losartana potássica · EUROFARMA LABORATORIOS S.A.
Bula do profissional: 21/04/2021 → 22/02/2022
expediente 1525938212 → 0649606221 ·PDFs no Bulário da ANVISA
Alterações
removidoadicionado
I – Identificação do medicamento 5 palavras
losartana potássica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Comprimido revestido 50 mg: embalagens com 30 ou 60 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido revestido de 50 mg contém: losartana potássica ................................................................................................................................................. .................................................................................................................................................. 50 mg excipientes* q.s.p ...................................................................................................................................... 1 ........................................................................................................................................1 comprimido *Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, amido, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, óleo vegetal hidrogenado, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
1. Indicações 16 palavras
Hipertensão Losartana A losartana potássica é indicado para o tratamento da hipertensão. Losartana potássica A losartana potássica) é também indicado para o tratamento da insuficiência cardíaca, quando o tratamento com inibidor da ECA não é mais considerado adequado. Não é recomendado trocar inibidores da ECA por losartana potássica no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca que estejam estabilizados com a terapia atual. Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda Losartana A losartana potássica é indicado para reduzir o risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares avaliado com base na incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda (vide (ver item 2. RESULTADOS DE EFICÁCIA – Raça). Proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria Losartana A losartana potássica é indicado para retardar a progressão da doença renal, retardo avaliado com base na redução da incidência combinada de duplicação da creatinina sérica, insuficiência renal terminal (necessidade de diálise ou transplante renal) ou morte, e para reduzir a proteinúria.
2. Resultados de eficácia 13 palavras
Em estudos clínicos, a administração de losartana potássica em dose única diária a pacientes com hipertensão essencial leve à moderada propiciou reduções estatisticamente significativas das pressões arteriais sistólica e diastólica; [… 124 palavras iguais …] de losartana potássica uma vez ao dia produz efeito anti-hipertensivo significativamente maior do que a administração de 50 mg a 100 mg de captopril uma vez ao dia. O efeito anti- atenolol losartana potássica hipertensivo anti-hipertensivo de losartana potássica 50 mg é semelhante ao da administração única diária de enalapril 20 mg. O efeito anti-hipertensivo da administração única diária de 50 mg a 100 mg de [… 14 palavras iguais …] mg de atenolol e equivalente ao da administração de 5 mg a 10 mg de felodipina de liberação prolongada em idosos hipertensos (≥ 65 anos) após 12 semanas de terapia. atenolol losartana potássica A losartana potássica é igualmente eficaz em pacientes hipertensos de ambos os sexos e em pacientes hipertensos mais jovens (< 65 anos) e mais velhos (> 65 anos). A [… 498 palavras iguais …] benéficos do controle da pressão arterial isoladamente (vide Tabela a seguir). DESFECHOS DO ESTUDO LIFE Resultado losartana Taxa* Atenolol Taxa* Redução do Valor de p potássica (n=4.588) n (%) risco** (n=4.605) n (%) n (%) Desfecho 508 (11%) 23,8 588 (13%) 27,9 13% 0,021 Primário Composto Componentes do desfecho primário composto Mortalidade 204 (4%) 9,2 234 (5%) 10,6 11% 0,206 Cardiovascular Acidente 232 (5%) 10,8 309 (7%) 14,5 25% 0,001 Vascular Cerebral Infarto do 198 (4%) 9,2 188 (4%) 8,7 -7% 0,491 Miocárdio *Por 1.000 pacientes-anos de acompanhamento. **Ajustada para o escore de risco de Framingham e [… 441 palavras iguais …] 2 e proteinúria (751 receberam losartana potássica), com ou sem hipertensão. O objetivo do estudo foi demonstrar os efeitos protetores renais de losartana potássica além dos benefícios do controle da pressão arterial isoladamente. Para atingir esse objetivo, a meta da pressão arterial foi a mesma para os dois grupos de tratamento. Os pacientes com proteinúria e creatinina sérica entre 1,3 [… 701 palavras iguais …] e 7,3% para captopril, p = 0,08). O desfecho terciário de mortalidade por todas as causas e/ou hospitalizações por todas as causas não mostrou diferença estatisticamente significativa entre losartana potássica e captopril (47,7% para losartana potássica e 44,9% para captopril, p = 0,18). Em geral, os outros desfechos de morbidade e de mortalidade, incluindo melhora da classe funcional de acordo [… 29 palavras iguais …] tolerada e seu perfil de tolerabilidade foi superior ao do captopril, conforme avaliado pela incidência significativamente mais baixa de descontinuações por efeitos adversos e incidência significativamente mais baixa de tosse.
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Em estudos clínicos, a administração de losartana potássica em dose única diária a pacientes com hipertensão essencial leve à moderada propiciou reduções estatisticamente significativas das pressões arteriais sistólica e diastólica; nos estudos clínicos, o efeito anti-hipertensivo foi mantido por até um ano. A medida da pressão arterial no vale (24 horas após a dose) em relação à pressão no pico (5 a 6 horas após a dose) demonstrou redução da pressão arterial relativamente uniforme nas 24 horas. O efeito anti-hipertensivo acompanhou os ritmos diurnos naturais. A redução da pressão arterial no final do intervalo posológico foi de aproximadamente 70% a 80% do efeito observado 5 a 6 horas após a dose. A descontinuação da losartana em pacientes hipertensos não resultou em rebote abrupto da pressão arterial. Apesar da diminuição significativa da pressão arterial, a administração de losartana potássica não exerceu efeito clinicamente significativo na frequência cardíaca. A administração de 50 mg a 100 mg de losartana potássica uma vez ao dia produz efeito anti-hipertensivo significativamente maior do que a administração de 50 mg a 100 mg de captopril uma vez ao dia. O efeito anti- atenolol losartana potássica hipertensivo anti-hipertensivo de losartana potássica 50 mg é semelhante ao da administração única diária de enalapril 20 mg. O efeito anti-hipertensivo da administração única diária de 50 mg a 100 mg de losartana potássica é comparável ao da administração única diária de 50 mg a 100 mg de atenolol e equivalente ao da administração de 5 mg a 10 mg de felodipina de liberação prolongada em idosos hipertensos (≥ 65 anos) após 12 semanas de terapia. atenolol losartana potássica A losartana potássica é igualmente eficaz em pacientes hipertensos de ambos os sexos e em pacientes hipertensos mais jovens (< 65 anos) e mais velhos (> 65 anos). A exemplo do que ocorre com outros medicamentos que afetam o sistema renina-angiotensina, a resposta média à monoterapia com losartana é menor em pacientes de raça negra, embora o efeito anti-hipertensivo de losartana potássica se manifeste em todas as raças. Os efeitos da losartana potássica administrada concomitantemente com diuréticos tiazídicos na redução da pressão arterial são aproximadamente aditivos. Estudo LIFE (Losartan Intervention For Endpoint reduction in hypertension): foi um estudo de grande porte, multicêntrico, multinacional, randômico e triplo-cego, controlado com medicação ativa, que envolveu 9.193 pacientes hipertensos com idades entre 55 e 80 anos (média de 67 anos) e hipertrofia ventricular esquerda documentada por ECG. No período basal, 1.195 (13%) pacientes apresentavam diabetes; 1.326 (14%), hipertensão sistólica isolada; 1.468 (17%), doença coronariana e 728 (8%), doença vascular cerebral. O objetivo do estudo foi demonstrar os efeitos protetores cardiovasculares de losartana potássica versus atenolol, além dos benefícios do controle da pressão arterial (medida no vale). Para atingir esse objetivo, a meta da pressão arterial foi a mesma para os dois grupos de tratamento. Os pacientes foram distribuídos de modo randômico para receber 50 mg de losartana potássica ou 50 mg de atenolol uma vez ao dia. Quando a meta da pressão arterial (< 140/90 mmHg) não era atingida, adicionava-se, em primeiro lugar, a hidroclorotiazida (12,5 mg), e se necessário, aumentava-se a dose de losartana potássica ou de atenolol para 100 mg uma vez ao dia. Se para atingir a meta ainda houvesse a necessidade de outras modificações do esquema terapêutico (por exemplo, aumento da dose de hidroclorotiazida para 25 mg ou adição de outro tratamento diurético ou de bloqueadores dos canais de cálcio, alfabloqueadores ou agentes de ação central), estas eram feitas. A adição de inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II ou betabloqueadores não foi permitida. Nos dois grupos de tratamento, a pressão arterial foi significativamente reduzida para níveis semelhantes, e uma proporção semelhante de pacientes atingiu a meta da pressão arterial. A duração média do período de acompanhamento foi de 4,8 anos. O desfecho primário foi o composto de morbidade e mortalidade cardiovasculares, avaliado pela redução da incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio. Os resultados mostraram que o tratamento com losartana potássica, em comparação ao atenolol resultou em 13,0% de redução do risco (p = 0,021) para os pacientes que atingiram o desfecho primário composto (vide Figura 1). Figura 1. Estimativas de Kaplan-Meier do desfecho primário composto de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral ou infarto do miocárdio nos grupos que receberam losartana potássica ou atenolol, ajustadas para o escore de risco de Framingham e o grau de hipertrofia ventricular esquerda (HVE) ao ECG no período basal. O tratamento com losartana potássica, em comparação ao atenolol, reduziu o risco de acidente vascular cerebral em 25% (p = 0,001). As taxas de morte cardiovascular e de infarto do miocárdio não foram significativamente diferentes entre os grupos de tratamento. O efeito de losartana potássica no desfecho primário composto aparentemente foi superior e além dos efeitos benéficos do controle da pressão arterial isoladamente (vide Tabela a seguir). DESFECHOS DO ESTUDO LIFE Resultado losartana Taxa* Atenolol Taxa* Redução do Valor de p potássica (n=4.588) n (%) risco** (n=4.605) n (%) n (%) Desfecho 508 (11%) 23,8 588 (13%) 27,9 13% 0,021 Primário Composto Componentes do desfecho primário composto Mortalidade 204 (4%) 9,2 234 (5%) 10,6 11% 0,206 Cardiovascular Acidente 232 (5%) 10,8 309 (7%) 14,5 25% 0,001 Vascular Cerebral Infarto do 198 (4%) 9,2 188 (4%) 8,7 -7% 0,491 Miocárdio *Por 1.000 pacientes-anos de acompanhamento. **Ajustada para o escore de risco de Framingham e o grau de HVE ao ECG no período basal. Os outros desfechos clínicos do estudo LIFE foram: mortalidade por todas as causas, hospitalização por insuficiência cardíaca ou angina pectoris, procedimentos de revascularização coronariana ou periférica e parada cardíaca com ressuscitação. Não ocorreram diferenças significativas entre os grupos de tratamento nas taxas desses desfechos. Os pacientes que receberam losartana potássica apresentaram redução significativamente maior dos índices de hipertrofia ventricular esquerda no ECG em comparação com os pacientes que receberam atenolol. Os efeitos de losartana potássica versus atenolol na morbimortalidade cardiovascular foram examinados em subgrupos de pacientes com histórico de diabetes mellitus (n = 1.195) ou hipertensão sistólica isolada (HSI) (n = 1.326) no período basal. Em relação ao desfecho primário composto, os resultados observados nesses subgrupos foram compatíveis com o benefício do tratamento com losartana potássica observado na população global do estudo: observou-se redução de 24% do risco (p = 0,03) nos pacientes com diabetes e de 25% (p = 0,06) nos pacientes com hipertensão sistólica isolada. Compatível com os resultados observados na população global, a redução do risco de acidente vascular cerebral foi um importante fator contribuinte para o benefício observado nos pacientes com diabetes ou HSI. Raça: com base no estudo LIFE, os benefícios de losartana potássica sobre a morbidade e a mortalidade cardiovasculares em comparação com os do atenolol não se aplicam a pacientes negros com hipertensão e hipertrofia ventricular esquerda, embora os dois esquemas de tratamento tenham reduzido de forma eficaz a pressão arterial nessa população de pacientes. No estudo LIFE, losartana potássica, em comparação ao atenolol, diminuiu o risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares em pacientes hipertensos não negros com hipertrofia ventricular esquerda (n = 8.660), conforme medido pelo desfecho primário de incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio (P= 0,003). Nesse estudo, entretanto, o risco de apresentar o desfecho primário composto foi menor em pacientes negros que receberam atenolol em comparação com os que receberam losartana potássica (p = 0,03). No subgrupo de pacientes negros (n = 533; 6% dos pacientes do estudo LIFE), ocorreram 29 desfechos primários entre os 263 pacientes do grupo do atenolol (11%, 25,9/1.000 pacientes-anos) e 46 entre os 270 pacientes (17%, 41,8/1.000 pacientes-anos) do grupo do losartana potássica. Nesse estudo, losartana potássica em geral foi bem tolerada e seu perfil de tolerabilidade foi superior ao do atenolol, conforme evidenciado pela incidência significativamente mais baixa de descontinuações por efeitos adversos. Estudo RENAAL (Reduction of Endpoints in NIDDM with the Angiotensin II receptor Antagonist Losartana): foi um estudo mundial de grande porte, multicêntrico, com distribuição randômica, controlado com placebo e duplo-cego que envolveu 1.513 pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria (751 receberam losartana potássica), com ou sem hipertensão. O objetivo do estudo foi demonstrar os efeitos protetores renais de losartana potássica além dos benefícios do controle da pressão arterial isoladamente. Para atingir esse objetivo, a meta da pressão arterial foi a mesma para os dois grupos de tratamento. Os pacientes com proteinúria e creatinina sérica entre 1,3 e 3,0 mg/dL foram distribuídos de modo randômico para receber 50 mg de losartana potássica uma vez ao dia, titulados de acordo com a resposta da pressão arterial, ou placebo e tratamento anti-hipertensivo convencional, excluindo-se inibidores da ECA e antagonistas da angiotensina II. Os pesquisadores foram orientados a titular o medicamento do estudo para 100 mg uma vez ao dia, conforme apropriado; 72% dos pacientes tomaram a dose diária de 100 mg durante a maior parte do tempo em que receberam o medicamento de estudo. Em ambos os grupos, quando necessário, puderam ser adicionados outros agentes anti-hipertensivos (diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio, alfa ou betabloqueadores e agentes de ação central). Os pacientes foram acompanhados por até 4,6 anos (média de 3,4 anos). O desfecho primário do estudo foi o desfecho composto de duplicação da creatinina sérica, insuficiência renal terminal (necessidade de diálise ou transplante) ou morte. Os resultados mostraram que o tratamento com losartana potássica (327 eventos) em comparação com o placebo (359 eventos) resultou em redução do risco de 16,1% (p = 0,022) para os pacientes que atingiram o desfecho primário composto. Os resultados também demonstraram redução significativa do risco no grupo tratado com losartana potássica em relação aos seguintes componentes individuais e combinados do desfecho primário: 25,3% de redução do risco de duplicação da creatinina sérica (p = 0,006), 28,6% de redução do risco de insuficiência renal terminal (p = 0,002), 19,9% de redução do risco de insuficiência renal terminal ou morte (p = 0,009) e 21% de redução do risco de duplicação da creatinina sérica ou de insuficiência renal terminal (p = 0,010). A taxa de morte por todas as causas não foi significativamente diferente entre os dois grupos de tratamento. Os desfechos secundários do estudo foram: alteração da proteinúria, taxa de progressão da nefropatia e o composto de morbimortalidade de causas cardiovasculares (hospitalização por insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, revascularização, acidente vascular cerebral, hospitalização por angina instável ou morte cardiovascular). Os resultados mostraram redução média de 34,3% do nível de proteinúria no grupo do losartana potássica (p < 0,001). O tratamento com losartana potássica reduziu a taxa de declínio da função renal durante a fase crônica do estudo em 13,9%, p = 0,003 (taxa média de declínio de 18,5%, p = 0,01), conforme medido pela recíproca da concentração sérica de creatinina. Não houve diferença significativa entre o grupo que recebeu losartana potássica (247 eventos) e o grupo placebo (268 eventos) no desfecho composto de morbimortalidade cardiovascular, embora o estudo não tenha sido desenhado para detectar esse efeito. Nesse estudo, losartana potássica em geral foi bem tolerada, conforme evidenciado pela incidência semelhante de descontinuações por efeitos adversos em comparação com o placebo. Estudos ELITE I e ELITE II: no estudo ELITE, de 48 semanas de duração, que envolveu 722 pacientes com insuficiência cardíaca [Classes II-IV da New York Heart Association (NYHA)], não foram observadas diferenças no desfecho primário de disfunção renal persistente entre os pacientes que receberam losartana potássica e os que receberam captopril. A observação não esperada do benefício superior de losartana potássica na redução do risco de morte em relação ao captopril no estudo ELITE não foi confirmada no estudo de sobrevida definitivo, ELITE II, descrito a seguir. No ELITE II, estudo que envolveu pacientes com insuficiência cardíaca, desenhado para avaliar prospectivamente a mortalidade comparou-se um esquema de 50 mg de losartana potássica em dose única diária (dose inicial de 12,5 mg titulada para 25 mg e 50 mg 1x/dia) a um esquema de 50 mg de captopril, 3x/dia (dose inicial de 12,5 mg titulada para 25 mg e 50 mg 3x/dia). Nesse estudo (n = 3.152), pacientes com insuficiência cardíaca (Classes II-IV da NYHA) foram acompanhados durante dois anos aproximadamente (mediana de acompanhamento de 1,5 ano) para que se avaliasse se losartana potássica era superior ao captopril na redução da mortalidade por todas as causas. O desfecho primário não mostrou diferença estatisticamente significativa entre losartana potássica e captopril na redução da mortalidade por todas as causas (17,7% para o losartana potássica e 15,9% para o captopril, p = 0,16). O desfecho secundário não mostrou diferença estatisticamente significativa na redução de morte súbita de origem cardíaca e/ou parada cardíaca com ressuscitação (9,0% para losartana potássica e 7,3% para captopril, p = 0,08). O desfecho terciário de mortalidade por todas as causas e/ou hospitalizações por todas as causas não mostrou diferença estatisticamente significativa entre losartana potássica e captopril (47,7% para losartana potássica e 44,9% para captopril, p = 0,18). Em geral, os outros desfechos de morbidade e de mortalidade, incluindo melhora da classe funcional de acordo com a classificação da NYHA, não foram diferentes entre os grupos de tratamento. Nesses dois estudos clínicos controlados em pacientes com insuficiência cardíaca, losartana potássica em geral foi bem tolerada e seu perfil de tolerabilidade foi superior ao do captopril, conforme avaliado pela incidência significativamente mais baixa de descontinuações por efeitos adversos e incidência significativamente mais baixa de tosse.
4. Contraindicações 61 palavras
5. Advertências e precauções 71 palavras
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6. Interações medicamentosas6 47 palavras
Nos estudos clínicos de farmacocinética realizados com hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital, cetoconazol e eritromicina, não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica. Houve relatos de redução dos níveis do [… 284 palavras iguais …] de reações adversas tais como hipotensão, hipercalemia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparado com o uso de apenas um agente que atua no sistema renina- angiotensina-aldosterona (vide (ver itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). O suco de toranja contém componentes que inibem as enzimas CYP 450 e podem diminuir a concentração do metabolito ativo de losartana potássica o que pode reduzir o efeito terapêutico. O consumo de suco de toranja deve ser evitado durante o tratamento com losartana potássica.
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Nos estudos clínicos de farmacocinética realizados com hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital, cetoconazol e eritromicina, não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica. Houve relatos de redução dos níveis do metabólito ativo pela rifampicina e pelo fluconazol. Não foram avaliadas as consequências clínicas dessas interações. A exemplo do que ocorre com outros fármacos que bloqueiam a angiotensina II ou os seus efeitos, o uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (como espironolactona, triantereno e amilorida), suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima) pode resultar em aumento do potássio sérico. A exemplo de outros fármacos que afetam a excreção de sódio, a excreção de lítio pode ser reduzida. Por isso, deve-se monitorar com cautela os níveis séricos de lítio, caso sais de lítio sejam administrados concomitantemente a antagonistas de receptores de angiotensina II. Os fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo os inibidores seletivos da cicloxigenase-2 (inibidores da COX-2), podem reduzir o efeito de diuréticos e outros medicamentos anti-hipertensivos. Por isso, o efeito anti-hipertensivo de antagonistas de receptores de angiotensina II ou inibidores da ECA pode ser atenuado pelos AINEs, incluindo os inibidores seletivos de COX-2. Para alguns pacientes com função renal comprometida (por exemplo, pacientes idosos ou hipovolêmicos, incluindo aqueles em terapia diurética) que estão em tratamento com fármacos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo inibidores seletivos da COX-2, a administração concomitante de antagonistas de receptores da angiotensina II ou inibidores da ECA pode resultar em maior deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda. Esses efeitos são usualmente reversíveis, portanto, a combinação deve ser administrada com cautela a pacientes com comprometimento da função renal. Dado do estudo clínico demonstrou que o bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas de receptor da angiotensina II ou alisquireno está associado com uma frequência maior de reações adversas tais como hipotensão, hipercalemia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparado com o uso de apenas um agente que atua no sistema renina- angiotensina-aldosterona (vide (ver itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). O suco de toranja contém componentes que inibem as enzimas CYP 450 e podem diminuir a concentração do metabolito ativo de losartana potássica o que pode reduzir o efeito terapêutico. O consumo de suco de toranja deve ser evitado durante o tratamento com losartana potássica.
7. Cuidados de armazenamento do medicamento 3 palavras
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade. O prazo de validade deste medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aparência: Losartana A losartana potássica 50 mg: comprimido circular revestido, branco, biconvexo, vincado em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
8. Posologia e modo de usar 16 palavras
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9. Reações adversas 36 palavras
As frequências de eventos adversos são classificadas de acordo com as seguintes categorias: Muito comum (> 1/10), Comum (> 1/100, < 1/10), Incomum (> 1/1.000, < 1/100), Raro (> 1/10.000, [… 56 palavras iguais …] 1. Frequência das reações adversas identificadas durante os estudos clínicos controlados com placebo e a experiência pós-comercialização Reações Adversas Frequência das reações adversas por indicação Outros Hipertensão Hipertensão com Insuficiência Hipertensão e Experiência pós- com hipertrofia cardíaca crônica diabetes tipo 2 comercialização hipertrofia ventricular com doença ventricular esquerda renal esquerda Alterações do sangue e sistema linfático Anemia Comum Desconhecido Trombocitopenia Desconhecido Alterações do sistema imune Reações de hipersensibilidade, Raro hipersensibilidade, reações anafiláticas, anafiláticas, angioedema1 e vasculite2 Alterações psiquiátricas Depressão Desconhecido Alterações do sistema nervoso Tontura Comum Comum Comum Comum Sonolência Incomum Cefaleia Incomum Incomum Distúrbios do sono Incomum Parestesia Raro Enxaqueca Desconhecido Disgeusia Desconhecido Alterações do ouvido e labirinto Vertigem Comum Comum Zumbido Desconhecido Alterações cardíacas Palpitações Incomum Angina pectoris Incomum Síncope Raro Fibrilação atrial Raro atrial Acidente Raro vascular cerebral Raro Alterações vasculares Hipotensão (ortostática) Incomum Comum Comum (ortostática) (incluindo efeitos ortostáticos relacionados à dose)3 Alterações respiratórias, torácicas e mediastinais Dispneia Incomum Tosse Incomum Desconhecido Alterações gastrintestinais Dor abdominal Incomum Constipação Incomum Diarreia Incomum Desconhecido Náusea Incomum Vômito Incomum Alterações hepáticas Pancreatite Desconhecido Hepatite Raro Anormalidades no Anormalida Desconhecido des no funcionamento do fígado Alterações de pele e tecido subcutâneo Urticária Incomum Desconhecido Prurido Incomum Desconhecido Erupção cutânea Incomum Incomum Desconhecido Fotossensibilidade cutânea Fotossensibilid Desconhecido ade Eritrodermia Desconhecido Alterações musculoesqueléticas e nos tecidos conectivos Mialgia Desconhecido Artralgia Desconhecido Rabdomiólise Desconhecido Alterações renais e urinárias Insuficiência Comum renal Comum Falência renal Comum Alterações do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil/impotência Desconhecido Perturbações gerais e alterações no local da administração Astenia Incomum Comum Incomum Comum Fadiga Incomum Comum Incomum Comum Edema Incomum Mal-estar Desconhecido Investigações Hipercalemia Comum Incomum4 Comum5 Aumento da alanina- Raro aminotransferase (ALT)6 Aumento da ureia, da Comum creatinina sérica e do potássio potássio sérico no sangue Hiponatremia Desconhecido Hipoglicemia Comum 1 Incluindo edema de laringe e glote, face, lábios, faringe e/ou língua (que causem obstrução de vias aéreas); alguns pacientes [… 140 palavras iguais …] do sistema renina-angiotensina-aldosterona, mudanças no funcionamento dos rins (incluindo falência renal) foram reportadas em pacientes em risco, essas alterações na função renal devem ser reversíveis com a descontinuação do tratamento (vide (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Achados de exames laboratoriais Em estudos clínicos controlados, alterações nos parâmetros laboratoriais de significância clínica com a administração de losartana potássica foram raramente reportadas. Creatinina e nitrogênio ureico sanguíneo Aumentos discretos no nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) ou na creatinina sérica foram observados em menos de 0,1% dos pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica (vide (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - Insuficiência renal). Hemoglobina e hematócrito Diminuições discretas na hemoglobina e do hematócrito (média de diminuição de aproximadamente 0,11 grama por cento e [… 52 palavras iguais …] losartana potássica, um paciente (< 0,1%) descontinuou o tratamento devido a essa reação adversa laboratorial. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
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As frequências de eventos adversos são classificadas de acordo com as seguintes categorias: Muito comum (> 1/10), Comum (> 1/100, < 1/10), Incomum (> 1/1.000, < 1/100), Raro (> 1/10.000, < 1/1.000), Muito Raro (< 1/10.000) e Desconhecido (não puderam ser estimados a partir dos dados disponíveis). Em estudos clínicos controlados sobre hipertensão essencial, a reação adversa mais comum em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda e com insuficiência cardíaca crônica, assim como em hipertensos com diabetes mellitus tipo 2 com doença renal, foi tontura. Tabela 1. Frequência das reações adversas identificadas durante os estudos clínicos controlados com placebo e a experiência pós-comercialização Reações Adversas Frequência das reações adversas por indicação Outros Hipertensão Hipertensão com Insuficiência Hipertensão e Experiência pós- com hipertrofia cardíaca crônica diabetes tipo 2 comercialização hipertrofia ventricular com doença ventricular esquerda renal esquerda Alterações do sangue e sistema linfático Anemia Comum Desconhecido Trombocitopenia Desconhecido Alterações do sistema imune Reações de hipersensibilidade, Raro hipersensibilidade, reações anafiláticas, anafiláticas, angioedema1 e vasculite2 Alterações psiquiátricas Depressão Desconhecido Alterações do sistema nervoso Tontura Comum Comum Comum Comum Sonolência Incomum Cefaleia Incomum Incomum Distúrbios do sono Incomum Parestesia Raro Enxaqueca Desconhecido Disgeusia Desconhecido Alterações do ouvido e labirinto Vertigem Comum Comum Zumbido Desconhecido Alterações cardíacas Palpitações Incomum Angina pectoris Incomum Síncope Raro Fibrilação atrial Raro atrial Acidente Raro vascular cerebral Raro Alterações vasculares Hipotensão (ortostática) Incomum Comum Comum (ortostática) (incluindo efeitos ortostáticos relacionados à dose)3 Alterações respiratórias, torácicas e mediastinais Dispneia Incomum Tosse Incomum Desconhecido Alterações gastrintestinais Dor abdominal Incomum Constipação Incomum Diarreia Incomum Desconhecido Náusea Incomum Vômito Incomum Alterações hepáticas Pancreatite Desconhecido Hepatite Raro Anormalidades no Anormalida Desconhecido des no funcionamento do fígado Alterações de pele e tecido subcutâneo Urticária Incomum Desconhecido Prurido Incomum Desconhecido Erupção cutânea Incomum Incomum Desconhecido Fotossensibilidade cutânea Fotossensibilid Desconhecido ade Eritrodermia Desconhecido Alterações musculoesqueléticas e nos tecidos conectivos Mialgia Desconhecido Artralgia Desconhecido Rabdomiólise Desconhecido Alterações renais e urinárias Insuficiência Comum renal Comum Falência renal Comum Alterações do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil/impotência Desconhecido Perturbações gerais e alterações no local da administração Astenia Incomum Comum Incomum Comum Fadiga Incomum Comum Incomum Comum Edema Incomum Mal-estar Desconhecido Investigações Hipercalemia Comum Incomum4 Comum5 Aumento da alanina- Raro aminotransferase (ALT)6 Aumento da ureia, da Comum creatinina sérica e do potássio potássio sérico no sangue Hiponatremia Desconhecido Hipoglicemia Comum 1 Incluindo edema de laringe e glote, face, lábios, faringe e/ou língua (que causem obstrução de vias aéreas); alguns pacientes relataram histórico de angioedema com a administração de outros medicamentos, incluindo inibidores da ECA. 2 Incluindo púrpura de Henoch-Schönlein. 3 Especialmente em pacientes com depleção intravascular (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca grave ou sob tratamento com altas doses de diuréticos). 4 Comum em pacientes que receberam 150 mg de losartana em vez de 50 mg. 5 Em estudo clínico que incluiu pacientes com diabetes tipo 2 e nefropatia, 9,9% dos pacientes tratados com losartana em comprimidos e 3,4% dos que receberam placebo desenvolveram hipercalemia > 5,5 mmol/L. 6 Geralmente resolvido com a descontinuação do tratamento. As seguintes reações adversas adicionais ocorreram mais frequentemente em pacientes que receberam losartana do que em pacientes que receberam placebo (frequência desconhecida): dor nas costas, infecção do trato urinário e sintomas parecidos com os da gripe. Alterações renais e urinárias Como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, mudanças no funcionamento dos rins (incluindo falência renal) foram reportadas em pacientes em risco, essas alterações na função renal devem ser reversíveis com a descontinuação do tratamento (vide (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Achados de exames laboratoriais Em estudos clínicos controlados, alterações nos parâmetros laboratoriais de significância clínica com a administração de losartana potássica foram raramente reportadas. Creatinina e nitrogênio ureico sanguíneo Aumentos discretos no nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) ou na creatinina sérica foram observados em menos de 0,1% dos pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica (vide (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - Insuficiência renal). Hemoglobina e hematócrito Diminuições discretas na hemoglobina e do hematócrito (média de diminuição de aproximadamente 0,11 grama por cento e 0,09 por cento de volume, respectivamente) ocorreram com frequência em pacientes tratados apenas com losartana potássica, mas raramente tiveram importância clínica. Nenhum paciente abandonou o tratamento devido à anemia. Testes de função hepática Ocorreram elevações ocasionais das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina sérica. Dentre os pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica, um paciente (< 0,1%) descontinuou o tratamento devido a essa reação adversa laboratorial. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
10. Superdose 62 palavras
Os dados disponíveis sobre superdose em humanos são limitados. As manifestações mais prováveis de superdose seriam hipotensão e taquicardia; bradicardia poderia ocorrer por estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão sintomática, deve-se instituir tratamento de suporte. Nem a losartana nem o seu metabólito ativo podem ser removidos da circulação por hemodiálise. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. DIZERES LEGAIS M.S.: 1.0043.0911 Farm. Resp. Subst.: Dra. Ivanete A. Dias Assi - CRF-SP 41.116 Fabricado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A. Rod. Pres. Castello Branco, km 35,6 Itapevi-SP Registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A. Av. Vereador José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 01/04/2021.
III – Dizeres legaisIII 47 palavras
M.S.: 1.0043.0911 Farm. Resp. Subst.: Dra. Ivanete A. Dias Assi – CRF-SP 41.116 Fabricado e Registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 - Itapevi-SP CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 16/12/2021.
Todas as seções
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | 5 |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | 16 |
| 2. Resultados de eficácia | 13 |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | 61 |
| 5. Advertências e precauções | 71 |
| 6. Interações medicamentosas | 47 |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | 3 |
| 8. Posologia e modo de usar | 16 |
| 9. Reações adversas | 36 |
| 10. Superdose | 62 |
| III – Dizeres legais | 47 |
Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.