção Descontinuação de cloridrato de paroxetina de liberação modificada, no item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR, e da seção Sintomas observados com a descontinuação de cloridrato de paroxetina em adultos, no item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES. Houve relatos de nascimento prematuro em mulheres grávidas expostas à paroxetina ou outros ISRSs, entretanto não foi estabelecida uma relação causal. Os dados observacionais forneceram evidências de um risco aumentado (menos de duas vezes) de hemorragia pós- parto após a exposição a ISRS um mês antes do nascimento. Deve-se monitorar o recém-nascido caso a mãe tenha dado continuidade ao tratamento com paroxetina nos estágios finais da gravidez. Houve relatos de complicações em neonatos expostos a paroxetina ou outros ISRSs após o terceiro trimestre da gravidez, embora a relação causal com o tratamento ainda não tenha sido estabelecida. Os achados clínicos relatados são: desconforto respiratório, cianose, apneia, convulsões, instabilidade térmica, dificuldade de amamentar, vômito, hipoglicemia, hipertonia, hipotonia, hiperreflexia, tremor, nervosismo, irritabilidade, letargia, choro constante e sonolência. Em alguns casos, os sintomas foram descritos como síndrome de abstinência neonatal. A maioria das complicações ocorreu imediatamente ou logo em seguida ao nascimento (em menos de 24 horas). Estudos epidemiológicos mostraram que o uso de ISRSs, entre eles paroxetina, na gravidez, particularmente na gravidez avançada, foi associado a aumento do risco de hipertensão pulmonar persistente em recém-nascidos (PPHN). O risco aumentado entre crianças nascidas de mulheres que usaram ISRSs nos estágios mais avançados da gravidez foi descrito como quatro a cinco vezes maior que o observado na população geral (taxa de 1 a 2 para cada 1.000 grávidas). Uma pequena quantidade de paroxetina é excretada no leite materno. Em estudos publicados, as concentrações séricas em crianças amamentadas foram indetectáveis (< 2 ng/mL) ou muito baixas (< 4 ng/mL). Não se observaram sinais de efeito da droga nessas crianças. Contudo, a paroxetina não deve ser usada durante a amamentação, a não ser que os benefícios esperados para a mãe justifiquem os potenciais riscos para a criança. Categoria D de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. (12,5mg) Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido revestido. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má absorção de glicose-galactose. Atenção: contém o corante óxido de ferro amarelo. (25mg) Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido revestido. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má absorção de glicose-galactose. Atenção: contém o corante óxido de ferro vermelho

6. Interações medicamentosas6 205 palavras

Drogas serotoninérgicas: assim como ocorre com outros ISRSs, a coadministração de cloridrato de paroxetina com drogas serotoninérgicas pode levar a aumento dos efeitos associados ao 5-HT (ver Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica [… 174 palavras iguais …] Quando a paroxetina é coadministrada com um inibidor conhecido, o médico deve considerar o uso de doses que estejam entre as mais baixas da faixa de doses. Nenhum ajuste da dosagem dose inicial é necessário quando a droga coadministrada é um indutor conhecido (p. ex. carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína). O médico deve conduzir todo ajuste de dose subsequente de acordo com os [… 317 palavras iguais …] demonstraram que a absorção e a farmacocinética da paroxetina não são afetadas ou são marginalmente afetadas (p. ex. em uma dose que não exija nenhuma alteração) por: alimentos, antiácidos, digoxina, propranolol. Álcool: a propranolol e álcool (a paroxetina não potencializa a redução da habilidade motora e mental causada pelo álcool; entretanto, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado. recomendado). Assim como com outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas juntamente com cloridrato de paroxetina de liberação modificada. Anticoagulantes orais: Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica entre paroxetina e anticoagulantes orais. O uso concomitante de paroxetina e anticoagulantes orais pode levar a um aumento da atividade anticoagulante e risco de hemorragia. Portanto, a paroxetina deve ser usada com cautela em pacientes tratados com anticoagulantes orais. AINEs, ácido acetilsalicílico e outros agentes antiplaquetários: Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica entre paroxetina e AINEs/ácido acetilsalicílico. O uso concomitante de paroxetina e AINEs/ácido acetilsalicílico pode levar a um risco aumentado de hemorragia. Cautela é recomendada em pacientes que tomam ISRS, concomitantemente com anticoagulantes orais, produtos medicinais conhecidos por afetar a função plaquetária ou aumentar o risco de sangramento (por exemplo, antipsicóticos atípicos como clozapina, fenotiazinas, a maioria dos ATC, ácido acetilsalicílico, AINEs, inibidores de COX-2), bem como em pacientes com histórico de distúrbios hemorrágicos ou condições que possam predispor ao sangramento. Pravastatina: Foi observada uma interação entre paroxetina e pravastatina em estudos que sugerem que a administração concomitante desses medicamentos pode levar ao aumento dos níveis de glicose no sangue. Pacientes com diabetes mellitus que estejam recebendo tanto paroxetina quanto pravastatina podem necessitar de ajuste da dose de hipoglicemiantes orais e/ou insulina (ver seção Advertências e Precauções).
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Drogas serotoninérgicas: assim como ocorre com outros ISRSs, a coadministração de cloridrato de paroxetina com drogas serotoninérgicas pode levar a aumento dos efeitos associados ao 5-HT (ver Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica maligna, no item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). O médico deve ser cauteloso ao associar drogas serotoninérgicas com cloridrato de paroxetina [L-triptofano, triptano, tramadol, ISRSs, lítio, fentanila ou preparações que utilizam Erva de São João (Hypericum perforatum)]. Nesse caso é necessário realizar um monitoramento cuidadoso do tratamento. É contraindicado o uso concomitante de cloridrato de paroxetina com inibidores da MAO, entre eles linezolida, um antibiótico que é inibidor não seletivo reversível da MAO, e cloreto de metiltionina (azul de metileno) (ver o item 4. CONTRAINDICAÇÕES). Pimozida: em um estudo de baixa dose única de pimozida (2 mg) foi demonstrado aumento dos níveis desse medicamento na coadministração com paroxetina. Isso se explica pelas conhecidas propriedades da paroxetina de inibição do CYP2D6. Devido à janela terapêutica estreita da pimozida e sua conhecida habilidade de prolongar o intervalo QT, o uso concomitante de pimozida com cloridrato de paroxetina é contraindicado (ver o item 4. CONTRAINDICAÇÕES). Enzimas metabolizadoras de drogas: o metabolismo e a farmacocinética da paroxetina podem ser afetados pela indução ou inibição de enzimas metabolizadoras de drogas. Quando a paroxetina é coadministrada com um inibidor conhecido, o médico deve considerar o uso de doses que estejam entre as mais baixas da faixa de doses. Nenhum ajuste da dosagem dose inicial é necessário quando a droga coadministrada é um indutor conhecido (p. ex. carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína). O médico deve conduzir todo ajuste de dose subsequente de acordo com os efeitos clínicos (tolerabilidade e eficácia). Fosamprenavir/ritonavir: a coadministração de fosamprenavir/ritonavir com a paroxetina reduz significativamente os níveis plasmáticos da paroxetina. Qualquer ajuste de dose deve levar em conta o efeito clínico (tolerabilidade e eficácia). Prociclidina: a administração diária de paroxetina aumenta significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. Diante de efeitos anticolinérgicos, a dose de prociclidina deve ser reduzida. Anticonvulsivantes: aparentemente, a administração concomitante de carbamazepina, fenitoína ou valproato de sódio com paroxetina não apresenta efeito no perfil farmacocinético/farmacodinâmico em pacientes epiléticos. Bloqueadores neuromusculares: os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) reduzem a atividade da colinesterase plasmática resultando em um prolongamento da ação do bloqueio muscular de mivacúrio e suxametônio. Potencial inibitório da CYP2D6 da paroxetina: assim como outros antidepressivos, inclusive ISRSs, a paroxetina inibe a enzima hepática do citocromo P450 (CYP) 2D6. A inibição do CYP2D6 pode conduzir a aumento da concentração plasmática de drogas coadministradas metabolizadas por essa enzima. Entre essas drogas incluem-se certos antidepressivos tricíclicos (p. ex. amitriptilina, nortriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos fenotiazínicos (p. ex. perfenazina e tioridazina; ver o item 4. CONTRAINDICAÇÕES), além de risperidona, atomoxetina, certos antiarrítmicos tipo 1c (p. ex. propafenona e flecainida) e metoprolol. O tamoxifeno tem um metabólito ativo importante, endoxifeno, que é produzido pela CYP2D6 e que contribui significativamente para a eficácia do tamoxifeno. A inibição irreversível da CYP2D6 pela paroxetina leva a concentrações plasmáticas reduzidas de endoxifeno (ver o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). CYP3A4: um estudo de interação in vivo envolvendo a coadministração no estado de equilíbrio de paroxetina e terfenadina, um substrato do citocromo CYP3A4, revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética da terfenadina. Um estudo similar de interação in vivo mostrou que a paroxetina não interferiu na farmacocinética do alprazolam e vice-versa. Não se espera que a administração concomitante de paroxetina com terfenadina, alprazolam e outras drogas que sejam substrato do CYP3A4 apresente risco. Fármacos que afetam o pH gástrico: Estudos clínicos demonstraram que a absorção e a farmacocinética da paroxetina não são afetadas ou são marginalmente afetadas (p. ex. em uma dose que não exija nenhuma alteração) por: alimentos, antiácidos, digoxina, propranolol. Álcool: a propranolol e álcool (a paroxetina não potencializa a redução da habilidade motora e mental causada pelo álcool; entretanto, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado. recomendado). Assim como com outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas juntamente com cloridrato de paroxetina de liberação modificada. Anticoagulantes orais: Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica entre paroxetina e anticoagulantes orais. O uso concomitante de paroxetina e anticoagulantes orais pode levar a um aumento da atividade anticoagulante e risco de hemorragia. Portanto, a paroxetina deve ser usada com cautela em pacientes tratados com anticoagulantes orais. AINEs, ácido acetilsalicílico e outros agentes antiplaquetários: Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica entre paroxetina e AINEs/ácido acetilsalicílico. O uso concomitante de paroxetina e AINEs/ácido acetilsalicílico pode levar a um risco aumentado de hemorragia. Cautela é recomendada em pacientes que tomam ISRS, concomitantemente com anticoagulantes orais, produtos medicinais conhecidos por afetar a função plaquetária ou aumentar o risco de sangramento (por exemplo, antipsicóticos atípicos como clozapina, fenotiazinas, a maioria dos ATC, ácido acetilsalicílico, AINEs, inibidores de COX-2), bem como em pacientes com histórico de distúrbios hemorrágicos ou condições que possam predispor ao sangramento. Pravastatina: Foi observada uma interação entre paroxetina e pravastatina em estudos que sugerem que a administração concomitante desses medicamentos pode levar ao aumento dos níveis de glicose no sangue. Pacientes com diabetes mellitus que estejam recebendo tanto paroxetina quanto pravastatina podem necessitar de ajuste da dose de hipoglicemiantes orais e/ou insulina (ver seção Advertências e Precauções).

9. Reações adversas9 235 palavras

As reações adversas associadas ao uso de cloridrato de paroxetina são listadas abaixo. Algumas delas podem diminuir em intensidade e frequência com a continuidade do tratamento e geralmente não levam [… 88 palavras iguais …] de modo geral, com base em informações obtidas no período de pós-comercialização e se referem mais à taxa de relatos do que à frequência real. Reações muito comuns (> 1/10): • Náusea; • Disfunção sexual. Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): • Aumento dos níveis de colesterol, diminuição do apetite; • Sonolência, insônia, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos); • Vertigem, tremor, cefaleia; • Visão turva; • Bocejo; • Prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca; • Sudorese; • Astenia, ganho de peso corporal. Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): • Sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas; • Confusão, alucinação; • Distúrbios extrapiramidais; • Midríase; • Taquicardia sinusal; • Hipotensão postural; • Rash cutâneo (exantema); • Retenção urinária, incontinência urinária. • Leucopenia Reações raras (> 1/10.000 e < 1.000): • Hiponatremia (relatada predominantemente em pacientes idosos, e algumas vezes devido à síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético - SIADH); • Reações maníacas; • Convulsões, acatisia, síndrome das pernas inquietas (SPI); • Elevação das enzimas hepáticas; • Hiperprolactinemia/galactorreia, distúrbios menstruais (incluindo menorragia, metrorragia e amenorreia). Reações muito raras (< 1/10.000): • Trombocitopenia; • Reação alérgica grave (inclusive reações anafiláticas e angioedema); • Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH); • Síndrome serotoninérgica (cujos sintomas podem ser agitação, confusão, sudorese, alucinações, hiperreflexia, mioclonia, taquicardia e tremores); • Glaucoma agudo; • Sangramento gastrintestinal; • Eventos hepáticos (como hepatite, às vezes associada a icterícia e/ou falha hepática); • Reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica), urticária, reações de fotossensibilidade; • Edema periférico. Há um aumento do risco de ocorrência de fratura óssea em pessoas que tomam cloridrato de paroxetina de liberação modificada. Esse risco é maior durante as primeiras fases [… 102 palavras iguais …] a paroxetina não for mais necessário, a descontinuação seja gradual e através da redução da dose (ver os itens 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Reações adversas observadas em estudos clínicos pediátricos Em estudos clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados em, no mínimo, 2% dos pacientes e ocorreram pelo menos duas vezes mais do que com placebo: labilidade emocional (que inclui automutilação, pensamento ou comportamento suicidas, choro e flutuação do humor), hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese, hipercinesia e agitação. Pensamento e/ou comportamento suicidas foram observados principalmente em estudos clínicos conduzidos com adolescentes com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi observada particularmente em crianças com transtorno obsessivo-compulsivo, e especialmente, em crianças menores de 12 anos de idade. Em estudos que utilizaram um regime de redução (ou seja, diminuição de 10 mg na dose diária, em intervalos semanais, até atingir 10 mg/dia, mantidos por uma semana), os sintomas observados durante a fase de redução ou com a descontinuação de paroxetina e que ocorrem em no mínimo 2% dos pacientes e pelo menos duas vezes mais que com placebo foram: labilidade emocional, nervosismo, vertigem, náuseas e dores abdominais (ver o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Em caso de eventos adversos, notifique pelo sistema VigiMed, disponível no portal da ANVISA.
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As reações adversas associadas ao uso de cloridrato de paroxetina são listadas abaixo. Algumas delas podem diminuir em intensidade e frequência com a continuidade do tratamento e geralmente não levam à sua suspensão. As reações são classificadas, de acordo com sua frequência, como muito comuns (> 1/10), comuns (> 1/100, < 1/10), incomuns (> 1/1.000, < 1/100), raras (> 1/10.000, < 1/1.000) ou muito raras (< 1/10.000), incluindo casos isolados. A frequência das reações adversas comuns e incomuns foram geralmente determinadas com base em dados de segurança agrupados, obtidos de estudos clínicos com população > 8.000 pacientes tratados com paroxetina e avaliados como de incidência excessiva em comparação com placebo. Os eventos raros e muito raros foram determinados, de modo geral, com base em informações obtidas no período de pós-comercialização e se referem mais à taxa de relatos do que à frequência real. Reações muito comuns (> 1/10): • Náusea; • Disfunção sexual. Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): • Aumento dos níveis de colesterol, diminuição do apetite; • Sonolência, insônia, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos); • Vertigem, tremor, cefaleia; • Visão turva; • Bocejo; • Prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca; • Sudorese; • Astenia, ganho de peso corporal. Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): • Sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas; • Confusão, alucinação; • Distúrbios extrapiramidais; • Midríase; • Taquicardia sinusal; • Hipotensão postural; • Rash cutâneo (exantema); • Retenção urinária, incontinência urinária. • Leucopenia Reações raras (> 1/10.000 e < 1.000): • Hiponatremia (relatada predominantemente em pacientes idosos, e algumas vezes devido à síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético - SIADH); • Reações maníacas; • Convulsões, acatisia, síndrome das pernas inquietas (SPI); • Elevação das enzimas hepáticas; • Hiperprolactinemia/galactorreia, distúrbios menstruais (incluindo menorragia, metrorragia e amenorreia). Reações muito raras (< 1/10.000): • Trombocitopenia; • Reação alérgica grave (inclusive reações anafiláticas e angioedema); • Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH); • Síndrome serotoninérgica (cujos sintomas podem ser agitação, confusão, sudorese, alucinações, hiperreflexia, mioclonia, taquicardia e tremores); • Glaucoma agudo; • Sangramento gastrintestinal; • Eventos hepáticos (como hepatite, às vezes associada a icterícia e/ou falha hepática); • Reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica), urticária, reações de fotossensibilidade; • Edema periférico. Há um aumento do risco de ocorrência de fratura óssea em pessoas que tomam cloridrato de paroxetina de liberação modificada. Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento. Sintomas observados na descontinuação do tratamento com paroxetina Comuns: vertigem, distúrbios sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade, cefaleia. Incomuns: agitação, náusea, tremor, confusão, sudorese, diarreia. Como ocorre com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação da paroxetina (particularmente de forma abrupta) pode provocar sintomas como vertigem, distúrbios sensoriais (inclusive parestesia, sensação de choque elétrico e zumbido), transtornos do sono (inclusive sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náusea, cefaleia, tremor, confusão, diarreia e sudorese. Na maioria dos pacientes, esses eventos são de leves a moderados e autolimitados. Nenhum grupo particular de indivíduos apresentou aumento de risco desses sintomas; entretanto recomenda-se que, quando o tratamento com a paroxetina não for mais necessário, a descontinuação seja gradual e através da redução da dose (ver os itens 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Reações adversas observadas em estudos clínicos pediátricos Em estudos clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados em, no mínimo, 2% dos pacientes e ocorreram pelo menos duas vezes mais do que com placebo: labilidade emocional (que inclui automutilação, pensamento ou comportamento suicidas, choro e flutuação do humor), hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese, hipercinesia e agitação. Pensamento e/ou comportamento suicidas foram observados principalmente em estudos clínicos conduzidos com adolescentes com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi observada particularmente em crianças com transtorno obsessivo-compulsivo, e especialmente, em crianças menores de 12 anos de idade. Em estudos que utilizaram um regime de redução (ou seja, diminuição de 10 mg na dose diária, em intervalos semanais, até atingir 10 mg/dia, mantidos por uma semana), os sintomas observados durante a fase de redução ou com a descontinuação de paroxetina e que ocorrem em no mínimo 2% dos pacientes e pelo menos duas vezes mais que com placebo foram: labilidade emocional, nervosismo, vertigem, náuseas e dores abdominais (ver o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Em caso de eventos adversos, notifique pelo sistema VigiMed, disponível no portal da ANVISA.

III – Dizeres legaisIII 24 palavras

VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA. RECEITA Registro: 1.0043.1330 Registrado e Produzido por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A. Rod. Pres. Castello Branco, 3.565Itapevi - SP Registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A. Av. Vereador José Diniz, 3.465 - São Paulo 3.565 Itapevi - SP CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira Central de Atendimento 0800-703-1550 www.momentafarma.com.br - central@momentafarma.com.br Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 28/07/2026. 24/09/2025.

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SeçãoPalavras alteradasSemelhança
I – Identificação do medicamento100%
II – Informações técnicas aos profissionais de saúde100%
1. Indicações100%
2. Resultados de eficácia4100%
3. Características farmacológicas100%
4. Contraindicações100%
5. Advertências e precauções7599%
6. Interações medicamentosas20586%
7. Cuidados de armazenamento do medicamento100%
8. Posologia e modo de usar100%
9. Reações adversas23582%
10. Superdose100%
III – Dizeres legais2477%

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