losartana potássica · EUROFARMA LABORATORIOS S.A.
Bula do profissional: 03/04/2025 → 09/06/2025
expediente 0457269251 → 0773629254 ·PDFs no Bulário da ANVISA
Alterações
removidoadicionado
I – Identificação do medicamento 3 palavras
losartana potássica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Comprimido revestido 50 mg: embalagens com 30 ou 60 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido revestido de 50 mg contém: losartana potássica .................................................................................................................................................. 50 mg excipientes* q.s.p ........................................................................................................................................1 ....................................................................................................................................... 1 comprimido *Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, amido, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, óleo vegetal hidrogenado, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
4. Contraindicações 3 palavras
A losartana potássica é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos componentes do produto (ver itens 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e COMPOSIÇÃO). O [… 79 palavras iguais …] losartana potássica é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática grave (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose- galactose. glicose-galactose.
ver a seção completa
A losartana potássica é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos componentes do produto (ver itens 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e COMPOSIÇÃO). O uso concomitante de losartana potássica com produtos contendo alisquireno é contraindicado em pacientes com diabetes mellitus e insuficiência renal (TGF < 60 mL/min/1,73m2) (ver item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A losartana potássica não deve ser administrado durante o segundo ou o terceiro trimestre de gestação (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES – Uso na gravidez e amamentação). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. A losartana potássica é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática grave (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose- galactose. glicose-galactose.
5. Advertências e precauções5 62 palavras
Toxicidade fetal: o uso de fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina, durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez, diminui a função renal fetal e aumenta a morbidade, e a morte fetal e a neonatal. O oligoidrâmnio resultante pode estar associado com hipoplasia pulmonar e deformações ósseas fetais. As potenciais reações adversas neonatais incluem deformação craniana, anúria, hipotensão, insuficiência renal e morte. Quando a gravidez for detectada, a losartana potássica deverá ser descontinuada o mais rápido possível (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES – Uso na gravidez e amamentação). Hipersensibilidade: angioedema. Pacientes com histórico de angioedema (inchaço da face, [… 632 palavras iguais …] de valva aórtica e mitral e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva: assim como com outros vasodilatadores, recomenda-se atenção especial em pacientes que sofrem de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva. Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona: há evidências de que o uso concomitante de inibidor da ECA, antagonista de receptor da angiotensina II ou alisquireno aumenta o risco de [… 456 palavras iguais …] não é recomendado neste período. Durante a amamentação recomenda-se utilizar um tratamento alternativo que possua perfil de segurança melhor estabelecido, especialmente se o lactente for recém-nascido ou prematuro. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: o uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso pediátrico: recém-nascidos com histórico de exposição in utero à losartana potássica: caso ocorra oligúria ou hipotensão, dar prioridade para a manutenção da pressão arterial e a perfusão renal. Exsanguineotransfusões ou [… 159 palavras iguais …] uso de losartana potássica. Atenção: Contém 80,00 mg de lactose / comprimido revestido Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados com antagonistas do receptor da angiotensina II, incluindo a losartana potássica. (losartana potássica). Esses pacientes apresentaram dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Os sintomas foram resolvidos após a descontinuação do medicamento. Se angioedema intestinal for diagnosticado, a losartana potássica deve ser descontinuada descontinuado e o monitoramento apropriado deve ser iniciado até a resolução completa dos sintomas. Informe ao seu paciente que ele deve evitar se levantar rapidamente, dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente no início do tratamento e ao aumentar a dose.
ver a seção completa
Toxicidade fetal: o uso de fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina, durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez, diminui a função renal fetal e aumenta a morbidade, e a morte fetal e a neonatal. O oligoidrâmnio resultante pode estar associado com hipoplasia pulmonar e deformações ósseas fetais. As potenciais reações adversas neonatais incluem deformação craniana, anúria, hipotensão, insuficiência renal e morte. Quando a gravidez for detectada, a losartana potássica deverá ser descontinuada o mais rápido possível (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES – Uso na gravidez e amamentação). Hipersensibilidade: angioedema. Pacientes com histórico de angioedema (inchaço da face, dos lábios, da garganta e/ou língua) devem ser cuidadosamente monitorados (ver item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Hipotensão e desequilíbrio hidroeletrolítico: hipotensão sintomática, especialmente após a primeira dose e após o aumento de dose, pode ocorrer em pacientes que apresentam depleção de volume e/ou depleção de sódio devido a terapia intensa com diuréticos, dieta com restrição de sal, diarreia ou vômito. Essas situações devem ser corrigidas antes da administração de losartana potássica ou deve-se utilizar dose inicial mais baixa (ver item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Desequilíbrio hidroeletrolítico: desequilíbrios hidroeletrolíticos são comuns em pacientes com comprometimento renal, com ou sem diabetes, e devem ser corrigidos. Em um estudo clínico que envolveu pacientes com diabetes tipo 2 e com nefropatia, a incidência de hipercalemia foi mais alta no grupo tratado com losartana potássica quando comparado ao grupo placebo (ver item 9. REAÇÕES ADVERSAS). Por isso, as concentrações plasmáticas de potássio, assim como os valores da depuração plasmática da creatinina, devem ser cuidadosamente monitoradas, especialmente em pacientes com insuficiência cardíaca e depuração plasmática da creatinina entre 30-50 mL/min. O uso concomitante de losartana potássica e de agentes poupadores de potássio, suplementos de potássio e substitutos do sal que contenham potássio não é recomendado (ver item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). O uso concomitante de outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico podem levar à hipercalemia (ver item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Insuficiência hepática: com base nos dados de farmacocinética que demonstraram aumentos significativos das concentrações plasmáticas de losartana em pacientes com cirrose, deve-se considerar doses mais baixas para pacientes com histórico de insuficiência hepática. Não há experiência terapêutica sobre a losartana em pacientes com insuficiência hepática grave. Portanto, não é recomendada a administração de losartana em pacientes com insuficiência hepática grave (ver itens 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS - Farmacologia clínica, 4. CONTRAINDICAÇÕES e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Insuficiência renal: como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina, foram relatadas alterações na função renal (particularmente em pacientes cuja função renal é dependente do sistema renina-angiotensina- aldosterona como os pacientes com insuficiência cardíaca grave ou disfunção renal preexistente). Assim como para outros fármacos que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona, o aumento nas taxas de ureia sanguínea e de creatinina sérica também foi relatado em pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria de rim único. Essas alterações da função renal podem ser reversíveis com a descontinuação do tratamento. A losartana deve ser usada com cuidado em pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria de rim único. O uso concomitante de losartana e inibidores da ECA demonstrou comprometer a função renal. Portanto, não é recomendado o uso concomitante (ver item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Insuficiência cardíaca: em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal, assim como com outros fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina, há um risco de hipotensão arterial grave e insuficiência renal (geralmente aguda). Não há experiência terapêutica suficiente sobre a losartana em pacientes com insuficiência cardíaca concomitante com insuficiência renal grave, em pacientes com insuficiência cardíaca grave (Classe IV da NYHA), assim como em pacientes com insuficiência cardíaca e arritmia cardíaca sintomática que ameaça a vida. Desta forma, a losartana deve ser utilizada com cautela nesses pacientes. A combinação de losartana com um betabloqueador deve ser utilizada com cautela (ver item 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS – Farmacodinâmica). Transplante renal: não há dados sobre pacientes que tiveram um transplante de rim recente. Hiperaldosteronismo primário: pacientes com hiperaldosteronismo primário geralmente não respondem a medicamentos anti-hipertensivos cuja ação se dá através da inibição do sistema renina-angiotensina. Assim sendo, o uso de losartana nesses pacientes não é recomendado. Doença cardíaca coronariana e doença vascular cerebral: assim como com outros agentes anti-hipertensivos, a diminuição excessiva da pressão arterial em pacientes com isquemia cardiovascular ou doença vascular cerebral pode resultar em infarto do miocárdio ou derrame. Estenose de valva aórtica e mitral e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva: assim como com outros vasodilatadores, recomenda-se atenção especial em pacientes que sofrem de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva. Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona: há evidências de que o uso concomitante de inibidor da ECA, antagonista de receptor da angiotensina II ou alisquireno aumenta o risco de hipotensão, hipercalemia e diminui a função renal (incluindo insuficiência renal aguda). Portanto, o bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona pelo uso combinado de inibidor da ECA, antagonista de receptor da angiotensina II ou alisquireno não é recomendado (ver item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Se a terapia utilizando o bloqueio duplo for considerada absolutamente necessária, esta deve ocorrer apenas com a supervisão de um especialista e com monitoramento constantemente da função renal, dos eletrólitos e da pressão sanguínea. Inibidores da ECA e antagonistas de receptor da angiotensina II não devem ser utilizados concomitantemente em pacientes com nefropatia diabética. Excipientes: este medicamento contém lactose. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactose de Lapp ou má-absorção da glicose-galactose não devem tomar este medicamento. Uso na gravidez e amamentação: categoria de risco na gravidez: D. Os fármacos que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina podem causar danos e morte ao feto em desenvolvimento. Quando houver confirmação de gravidez, o tratamento com losartana potássica deverá ser descontinuado o mais rapidamente possível. O uso da losartana não é recomendado durante o primeiro trimestre de gravidez. O uso da losartana é contraindicado durante o segundo e terceiro trimestre de gestação (ver item 4. CONTRAINDICAÇÕES). A evidência epidemiológica relacionada ao risco de teratogenicidade após a exposição a inibidores da ECA durante o primeiro trimestre de gestação não foi conclusiva; entretanto, um leve aumento neste risco não pode ser descartado. Apesar de não haver dados epidemiológicos controlados sobre o risco com antagonistas de receptor da angiotensina II, riscos similares podem existir para esta classe de fármaco. A losartana não deve ser iniciada durante a gestação a não ser que a terapia com antagonistas de receptor da angiotensina II seja considerada essencial. Pacientes que planejam engravidar devem ter seu tratamento alterado para um tratamento anti- hipertensivo alternativo que possua perfil de segurança estabelecido para o uso durante a gestação. Quando a gravidez for identificada, o tratamento com losartana deve ser interrompido imediatamente, e se apropriado, um tratamento alternativo deve ser iniciado. Sabe-se que a exposição à terapia com antagonistas de receptor da angiotensina II durante o segundo e terceiro trimestre induz fetotoxicidade em humanos (diminuição da função renal, oligoidrâmnio e retardo na ossificação do crânio) e toxicidade neonatal (insuficiência renal, hipotensão e hipercalemia). Se ocorrer exposição à losartana durante o segundo ou terceiro trimestre de gestação é recomendada a realização de ultrassonografia para avaliação da função renal e do crânio. Recém-nascidos cujas mães tomaram losartana devem ser observados cuidadosamente para hipotensão (ver item 4. CONTRAINDICAÇÕES). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Amamentação: uma vez que não há informações referentes ao uso de losartana durante a amamentação, seu uso não é recomendado neste período. Durante a amamentação recomenda-se utilizar um tratamento alternativo que possua perfil de segurança melhor estabelecido, especialmente se o lactente for recém-nascido ou prematuro. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: o uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso pediátrico: recém-nascidos com histórico de exposição in utero à losartana potássica: caso ocorra oligúria ou hipotensão, dar prioridade para a manutenção da pressão arterial e a perfusão renal. Exsanguineotransfusões ou diálise podem ser necessárias como um meio de reverter a hipotensão e/ou substituir a função renal comprometida. A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas. Uso em idosos: nos estudos clínicos, não houve diferença relacionada a idade nos perfis de eficácia e segurança da losartana. Outras advertências e precauções: assim como observado com os inibidores da enzima conversora da angiotensina, a losartana e outros antagonistas da angiotensina são aparentemente menos efetivos na redução da pressão sanguínea em pacientes negros, possivelmente devido a uma maior prevalência de baixo nível de renina nessa população. Dirigir e operar máquinas: não foram feitos estudos para avaliar os efeitos da losartana potássica na habilidade de dirigir e operar máquinas. Entretanto, deve-se considerar que tontura ou sonolência podem ocorrer ocasionalmente quando o paciente está recebendo terapia anti-hipertensiva, em particular quando está iniciando o tratamento ou quando tem a dose aumentada. Por isso, recomenda-se cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas durante o uso de losartana potássica. Atenção: Contém 80,00 mg de lactose / comprimido revestido Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados com antagonistas do receptor da angiotensina II, incluindo a losartana potássica. (losartana potássica). Esses pacientes apresentaram dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Os sintomas foram resolvidos após a descontinuação do medicamento. Se angioedema intestinal for diagnosticado, a losartana potássica deve ser descontinuada descontinuado e o monitoramento apropriado deve ser iniciado até a resolução completa dos sintomas. Informe ao seu paciente que ele deve evitar se levantar rapidamente, dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente no início do tratamento e ao aumentar a dose.
8. Posologia e modo de usar 1 palavras
A losartana potássica pode ser administrado com ou sem alimentos. A losartana potássica pode ser administrado com outros agentes anti-hipertensivos. Hipertensão Para a maioria dos pacientes, a dose usual inicial e de manutenção é de 50 mg uma vez ao dia. O efeito anti-hipertensivo máximo é alcançado 3 a 6 semanas após o início do tratamento. Alguns pacientes podem obter benefício adicional se a dose for aumentada para 100 mg uma vez ao dia. Para pacientes com depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes tratados com altas doses de diuréticos), deve ser considerada uma dose inicial de 25 mg uma vez ao dia (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Não há necessidade de ajuste posológico inicial para pacientes idosos ou para pacientes com insuficiência renal, inclusive para pacientes em diálise. Deve ser considerada a utilização de uma dose mais baixa para pacientes com histórico de insuficiência hepática (ver itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). [… 40 palavras iguais …] dose de losartana potássica deve ser elevada para 100 mg uma vez ao dia com base na resposta da pressão arterial. Insuficiência cardíaca A dose inicial de losartana potássica para pacientes com insuficiência cardíaca é de 12,5 mg uma vez ao dia. Geralmente, a dose deve ser titulada a intervalos semanais (isto é, 12,5 mg/dia, 25 mg/dia, 50 mg/dia) [… 83 palavras iguais …] agentes de ação central) e também com insulina e outros agentes hipoglicemiantes comumente utilizados (como sulfonilureias, glitazonas e inibidores da glucosidase). Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
ver a seção completa
A losartana potássica pode ser administrado com ou sem alimentos. A losartana potássica pode ser administrado com outros agentes anti-hipertensivos. Hipertensão Para a maioria dos pacientes, a dose usual inicial e de manutenção é de 50 mg uma vez ao dia. O efeito anti-hipertensivo máximo é alcançado 3 a 6 semanas após o início do tratamento. Alguns pacientes podem obter benefício adicional se a dose for aumentada para 100 mg uma vez ao dia. Para pacientes com depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes tratados com altas doses de diuréticos), deve ser considerada uma dose inicial de 25 mg uma vez ao dia (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Não há necessidade de ajuste posológico inicial para pacientes idosos ou para pacientes com insuficiência renal, inclusive para pacientes em diálise. Deve ser considerada a utilização de uma dose mais baixa para pacientes com histórico de insuficiência hepática (ver itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda A dose usual inicial de losartana potássica é de 50 mg uma vez ao dia. Uma dose baixa de hidroclorotiazida deve ser adicionada e/ou a dose de losartana potássica deve ser elevada para 100 mg uma vez ao dia com base na resposta da pressão arterial. Insuficiência cardíaca A dose inicial de losartana potássica para pacientes com insuficiência cardíaca é de 12,5 mg uma vez ao dia. Geralmente, a dose deve ser titulada a intervalos semanais (isto é, 12,5 mg/dia, 25 mg/dia, 50 mg/dia) até a dose usual de manutenção de 50 mg uma vez ao dia de acordo com a tolerabilidade do paciente. Proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria A dose usual inicial é de 50 mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia com base na resposta da pressão arterial. A losartana potássica pode ser administrada com outros agentes anti-hipertensivos (por exemplo, diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio, alfa ou betabloqueadores e agentes de ação central) e também com insulina e outros agentes hipoglicemiantes comumente utilizados (como sulfonilureias, glitazonas e inibidores da glucosidase). Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
9. Reações adversas9 36 palavras
As frequências de eventos adversos são classificadas de acordo com as seguintes categorias: Muito comum (> 1/10), Comum (> 1/100, < 1/10), Incomum (> 1/1.000, < 1/100), Raro (> 1/10.000, [… 338 palavras iguais …] laringe e glote, face, lábios, faringe e/ou língua (que causem obstrução de vias aéreas); alguns pacientes relataram histórico de angioedema com a administração de outros medicamentos, incluindo inibidores da ECA. Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados 2 com antagonistas dos receptores da angiotensina II, incluindo alguns casos com losartana. 3 Incluindo púrpura de Henoch-Schönlein. 3 4 Especialmente em pacientes com depleção intravascular (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca grave ou sob tratamento com altas doses de diuréticos). 4 5 Comum em pacientes que receberam 150 mg de losartana em vez de 50 mg. 5 6 Em estudo clínico que incluiu pacientes com diabetes tipo 2 e nefropatia, 9,9% dos pacientes tratados com losartana em comprimidos e 3,4% dos que receberam placebo desenvolveram hipercalemia > 5,5 mmol/L. 6 7 Geralmente resolvido com a descontinuação do tratamento. As seguintes reações adversas adicionais ocorreram mais frequentemente em pacientes que receberam losartana do que em pacientes que receberam placebo (frequência desconhecida): [… 210 palavras iguais …] Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados com antagonistas do receptor da angiotensina II, incluindo a losartana potássica. (losartana potássica). Esses pacientes apresentaram dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Os sintomas foram resolvidos após a descontinuação do medicamento. Se angioedema intestinal for diagnosticado, a losartana potássica deve ser descontinuada descontinuado e o monitoramento apropriado deve ser iniciado até a resolução completa dos sintomas.
ver a seção completa
As frequências de eventos adversos são classificadas de acordo com as seguintes categorias: Muito comum (> 1/10), Comum (> 1/100, < 1/10), Incomum (> 1/1.000, < 1/100), Raro (> 1/10.000, < 1/1.000), Muito Raro (< 1/10.000) e Desconhecido (não puderam ser estimados a partir dos dados disponíveis). Em estudos clínicos controlados sobre hipertensão essencial, a reação adversa mais comum em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda e com insuficiência cardíaca crônica, assim como em hipertensos com diabetes mellitus tipo 2 com doença renal, foi tontura. Tabela 1. Frequência das reações adversas identificadas durante os estudos clínicos controlados com placebo e a experiência pós-comercialização Reações Adversas Frequência das reações adversas por indicação Outros Hipertensão Hipertensão com Insuficiência Hipertensão e Experiência pós- hipertrofia cardíaca crônica diabetes tipo 2 comercialização ventricular com doença esquerda renal Alterações do sangue e sistema linfático Anemia Comum Desconhecido Trombocitopenia Desconhecido Alterações do sistema imune Reações de hipersensibilidade, Raro reações anafiláticas, angioedema1 e vasculite2 Alterações psiquiátricas Depressão Desconhecido Alterações do sistema nervoso Tontura Comum Comum Comum Comum Sonolência Incomum Cefaleia Incomum Incomum Distúrbios do sono Incomum Parestesia Raro Enxaqueca Desconhecido Disgeusia Desconhecido Alterações do ouvido e labirinto Vertigem Comum Comum Zumbido Desconhecido Alterações cardíacas Palpitações Incomum Angina pectoris Incomum Síncope Raro Fibrilação Raro atrial Acidente Raro vascular cerebral Alterações vasculares Hipotensão Incomum Comum Comum (ortostática) (incluindo efeitos ortostáticos relacionados à dose)3 Alterações respiratórias, torácicas e mediastinais Dispneia Incomum Tosse Incomum Desconhecido Alterações gastrintestinais Dor abdominal Incomum Constipação Incomum Diarreia Incomum Desconhecido Náusea Incomum Vômito Incomum Alterações hepáticas Pancreatite Desconhecido Hepatite Raro Anormalida Desconhecido des no funcionamento do fígado Alterações de pele e tecido subcutâneo Urticária Incomum Desconhecido Prurido Incomum Desconhecido Erupção Incomum Incomum Desconhecido cutânea Fotossensibilid Desconhecido ade Eritrodermia Desconhecido Alterações musculoesqueléticas e nos tecidos conectivos Mialgia Desconhecido Artralgia Desconhecido Rabdomiólise Desconhecido Alterações renais e urinárias Insuficiência Comum renal Falência renal Comum Alterações do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil/impotência Desconhecido Perturbações gerais e alterações no local da administração Astenia Incomum Comum Incomum Comum Fadiga Incomum Comum Incomum Comum Edema Incomum Mal-estar Desconhecido Investigações Hipercalemia Comum Incomum4 Comum5 Aumento da alanina- Raro aminotransferase (ALT)6 Aumento da ureia, da Comum creatinina sérica e do potássio sérico no sangue Hiponatremia Desconhecido Hipoglicemia Comum 1 Incluindo edema de laringe e glote, face, lábios, faringe e/ou língua (que causem obstrução de vias aéreas); alguns pacientes relataram histórico de angioedema com a administração de outros medicamentos, incluindo inibidores da ECA. Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados 2 com antagonistas dos receptores da angiotensina II, incluindo alguns casos com losartana. 3 Incluindo púrpura de Henoch-Schönlein. 3 4 Especialmente em pacientes com depleção intravascular (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca grave ou sob tratamento com altas doses de diuréticos). 4 5 Comum em pacientes que receberam 150 mg de losartana em vez de 50 mg. 5 6 Em estudo clínico que incluiu pacientes com diabetes tipo 2 e nefropatia, 9,9% dos pacientes tratados com losartana em comprimidos e 3,4% dos que receberam placebo desenvolveram hipercalemia > 5,5 mmol/L. 6 7 Geralmente resolvido com a descontinuação do tratamento. As seguintes reações adversas adicionais ocorreram mais frequentemente em pacientes que receberam losartana do que em pacientes que receberam placebo (frequência desconhecida): dor nas costas, infecção do trato urinário e sintomas parecidos com os da gripe. Alterações renais e urinárias Como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, mudanças no funcionamento dos rins (incluindo falência renal) foram reportadas em pacientes em risco, essas alterações na função renal devem ser reversíveis com a descontinuação do tratamento (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Achados de exames laboratoriais Em estudos clínicos controlados, alterações nos parâmetros laboratoriais de significância clínica com a administração de losartana potássica foram raramente reportadas. Creatinina e nitrogênio ureico sanguíneo Aumentos discretos no nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) ou na creatinina sérica foram observados em menos de 0,1% dos pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica (ver item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - Insuficiência renal). Hemoglobina e hematócrito Diminuições discretas na hemoglobina e do hematócrito (média de diminuição de aproximadamente 0,11 grama por cento e 0,09 por cento de volume, respectivamente) ocorreram com frequência em pacientes tratados apenas com losartana potássica, mas raramente tiveram importância clínica. Nenhum paciente abandonou o tratamento devido à anemia. Testes de função hepática Ocorreram elevações ocasionais das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina sérica. Dentre os pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica, um paciente (< 0,1%) descontinuou o tratamento devido a essa reação adversa laboratorial. Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa. Angioedema intestinal foi relatado em pacientes tratados com antagonistas do receptor da angiotensina II, incluindo a losartana potássica. (losartana potássica). Esses pacientes apresentaram dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Os sintomas foram resolvidos após a descontinuação do medicamento. Se angioedema intestinal for diagnosticado, a losartana potássica deve ser descontinuada descontinuado e o monitoramento apropriado deve ser iniciado até a resolução completa dos sintomas.
III – Dizeres legaisIII 2 palavras
Registro: 1.0043.0911 Registrado e produzido por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 - Itapevi-SP CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO. Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 16/12/2021. 24/04/2025.
Todas as seções
| Seção | Palavras alteradas |
|---|---|
| I – Identificação do medicamento | 3 |
| II – Informações técnicas aos profissionais de saúde | |
| 1. Indicações | |
| 2. Resultados de eficácia | |
| 3. Características farmacológicas | |
| 4. Contraindicações | 3 |
| 5. Advertências e precauções | 62 |
| 6. Interações medicamentosas | |
| 7. Cuidados de armazenamento do medicamento | |
| 8. Posologia e modo de usar | 1 |
| 9. Reações adversas | 36 |
| 10. Superdose | |
| III – Dizeres legais | 2 |
Texto extraído da estrutura do PDF (parágrafos e células de tabela); ainda assim, na dúvida, o PDF no Bulário é a fonte.